sábado, setembro 25, 2010

O Comboio Despesista

Lamentavelmente a comunista Câmara de Almada, depois de ludibriar os almadenses com propaganda enganosa e convencer alguns democratas governantes que quiseram ou se deixaram enganar, conseguiu implantar no centro de Almada um desnecessário comboio que só dá despesa e não serve a população porque foi fruto de um projecto que serviu para satisfazer o ego e a vaidade mesquinha da presidente da Câmara.
Hoje os portugueses, estão a pagar bem caro uma inutilidade, que não resolveu qualquer problema de transportes públicos no concelho e dentro de Almada.
Pelo contrário, agravou a situação, destruiu Almada, é fonte de acidentes que têm custado vidas, mutilado pessoas, provocado danos materiais e agravado a qualidade devida dos moradores ao longo do espaço canal.Para os conhecedores de Almada o desastre económico deste projecto era previsivel.
Muitos almadenses alertaram para a situação, mas quando a ânsia pelo poder e outros interesses pessoais se sobrepôem à razão e ao dever de bem servir os cidadãos, as coisas descarrilam e os desastres económicos e sociais são realidades dolorosas e muito graves, as quais os (ir)responsáveis não assumem. O fracasso do projecto MST (metro sul do Tejo), o TGV da Margem Sul, muitas vezes previsto por almadenses e não só, começa agora, tarde, a ser reconhecido e a ser muito oneroso para os contribuintes.
Reproduzimos aqui uma notícia do Jornal online http://www.setubalnarede.pt/ sobre o comboio MST: "Metro continua sem prazo para chegar ao Barreiro e à Moita O metro sul do Tejo (MST) continua sem perspectivas e prazos para chegar aos concelhos do Barreiro e da Moita. Carlos Correia da Fonseca, Secretário de Estado dos Transportes, adianta que o número de utentes que actualiza aquele transporte nos concelhos de Almada e do Seixal, cerca de 23 milhões de passageiros, “está longe do inicialmente previsto, que seria de 88 milhões”, um factor que pode comprometer, pelo menos para já, a chegada do MST a mais dois municípios, tendo “em conta que o panorama actual não justifica o enorme investimento que foi feito para construir este transporte público”. O membro do Governo acrescenta que o “poder local e os cidadãos adoram reivindicar metros e comboios”, mas, na prática, “não os utilizam, porque não se predispõem a mudar de atitude”. “Os milhões que foram gastos e as indemnizações compensatórias que anualmente são transferidas para o metro não pagam o limiar mínimo, de 25 por cento, de pessoas que usufruem do metro”, afiança Carlos Correia da Fonseca, cujas declarações foram proferidas durante o lançamento de uma campanha de sensibilização daquele transporte, em resposta às afirmações do vereador da autarquia do Seixal, Joaquim Santos. Na ocasião, o autarca alertou o secretário de Estado para o facto de “o metro passar rapidamente para a sua segunda e terceira fase”, que implicaria a sua chegada aos concelhos do Barreiro e da Moita, bem como “para a necessidade de se integrar o metro no passe social intermodal, uma vez que essa é a vontade da Autoridade Metropolitana dos Transportes de Lisboa (AMTL) e dos vários utentes”. Sobre a campanha do MST, que visa ensinar regras de trânsito e alertar peões, passageiros e condutores para o cruzamento diário com aquele meio de transporte, Joaquim Santos sublinha o “envolvimento da câmara do Seixal desde a primeira hora, apostada, em conjunto com outras entidades, em ultrapassar as várias fatalidades e constrangimentos que persistem”. José Luís Brandão, administrador da Metro Transportes do Sul (MTS), explica, por sua vez, que a campanha de sensibilização nasce da criação de um grupo de trabalho em Outubro de 2009, no seio da AMTL, que “visava melhor compatibilizar a actividade do MST com os outros operadores de transportes”. Tal como explica, a campanha foi sugerida para “criar mais habituação deste modo de transporte junto dos utentes, uma vez que, em determinados locais, este ocupa o espaço que é destinado aos peões”. De modo a reduzir o número de incidentes com o MST, que já provocou mesmo a morte de 3 pessoas, foi ainda reforçada ao longo da rede a sinalização vertical e reduzida a velocidade em algumas zonas pedonais na cidade de Almada. “A campanha assenta essencialmente na decoração de veículos, numa campanha em suporte rádio e em equipas de animadores que circularão ao longo da rede, distribuindo folhetos informativos”, explica o administrador da MST, adiantando que esta iniciativa, subordinada ao lema “A prioridade é do metro”, se prolongará até Dezembro próximo, embora não seja a última que será feita com este objectivo. José Luís Brandão reitera que o principal objectivo da campanha passa por “evitar mais acidentes graves a todo o custo”, um sentimento que é partilhado igualmente por Joaquim Santos e por Carlos Correia da Fonseca, que declara “ter ficado assustado com os números relativos a 2009, que davam conta de 27 acidentes do MST com veículos rodoviários e 3 com peões”. Bruno Cardoso - 19-09-2010 10:58
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É claro que as pessoas não utilizam o MST porque este não as serve, resultado de um mau traçado e má implantação, consequências de um mau projecto.

A Câmara Municipal de Almada recusou-se a ouvir as críticas e sugestões dos munícipes e dos cidadãos à obra que seria executada. Hoje a asneira está feita e a contribuir para a despesa do Estado.

