domingo, maio 20, 2007

O Desperdício do Dinheiro dos Contribuintes

O Comboio 3V ( Vai e Vem Vazio) ou Comboio ST (Sempre em Teste)
(clique sobre as fotos para aumentar)
A propósito de vários comentários feitos neste Blog por participantes, uns achando que o que a CMA faz é sempre bem feito, outros entendendo que não é bem assim e o cidadão também tem uma palavra a dizer, transcreve-se o comentário de um anónimo ( do dia 19 Maio 2007 ao "Post" de 12 Maio) onde se contabiliza o gasto inútil (actualizado), se outras razões não existissem, que a Câmara Municipal de Almada e a sua Presidente querem que Estado faça, para levar por diante a sua teimosia em manter a Linha 3 nas Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes.
"Meus caros senhores (anónimos e outros),
O traçado pela Rua Lopes de Mendonça e pela Rua José Justino Lopes, não é necessário, repito, não é necessário...Ou não conseguem perceber esta afirmação?
O anónimo que num comentário anterior quiz fazer um boneco entenderá isto?
Seria bom...pois poderia explicar aos demais com o nosso dinheiro é jogado no lixo, melhor dizendo nos bolsos das empresas construtoras do espaço canal...
O que está em causa é o desperdício, o esbanjamento, o gastar à tripa forra, aquilo que quiserem...
Deixem-se de filosofar...
Repito, o que está em causa são os MILHÕES DE EUROS DE POUPANÇA que resultam da adopção da proposta dos moradores (SOLUÇÃO 5) que, como este blog bem demonstra a partir de estudos feitos pelo ESTADO (e pagos por todos nós), pode ser quantificada do seguinte modo:
se os 5,861 km de linha actualmente em exploração custaram 95.000.000 de EUROS, no traçado desnecessário pelas ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, com 0,475 km de comprimento, poupar-se-ão 7.293.977 EUROS...
Vejam bem este número (obviamente médio...)
Este é o único facto que aqui gostaríamos de ver debatido. Certo?
Temos ou não a obrigação de exigir ao ESTADO que ponha a CMA na ORDEM (e já agora todos os seus defensores que por aqui vão passando por "dever partidário" não esquecendo que muitos militantes do partido maioritário da CMA CONCORDAM, em privado claro, com a Solução 5, logo com os moradores da Ramalha...)?
No partido ainda há disciplina partidária (por enquanto...)
Quanto ao resto e aos benefícios do comércio local, vejam bem as lojas que vão fechando...As que não fecharem agora terão oportunidade de ver muitos clientes a viajar de metro mas a metros da sua porta.Terão o "Metro, a um metro do futuro" e estarão na falência quando tal futuro chegar...Já viram bem a "velocidade" com que passam os cidadãos (para as empresas transportadoras apenas passageiros) pelas lojas dos terminais fluviais de Cacilhas, do Barreiro e outros?
Passam a correr, pois têm pressa de chegar ao aconchego do seu lar...e os comerciantes a vê-los passar...
Em Almada será bem pior..
Esperem para ver... "

30 comentários:

moisés disse...

Gosto dessas denominações.
1 - 3V (vai e vem vazio);
2 - ST (sempre em testes).

De facto, assentam-lhe que nem uma luva.

rouxinol disse...

É mais uma despesa no orçamento.Assim não há receitas que cheguem para dar de mamar a tanta gente.
Consta que a MES vai atribuir um subsidio ao MST.

Papoila disse...

Marcelo Rebelo de Sousa, nos seus coemtários semanais, acaba de criticar os gastos e custos do MST, apresentando números concretos, afirmando que os munícipes afirmam que o traçado não é o mais favorável,...

Só a CMA de Almada continua a querer levar a avante tudo e todos sem olhar para o lado (certo)...

Anónimo disse...

Mentira, Papoila!

Marcelo Rebelo de Sousa falou de facto do MST, criticou os custos, é verdade, mas não falou do traçado nem dos munícipes. Falou do facto do MST ter poucos utentes (aliás, nas palavras de outro, a partir do que leu no Diário Económico)!

