sexta-feira, outubro 14, 2011

Os acidentes graves com o MST continuam

Nos últimos quinze dias ocorreram dois acidentes muito graves com o monstro do comboio MST que desfigurou Almada.
Um ocorreu no dia 3 de Outubro, junto à paragem da Escola António Gedeão causando um ferido grave, do qual um cidadão deu notícia, abaixo reproduzida, retirada do blog http://a-sul.blogspot.com .
O outro ocorreu um dia à noite na apelidada Rotunda dos Bancos em Almada com uma viatura automóvel, o qual causou dois feridos, tendo havido necessidade de desencarcerar o condutor da viatura.

"Cerca das 13 horas da passada segunda feira, dia 3 de Outubro, uma passageira que saía do autocarro na paragem TST junto à estação "Antonio Gedeão" do MST foi colhida por uma composição. A paragem de autocarro encontra-se a cerca de 50 cm da linha de circulação. Os danos físicos incluem, mas não se limitam a: fractura da bacia, fractura de costelas, perfuração pulmonar, ruptura do fígado, fractura craneana ao nível do frontal e occipital, danos oculares e várias laceraçõs na pele da face, pernas e braços. Esteve nos cuidados intensivos quatro dias, em risco de vida durante os primeiros dois.

O que é triste é que nem sequer se pode dizer que "se um dia alguém morrer é que se vai fazer alguma coisa em relação à sinistralidade na linha e definciências de projecto e construção", porque morrem com regularidade pessoas na linha. Felizmente, desta vez não foi o caso, mas fica muita gente a pensar se será a si que calhará o pior resultado, da próxima vez.

Já não se trata de colocar em causa decisões ou personaliades políticas. Já passaámos essa fase. Já só não queremos é que morram mais pessoas, nem que mais amigos nossos fiquem marcados apra sempre, por causa de um problema de construção, de engenharia civil, ao fim e ao cabo. É só isso."

José C. Pereira


Os acidentes com este monstro de Almada continuam, mas a divulgação destes através da comunicação social é abafada.
Em pesquisa na net ou orgão de comunicação social, nada transparece.
Este é o ponto onde chegou a democracia de pessoas interesseiras e interessadas no negócio do comboio MST , um meio de transporte que só veio prejudicar Almada e é um poço sem fundo de despesa para os contribuintes.

O comboio MST da Presidente da Câmara de Almada é mau e prejudicial a Almada, por isso não interessa dar a conhecer nem aos cidadãos nem ao país, os acidentes e danos que causa.

Quem colabora assim com os agentes que introduziram este monstro na cidade de Almada.
Mal vai a democracia com esta gente.
Que interesses ocultos?
Ao serviço de quem?

quarta-feira, setembro 14, 2011

MST - Mentiras da CMA - ABRIL 2004 ( X )

Neste número do Pasquim Municipal, Abril 2004 a Câmara Municipal enveredou por um caudal de arrazoado patético querendo mostrar-se muito interessada em defender interesses das populações, moradores e comerciantes, quando o que realmente lhe interessava era dar a volta aos almadenses para implantar o  comboio da Margem Sul a toda a força no meio de Almada, independentemente dos prejuízos que viria a provocar aos cidadãos e à cidade.
Para ler clik na imagem
Pasquim Municipal Abril 2004 pg 16 e 17

Sem vergonha e com grande descaramento escreve-se na página 17: " A AMA (Assembleia Municipal de Almada exige ainda que seja fixado o novo traçado para o "Triângulo da Ramalha", "após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução".

A Câmara e a Presidente da Câmara também exigiram isto ao Governo, mas descaradamente não aceitaram nem cumpriram o traçado que o Governo fixou.
Logo, estavam todos a mentir premeditadamente quando diziam exigir uma coisa ao Governo, que realmente alterou, mas depois os autarcas do executivo não cumpriram, continuando a mentir à população com argumentos cretinos, como se se estivessem a dirigir a atrasados mentais.
Não há maior falta de vergonha e falsidade no caso, que revela o quanto mentirosos foram esses autarcas que tal disseram, mas depois não cumpriram.
Sem vergonha os autarcas do PCP/CDU deram o dito por não dito e o Governo, dono da obra, até colaborou com os mentirosos.
Veja até onde foi a pouca vergonha!
Para compor ainda mais o ramalhete da mentira e da desonestidade mental, a bancada da CDU/PCP e CMA ludibriaram os outros partidos  e levaram-nos a aprovarem uma deliberação em que a Câmara não disponibilizava os terrenos para a obra sem que que estivessem cumpridas certas condições".
Os partidos da oposição foram enganados/deixaram-se enganar ou colaboraram com os mentirosos. Não viram o logro ou admitiram que Câmara e a Presidente estavam interessadas em defender os almadenses e fizeram o que interessava ao executivo: atrasar a obra para que em pleno acto eleitoral de 2005 para as autárquicas, Almada não estivesse mergulhada num caos devido às obras e os almadenses não viessem a penalizar o PCP/CDU nas eleições para a autarquia.
O gato estava bem (?) escondido.
O executivo camarário do PCP/CDU fez da oposição tapete para limpar os pés.
Alguma vez, honestamente, o executivo municipal assumiu posição inequívoca em defesa das populações e dos moradores, no projecto e obras deste MST?
Quem seguiu este folhetim/negócio ferroviário sabe que Não!