A empresa que explora o MST tem sempre lucro assegurado através do contrato, ruinoso para o Estado, que esteve na origem da concessão da exploração.

quinta-feira, agosto 26, 2010

Outro Acidente Mortal

Infelizmente ocorreu hoje, cerca das 12h 30m no Laranjeiro, outro acidente mortal (um homem de 75 anos) com uma composição do comboio Metro Sul do Tejo (segundo noticiou a comunicação social).
Mais um vitima mortal do desnecessário e inútil comboio, inserido no principal eixo viário da cidade, que tão caro tem ficado aos sinistrados e famílias e pior para quem perde a vida.
Quando se põe a circular no centro de uma cidade um comboio com prioridade de passagem sobre qualquer veículo ou ser vivo que mexa, mesmo pessoas, ainda há quem, entre os envolvidos no projecto, acolhedores e apoiantes da obra, argumente sem moral, procurando com isso descartar responsabilidades, "que os automóveis também matam pessoas".
Desumanidade e irresponsabilidade quanto basta!
Com estes acidentes, a comunidade também é agredida e violentada.Somos todos atingidos.
Ramalha: o comboio numa das duas ruas destruídas
Almada e os almadenses estão a pagar caro a leviandade de algumas mentes bem pensantes que decidiram pôr a circular na cidade de Almada, um comboio que excede a velocidade máxima permitida aos automóveis que circulam no interior das povoações e com prioridade sobre tudo, mesmo sobre os peões numa ridícula "zona pedonal", assim apelidada pela Câmara Municipal, mas onde efectivamente circulam o perigoso comboio e veículos motorizados de todas as categorias.
Muitos erros foram feitos, elevados encargos oneraram este projecto destruidor negativo para Almada, mas hoje ninguém assume responsabilidades. Os portugueses estão a pagar a despesa.
A cidade foi destruída, ficou feia, esburacada, dividida e mais suja, gastou-se dinheiro inutilmente, ruas foram destruídas e criaram-se obstáculos à livre mobilidade e acessibilidade de idosos, deficientes, crianças e cidadãos com dificuldades motoras.
Na Ramalha, duas ruas foram convertidas em 450m de via férrea dupla, o curto percurso em que o comboio da linha 3, Cacilhas-Universidade-Cacilhas, circula sem sobreposição às outras duas linhas, nos 6.534m do seu percurso!
Um luxo pago pelos contribuintes e delícia para alimento do ego da presidente da Câmara.
No centro de Almada temos um brinquedo municipal caro, perigoso para os cidadãos: o comboio que põe em risco a segurança e a vida das pessoas, a circular numa designada zona pedonal e que tem prioridade absoluta sobre os peões.
Tudo isto concebido, pensado, projectado e executado por "pessoas de bem", técnicos extraordinários e autarcas de estirpe única, destruíu a cidade e põe em perigo constante a vida das pessoas que circulam a pé.
Uma coisa do diabo!
Uma coisa absurda, incompreensível para cidadãos! ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

domingo, julho 11, 2010

São mais de 17 Milhões só num ano

O comboio MST da presidente da Câmara Municipal de Almada é um brinquedo muito caro aos almadenses e ao país pelos incómodos e prejuízos que causa. O jornal Público noticiou no mês passado, ver aqui:
que o "Sistema Automático de Transporte Urbano (SATU) de Oeiras, do qual a Câmara Municipal de Oeiras é a principal accionista, acumulou desde 2004 cerca de 17 milhões de euros de prejuízo".

o comboio MST no vale ferroviário da ex-rua José Justino Lopes

O Metro Sul do Tejo, o caro brinquedo da presidente da Câmara imposto aos almadenses, segundo os últimos dados revelados pela concessionária MTS (Janeiro 2010) só transporta em média 30.000 passageiros/dia. Como o número que devia transportar, para cobrir custos, é 85.000/dia, há um défice de (55.000 passageiros X 0,85€) X 365 dias = 17.428.750,00€, que o Estado tem de pagar anualmente à concessionária MTS por força do contrato de exploração.

0.85€ é o preço da tarifa individual deste transporte.

É ao Estado que a MTS vai mamar a receita por ausência de passageiros.

A notícia do Público diz que os deputados municipais do BE e do PCP em Oeiras, face ao prejuízo acumulado desde 2004 , apelaram para que o SATU fosse desactivado o que para os comunistas "representava um acto de inteligência da câmara".

No concelho de Almada o prejuízo do brinquedo MST é pago pelo Estado, isto é, por todos os contribuintes.

A partir daqui podem-se colocar duas perguntas:

- Será que o PCP considera os autarcas do executivo da Câmara de Almada inteligentes ao introduzirem e manterem em actividade em Almada, um comboio que dá anualmente prejuízo de mais de 17 milhões de euros, mamando esse montante aos contribuintes?

Ou será que o PCP reconhece que os autarcas da Câmara de Almada não são inteligentes por manterem em actividade um comboio que dá anualmente um prejuízo de mais de 17 milhões de euros aos contribuintes?

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domingo, junho 06, 2010

O "senhor" que segue...