E disse mais. Disse - claramente! - que a culpa da situação era dos governos! Do PS e do PSD! Disse-o claramente!

É pena que tudo sirva para dizer mal da CM Almada a alguns ...

residente disse...

Caro último anónimo, não atire poeira para os olhos!
Não defenda só por defender este comboio a que chamam MST, só porque é da CMA ou do PCP/CDU.
O que Marcelo Rebelo de Sousa disse foi :
“Jaime Antunes diz e muito bem no Jornal de Negócios – O grande barrete, que todos nós andamos a pagar no Metro Sul do Tejo que custou 320 milhões de euros - foi calculado para custar – já tem uma derrapagem de 72 milhões de euros e está a funcionar com 4 passageiros por carruagem. Os autarcas e utentes dizem que não têm zonas de estacionamento e as ligações estão mal feitas e que em condições económicas intoleráveis.
Como é que os sucessivos governos, arrancando em 95 levaram a isto?”
Ora isto não retira responsabilidades à CMA, já que foi a actual presidente que impôs o traçado pelo meio do único e principal eixo viário de Almada.
Marcelo Rebelo de Sousa quando se referiu no final aos governos, fê-lo para dizer certamente que não entende como os governos permitiram isto ou foram nesta conversa.
Repare que MRS disse que "as ligações estão mal feitas".
Sabe o que isto quer dizer?
Se não sabe, digo-lhe : O TRAÇADO E INSERÇÃO DAS LINHAS NÃO SERVE A POPULAÇÃO ! e isto foi imposto pela presidente da CMA, como um deputado disse em Reunião Plenária da Assembleia da República de 31 de Março de 2000.
Abram-se as mentes e não se defenda a todo o custo os erros que a cãmara de Almada faz.
Tenham um pouco de humildade para reconhecer erros.
Há quanto tempo os almadenses andam a criticar este traçado e inserção!
A CMA e a sua Presidente erradamente têm tentado ignorar as criticas e os almadenses, o que é muito feio.
Preferem andar a mentir à população dizendo que a culpa é dos governos,sacudindo a água do capote, ao mesmo tempo que procuram manipular toda a informação e até intimidar os críticos.
Os fiéis seguidores da CMA acatam erradamente a disciplina e a voz do dono ou da dona.
Quem é que atrasou as obras, não cedendo os terrenos depois da Secretária de Estado dos Transportes(SET) ter fixado em 22JUL2005,o novo traçado para o MST no Triãngulo da Ramalha, a exigência da Assembleia Municipal de 10MAR2004?
Por que não aceitou a presidente a decisão da SET?
Infelizmente Almada está a ser atirada para um abismo por esta gerência autárquica!

Anónimo disse...

O residente é o autor deste blog.

Portanto, o residente escreve os "posts" (é o único que o pode fazer). Mas para além disso, também escreve alguns "comments", como residente (é o caso), e se calhar também como anónimo. E em alguns "posts", o residente ainda transcreve "comments" de outros ... anónimos. É, também, o caso presente.

Óptimo, nenhum mal vem daí ao mundo. Faz parecer que há mais gente a participar, mas isso é o menos.

Mas o que eu provavelmente gostaria mesmo de pedir a este residente multifacetado é que não ataque o MST e a CM Almada só porque é do ... PS! Mas não o faço, por decoro, não o faço.

Repare bem na sua hipocrisia: Marcelo Rebelo de Sousa disse (e as palavras estão no seu "comment") "Como é que os sucessivos governos, arrancando em 95 levaram a isto?” Os governos levaram a isto? É mesmo? Então, caro residente, você quer desmentir-me o quê?

O importante do que o Professor disse - dando aqui o benefício de que o Professor diz coisas importantes, não é muito essa a minha opinião - é precisamente esta frase "Como é que os sucessivos governos, arrancando em 95 levaram a isto?”.

Aliás, questionado pela jornalista de serviço sobre se seriam governos do PS, bem ao seu estilo o Sr. Professor lá começou por dizer que claro, do PS, para de imediato cair em si e, com a falsa displicência que se lhe reconhece, acabar acrescentando que também do PSD ...

