quinta-feira, abril 05, 2018

O MST está a sangrar o Povo Português

O comboio de Almada é um comboio de prejuízo, isto é,  continua a engolir dinheiro do povo português. Dinheiro necessário para apoio  social e na saúde continua  a ser desviado para alimentar um " elefante branco ".
Foi publicado em 4 de Março de 2018 uma notícia - " Mobilidade. Transportes públicos tiveram o melhor ano desde 2012" - referindo que o número de passageiros/passagens utilizadas neste comboio em 2017 foi de 11,9 milhões tendo incrementado 13% acima dos valores de 2011 (mais 3,5% face a 2016).
 
Em 2017, 11.9 milhões de passageiros é muito pouco e rídiculo. É miséria activa face às previsões iniciais, ao montante e  consequências actuais e futuras negativas, deste contrato para o povo português.
Como é possível que irresponsavelmente "políticos, deputados, autarcas, governantes" continuem a defender o prolongamento das linhas deste desastre económico e ambiental para Almada, para os almadenses e para o povo português, até à Costa da Caparica, Barreiro, Moita, Montijo, novo aeroporto na margem sul?
 
A notícia constitui um embuste face às perspectivas que presidiram à decisão de avançar com este monstro actualmente a circular em Almada na 1ª fase. Assim é, que foi previsto e dito que o comboio MST transportaria 28 milhões de passageiros no 1º ano de exploração e na 1º fase - devia iniciar a circulação em Dezembro de 2005, mas só teve início para todos os troços em 26 Novembro de 2009.
Deste modo, aquele  valor 11,9 milhões em 20017 está muito aquém do número de passageiros previstos para o 1º ano de exploração (início 2005) - veja-se o documento inserido abaixo ou, uma vez que se iniciou só em Nov 2008, para o  primeiro ano de exploração Jan 2009-Dez 2009).
Transportar em 2017 só 11,9 milhões de passageiros é escandaloso, quando no 1º ano de exploração previam 28 milhões e nessa condições foi feito o contrato, porque obriga os contribuintes a pagarem à concessionária milhões de euros todos anos como compensação por estar muito aquém, dez anos depois do início da actividade, do número de passageiros que deveria transportar logo no primeiro ano.
Aqui está um contrato ruinoso que os contribuintes portugueses estão a pagar e quem o negociou, os governantes representantes do Estado Português, não responde pelas consequências para os contribuintes, nem pelas consequências negativas que tal negociata teve para Almada, para os almadenses e para o Estado.
 
 


Transportes públicos tiveram o melhor ano desde 2012

Maior recuperação foi da CP, mas todos os grandes operadores assistiram a uma subida da procura em 2017 devido a factores como o turismo e criação de emprego.


4 de Março de 2018, 7:30         
..........................................................................................................................................................
 

Todas as grandes empresas de transporte público de passageiros registaram um aumento da procura em 2017, (algo que ainda não se verificara em 2016) com os valores a espelharem o melhor resultado dos últimos cinco anos: 669 milhões de passagens validadas em 2017 no universo em análise, mais 2,8% face a idêntico período do ano anterior.

De acordo com os dados recolhidos pelo PÚBLICO, e que abrangem as empresas de capitais públicos mas também privadas (caso do grupo Barraqueiro, na rodovia), mesmo comparando com 2011, quando o total de viagens validadas se aproximou do pico de 800 milhões, há duas empresas que já registam evoluções positivas: a Metro do Porto, que fechou o ano passado com 60,6 milhões de viagens validadas (o melhor resultado de sempre, contra os 55,7 milhões de 2011 e 4,5% acima de 2016), período em que ganhou uma nova estação, a VC Fashion Outlet; e o Metro Sul do Tejo (MST), que, com 11,9 milhões de passagens no ano passado, ficou 13% acima dos valores de 2011 (mais 3,5% face a 2016)."


(doc. do Ministério das Obras Públicas, Transportes e Habitação)
 
Não houve nenhuma grande subida de procura, uma vez que dez anos depois ainda não se atingiu o número previsto para o 1º ano de exploração.
O que tem havido é um negativo marcar passo sem progressão - uma enorme derrapagem, uma transferência de dinheiro público para privados, sem benefício algum para Almada, os almadenses e o povo português...um assalto aos bolsos dos portugueses.

 

.........................................................................................................................................................................

domingo, abril 01, 2018

MST - Também uma opção desastrosa

O MST constitui um triplo desastre: para a população almadense, para Almada e para os contribuintes.