...provavelmente é este..., o MST, também conhecido como "comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada" e "o TGV da margem sul":
dois comboios no triângulo da Ramalha em conflito de direcção e sentido para os mesmos apeadeiros
Metro do Porto. Situação financeira "insustentável" por Miguel Ângelo Pinto, Publicado em 02 de Junho de 2010 A situação financeira da Metro do Porto (MP) é calamitosa, mas o Estado tem muitas culpas no cartório. Segundo a auditoria do Tribunal de Contas (TC), ontem divulgado, o Estado tem atribuído à empresa indemnizações compensatórias tardiamente e muito aquém do necessário para fazer frente aos défices de exploração.
Os tarifários praticados pelo MP, balizados pelo Estado, são insuficientes para cobrir os custos de funcionamento do metro ligeiro, daí resultando défices anuais de exploração que não são compensados pelas indemnizações atribuídas.
Isto obriga a empresa a recorrer de forma sistemática ao endividamento para fazer frente à operação.
Em 2007, as indemnizações compensatórias do Estado ao Metro do Porto foram de 10,7 milhões de euros, o valor mais alto de sempre, e só cobriram 11,2% do défice operacional do ano. Consequentemente, a exploração do sistema tem tido resultados operacionais cada vez mais negativos, com o défice operacional acumulado entre 2003 e 2007 a chegar a 243,4 milhões de euros.Insustentável.
Para o TC, a Metro do Porto apresenta "uma preocupante situação deficitária", constituindo-se como empresa "descapitalizada que regista um crescimento exacerbado da dívida".
Por este caminho, diz o TC, a situação económica e financeira pode tornar-se "insustentável". O facto de a construção e o funcionamento do metro assentarem sobretudo no endividamento é uma das explicações propostas pelo TC, para quem o recurso à dívida "deve ser contido dentro de limites razoáveis e comportáveis" para não pôr em causa "os parâmetros de qualidade" do serviço.
O TC revela que entre 2003 e 2007 a Metro do Porto tinha acumulado resultados líquidos negativos de 402,7 milhões. Excluindo prestações relativas a subsídios ao investimento, em 2007 a empresa "estava em falência técnica, consequência da perda total do capital próprio - que era superior a 401 milhões.
A conclusão do TC é clara: em 2007 a Metro do Porto "já havia perdido o seu capital social mais de 80 vezes". Segundo a auditoria, "a empresa, com a anuência dos accionistas, contabilizou incorrectamente subsídios ao investimento, o que empolou o capital próprio, mantendo-o artificialmente positivo até 2007".
O passivo remunerado da MP totalizava em 2007 1,6 mil milhões de euros, 1,2 mil milhões dos quais respeitantes a endividamento bancário de médio e longo prazo - o que levou a que os custos com o financiamento chegassem a 217,6 milhões.
Subconcessões Ontem, o presidente da Metro do Porto adiantou que terão de ser tomadas decisões para recuperar a empresa, dizendo, no entanto, não estar em condições de divulgar propostas. No dia em que foi à Câmara do Porto apresentar a segunda fase das obras (que inclui ligações a Vila d'Este, em Gaia, e a S. Mamede de Infesta, em Matosinhos, a linha do Campo Alegre e Valbom, em Gondomar), Ricardo Fonseca admitiu que a subconcessão destas linhas é um dos caminhos para conter o endividamento.
Apesar da crise e dos cortes que o governo tem promovido, "não temos qualquer sinal de alteração relativamente ao calendário de execução da segunda fase do metro e continuamos a trabalhar para lançarmos o concurso logo que haja condições", avança Ricardo Fonseca, admitindo que isso possa acontecer ainda este ano. Exclusivo i/Semanário Grande Porto
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Depois de tantos elogios por conveniência, a rentabilidade é uma miragem tal como em Almada.
Anda tudo (os parasitas da democracia) a querer mamar na teta do Estado Português, o que é o mesmo, a sobrecarregar os trabalhadores por conta de outrem, os que pagam impostos obrigatoriamente à cabeça, sem hipótese de fugir.
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terça-feira, maio 25, 2010

Anualmente são só... Mais Uns Milhões de Euros para agravar a Despesa Pública

Por força de um contrato desajeitado, mal feito ou muito bem feito por alguém, este comboio dá um avultado prejuízo diário ao Estado, que tem de pagar à concessionária o défice de passageiros da ordem das 5 a 6 dezenas de milhar/dia.
E assim continua circulando com receita garantida para a concessionária, prejuízo só para todos os portugueses, que sem viajar nele pagam bilhete diariamente.
O Metro Sul do Tejo/comboio da presidente da Câmara de Almada, o TGV da margem sul do Tejo, faz muito bem o trabalho diário de "dar" o seu contributo para o agravamento da Despesa Pública e para o descontrolado aumento do Défice Público, sem falar no enorme agravamento de custos que teve por obra e imposição da presidente da Câmara Municipal de Almada ao Estado Português, que o Governo acatou, pagou e continua a pagar.

sexta-feira, abril 30, 2010

Um Comboio num DESERTO

O DESERTO é Almada.
A Câmara de Almada por pura cretinice municipal subjugou todas as críticas, ideias e sugestões de almadenses e munícipes a uma orientação municipal controlada nas palas e rédeas direccionadas pela presidente da Câmara Almada.
E assim Almada foi destruída e, hoje é o deserto humano que todos os almadenses, munícipes e visitantes conhecem.
Uma vergonha para quem é de Almada e daqueles que não sendo naturais de Almada escolheram o concelho para terem uma vida com dignidade e sentimento de bem-estar em sintonia com padrões sociais de cidadania responsável e autónoma, não subjugada a orientações fascistas ou fascizantes mascaradas de democracia, o que não é o caso dos autarcas que estão nas cadeiras do município por uma votação minoritária.
foto numa tarde de um dia de semana, cerca das 16 horas na cretina e folclórica zona pedonal criada pela presidente da Câmara no centro de Almada
Almada está cada vez pior.
Cada dia a mais que circula o comboio neste deserto, não de areia mas de pedras, é mais um dia para a evanescência na agora e acelerada penumbra, a caminho da opacidade de Almada, cidade no lado negro da capital do País.
UMA VERGONHA!
A passagem das composições do comboio de "s. exª" a presidente, nas ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes é um marco caracterizado pela incompetência como Almada tem sido gerida, sem esquecer ou menosprezar a asneirada municipal de colocar um comboio no meio do principal eixo viário de Almada... é o tal Princípio de Peter de alguém, que mais cedo ou mais tarde teria de surgir.
ALMADA está asfixiada e vai perecer para benefício económico dourado de alguns desavergonhados.
Não nos surpreendeu. Nunca acalentámos que algo de bom podia advir de orientações radicais, mesquinhas, pobrezinhas, limitadas, sem criatividade valorizadora e com desprezo pelas opiniões dos munícipes.
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domingo, março 28, 2010