quinta-feira, agosto 11, 2011

Os munícipes tinham razão

Em final Novembro de 2003, um grupo de munícipes dirigiu esta Carta Aberta à População de Almada, onde dava conta da sua apreensão  relativamente à implantação do comboio MST na cidade de Almada e consequências negativas para a vida das pessoas e actividade comercial.
Estes munícipes previam o descalabro e o desastre ambiental que se abateu sobre Almada por vontade e pela mão, em mais uma obra infeliz e desastrada, da presidente da Câmara.
clik nos doc. para ler
                                                       
                                                        

Os munícipes não foram bruxos...simplesmente não estavam interessados no negócio, mas somente em Almada e tinham noção das realidades, ao contrário dos ditos autarcas do executivo municipal e outras pessoas,  que nada conheciam nem conhecem de Almada.
Autarcas e essas pessoas estão por aqui por equívoco da democracia.

sábado, julho 16, 2011

MST - Mentiras da CMA - MARÇO 2004 ( IX )

Neste número, os leitores levaram uma lição sobre arborização da cidade, tal como os presentes no fórum dito de participação MST ( Metro Sul do Tejo/o comboio de Almada ) anterior, levaram um injecção sobre o mesmo tema.

. Não sendo isto suficiente, a Câmara, continuava a fazer futurologia e a mentir quando dizia: .

"O futuro da cidade é verde". . É uma das mentiras neste número do pasquim, como podemos comprovar . A cidade não é verde. A cidade é um deserto e desolação.

clik nas imagens para aumentar
pasquim municipal Março 2004 pg 16
pasquim municipal Março 2004 pg 17
Outra mentira escandalosa que facilmente se pode verificar:
"Pretende-se uma perfeita integração na paisagem envolvente, ao mesmo tempo que se privilegia a circulação pedonal com elevados padrões de qualidade.
Como é?.... "Privilegia a circulação pedonal" ?... Onde é isto?
Outra mentira mais: "Almada vai ficar mais bonita".
O que é ficar mais bonita? Ficou mesmo ou ficou com a cara de alguém?

terça-feira, julho 05, 2011

MST - Mentiras da CMA - JANEIRO 2004 ( VIII )

Neste número do pasquim municipal, a Câmara Municipal de Almada começa em grande a meter os pés pelas mãos, prosseguindo a mentir, inventando e manobrando, para conseguir vender o seu peixinho podre. .
Os moradores da Ramalha, nomeadamente da ex-Rua Lopes de Mendonça estiveram presentes e não só não compraram o peixe que a CMA queria vender, como desmontaram toda a tramóia e argumentos infundados que a autarquia quis engendrar, para lhes dar a volta e mostrar que era impossível qualquer outra solução, para além daquela que a Câmara queria e apresentou nesta reunião, realizada na Sociedade Recreativa União Pragalense em Dezembro 2003, a que se refere este número do pasquim das mentiras municipais.
para ler clik na imagem
pasquim municipal das mentiras
"A concessionária estudou todos os possíveis traçados até chegar àquele que apresentou aos moradores", foi uma trapaça da Câmara que os moradores refutaram.
" Factores como inclinação máxima das composições, raio de curvatura , altimetria, entre outros, foram tidos em conta", dizia a Câmara. MENTIRA!
A Câmara Municipal e a sua presidente queriam enrolar os moradores, mas estes não foram nas balelas e disseram que era possível uma solução, traçado e inserção diferentes, respeitando as condições técnicas exigíveis.
Não aceitaram a solução de interesse da Câmara e argumentaram convenientemente, razão por que "ficou o compromisso de voltar a realizar outra reunião", ( não se concretizou para esse propósito) mas quem apresentou à Câmara, à Concessionária e ao Governo a solução final e viável foram os moradores.
Estes conseguiram plantas da zona e desmontaram as mentiras e trapaças.
Os moradores apresentaram uma alternativa perfeitamente viável, onde nenhum prédio ficava dentro do triângulo ferroviário (que o Governo aprovou), fora daquela que a Câmara havia apresentado em Dezembro 2003 e de "todos os traçados possíveis", (segundo o pasquim municipal).
Aquilo que a Câmara designa "Nova solução liberta "triângulo", não era nada nova solução. Era uma velha solução que a Câmara pretendia repor, Com o repescar dessa solução queria calar os moradores, sem solucionar ou resolver os problemas e impactes negativos do comboio MST nas ex- Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, mantendo ainda os prédios enclausurados num triângulo ferroviário.

domingo, junho 26, 2011

MST - Mentiras da CMA - DEZEMBRO 2003 ( VII )