 

"Uma opção desastrosa, também em Portugal


A auditoria do Tribunal de Contas Europeu a 12 projectos em parceria público-privado (PPP) com co-financiamento da União Europeia tem como primeira recomendação a imediata suspensão de novos projectos nestes moldes, pelo menos até resolvidos os muitos problemas identificados.
De acordo com o Público espanhol, estão em causa «insuficiências generalizadas», «gastos ineficazes», «falta de transparência», «atrasos consideráveis» e «derrapagem nos custos». A análise foi feita a projectos em Espanha, França, Grécia e Irlanda.
1,2 mil milhões
Custo adicional para o Estado grego com a renegociação de três PPP rodoviárias
O Tribunal dá o exemplo de três auto-estradas gregas construídas em PPP que, por causa da crise económica, acabaram por ter um atraso na sua conclusão entre 37 e 52 meses, que custaram mais 1,2 mil milhões de euros aos cofres do Estado helénico e que acabaram por ser apenas parcialmente construídas (nalguns casos, apenas metade dos troços entraram ao serviço).
A auditoria sublinha ainda que os riscos financeiros pela menor procura dos serviços prestados através de PPP são maioritariamente suportados pelo parceiro público. Ou seja, os privados entram neste negócio com uma certeza, de que nunca vão perder dinheiro.

PPP nacionais duram até 2040

Em Portugal, a maioria das PPP em vigor são do sector rodoviário. Destas, a primeira a terminar será a da Lusoponte, a quem estão concessionadas todas as pontes sobre o Tejo a sul de Vila Franca de Xira, em 2025. Até lá, as portagens nas pontes 25 de Abril e Vasco da Gama vão para os cofres da empresa – que terá uma palavra a dizer sobre qualquer nova travessia entre Lisboa e a Margem Sul.
A maior, em termos de investimento e de quilómetros, é a concessão Brisa. A concessão dos mais de mil quilómetros que estão entregues à antiga empresa pública só termina em 2035. As concessões da Grande Lisboa e do Pinhal Interior, ambas entregues à Ascendi, só terminam em 2040.
12 mil milhões
Encargos públicos com as PPP em vigor, até 2042
A outra PPP de muito longo prazo é o Metro Sul do Tejo, que está entregue ao grupo Barraqueiro até 2032. Apesar de o contrato ter sido assinado em 2002, ainda estão por concretizar as segunda e terceira fases do projecto, que ligariam, respectivamente, Corroios ao Fogueteiro, e o Fogueteiro ao Seixal e Barreiro.

Se nenhum dos contratos for prolongado ou renovado, o Estado português terá encargos com PP até 2042. Os valores anuais vão descendo ao longo do tempo, mas ainda faltam pagar 12 mil milhões de euros, de acordo com a Unidade Técnico de Apoio a Projectos, a entidade do Ministério das Finanças que acompanha as PPP. E isto sem contar com novos projectos já anunciados, como a construção do Hospital Lisboa Oriental, cuja gestão das instalações o Governo pretende entregar a quem o aceitar construir.

Concessões de hospitais e da Fertagus perto do fim

No entanto, já nos próximos dois anos vão ter que ser tomadas decisões quanto ao futuro de cinco PPP. Os contratos para a gestão dos hospitais de Braga e de Loures termina no próximo ano e para os de Cascais e Vila Franca de Xira em 2020 – apesar de a gestão dos edifícios continuar entregue por mais 20 anos a várias empresas privadas.
No caso do Hospital de Cascais, o contrato terminava este ano mas foi prolongado por mais dois pelo Ministério da Saúde. Adalberto Campos Fernandes já explicou publicamente que esta extensão tem que ver com um atraso no lançamento de um concurso para uma nova PPP – posta agora em causa pelo Tribunal de Contas Europeu.
Outra concessão que termina no próximo ano é a da Fertagus. A empresa do grupo Barraqueiro opera, desde 1999, a travessia ferroviária da Ponte 25 de Abril e, em 2010, acordou com o Estado a extensão da PPP até 2019. Neste caso, a questão que se coloca é se se deve manter esta linha nas mãos de privados ou valorizá-la através da CP – que até é a proprietária dos comboios que asseguram este serviço. Este é um dos operadores (tal como o Metro Sul do Tejo, da mesma Barraqueiro) que se colocou de fora do passe social da Área Metropolitana de Lisboa e pratica preços por quilómetro muito superiores aos das linhas suburbanas da empresa pública.