Enganado... o "Zé" é quem paga a factura

"Estado paga 5 milhões de euros ao Metro Sul do Tejo O Estado irá pagar cinco milhões de euros à Metro Sul do Tejo a título de compensação, porque o número de passageiros que usam o sistema de metropolitano ligeiro na margem Sul do Tejo ficou abaixo dos níveis de referência que estavam estabelecidos até ao primeiro semestre de 2009. Alexandra Noronha anoronha@negocios.pt O Estado irá pagar cinco milhões de euros à Metro Sul do Tejo a título de compensação, porque o número de passageiros que usam o sistema de metropolitano ligeiro na margem Sul do Tejo ficou abaixo dos níveis de referência que estavam estabelecidos até ao primeiro semestre de 2009. Segundo o Boletim Informativo sobre Parcerias Público-Privadas da DGTF (Direcção-geral do Tesouro e Finanças), o concedente (Estado) fica assim obrigado a pagar este montante à empresa ainda no início deste ano." 26/03/2010 in Jornal de Negócios
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O comboio MST é só mais um prego para o caixão da economia do país.
Estamos perante um rico exemplo dos excelentes negócios das PPPs (Parcerias Público-Privado): o fiasco do comboio (MST) da presidente da Câmara Municipal de Almada, que nada de positivo trouxe a Almada, nem ao concelho.
Uma brincadeira trágica para o futuro de Almada. Almada só perdeu com a brincadeira municipal, enquanto que, se foi um negócio, para outros é um negócio sem preocupações e com retorno garantido pelos "representantes rotativos do povo português".
Que grande povo. Que costas largas tens!
Só o Privado, quem explora o transporte, beneficia!
Mas, o mais ridículo disto tudo é que apesar da implantação do comboio MST ter destruído Almada, complicado a vida a moradores, aos almadenses, aos bombeiros e a quem pretende sair ou aceder a Almada, destruído a actividade comercial e de se estar a assistir à degradação das condições de vida em Almada, toda a oposição faz coro com a Câmara Municipal numa fuga desastrada, incompreensível e perversa, para a frente, pedindo o prolongamento do comboio, isto é, do prejuízo, até à Costa de Caparica, para o agravar mais.
O que é que tem a Costa de Caparica de atractivo, para além de dois meses de praia no Verão?
Será o também ridículo POLIS?
Será por ser cidade? Que cidade?
Não há ninguém com coragem para acabar com esta contínua sangria de dinheiros públicos?
Onde está a competência dos decisores que defenderam os interesses do Estado nesta PPP (Parceria Público-Privado)?
A quem interessa que haja cada vez menos Estado?
O Zé continua a ser o eterno enganado e explorado em democracia.
Perversa democracia portuguesa esta, que nega ao povo o direito de soberania, usurpando (os democratas político-profissionais) através do voto, "a prerrogativa" de delapidar e gastar à tripa forra, os recursos económicos do Estado, exigindo aos contribuintes que se calem e aplaudam as "nobres e patrióticas" decisões dos excelsos governantes e dos não menos sábios autarcas.
Todos, democratas da melhor casta e região demarcada.

A figura do "Zé Povinho" - Rafael Bordalo Pinheiro

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terça-feira, março 16, 2010

"Encanar a perna à rã"

Estamos na fase de atirar o barro à parede, da fase de tentar passar uma esponja sobre o mal que alguém derramou sobre os almadenses e a sua cidade (dos almadenses).
Sim, a cidade dos almadenses, porque quem decidiu por este mal, não foram almadenses, foram forasteiros mal formados e mal intencionados, não defensores das populações e de seu bem estar.
Agora há, quem renegando princípios éticos e morais, intrínsecos ao ser humano e a sua própria formação, consciência cívica e vivência sócio-comunitária, alinhe, por conveniência e "maturidade política", com o dominador status político instalado, subliminando o erro, dizendo " que não se pode minimizar os acidentes já ocorridos" ( que novidade! ) "que não podemos deixar que este sonho,( ? ) em parte, tornado realidade se transforme num pesadelo" ( já é! ) quer " por força da ocorrência de vários episódios com peões e pequenos sinistros, (pequenos, só para quem não os sofreu) quer pelo ruído ( e não é pouco) que as carruagens produzem», que é preciso fazer tudo para bem de todos (leia-se, para limpar e ilibar os responsáveis pelos erros)
São cúmplices, porque aceitam ocultar a verdade, a realidade ou escusam-se a falar delas e do que foi dito no passado e é comprometedor para alguns.
Nesta notícia como em outras diz-se que houve uma vítima mortal!
Escandaloso. Uma só?
Como é possível deixar passar isto.
clique na imagem para aumentar e ler
in Notícias de Almada 5 de Março de 2010
Os erros foram muitos e não só no cálculo do retorno económico.
Como é que ainda assistimos à defesa, por muita gente boa, deste desastrado projecto, hoje implantado pela cegueira e radicalismo mental ou político esclerosados de uns poucos contra os pareceres e opiniões de muitos almadenses e outras pessoas com um mínimo de senso?
A actualidade deu razão a estas.
A defesa do comboio MST a que actualmente assistimos, por parte de alguns interessados no negócios e de outros com baixos e sujos interesses políticos, não tem descrição nem compreensão perante as consequências negativas do projecto deste comboio da Câmara Municipal, tal como foi implantado:
-O comboio transporta um número de passageiros muito aquém do que foi vendido a todos. Venderam indecentemente gato por lebre.
- A vida dos almadenses que residem ao longo do espaço canal e nas ruas periféricas e dos automobilistas, transformou-se num inferno diário
- Os índices de poluição sonora e ambiental aumentaram
- Almada perdeu vida e vivência
- O comércio definhou
- Muitas lojas fecharam e continuam a fechar em Almada
- O desemprego em Almada aumentou em consequência da quebra da actividade económica
- A cidade envelheceu e escleresou-se
- Almada está descaracterizada e destruída
- Os portugueses continuam a dar mama à concessionária do MST por decisão da Câmara Municipal de Almada, que ridiculamente quis mostrar que sabia definir o futuro para Almada.
- Na Ramalha ( Freguesia de Pragal) os moradores das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, continuam sem entender porque são vítimas da rigidez e pequenez mental de quem apostou em vingar-se deles por terem ousado criticar o projecto do comboio MST e apresentado uma solução alternativa com menos impacte ambiental, menos lesiva das pessoas e que permitia, à época, poupar um milhão e duzentos mil euros ao Estado (aos contribuintes) sem destruir aquelas duas ex-ruas.
Uma simbiose/aliança da Câmara Municipal com outros interesses pessoais ou privados, não os de Almada, nem das populações, brindou Almada que agora tem uma infante (ilidade) que muitos procuram descartar de seus braços e, há quem colabore, não querendo dizer o que deveria e merece ser dito.
Alguns provavelmente, como diz o povo, "andam a encanar a perna à rã".
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quarta-feira, fevereiro 10, 2010

