quinta-feira, maio 24, 2012

Um comboio MST que dá milhões!

O resultado da incompetência dos autarcas ditos comunistas, amigos democratas e governantes, continua a espoliar  os portugueses.
Agora percebe-se melhor a razão do "Obrigado" na frente das carruagens.
A vida fácil é só para alguns.
Este foi o "futuro" que a presidente da Câmara ofereceu aos almadenses em particular e aos portugueses em geral: Um ROUBO... um grande roubo anual.
Temos mais um ano de assalto aos contribuintes. Sobre este roubo ninguém aparece a defender os contribuintes e a imputar quaisquer responsabilidades à Câmara Municipal de Almada que menosprezou as críticas construtivas dos almadenses.
O triunfo da democracia para incompetentes que se  consideram sábios, é este!

Transportes
Governo deverá compensar este ano Metro Sul do Tejo com 7,5ME por "procura insuficiente"
23 | 05 | 2012 17.29H
O Governo deverá entregar este ano à Metro Sul do Tejo (MST) 7,4 milhões de euros, como compensação "por procura insuficiente", segundo o boletim informativo da Parcerias Público-Privadas e Concessões (PPP) relativo ao primeiro trimestre.
"No corrente ano, estão previstos pagamentos à MST, no valor de 7,4 milhões de euros, correspondentes a compensações por procura insuficiente", lê-se no documento do Gabinete de Acompanhamento do Setor Empresarial do Estado, Parcerias e Concessões, divulgado pela Direção-Geral do Tesouro e Finanças (DGTF).
A concessão do metropolitano ligeiro de superfície, que opera nos concelhos de Almada e Seixal, viria a ser atribuída à Sociedade MTS - Metro, Transportes do Sul, SA, em abril de 2002, mas só a 30 de abril de 2007 entrou em funcionamento a primeira ligação, entre Corroios e a Cova da Piedade.

Notícia de Destak/Lusa
Quem beneficia das compensações deste comboio não precisa de jogar no euromilhões. Não jogando é sempre premiado.

É DINHEIRO QUE FAZ MUITA FALTA NOS HOSPITAIS E CENTROS DE SAÚDE.
DINHEIRO QUE FAZ A DIFERENÇA ENTRE O SOFRIMENTO E A QUALIDADE DE SERVIÇOS DE SAÚDE... ENTRE A VIDA E A MORTE.

1 comentário:

Anónimo disse...

Antigo juiz conselheiro do Tribunal de Contas defende que concessionárias e bancos que não estão disponíveis para fazer sacrifícios deviam ser denunciados publicamente. Carlos Moreno considera chocante a rentabilidade dos accionistas da ordem dos 11% a 14% em várias PPP.
Carlos Moreno, antigo juiz conselheiro do Tribunal de Contas, considerou hoje, na comissão de inquérito às PPP, que na actual situação social e económica do país "tudo deve ser feito para reduzir substancialmente, em várias concessões rodoviárias, estimativas internas de rentabilidade dos accionistas da ordem dos 11% a 14%".

"Considero chocante que esta situação se mantenha no futuro", afirmou o responsável, que entre 2000 e 2010 liderou auditorias às PPP. "Choca-me que existam estes casos, mas é extremamente difícil renegociar estes contratos, dada a blindagem que têm", afirmou.

Para Carlos Moreno, "era preciso que fosse dito a todo o povo português quem são as concessionárias e os bancos que estão dispostos a fazer sacrifícios semelhantes ao que o povo está a fazer para tirar país da bancarrota". Em sua opinião, os que não têm essa disponibilidade, "têm de ser denunciados publicamente".

O "recurso sistemático e abusivo da figura do reequilíbrio financeiro" é, para Carlos Moreno, juiz conselheiro jubilado do Tribunal de Contas (TC) que está a ser ouvido na comissão de inquérito às PPP, a falha mais grave e que "maiores encargos acarreta e vai acarretar para os contribuintes".

"Esta foi uma pecha comum a todas as concessões", afirmou Carlos Moreno, chamando a atenção que situações como alterações de políticas tarifárias, depois do contrato ter sido assinado, ocorreram com o contrato da Lusoponte. As alterações de traçados e obras adicionais, "por vezes por imposição do poder local", aconteceram em SCUT e no Metro Sul do Tejo, afirmou. "O Estado correu estes riscos todos e pagou", afirmou o juiz conselheiro.

Carlos Moreno sublinhou ainda que, "de acordo com o caso base e para todas as concessões, cada vez que havia renegociação, os pagamentos dos parceiros privados aos consultores que os apoiavam na renegociação com o sector público recaem sobre o parceiro público".

O juiz jubilado chamou a atenção dos deputados para várias falhas com os contratos das PPP, como a falta de avaliação da comportabilidade dos encargos públicos com PPP e do seu impacto orçamental durante a vida do contrato, o lançamento massivo de PPP na área rodoviária e na área da saúde, a falta de sustentabilidade e ausência de um tecto orçamental para os compromissos com PPP, além do défice de capacidade de gestão, de monitorização e fiscalização dos contratos.