SIRESP – tragédias expuseram opção ruinosa

Para além dos Transportes e da Saúde, o Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP) é a outra PPP existente. As falhas nas comunicações desta rede durante os fatídicos incêndios de Junho e de Outubro passado, que deixaram mais de uma centena de mortos, gerou fortes críticas à ausência, por exemplo, de meios de comunicação redundante numa rede que é necessária precisamente nas situações mais dramáticas.

«Está em curso»
António Costa, sobre a entrada do Estado no capital do SIRESP

Apesar de o Governo ter anunciado averiguações às falhas que podem resultar em multas, esse processo ainda não está concluído, apesar de o pagamento referente a 2017 já ter sido feito, como noticiou esta semana o Público. Por outro lado, a prometida entrada do Estado no capital da empresa também ainda não avançou.
Já há dez anos, a primeira PPP da área da Saúde terminava com o fim do contrato: a do Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra). Construído em 1995 e entregue ao grupo Mello Saúde, os resultados foram de tal forma negativas que o mesmo governo do PS que promovia as actuais PPP no sector, com Correia de Campos (actual presidente do Conselho Económico e Social) como ministro da Saúde, acabou por o recuperar para a esfera pública, a partir de Janeiro de 2008."

terça-feira, março 13, 2018

Outro acidente com o comboio MST

Este comboio tem sido um grande problema para Almada concelho e cidade. bem como um sugador de dinheiro a todos os contribuintes portugueses, uma vez que os governantes. cega e indecentemente continuam a despejar dinheiro nosso nas mãos da concessionária, por só transportar ainda um terço dos passageiros da previsão que alguém fez para o governo de então assinar o contrato da concessão.
É uma das PPPs ruinosas para o Estado e o curioso e caricato é que democratas metidos ou engajados no sistema político, da direita à esquerda, continuam a apelar  a todos os governos também da direita à esquerda o prolongamento  e extensão da linha  para outras zonas sem ter assegurado até aqui a rentabilidade, querendo com isso iludir os portugueses que este comboio não é rentável porque não vai até ali ou acolá.
Querem no fundo continuar a desviar dinheiro dos portugueses para engorda da concessionária, quando essas verbas eram necessárias para satisfazer necessidades básicas na saúde  ou na educação e formação aos portugueses.
 

imagem retirada da internet
 
Hoje mais um acidente, desta vez em Corroios, com este TGV da margem sul do Tejo. Foi entre o comboio MST e um autocarro. Houve feridos.
Não é mais um  depois do último aqui noticiado, porque muitos foram omitidos pelos meios de comunicação social, mas agora com as redes sociais a divulgação dos acidentes com este sinistro comboio deixou de estar sujeita a controle. É mais um a juntar aos muitos ocorridos ao longo da vida do MST - o TGV da margem sul do Tejo..
Muitos, demasiado, têm infelizmente sido estas ocorrências para além do mal e prejuízos que este comboio trouxe à cidade de Almada e às pessoas que vivem ao longo do espaço canal e na sua proximidade, pelo ruído e barulho que provoca em circulação, mas não só.

quinta-feira, janeiro 18, 2018

MST de Almada/Metro de Estugarda

São notórios e flagrantes os erros cometidos no projecto do TGV da margem sul (MST) quer quanto à sua inserção, traçado, condições de circulação, concepção do projecto e custos para os contribuintes.
Tudo materializado neste comboio da margem sul, devido a muita incompetência à solta, devaneios e abusos democráticos, incúria e má gestão dos dinheiros públicos.
 
i 1
 
i 2
 
Imagem do metro que circula em Estugarda - Alemanha, a saír do túnel para a periferia ( i 1 ), vindo do centro da cidade onde circula  por baixo do chão. Aqui este meio de transporte é silencioso...é mesmo silencioso, isto é, não faz barulho, tal como acontece nas cidades europeias onde existe este meio de transporte à superfície.
 
O apelidado metro de Almada, vulgo MST, circula no centro da cidade à superfície e é super ruidoso. É um trambolho que agride as pessoas com o barulho metálico que faz em circulação, para lá de outros malefícios que trouxe para a vida da cidade e das pessoas.
Em Estugarda, no centro da cidade este meio de transporte circula na totalidade por baixo do chão e quando passa a circular à superfície não agride as pessoas com barulho, circulando em espaço canal quando existe largura suficiente para faixas rodoviárias autónomas  ou em vias comuns ( i 2 ) ao metro e a outros veículos.
 