A Tormenta do comboio do "Futuro"

O caos provocado no trânsito pelo "Futuro" que o comboio trouxe, é uma constante por toda Almada.
Ontem, 9 de Fevereiro, pelas 16h 45 minutos uma batida entre dois veículos automóveis na rotunda da R. Cidade de Ostrava, na Ramalha, provocou um contratempo na circulação viária nesta artéria, como também na Rua Ramiro Ferrão e ex-av. do Bento Gonçalves.
A PSP foi chamada pelos ocupantes das viaturas intervenientes, a tomar conta da ocorrência, mas só apareceu uma hora depois, o que levou à permanência dos veículos no local do acidente com todas consequências para a circulação viária com imobilização de autocarros de passageiros e prejuízo de pessoas. Os ligeiros ainda conseguiam fazer inversão de marcha e tomar outro rumo.
Ocorrências destas, têm-se repetido no local devido sobretudo ao declive acentuado da Rua Cidade de Ostrava no sentido ascendente, antes da rotunda, onde há toques de viaturas com frequência, consequência das paragens forçadas pela passagem do comboio, quando os carros param muito próximos e ao iniciar a marcha descaem um pouco.
As faixas de circulação estreitas não permitindo desvio das viaturas têm tido efeitos muito negativos na fluidez do tráfego, inclusive de viaturas de bombeiros ao Hospital Garcia de Orta.
O "futuro" que a CMA deu aos almadenses com o comboio só lhes causa prejuízos.
Almada está um colosso com autarcas a fazer pouco dos almadenses.

sábado, fevereiro 06, 2010

O "BARRETAÇO" MST

Enfiaram um grande barrete aos almadenses com o MST. o comboio da presidente da Câmara. Conjugaram-se várias vontades e determinações, contra a vontade das populações e dos almadadenses, para fazer prevalecer interesses pessoais, económico-privados, políticos e "voyeurismos" de querer parecer bem e estar sintonizado como pudins "molotovs" - como quem diz "estar sempre em pé" embora controlado e manietado por outros. O Carnaval fantoche almadense iniciado nos últimos vinte cinco anos do século passado, continua com foguetes, corsos, carros alegóricos, alegorias municipais e "travestis políticos autárquicos", enquanto Almada mirra e a população abandona a cidade. O BARRETAÇO é como sabemos o MST, o "pim pão" metro sul do Tejo, o TGV da Margem Sul do Tejo.
o comboio de s. exª a passar por sua expressa imposição na ex-rua Lopes de Mendonça(destruida)
O negócio concretizou-se.
Isso é que foi "importante", depois de espezinhar a opinião dos almadenses e dos moradores ao longo do designado Espaço Canal do comboio.
Almada perdeu, ruas foram destruídas, os automobilistas desesperam, os munícipes sofrem em suas habitações com o aumento de ruído e a poluição, o comércio local é o que é, cada vez mais lojas fecham, os almadenses saíram prejudicados, o Estado Português (os contribuintes) pagam os prejuízos e pelo meio é tirada a vida a alguns cidadãos, enquanto outros ficam mutilados.
Entretanto,os responsáveis por todo este estado de coisas continuam irresponsavelmente na passerelle dos democráticos "conffetis políticos", como angélicas criaturas do pior que Portugal produz para tomar contar dos negócios colectivos.
Diz o povo: Quando o mar bate na rocha quem se lixa é o mexilhão.
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terça-feira, janeiro 19, 2010

O Fatídico MST- Mais um acidente

Colocar um comboio a circular com prioridade numa zona dita pedonal é sensato para cabeças espertas e de esquerda deformada, mas não deixa de ser uma situação triste e muito ridícula.
19 Janeiro 2010 - 00h30 "Novo acidente em Almada suscita acusações por falta de segurança Idosa atropelada pelo Metro Sul do Tejo Uma mulher com cerca de 75 anos foi atropelada ontem de manhã por uma composição do Metro Sul do Tejo, na avenida Dom Nuno Álvares Pereira, no centro de Almada. Segundo o CM apurou, apesar da violência do embate, a vítima sofreu apenas uma fractura num braço e, depois de ser assistida no local pelos bombeiros voluntários de Almada, foi conduzida ao hospital Garcia de Orta, onde ficou internada apenas para observação. De acordo com testemunhas, a idosa ia a caminhar e não terá percebido que entrou no espaço onde circulam as composições. Para a Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul (CUTMS), o problema é provocado "pela diluição, em alguns locais, entre a linha do metro e o passeio. Não há fronteira física e é urgente reequacionar a segurança". Devido à repetição de acidentes com o Metro Sul do Tejo, o Ministério dos Transportes vai reunir com a concessionária e a CUTMS dia 27." J.C.R. (Correio da Manhã) E mais uma vez vem a terreno a almofada da Câmara Municipal e da sua presidente para estas questões, a marionette "Comissão de Utentes de Transportes da Margem Sul do Tejo", um clone ou braço da CMA ( tipo "Os Verdes" do PCP), para contactos com a Comunicação Social. Para quando uma paragem no tempo, para se verificar e dizer que este projecto, implantação e inserção está errado desde o início e tudo o que acontece de negativo, com frequência anormal, é consequência da muita teimosia e casmurrice de quem arvorando-se com plenos poderes sobre Almada, não tem senso para saber ouvir e humildade para reconhecer erros? Há quem através do exercício tirânico do poder procure esconder fraquezas pessoais. Quando tudo isto é pago com vidas humanas, traumatismos corporais, incapacidades físicas e dramas familiares, a situação é muito grave. Mais ainda, quando os responsáveis morais lavam daí as mãos e tentam atirar responsabilidades para as vítimas indefesas.
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quarta-feira, janeiro 06, 2010