Agora, caro residente, interpretar o que Marcelo Rebelo de Sousa disse ontem como uma responsabização da Câmara Municipal é demais.

Caro residente, reconheço-lhe toda a legitimidade para discordar das soluções encontradas para os problemas da cidade (MST incluído). E reconheço-lhe todo o direito para afirmar as suas convicções. Mas não lhe reconheço o direito de "etiquetar" os outros servindo-se dessa "etiqueta" para sustentar as suas convicções.

O que é que lhe interessa o que sou ou deixo de ser politicamente? Penso pela minha cabeça, caro residente. O que parece não ser do seu agrado, mas quanto a isso ... paciência. O fascismo já o derrotámos há 33 anos ...

Anónimo disse...

Acrescentando um pouco mais ao que disse anteriormente, explique lá a todos porque é que sentiu necessidade de "promover" um "comment" de um anónimo a um "post" do residente. Explique lá o que é que de importante está dito nesse "comment".

Será a afirmação peremptória - bem ao estilo "disse, está dito e não se discute mais", ou se quisermos, a "razão está comigo, só comigo e mais ninguém" - e transcrevo para não falhar palavra nenhuma "Meus caros senhores (anónimos e outros),
O traçado pela Rua Lopes de Mendonça e pela Rua José Justino Lopes, não é necessário, repito, não é necessário...Ou não conseguem perceber esta afirmação?" Não é necessária? Porquê? Necessária? Pois bem, eu não entendo essa declaração de intenções do tal anónimo. Sou daqueles que se encaixam perfeitamente na persporrência do autor ...

Ou será esta tirada absolutamente lapidar - que também reproduzo na íntegra para que não falte nada - e que reza assim: "Quanto ao resto e aos benefícios do comércio local, vejam bem as lojas que vão fechando...As que não fecharem agora terão oportunidade de ver muitos clientes a viajar de metro mas a metros da sua porta.Terão o "Metro, a um metro do futuro" e estarão na falência quando tal futuro chegar...Já viram bem a "velocidade" com que passam os cidadãos (para as empresas transportadoras apenas passageiros) pelas lojas dos terminais fluviais de Cacilhas, do Barreiro e outros?

Passam a correr, pois têm pressa de chegar ao aconchego do seu lar...e os comerciantes a vê-los passar...

Em Almada será bem pior..

Esperem para ver... "

Lapidar, sem dúvida. E absolutamente falsa porque ignorante. Comerciantes a fechar por falência por disporem de transportes públicos adequados? Onde é que já se viu isso? Está completamente equivocado, isso não acontece em lado nenhum. Pelo contrário.

Mas entendo, é o primado absoluto do automóvel particular que aqui se pretende afirmar. É o comodismo egoísta que prevalece nestas palavras. O que se defende com esta "ideologia" é a manutenção da "ditadura do automóvel", que será no futuro próximo catastrófica, se não forem adoptadas medidas a curto prazo. De forma encapotada, é certo, porque não é "politicamente correcto" defender esta posição. Mas é isso que aqui está em causa.

Por isso, arvorar em grande importância alguém que defende que o MST será causa de falência para muitos comerciantes, só pode querer significar uma coisa: má fé! Por ignorância, ou por vontade política mesmo! Cá por mim, a primeira hipótese não é ... razão!

residente disse...

Para este ultimo anónimo e
para sua elucidação:
1.Não preciso, nem o faço, de intervir como anónimo comentando e depois transcrever os comentários.Clarificado?
2.O que o Prof MRS disse pode ser revisto e re-ouvido no síte da RTP.
3.Sei perfeitamente que este assunto do MST ou actual Comboio 3V/ST incomoda algumas pessoas, sobretudo da CMA e aqueles que optaram/impuseram este lamentável traçado e inserção a Almada e à população.
4.Sei que é muito desagradável aos actuais autarcas sentirem agora, de forma mais veemente o descontentamnto da população, mas tal só a eles se deve porque adoptaram sempre uma postura arrogante e autista relativamente aos munícipes que apresentaram críticas ou sugestões, que não eram do agrado da CMA e da sua Presidente, chegando ao ponto de agredirem e ofenderem verbalmente esses cidadãos.
Os Srs autarcas sabem tudo e fazem tudo bem feito!
Certamente o Sr. anónimo sabe isso!
5. Sabe o Sr. anónimo que a Assembleia Municipal tomou em 10MAR2004 uma Deliberação relativa à fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e CMA e AM não a querem cumprir?
6. Nós, cidadãos e munícipes, continuaremos aqui e em outros locais a expor as razões que nos assistem.
Muito Boa Tarde

Anónimo disse...