Almada é um excelente exemplo daquilo que não deve ser feito numa cidade com a circulação de um  meio de transportes destes. Constitui um designado "case study" negativo.
O designado MST tornou-se num projecto negativo para as pessoas e para Almada não só pelo ruído mas por muitas outras razões.
 
Com fundamento em outros critérios de avaliação, o Juiz Conselheiro jubilado do Tribunal de Contas Carlos Moreno apelidou o projecto do Metro Sul do Tejo  "projecto de natureza paroquial", no seu livro "Como o Estado Gasta o Nosso Dinheiro".
 

sábado, julho 08, 2017

O ruído metálico MST e Saúde Pública

A circulação deste comboio em Almada está a ser gravemente nocivo para a saúde das pessoas e especialmente para quem vive ao longo do espaço canal desde Cacilhas ao Centro Sul.
 
O ruído que o comboio provoca no vai e vem diário e contínuo, a transportar "meia dúzia de pessoas", é maior e mais perturbador que o de uma descarga de resíduos metálicos ferrosos (sucata), no parque/estaleiro de uma siderurgia para serem refundidos.
 
Há trechos da circulação em Almada onde o ruído e barulho constituem uma muito grave agressão à saúde mental e auditiva dos cidadãos e residentes, ultrapassando e muito o tolerável.

Se a ASAE encerra restaurantes por falta de condições higiénicas e por serem nocivos à saúde pública, por que razão, o Ministério do Ambiente ou o IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes) não mandam parar este inimigo público comboio circulante que se arrasta por Almada, degradando o ambiente e mutilando a saúde dos cidadãos, provocando danos directos, momentâneos e contínuos no bem estar das pessoas e outros, gravíssimos, que só a médio e longo prazo se manifestarão, consequência de decisões e/ou apatia  de uns quantos senhores irresponsáveis, que teimam em mantê-lo a rolar pelos carris na destruída Almada:  políticos, autarcas ou  designados investidores de lamentáveis parcerias público privadas (as rentáveis PPP para o privado, à conta dos contribuintes)?

Multa-se o proprietário de uma viatura automóvel ou de uma moto por se exceder no ruído das mesmas, mas as carruagens deste comboio abusam no barulho e ruído sem ser penalizado ou retirado da circulação até reparação e eliminação da(s) anomalia(s).
Um automóvel está sujeito a inspecção e não pode ultrapassar níveis de poluição ambiental. Este comboio continua a circular impunemente com poluição sonora escandalosa como se fosse o mais silencioso de todos os veículos.
QUE CRITÉRIOS E/OU INTERESSES PRIVADOS/PESSOAIS PODERÃO ESTAR EM JOGO, QUANDO SE PERMITE ESTA ANORMALIDADE?
 
Quando esses danos, a médio e longo prazo se revelarem nas pessoas, nomeadamente nos residentes ao longo do espaço canal, esses senhores certamente já não estarão nos cargos e funções que exercem, nem ninguém se vai lembrar ou ser capaz  de os julgar  e responsabilizar como inimigos públicos da nossa saúde e causadores de possíveis doenças irreversíveis que venham a ocorrer a terceiros -  moradores locais - por não terem tomado as acertadas decisões em tempo, para as evitar.
 
Nesta dita democracia  e em nome dela proliferam impunemente pessoas em serviços e funções públicas, que não fazem o que deveriam fazer (sabe-se lá porquê), sem  sentido de responsabilidade e, por isso, causando danos à  saúde pública e ao ambiente.

quarta-feira, maio 24, 2017

O comboio 3V-vulgo MST

Relativamente ao voto unânime dos srs Deputados Municipais  em recente Assembleia Municipal de Almada solicitando ao governo o prolongamento das linhas do comboio suburbano de Almada 3V (Vai e Vem Vazio) apelidado MST, recentes declarações do Ministro do Ambiente vêm mostrar que os ditos srs. deputados ou andam a dormir ou não têm consciência do que votam ou não entendem o que votam, nem por que votam ou ainda, o que é mais grave  se votam popularmente para fazer coro com a demagogia do PCP/CDU local ou por terem medo de não alinhar na irracionalidade de uma proposta destas actualmente, apresentada pelos do PCP/CDU.
Mais grave para cúmulo quando se sabe que os contribuintes estão a pagar do seu bolso anual e pesadamente o prejuízo deste comboio por ao fim de 8 anos de exploração continuar a ser um equívoco e grande erro.
 
E tal foi aprovado por unanimidade (PCP/CDU+PS+PSD+BE+CDS) em Assembleia Municipal.
Unanimidade na exploração dos contribuintes!
 