O Comboio que desgraçou Almada

Mais uma vítima mortal em consequência da irracionalidade de um projecto que não teve em consideração a cidade, nem os cidadãos que a fazem.
As arbitrariedades foram tantas, que as consequências negativas e tristes, acontecem com frequência que não é usual.
A irresponsabilidade continua à solta.
"04 Janeiro 2010 - 13h49 Homem morre junto a paragem do Laranjeiro Octogenário atropelado por Metro Sul do Tejo.Um octogenário foi, esta segunda-feira de manhã, colhido mortalmente por uma composição do Metro Sul do Tejo, junto a uma paragem no Laranjeiro, Almada. A vítima mortal, que segundo o CM apurou pretendia ir a pé até à Cova da Piedade, não se apercebeu da carruagem e foi atropelado, sendo o corpo projectado para o meio da estrada. No local estiveram bombeiros das corporações de Almada e Cacilhas e a morte do homem foi declarada no local." João Tavares ( Correio da Manhã)
Depois, a muleta da Câmara Municipal de Almada que dá pelo nome de Comissão de Utentes do Metro Sul do Tejo, aparece a atirar areia para os olhos do público, não atribuindo responsabilidades a quem as tem nos sucessivos "casos" e acidentes que acontecem, resultado de um mau projecto imposto à população, passando por cima das suas sugestões e críticas.
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sexta-feira, dezembro 18, 2009

Assim se esvai o nosso dinheiro

Um ano sem atingir objectivos é uma façanha muito negativa para quem propagandeou este comboio como sendo o futuro a chegar, que revolucionaria tudo em volta e até, a super progressista cidade de Almada.
O tiro saiu pela culatra.
clik sobre a notícia para ler
in Jornal de Notícias 25-11-09
Almada perdeu tudo. Murchou, caiu e está um real desastre ambiental.
Na Ramalha, os moradores assistem à passagem de um comboio vazio, a linha 3 do percurso Cacilhas-Universidade-Cacilhas, inútil e desnecessária neste traçado e inserção. Sofrem as consequências de decisões resultantes de quem decide em vazio mental.
Neste projecto muito elogiado e querido pela Câmara Municipal de Almada, só a concessionária tem benefícios dos melhores, já que estes são traduzidos em metal sonante em caixa, mesmo sem transportar passageiros, uma vez que todos os contribuintes deste país estão a pagar para a tesouraria da MTS (a concessionária), enquanto a Câmara de Almada faz o seu papel travestida de inocente no processo, onde o Estado é o grande malandro, sendo o culpado de tudo de negativo que o MST revela, quando se sabe que foi a CMA quem pediu e impôs aos almadenses contra sua vontade este desastroso comboio com o traçado e inserção que se conhece.
A análise esmiuçada dos números avançados pelos responsáveis do MST nesta notícia dá-nos conta do grande desastre económico, para o erário público, deste projecto.
Estas parcerias público-privado só são boas para o privado, que mama na vaca leiteira do Estado até à exaustão de recursos.
Andamos todos a pagar a esperteza, a agilidade política e o bem-bom de alguns.
ESTE PAÍS É UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

domingo, novembro 29, 2009

Linha do MST Rebenta pelas Costuras

No passado dia 20 de Novembro, o comboio MST esteve parado para substituição de linha partida na ex-rua Lopes de Mendonça.
Ainda não tinha decorrido um ano após "o futuro" - o comboio MST - ter iniciado a circulação, foi necessário substituir carril .
Não é bom indício da qualidade do trabalho realizado.
Juntando a isto a ausência de passageiros, só o Estado perde.
A Concessionária está sempre com ganhos garantidos.

segunda-feira, novembro 16, 2009

Lixo e laxismo municipal

Foi notícia na última semana no Jornal da Região, a indecente situação de abandono e lixeira em que a Câmara Municipal de Almada mantêm a área envolvente e um espaço onde existiram os depósito de gás butano, da Galp-J.R.Mirco Herd. que abasteciam os edifícios de uma vasta zona local.
clik na imagem para conseguir ler
Jornal da Região 10-16 Novembro 09
O problema não é de agora, nem de ontem. Vem de há anos, de sempre. A Câmara Municipal de Almada nunca cuidou deste local. Nunca fez manutenção da zona verde local nem das árvores, nem limpeza pública regular da zona, como também não cuida de outras semelhantes no concelho.
Muitas vezes foram moradores locais a cuidar da zona, podando árvores e arbustos e, regando a pequena zona verde.
É verdade que a área estava destinada a levar em cima a linha 2 do comboio MST, enclausurando 4 prédios da ex-rua Lopes de Mendonça num apertado triângulo ferroviário, não fossem os moradores locais a insurgirem-se contra a estúpida solução aprovada pela CMA.
É verdade que se tal estupidez se concretizasse, a zona teria de ser intervencionada pelo MST.
Agora que o comboio foi deslocado do local, continuar a dizer que terá de ser o MST a ter de intervir e fazer obras locais, cheira a irresponsabilidade municipal ou a um qualquer "negócio" específico.
O MST é manta que esconde muito laxismo e alguma incompetência autárquica.
Quererá a Câmara Municipal de Almada acabar com a área arborizada e fazer mais uma edificação betonizada (tipo parque de estacionamento ou outra) para conseguir mais proventos para a Ecalma à custa dos moradores?