1. Não clarificado.
2. Pois pode.
3. Não sei a que se refere.
4. Descontentamento da população? Não estará a ser exagerado?
5. É falso, e você sabe que é falso!
6. Fazem muitíssimo bem! Por mim, aqui estarei ao vosso lado também!

Antes de lhe desejar também muito boa tarde, saiba mais qualquer coisa, talvez clarifique um ponto menos claro de uma intervenção anterior sua.

Quem disse na Assembleia da República em 31 de Março de 2000 que a Presidente da Câmara tinha pressionado alguma coisa (não imposto, residente, sejamos rigorosos em tudo, incluíndo as palavras) foi o Sr. Deputado José Manuel Epifânio, do Partido Socialista.

Já agora diga tudo, residente. Porque dizer só que um deputado fez essa afirmação é curto.

Pois foi, foi o Sr. Deputado do Partido Socialista que o disse na Assembleia da República. Mas já agora, convinha também esclarecer em que circunstâncias o Sr. Deputado Epifânio disse o que disse. Já que o residente não o faz, eu posso dar uma ajuda.

Numa interpelação ao Governo sobre o atraso na construção do MST da iniciativa Partido Comunista Português, perante as questões colocadas, e EM DEFESA POLÍTICA DO PARTIDO SOCIALISTA E DO SEU GOVERNO (é bom que se sublinhe que foi num debate político que a expressão foi utilizada), o Sr. Deputado Epifânio (do PS) tem, entre outras, esta saída de facto. Mas não usa, nunca, a palavra imposição. Diz que a Presidente da Câmara pressionou no sentido de que o MST não abandonasse o centro da Cidade de Almada. Foi isto que o Sr. Deputado Epifânio disse naquela sessão de 31 de Março de 2000!

Portanto, caro residente, você é que tem que ter atenção à poeira que quer atirar para os olhos da gente. Pergunto-lhe eu: que valor tem aquela afirmação do Sr. Deputado Epifânio? Sim diga-me lá, considerando o contexto em que as suas palavras foram ditas, que valor têm?

Aliás - mas isso o caro residente, objectivo como sempre, não diz - logo após o Sr. Deputado Epifânio ter dito o que disse, recebeu a resposta de um outro Sr. Deputado - portanto com o mesmo estatuto do Sr. Epifânio - que lhe disse que o Sr. Deputado Epifânio "estava a pôr tudo de pernas para o ar". Isto é, traduzindo para linguagem mais corrente, o Sr. Deputado Epifânio estava a argumentar faltando à verdade dos factos, mentindo, se quisermos ser curtos e grossos. Só que esta referência a si, residente, não lhe interessa. Pois não, porque foi o Sr. Deputado Teixeira quem a fez.

Imagine só que um Sr. Deputado disse, portanto está dito e é verdade. Por ser quem era, claro, porque outros Deputados disseram, na mesma ocasião e em muitas outras, o contrário do Sr. Epifânio. Mas não, este é que é o bom, este é que está certo...

Agora sim, muito boa tarde para si também.

Asterix disse...

Isto ferve.
Esgrimem-se argumentos.
Falta algum bom senso neste "fait-divers".
Os anónimos, quase todos, valem ZERO.
Eles e as suas opiniões.
Não têm nada para dizer. O que não admira já que são ocos por natureza.
Tenho dito.
Agora vou brincar aos papás e às mamãs.
Dassssssss

residente disse...

O caro anónimo pode só entender o que lhe interessa e como lhe convém.É o que se vê.
Só lhe digo que não sou militante de qalquer partido político, nem nunca fui. Não vale a pena mandar palpites
Ponto Final.

Anónimo disse...