Leia-se em baixo o que o governante, com conhecimento de causa ,disse:
 
 
Durante a apresentação do Estudo de Mobilidade Intermunicipal que decorreu no Barreiro em início de Maio 2017 o Ministro do Ambiente João Matos Fernandes disse:
Em relação ao avanço das próximas fases do Metro Sul do Tejo, o ministro do Ambiente referiu que não estão para breve.
“É uma concessão e as próximas fases só avançam quando for atingido determinado número de passageiros e estamos muito longe desses números”, concluiu.

domingo, maio 14, 2017

O ruidoso comboio de Almada - MST

O comboio suburbano de Almada designado MST continua  a prejudicar moradores e cidadãos sem nunca ter constituído qualquer mais valia  ou valor acrescentado para as pessoas e para a cidade ou o concelho, face a seus malefícios para Almada, pessoas e moradores ao longo da via férrea e áreas adjacentes, com o apoio da Câmara Municipal de Almada.
 
 


O texto que se insere foi publicado no recente boletim municipal de Abril 2017, órgão de propaganda dos que ocupam o município....
....faz parte de um dossier do dito município sobre mobilidade e transportes em Almada.
 
O texto de índole capciosa, omite deliberadamente o excessivo e nefasto ruído para a saúde das pessoas que as carruagens  do comboio MST  fazem. 
Quem reside ao longo do espaço canal está diária e continuamente a ser vítima de um ruído que em muito ultrapassa o que o sistema nervoso das pessoas pode suportar, sem causar lesões a curto, médio ou longo prazo.
 
Isto é muito grave. Naquele texto a Câmara Municipal de Almada cremos que não está a ser honesta, nem ética ou moralmente correcta, já que diz " Na carta de ruído de Almada são bem visíveis áreas de conflito em diferentes períodos do dia.", misturando capciosamente ruído e elevados níveis de polução da combustão de veículos rodoviários (para a CMA estes são os maus da fita), sem nunca referir o enorme e insuportável ruído que as desconjuntadas carruagens do comboio fazem nem seus donos/empresa concessionária.
 
Tudo parece que foi premeditado por parte da CMA, uma vez que cidadãos de Almada já reclamaram junto da CMA, MTS e entidades governamentais para os transtornos do ruidoso e ruinoso comboio ao longo do dia e com mais frequência nas horas de pico em que há mais composições a circular, a maioria com número de passageiros muitíssimo baixo, a não justificar tais gastos e frequências.
 
A CMA não pode dizer que desconhece a situação atrás e muito menos, porque também muitos almadenses já vêm falando neste assunto nas denominadas redes sociais e tanto mais que seus vereadores, que são olheiros nessas mesmas redes sociais, conhecem  o desagrado das pessoas, sabendo participar nelas quando e no que lhes interessa, nomeadamente para promoveram a gestão da dita cuja.
Será que  as gentes, "os tops", da CMA não andam a pé pelas ruas de Almada ou nunca passearam nas ex-avenidas onde circulam as composições ferroviárias para ouvirem o desconforto do barulho das carruagens no seu matraquear e arrastar pelas linhas férreas?
 
Ao camuflar estes factos a CMA está a prestar um mau serviço a Almada, aos almadenses e a pessoas enquanto seres humanos  e por outro lado parece estar a proteger quem está a agredir a saúde e o bem estar das pessoas com um ruído anormal e infernal.
 
Que interesses movem a CMA para não denunciar este facto, apontar responsáveis, pactuando com quem provoca danos à saúde das pessoas e prejudica Almada?
A serviço de quem está a CMA?
 

quarta-feira, março 22, 2017

Almada, a cidade destruída pelo comboio MST

A ser verdade, (notícia abaixo) estes srs deputados municipais andam a leste de Almada e das realidades locais ou então andam a dormir profundamente e com os olhos bem fechados porque não ouvem o barulho que este comboio faz, não vêem a despesa que dá e ainda querem agravar mais e cegamente os prejuízos e nem sequer enxergam o que de negativo esta brincadeira de mau gosto causou à vida local e a destruição  que provocou em Almada.
Provavelmente estes srs deputados já embarcaram no comboio destes ditos comunistas, alinhando a seu lado na tarefa de reduzir Almada a um dos piores exemplos de algum défice de competência na gestão de uma cidade e de um concelho.
A degradação de Almada está na frente de quem caminha pela cidade, lembrando o subdesenvolvimento de muitas localidades  e de periferias de cidades de países de leste quando dominados pelo comunismo, chegando a ser pior do que aquilo que se observava por lá.
A implantação do comboio MST em Almada é bem pior do que aquilo que se observava em algumas cidades daqueles países.