segunda-feira, novembro 09, 2009

Uma Imposição Irracional

Haverá alguém que seja capaz de justificar racionalmente aos moradores e aos almadenses a destruição das ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, com custos acrescidos num país pobre, para fazer passar um comboio que não constitui qualquer mais valia para os moradores locais e muito menos para Almada?
ex-rua Lopes de Mendonça
ex-rua José Justino Lopes
ex-rua José Justino Lopes
Até agora só ouvimos os argumentos habituais, inconsistentes, do tipo cassete da autarquia (PCP) e outros, insensatos, de quem se subjugou à vontade da presidente da Câmara Municipal de Almada.
Foi só destruição, gasto desnecessário, pior impacte ambiental para os moradores locais e a inutilidade evidente de um trajecto, onde o comboio não transporta número de passageiros que justifique esta inserção.
Nem sequer o tempo de percurso servirá de argumento contra o traçado da proposta dos moradores, aprovado pelo Governo, mas rasgada pela presidente da Câmara, que fez um manguito à decisão da Assembleia Municipal de 10 de Março de 2004.
Quem ficou a ganhar?
Empreiteiros, subempreiteiros e associados...
A presidente da Câmara Municipal de Almada satisfez seu ego mesquinho, num ambiente de mediocridade e leviandade prejudicial a Almada, aos moradores e aos interesses do erário público. Deixaram-na brincar com a democracia e com a dignidade dos cidadãos.
Haverá alguém que seja capaz de questionar os custos para o Estado Português de um comboio que diariamente "não faz caixa" para ser rentável, quando diziam que iria transportar 80.000 passageiros /dia e só transporta 1/4 (em tempo de aulas), um ano após a inauguração de todo percurso?
Estamos todos a pagar devaneios da presidente da Câmara. Até quando?
O comboio MST, com o actual traçado e inserção é o triunfo da irracionalidade, contra opiniões e avisos dos almadenses.
ESTE PAÍS É UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

quinta-feira, outubro 08, 2009

Quem queria/quis prejudicar os moradores?

Ao longo deste blog, alguns "desportista-adeptos" da actual presidente da Câmara, vieram aqui dizer ou propalaram por outros meios, que os moradores da Ramalha foram derrotados (pela Câmara ou pela sua presidente) nas suas pretensões relativamente ao traçado do comboio-MST para o Triângulo da Ramalha. Este era o traçado inicial que a presidente havia aprovado para o local, fechando 4 prédios num apertado triângulo de vias férreas e sujeitando outros, aos incómodos de ter composições a passar em estreito canal, perto das habitações, destruindo desnecessariamente duas ruas:
clique sobre as imagens para aumentar
Os moradores quiseram fazer-se ouvir na Câmara Municipal e nos falsos e mentirosos Fóruns de participação MST, mas a teimosia da presidente da Câmara municipal levou-a "a amarrar o burro". Os moradores acabaram por apresentar ao Governo (dono da obra), à Concessionária (MTS) e à Câmara Municipal de Almada, uma solução alternativa tecnicamente viável, que acabou por ser aprovada pelo Governo. A imagem seguinte mostra essa proposta, a qual consistia no deslocamento do triângulo para uma zona, mais abaixo, onde nenhum prédio ficava enclausurado. Esta apresentava vantagens em relação à solução preconizada pela Câmara (na imagem anterior) , sendo até mais económica e foi aceite pela Concessionária. Quem não gostou da solução foi a presidente da Câmara Municipal que se sentia ultrapassada pelo bom senso dos cidadãos, moradores locais. Pensa que no país e no mundo ninguém tem as melhores propostas para Almada a não ser ela ou o seu partido político. Os Ditadores sempre foram como tal.
Não satisfeita com o sentido de bom senso dos moradores expresso na sua proposta, aprovada pelo Governo, a presidente da Cãmara deu saltos de indignação por haver cidadãos a pensar racionalmente e com isso terem mandado para o lixo o que ela queria fazer e aprovara ( embora com prejuízo dos residentes locais e com maior despesa para o Estado). Tratou então de fazer provavelmente alguma chantagem com o Governo, talvez tratando-o como alguma associação ou colectividade almadense a quem atribui subsídios a troco de votos futuros. Apresentou/impôs ao Governo a solução da imagem abaixo, e este claudicou, esqueceu o Despacho governamental, sem o anular.
Ajoelhou-se diante da dita.
Vendo a fraqueza do Governo ( dono da obra ) perante uma presidente de Câmara que obriga o Estado a gastar mais dinheiro para satisfazer seus caprichos e nutrir o seu egocentrismo ditatorial, os moradores foram penalizados pelo compadrio Governo-CMA e ficaram reféns da reviravolta do Governo e da falta de ética politica e de moral da presidente da Câmara. Os moradores nunca foram derrotados. Nunca entraram em competição com quem quer que fosse. Só mentes medíocres e mesquinhas são capazes de o dizer. Os moradores fizeram valer os seus direitos de participação na resolução dos problemas locais. Com a sua proposta conseguiram ainda, que fosse mudada uma linha ( em via dupla) do comboio para outro local, libertando os 4 prédios de ficarem aprisionados como a presidente insensatamente tinha aprovado. Sem a sua intervenção teríamos hoje em Almada, provavelmente, o triângulo ferroviário mais estúpido do mundo em meio urbano, aprovado pela visão limitada e mesquinha da actual presidente da Câmara Municipal de Almada e o caos muito maior no trânsito. O protesto dos moradores da Ramalha foi ainda um excelente contributo-alerta para despertar nos almadenses a atenção para as implicações negativas do comboio na vida da cidade. Como muitos visitantes sabem, ao longo deste blog temos divulgado toda a documentação relativa ao assunto, onde implicitamente também se incluem as trapaças, trapalhadas e mentiras da presidente da Câmara Municipal, bem com as do presidente da Assembleia Municipal que não obrigou a sua "patroa", a presidente da Câmara (do mesmo partido político), a cumprir a deliberação da Assembleia Municipal de 10 de Março de 2007, humilhando os eleitos (deixaram-se também humilhar), descredibilizando a Assembleia Municipal e a população almadense.
Provou-se que Almada e os almadenses estão reféns do partido político que tem maioria absoluta na Câmara Municipal e controla a Assembleia Municipal.

sábado, setembro 26, 2009

A moral e a ética de deputados municipais.