Passando por cima (salvo seja, não me interpretem mal) deste Asterix - que tem piada (o outro, o verdadeiro, tem mais, mas ...), mas não me engraça, como diria alguém que eu conheço, regresso ao meu diálogo com o residente.

Você não percebeu o que eu disse, e eu também não percebi que você não tinha percebido (confuso? Talvez não).

Eu não disse que você precisava fazer o que você diz que não faz. Eu limitei-me a constatar uma realidade. Traduzida em factos:

O residente é o autor do "blog" (penso que não será difícil a qualquer um de nós confirmar esse facto) - primeiro facto;

O residente, por isso, é o único que pode escrever "posts" neste "blog" - segundo facto;

O residente, para além de escrever "posts", também escreve "comments" como residente e talvez (aqui é apenas suposição) como anónimo ou outro(s) "nick(s)" - terceiro facto;

O residente transforma "comments" de anónimos em "posts" do residente - quarto facto.

Depois disto, perguntei muito simplesmente qual a razão por que entendeu "promover" o "comment" a "post". E tentei encontrar essa, ou essas, razões. Mas não disse que o residente precisava de fazer aquilo que diz que não faz. Clarificado?

Anónimo disse...

Oh residente, agora sinceramente não esperava esta sua reacção. Eu mandei palpites? Sobre a sua (eventual) filiação partidária? Olhe que não, está enganado. Não mandei palpite nenhum.

No entanto, se a carapuça lhe serve ...

Agora a verdade, e é por isso que eu mais estranho a sua reacção, é que você já afirmou claramente (especulando, é óbvio, porque não sabe quem eu sou ...) a minha opção partidária. Isso sim! Pediu-me, há alguns "comments" atrás, que não defendesse só por defender "este comboio a que chamam MST, só porque é da CMA ou do PCP/CDU", as palavras entre aspas são suas, meu caro residente.

Não perca o verniz, homem. Eu não tenho nada a ver com a sua filiação partídária. Estamos num país livre e democrático (parece que esta afirmação está a tornar-se recorrente da minha parte, mas parece também que isto custa a perceber a alguns ...). A sua filiação partidária, ou não filiação, é problema seu. Não tenho nada a ver com isso, e muito menos isso me preocupa!

Anónimo disse...

Para a próxima sugiro que o anónimo que calculou (E BEM... ATÉ PORQUE AINDA NINGUÉM FEZ QUALQUER REPARO, QUER À FÓRMULA DE CÁCULO, QUER AO RESULTADO OBTIDO)o custo do esbanjamento de dinheiros públicos, passe a utilizar uma os seguintes termos, TALVEZ DO AGRADO DOS "POLÍTICOS" QUE POR AQUI SE PASSEIAM FAZENDO COMENTÁRIOS ENCOMENDADOS PELO PARTIDO:

Meus caros fregueses (da mesma freguesia do Pragal), concidadãos(da mesma cidade de Almada), patrícios (da mesma pátria PORTUGAL) e já agora CONTRIBUINTES, daqueles que pagam IRS até ao último cêntimo;

A questão é a seguinte:

Temos ou não a obrigação de exigir que uma determinada obra, pública neste caso, seja feita no estrito respeito pela melhor relação qualidade / preço?

Se não me souberem justificar um traçado, perfeitamente evitável, traçado que custa os milhões que o residente transcreveu neste "post", não me sinto enganado, sinto-me roubado, espoliado... E você?
Está à espera de quê para pedir explicações?

Uma qualquer opção tem de ser discutida publicamente, no trabalho, no café, no partido, na sociedade, junto de todos e quaisquer "iluminados" de modo a que uma determinada solução não se confunda com um qualquer axioma ou dogma, isto é, numa qualquer verdade que não carece de demonstração, só porque veio da cabeça de um qualquer autarca ou partido político que o (a) "tutela")...

Assim sendo, merece a pena transcrever a questão FULCRAL que o anónimo colocou:

"se os 5,861 km de linha actualmente em exploração custaram 95.000.000 de EUROS, no traçado desnecessário pelas ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, com 0,475 km de comprimento, poupar-se-ão 7.293.977 EUROS...
Vejam bem este número (obviamente médio...)"