O que pretendem com isto os srs deputados municipais da suposta oposição?

Alinhar com a mediocridade da actual gestão dita comunista? 
Almada está moribunda e, os srs deputados não querem que sejam só os ditos comunistas a enterrá-la?


Por acaso estes srs deputados conhecem Almada?
Provavelmente como não andam por Almada, nem estão interessados em servir os almadenses, nunca se aperceberam do descontentamento da população, nem dos malefícios que este comboio provoca à cidade, às pessoas e aos moradores ao longo do espaço canal.
Com estes seus procedimentos bem podem ficar sentados.
Não gastem dinheiro em campanhas eleitorais próximas e deixem os mesmos de sempre continuar a "mediocrização" de Almada e do concelho.
Certamente nada vos liga a Almada e as estas terras.
Não façam os almadenses perder tempo a ouvir-vos, para tudo ficar na mesma.
Acima de tudo é fundamental haver honestidade, coerência e ética no exercício da política (positiva) quando se diz estar ao serviço das populações. 
Por favor não estraguem mais Almada e a Costa da Caparica.

um comboio no deserto Almada ou na Almada moribunda

Almada exige que Governo alargue rede do MST
Publicado em Março 14, 2017 


Os deputados municipais de Almada consideram que as boas condições para a mobilidade dos cidadãos são centras na promoção da qualidade de vida e contribuem para o desenvolvimento económico e social. Elegem o Metro Sul do Tejo como um meio de transporte estratégico e vão exigir que o Governo invista nesta rede.
Executar as fases de extensão do Metro Sul do Tejo ao Seixal e Barreiro, tal como ficou previsto nas bases de concessão assinada entre e o Estado e a concessionária Metro Transportes do Sul, e prologar a rede deste meio de transporte até à Costa da Caparica, são algumas das exigências que a Assembleia Municipal de Almada vai apresentar ao Governo.
A decisão foi tomada na última reunião deste órgão, que aprovou ainda requerer à tutela um “novo interface multimodal na cidade da Costa da Caparica, que permita a articulação entre os vários transportes públicos, incluindo a articulação com o comboio de praia, Transpraia”.
No caso da extensão do MST à Costa da Caparica, os deputados municipais de Almada consideram que a linha deverá ter continuidade “desde o campus da Universidade Nova de Lisboa”, no Monte de Caparica, num traçado que “passe pela Vila da Trafaria, em canal próprio já definido nos instrumentos de gestão do território, e conforme o Plano de Desenvolvimento Estratégico da Costa da Caparica expressamente prevê”.
A moção aprovada na Assembleia Municipal realça ainda a iniciativa da autarquia de proceder ao estudo da viabilidade técnica para a “introdução de um sistema de transporte de grande capacidade, e em via própria, para a Charneca da Caparica, devidamente articulado com a rede MST e com os restantes meios de transporte público que operam no concelho”.

O Seixalense/Zoomonline

quarta-feira, junho 22, 2016

MST - Comboio Escangalhado

Foi anunciado e  mais propagandeado (para inglês ouvir) como sendo o futuro que chegava a Almada mas, afinal - como muitos cidadãos  pensavam, diziam e advertiram - foi a desgraça para esta cidade e um inferno diário para os almadenses e, para além dos muitos acidentes que até à data já provocou, até com custo de vidas.
 
uma carroceira  composição  do dito MST em circulação
 
Na propaganda enganosa com que a Câmara Municipal de Almada (os autarcas) bombardeou / bombardearam os almadenses tudo valeu, desde a ridícula e irrisória promessa de "Futuro" (que Futuro ?) a chegar a Almada - como se estivessem a falar para subdesenvolvidos ou subdotados relativamente aos autarcas e/ou decisores, até à minimização dos custos e encargos para os contribuintes, com números inflacionados de passageiros a transportar, que hoje  temos de concluir...manipulados com apadrinhamentos vários.
Um logro, um embuste muito caro para os contribuintes, no qual muitos e muitos almadenses nunca embarcaram.
 O Estado dá e continua a dar (dinheiro dos portugueses contribuintes) para a concessionária, por falta de passageiros - cerca de 8 milhões de euros por ano.
 