Esta notícia publicada no "independente" Notícias de Almada no dia 25 de Setembro de 2009 é sintomática dos propósitos menos claros da minoria que domina e controla Almada, sedimentada na enferma democracia portuguesa:
clik sobre o documento para ler
-Exige, conforme texto da notícia, a militante do PCP, activista e membro duma Comissão de Utentes dos Transportes Públicos da Margem Sul e também deputada municipal, Luisa Ramos, a revogação de um despacho governamental para repor a legalidade.
-Reclama o seu filho, Bruno Dias, também do PCP, deputado municipal e também deputado do PCP (não do povo) à Assembleia da República e candidato a novo mandato, que o Estado está a pagar indemnizações compensatórias de muitos milhões à Fertagus, mas esquece-se de dizer que o Estado, também está a pagar indemnizações de muitos milhões de euros à MTS (Concessionária do Metro Sul do Tejo, um comboio da Câmara Municipal de Almada-PCP, que arruinou Almada, prejudica cidadãos e residentes) e, vai continuar a pagar os prejuízos da inutilidade do comboio MST, por falta de passageiros, não servindo as populações com o errado traçado e a inserção que tem.
Perante os altos critérios caseiros de avaliação destas questões, pelos dois activistas, pergunta-se:
1. Por que não se indignam estes activistas e militantes do PCP, deputados municipais e um deles do PCP na Assembleia da República pelo facto de o Despacho nº 06.07/05 SET de 22JUL05 da Secretária de Estado dos Transportes, que retirava a Linha 3 do inútil MST das ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes nunca ter sido revogado e a sua dona (deles) , a presidente da CMA, ter imposto a passagem da linha por estas ruas prejudicando os moradores ao mesmo tempo que agravou as despesas do Estado, dos contribuintes?
2- Por que não entregou o deputado do PCP na Assembleia da República uma pergunta questionando por que o Estado não fez cumprir o mencionado Despacho nº 06.07/05 SET ?
3- Por que não se indignaram os referidos activistas militantes e deputados, pelo facto de a sua prepotente patroa, a presidente da CMA, ter desrespeitado as decisões da Assembleia Municipal de 10 de Março de 2003 e se recusar a cumprir o mencionado Despacho?
4- Por que não se indignaram os "ilustres" activistas, militantes do PCP e deputados, por a Secretária de Estado dos Transportes não ter exigido à presidente da CMA o cumprimento do seu Despacho relativo ao desvio da linha 3 do MST e ter claudicado perante ela, a "patroa" deles e presidente da CMA?
Acrescenta-se que no meio da "caldeirada-trapalhada" MST, onde as regras democráticas e a legalidade foram metidas no saco e, o sentir e saber da população desrespeitado, houve muitas mentiras e trapaças tais como terem usado dois mandatários a fazerem um papel de embrulho, numa reunião a tentarem convencer os moradores, pela presença de um deles, que a solução técnica, (depois dos estudos feitos e aprovados pela Secretária de Estado dos Transportes com o Despacho), não era possível e tinha inconvenientes.
Mentiram.
Chegaram a dizer que a presidente da Câmara desconhecia a solução que propunham e que estavam a apresentar o caso em primeira mão.
Viemos a saber por documentos de conhecimento público, que a solução que tais mandatários apresentavam, tinha sido proposta pela presidente da Câmara uns meses antes à Secretária de Estado dos Transportes.
Que Grande Conluio entre presidente da Câmara e mais...mais...mais....para tramarem os moradores, os almadenses e prejuduicarem o erário público!
Que moral e ética destes dois deputados municipais, militantes e activistas do PCP para agora virem com tais babuseiras neste encontro com a imprensa?
É chegada a hora dos almadenses conhecerem os mentirosos, os sem moral e sem ética na política, colocando-os no respectivo reservatório.
Realmente ainda há grandes "tachos" e quem esteja a comer deles, mascarado de progressista e de pessoas de "esquerda", enganando os portugueses.
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terça-feira, setembro 22, 2009

Tractor ferroviário na linha do Comboio?

No dia 27 de Agosto de 2009, provavelmente entrou e circulou na linha do comboio MST na Bento Gonçalves, um tractor com rodado de ferro que ao curvar para entrar na ex-rua Lopes de Mendonça descarrilou, andou a lavrar o terreno marginal das linhas e a partir pedra, como as imagens que nos foram enviadas mostram:
Posteriormente foram colocadas lateralmente, passadeiras novas de relva sobre o terreno lavrado, para tapar o estrago e embelezar o percurso do ruidoso comboio, mas as pedras continuam partidas:
O comboio MST tem sido apelidado de:
- Comboio Regional Cacilhas-Moita
- O 3V (Vai e Vem Vazio)
- O TGV (Transporte Geralmente Vazio) da Margem Sul
- O Solitário das Noites na Margem Sul
- A Grande Limousine
- Comboio de Almada
- Comboio da presidente da Câmara
- O GNT ( Grande Negócio dos Transportes) da Margem Sul
- O Vampiro do OGE (Orçamento Geral do Estado)
Será também "Comboio-Tractor"?
Que se passou?

domingo, setembro 13, 2009

Qualidade de Material à Prova

Com menos de 1 ano, o futurista comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada, foi objecto de uma imobilização forçado no dia 26 de Agosto de 2009 pouco depois das 13 horas, ao sair da via férrea na ex-rua Lopes de Mendonça para entrar em curva ascendente na bipartida av. Bento Gonçalves.
Partiu-se o pantógrafo - o dispositivo (em caminhos de ferro) montado no topo das locomotivas através do qual se faz a alimentação em energia eléctrica por contacto permanente com a catenária.
Houve necessidade de rebocar o comboio imobilizado, ficando a circulação interrompida por cerca de duas horas.
Todo trânsito descendente da bi-partida av. Bento Gonçalves foi desviado para a ex-rua Lopes de Mendonça.
A qualidade de material usado e seu desgaste foram revelados, a par do cada vez maior ruído, que os comboios fazem no atrito de rodado com o ferro das linhas em todo seu trajecto, ( um massacre diário e constante para os moradores) com especial e maior incidência nas curvas e no túnel do canal ferroviário das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, tal como na curva que atravessa a bipartida Bento Gonçalves, junto ao Centro Sul. ESTE PAÍS É UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!