Este é o único facto que, efectivamente, terá de ser discutido, senão ouso dizer que faltam em Almada os Homens do norte "carago"... Certo?

Em tempo,
Como portugueses não teremos vergonha de permitir que os nossos dinheiros (públicos e outros, nomeadamente os subsídios recebidos da CE) sejam gastos ou esbanjados desta forma?
Que dirão os muitos visitantes dos muitos países que o visitam?
Já pensaram nisso?

pragal disse...

Desculpem lá! Estão bem presentes nos estudos a MERDA k é o MST na RLM! O Residente apenas transcreveu um comment dum gajo qualquer que dizia isso mesmo!

Vai prejudicar imensos moradores! Vai se mais caro, vai ser pior em termos ambientais... Vejam os estudos de empresas independentes aqui mostrados e digam lá...
Os anónimos que se deixem de criticar e por rótulos políticos aos moradores, porque eles apenas estão a tentar mostrar que este não é o melhor traçado! Que mal há nisso? Ou melhor que política há nisso? Que PS há nisso? Toda a gente tem direito a votar em quem quer... os contra os moradores, que votem na CDU e na CMA, os moradores que votem no PNR se for preciso mas todos têm direito a se defender e mostrar que o dinheiro que TODOS OS PORTUGUESES gastam nas derrapagens do projecto e no fracasso da exploração (15 mil €/dia) pode ser um pouquinho diminuído com uma solução em tudo melhor para os Moradores!

Qual é a vossa de quererem o metro a força toda na RLM? Os moradores apresentam argumentos, estudos, despachos, esquemas em que demonstram que existe soluções VIÁVEIS e melhores... Agora estes anónimos só vêm para aqui chamar políticos e partidos à baila, em vês de apresentar argumentos contrários! Com isto só fazem ricochete e fazem-me a mim e a muitos visitantes pensar que quem são os políticos nesta história são os anónimos que vêm para aqui filosofar a política em vês de argumentar coisas concretas... Os moradores que apenas se querem defender...

Anónimo disse...

Pragal,

O seu discurso também já não pega. Disfarça muito mal a sua "indignação". É assim como gato escondido com o rabo de fora. Cheira a pura demagogia, Pragal. Pura demagogia. Porque basta ler os "posts" e alguns "comments" deste "blog" para perceber que esses moradores que refere não são assim tão "anjinhos" ... Basta ler!

Anónimo disse...

Ao anónimo que acha que a fórmula de cálculo e o resultado obtido por outro anónimo estão correctos,

Acha mesmo que estão correctos? Pense lá bem. Não será uma falácia (por pensar assim é que ainda não me tinha "atrevido" a comentar)? Olhe que a mim parecem-me "contas de merceeiro" (mas dos piores ...).

Sabe porquê? Por isto, que é muito simples:

1º As contas são feitas (mesmo que se invoquem valores médios) com um pressuposto de partida que é falso. E que é este: os preços da construção de um troço do MST (como os preços de construção de uma auto-estrada, de uma estrada, ou de qualquer outra infra-estrutura) não podem ser calculados por regras de três simples. Sabe porquê? Porque basta a orografia dos terrenos ser diferente de local para local, ou os serviços afectados serem também eles distintos, para que os preços médios ... variem! Isso mesmo! O facto de X km de um troço determinado terem custado Y não implica, necessariamente, que W km de outro troço custem WxY/X. Só no fim da obra, com todos os troços construídos e após o investimento total, é possível determinar com exactidão os tais preços médios. Para além disso, só com a obra completa é que falar em preços médios tem algum sentido. Entende?

2º Mais importante do que isso - porque é óbvio que no caso do MST as flutuações daquele tipo não serão muito grandes (nem a orografia dos terrenos é assim tão distinta, nem os serviços afectados serão seguramente muito diferentes de local para local, o que não retira a falácia ao raciocínio) - é o segundo e falso argumento utilizado.

O que tem sido dito é que o troço de 0,475 km é desnecessário. Ora isto é absolutamente falso. Pode, até, ser desnecessário que esse troço passe por onde está previsto passar, mas é necessário, então, construí-lo noutro espaço. Disso, meu caro amigo, não restam dúvidas. Senão, não haveria ligação das linhas.