Mas as mentiras não foram só aquelas.
Também foi dito e frequentemente repetido pelos autarcas e não só, que este comboio MST era silencioso e amigo do ambiente...tretas dos sábios autarcas e seus acompanhantes no embuste... (convinha).
 
 O SILENCIOSO E ECOLÓGICO  carroceiro MST DA MTS
 
Verifica-se, tal como os almadenses  diziam (excepto os aderentes por conveniência ao embuste), que isso não é verdade.
 
O barulho e ruído que este comboio faz na sua circulação é infernal, quer de dia quer de noite, agredindo os residentes ao longo do espaço canal, prejudicando-lhes o bem estar nas suas habitações, o sono e a saúde. As consequências negativas que isto vai ter na saúde de cada residente ao longo do espaço canal ninguém actualmente avalia e  no futuro quando se fizer uma avaliação será tarde para os prejudicados  e os responsáveis pelos danos talvez já cá não estejam ou arranjar-se-á um bode expiatório, como vem sendo regra nesta medíocre e deficitária democracia portuguesa.
 
Outra não menos importante consequência negativa  da circulação do comboio carroceiro MST vem a ser os danos que diariamente vai provocando na estrutura dos edifícios ao longo do espaço canal por via da tremenda regular e continua trepidação resultante da circulação das sucessivas  "carroças ferroviárias MST" que se arrastam e matraqueiam ao longo das vias férreas,.
 
O que está acontecendo constitui:
 
-Um insulto aos almadenses
-Uma falta de respeito para com a dignidade das pessoas
-Uma agressão à saúde física e mental de cada um
-Uma vergonha para Almada
-Uma despesa pública e nacional desnecessária pelo encargo suportado por todos os portugueses
 
Localmente não se vê  nem se ouve de parte dos partidos da dita oposição local, uma voz de repulsa ou de alerta para este grave problema.
Será que nunca se aperceberam ou estão coniventes?

Os residentes sofrem e ao longo das ex-Av. 25 de Abril, Afonso Henriques e Nuno Álvares Pereira, o tormento é uma tortura amplificada, mas "democrática" da Câmara Municipal de Almada.
 
Carroças com rodas metálicas puxadas por alimárias calçadas com ferraduras metálicas fazem ruído menos prejudicial à saúde das pessoas do que este ecológico (?) comboio carroceiro designado MST.
 
QUE QUALIFICADOS AUTARCAS TÊM OS ALMADENSES PARA OS DEFENDER?

Os da oposição devem andar distraídos ou a dormir com doses elevadas de soníferos.

segunda-feira, agosto 10, 2015

O Ruinoso Negócio MST

Relativamente ao desastre económico MST - o TGV dA MARGEM sul -, os Bons  governantes que temos continuam (por conveniência) de cabeça enterrada na areia.
É mais fácil sacar dinheiro dos contribuintes para pagar As ruinosas PPP - Parcerias Público Privadas -.
Esta é a Justiça Social destes Comerciantes.
Tiram a quem menos tem para dar a Patrões - São Negócios de Conveniência - Enquanto os portugueses são sugados.
Só Temos inteligentes no "Governo".
imagem Net

Metro Sul do Tejo: ministro admite atrasos, mas tem outra prioridade

Pires de Lima considera que as parcerias público privadas ferroviárias não merecem a mesma prioridade das rodoviárias.

O ministro da Economia, admite que há atrasos na renegociação do contrato do Metro Sul do Tejo (MST), concessionado ao grupo Barraqueiro, mas na sua lista de prioridades encontram-se, primeiro, as parcerias público privadas rodoviárias e não ferroviárias. 
Comentando a auditoria do Tribunal de Contas às PPP ferroviárias, Pires de Lima começou por lembrar que "foram construídas pelos governos socialistas anteriores", reconhecendo que o Governo que integra há dois anos pôs, em primeiro lugar, a renegociação das PPP rodoviárias.
"O que o TdC vem dizer é que deveríamos ter recursos para o mais rapidamente possível concluirmos o processo de renegociação destas PPP que precisam de ser racionalizadas em termos de custos, mas que não merecem a mesma prioridade que demos às PPP rodoviárias"

O governante está a ser ouvido na comissão parlamentar de Economia e Obras Públicas sobre a privatização da TAP, na sequência de um requerimento apresentado pelo Partido Socialista (PS), e para debater a política geral do Ministério da Economia e outros assuntos de atualidade. 

Numa auditoria de gestão às PPP ferroviárias divulgada a 7 de julho, o TdC acusa o Estado de inércia na renegociação do contrato do MST, que custa mais de oito milhões de euros por ano ao Orçamento do Estado, considerando inaceitável que a renegociação deste contrato, com vista à redução da despesa pública, não registe evoluções desde 2012."
 
in TVI 24

terça-feira, julho 07, 2015

MST - O comboio da incompetência autárquica e política

Muitos almadenses bem clamaram e chamaram a atenção de autarcas e governantes para os enormes erros que autarcas e governantes "embriagados"  com a senda de progresso e modernismo folclórico estavam a cometer...

Pois...outros valores mais altos se levantavam e os partidos políticos, todos entraram no corso carnavalesco deste comboio fantasma que só trouxe subdesenvolvimento, destruição, caos económico para Almada e despesas acrescidas para os contribuintes.

Os moradores e residentes da Ramalha sempre apontaram a "desnecessidade" deste comboio maléfico para Almada, para os residentes, para os almadenses e para o erário público.

O autismo de autarcas incompetentes, auto-convencidos educadores do povo, em panelinha com sábios superiores de transcendentes esferas políticas, optaram pela decisão ruinosa.

Os moradores da Ramalha, entre as diligências de alerta que fizeram na esperança que alguém com senso visse o erro que estava a ser cometido, também apresentaram em tempo uma exposição ao Tribunal de Contas.




Tribunal de Contas acusa Estado de inércia no Metro Sul do Tejo que custa 8 ME por ano

 
Lisboa, 06 jul (Lusa) -- O Tribunal de Contas (TdC) acusa o Estado de inércia na renegociação do contrato do Metro Sul do Tejo (MST), concessionado ao grupo Barraqueiro, que custa mais de oito milhões de euros por ano ao Orçamento do Estado.
De acordo com a auditoria de gestão às Parcerias Público-Privadas ferroviárias (PPP), a concessão MST continua a ter elevados encargos para o Orçamento do Estado, que ascendem a cerca de oito milhões de euros anuais, considerando inaceitável que a renegociação deste contrato, com vista à redução da despesa pública, não registe evoluções desde 2012.
"Este custo não é razoável tendo em conta que o projeto foi apresentado como autossustentável, isto é, sem custos para o erário público", declara o TdC.
 
In Visão


Ler mais: http://visao.sapo.pt/tribunal-de-contas-acusa-estado-de-inercia-no-metro-sul-do-tejo-que-custa-8-me-por-ano=f824728#ixzz3fFAEO0ww

quarta-feira, junho 17, 2015

Novo acidente com o MST

O comboio de Almada MST, o TGV da margem sul, esteve envolvido em mais um acidente no passado dia 14 de Junho de 2015.
 
"14.06.2015  17:47

Choque entre metro e autocarro fere 12
Quatro pessoas foram hospitalizadas.
 
Por Magali Pinto, Tânia Pires

Doze pessoas ficaram feridas, ontem à tarde, na sequência de uma colisão entre um autocarro da Transportes Sul do Tejo (TST) com uma composição do metro de superfície – Metro Sul do Tejo (MST), na avenida Timor Lorosae, no Monte de Caparica.

Das doze vítimas ligeiras, quatro tiveram de ser transportadas para o hospital. "Numa fase inicial, e após a chegada dos bombeiros ao teatro de operações, foram registados 12 feridos ligeiros, mas só quatro foram transportados para o hospital Garcia de Orta, em Almada. Dois dos feridos estavam politraumatizados", disse ao CM o subchefe dos Bombeiros da Trafaria, Nuno Lourenço. Um dos feridos assistidos no hospital foi o condutor do autocarro.

O acidente ocorreu às 16h20. Ao CM, Nuno Lourenço, garante que, "por indicação da equipa médica da VMER de Almada, ninguém corre perigo de vida".

As circunstâncias em que o acidente ocorreu – numa zona em que a passagem do metro é cortada por uma rotunda com sinalização – ainda estão por esclarecer. "Numa fase inicial a investigação fica a cargo da GNR da Trafaria e depois será reencaminhada para as autoridades competentes", explicou Nuno Lourenço.

O trânsito no local esteve condicionado durante cerca de duas horas, bem como a circulação ferroviária que esteve parada. Cerca das 18h00, o autocarro foi rebocado e, após a limpeza da via, a circulação foi restabelecida. No local estiveram 15 bombeiros da corporação da Trafaria, apoiados por cinco viaturas. Estiveram também os militares da GNR e o INEM."
 
A notícia e foto são do "Correio da Manhã"