Portanto, o tal troço de 0,475 km é mesmo necessário, passe pela rua A ou pela rua B ou pela rua C, é necessário e vai ter que ser construído. Daí, meu caro anónimo, os cálculos serem falaciosos e estatarem mesmo errados. Entende?

mendonça do pragal disse...

"Last" anónimo não entre em conversas argumentatórias estéreis, só para entretenimento e diversão, porque para esse peditório já todos demos.

Anónimo disse...

Não lhe convém, Mendonça do Pragal? Porquê, explique lá à gente.

Quem é que aqui anda com "conversas argumentatórias estéreis"? Não será você mesmo? É que para o seu peditório é que eu já dei, há muito tempo. E não ganhei nada com isso.

Já agora, contrarie lá (sem ser estéril, claro) os meus argumentos. Faça lá esse exercício. Ou você só tem competência para mandar bocas?

Anónimo disse...

Estou a desmontar a argumentação (falsa) de alguns mal intencionados? É isso, Mendonça do Pragal?

Anónimo disse...

(...)"Só no fim da obra, com todos os troços construídos e após o investimento total, é possível determinar com exactidão os tais preços médios.(...)"

Será que dizer isto não é o mesmo que dizer que, só se pode criticar uma asneira depois de ela estar consumada?

Anónimo disse...

Não, último anónimo, claro que não quer dizer nada disso. Só quer dizer que criticar é admissível (diria mesmo que é desejável, em qualquer circunstância), mas criticar só será justo quando os fundamentos forem sérios. Ora os fundamentos da crítica que tem a ver com os tais custos não são sérios, como já aqui demonstrei.

Assim como não é sério este último anóninmo retirar a citação que faz do contexto em que ela aconteceu, e depois vir tentar tirar as suas ilações. Não é sério!

Anónimo disse...

Foi precisamente por ela estar no "contexto" em que está que a questão foi colocada.

Anónimo disse...

Ah, já percebi. Não voltarei ao assunto.

Mas já agora, se este anónimo puder aqui dar-nos a sua visão da coisa, isto é, se o meu raciocínio está certo ou errado e porquê, acho que todos agradeceríamos.

São sérios ou não são sérios os fundamentos da crítica baseada na tal tese dos preços médios? E se sim ou não, porquê? Diga lá, porque o importante é isso mesmo.

residente disse...

Informamos que continuaremos com CALMA e SERENIDADE a divulgar as nossas razões no assunto e na matéria, porque... CONTRA DOCUMENTOS NÃO HÁ ARGUMENTOS.
Renovamos os nossos agradecimentos aos participantes deste blog, com seus comentários.

Asterix disse...

Quem é que falou em fim da obra? Quem foi?
Estou lixado. No fim da obra, se é que vai ter fim, já estou em Vale Flores a apodrecer.

Vamos lá a falar como deve ser, com sinceridade, sem tabus e sem "medos", porra.

E agora vou jogar bowling.

Anónimo disse...

"Cego é aquele que não quer ver"
Não é necessário fazer grande esforço para perceber que o traçado 5 menos dispendioso.

moisés disse...

Não há novidades? Então vou embora.
Hoje vou jogar golfe. Com os buracos que há para aí, safo-me. Ou não?

Anónimo disse...

ESTÁ EXPLICADO PORQUE O MST ANDA VAZIO, É UM PROJECTO MEGALÓMANO E FARAÓNICO E SERÁ UM FIASCO:
"Fazer um aeroporto na Margem Sul seria um projecto megalómano e faraónico porque, além das questões ambientais, não há gente, não há hospitais, não há escolas, não há hotéis, não há comércio, pelo que seria preciso levar para lá milhões de pessoas", advogou Mário Lino durante o almoço-debate sobre "O Novo Aeroporto de Lisboa", promovido pela Ordem dos Economistas.

moisés disse...

Hoje vou a uma reunião de gente que só diz baboseiras.
Espero que o senhor Lino esteja presente até porque xadrez é com ele.