Realmente o "Metro" originou uma requalificação inédita: a destruição de Almada.
Os brinquedos anunciados nesta edição do pasquim e muito falados também nos fóruns, transformaram-se numa trapaça.
- As papeleiras são de material frágil e grande número delas estão destruidas ou já desapareceram há muito tempo.
- Os bebedouros nunca funcionaram.
- A sinalética, nunca foi colocada nem vista.
- As guardas ao longo do espaço canal desapareceram sem nunca terem sido colocadas e a (in)segurança dos peões é o que sabemos.
- Os candeeiros dão uma má iluminação nocturna e as lâmpadas mais baixas agridem a vista, obrigando os poucos cidadãos que circulam à noite ao longo dos passeios do espaço canal, a andar de cabeça curvada para o solo/de cabeça baixa.
clik nas imagens para ler
pasquim municipal Dez 2003
As vergonhosas paragens/apeadeiros realmente têm uma identidade própria muito negativa, não abrigam os passageiros da chuva ou do sol e são mais telas para grafitis.
Outra mentira/entretenimento com as obras do comboio foi a contagem das árvores arrancadas/transplantadas que (não) sobreviveram.
Os números relativos a árvores transplantadas e os nomes de árvores novas a plantar, foram tema de informação da presidente da Câmara para procurar entreter e distrair infantilmente a população nos fóruns ditos de participação do MST.
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Em resumo, uma manifesta falta de respeito para com as pessoas presentes nesses fóruns e, ao contrário do que é dito no texto do pasquim, Almada ficou despersonalizada.

quinta-feira, junho 02, 2011

MST - Mentiras da CMA - NOVEMBRO 2003 ( VI )

A mentira associada ao comboio MST salta vivinha neste número do pasquim Municipal de Novembro 2003. "Espaços Verdes vão aumentar" !
Os almadenses só viram aumentar as pedras no piso e nascer um deserto onde anteriormente havia pessoas e árvores.
para ler clique nas imagens
pasquim municipal Novembro 2003
Almada hoje está "nua" e árida.
O ridículo marcou pontos neste número do pasquim: "A concessionária deve avaliar caso a caso a necessidade de corte ou não de cada árvore". Muito bonita esta história infantil!
Como se não soubessem antecipadamente que as árvores eram mesmo para cortar.
Reunir "técnicos" para decidir o corte de cada árvore e depois cortá-la deve ter sido um rico passatempo e uma experiência enriquecedora.
Depois destas trabalhosas reuniões, os técnicos e peritos da área do ambiente chegaram à conclusão no estudo caso a caso, que só ficavam 7 ou 8 árvores na ex-av. D. Nuno Álvares Pereira (no passeio junto ao posto da Repsol, sentido ascendente e próximo ao Centro Sul também no sentido ascendente).
Estudo penoso e fatigante o destes técnicos e ecologistas.
Devem ter sido os mesmos que decidiram destruir horta a horta as Terras da Costa, para construir aí a ER-377-2.

domingo, maio 22, 2011

Uma Manifestação da Coceira Municipal

O artigo de opinião que inserimos no anterior post, deixou em polvorosa na data, as democráticas cabecinhas pensadoras de gente da Câmara Municipal de Almada. O vereador António José de Sousa Matos reagiu, nos termos que abaixo se publicam, junto do Sr. Director do Jornal de Almada, a defender a honra da suposta "imaculada" Câmara Municipal de Almada, brandindo contra jornalistas. Reacção no melhor estilo controlador de pensamento e opiniões, só possível em sistemas totalitaristas ou social-fascistas, tais como o comunismo de falso rosto democrático, com saudade do lápis azul.
clique sobre os documentos para ler
No número do Jornal de Almada de 28 da Maio de 2004 foi publicado o protesto (acima) inflamado do vereador, que, mereceu do Sr. Director do Jornal, Pe João Luís Paixão, não só uma Nota do Director mas também um Editorial na mesma edição, que se inserem para recordar e conhecimento daqueles almadenses que desconhecem a virgindade da imaculada "competência municipal": Nos dias de hoje o que é a ECALMA e qual tem sido o seu trabalho "limpo, isento e ético" para dignificar Almada, depois do monstro comboio que dá pelo nome MST ter começado circular, a perturbar a vida pública na cidade e a dos munícipes e moradores, por teimosia e imposição da Presidente da Câmara?

segunda-feira, maio 16, 2011

O que é preciso...? Não foi Futurismo!

A ECALMA foi uma das muitas consequências negativas da implantação do comboio MST no meio do principal eixo viário da cidade, que tem causado muitos danos aos almadenses, à vivência e actividades económicas no centro de Almada.
Esta opinião sobre a sinistra empresa municipal que dá pelo nome de ECALMA publicada no Jornal de Almada (já não se publica) em 14 de Maio de 2004 ( há 7 anos! ) deu uma ideia daquilo que está a acontecer aos almadenses e à cidade, por obra e graça dos autistas autarcas que nunca quiseram acreditar no que muitos munícipes defendiam para Almada e sua reserva ao progresso que a Presidente da Câmara afirmava, o comboio traria para a cidade.
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Actualmente os almadenses residentes e visitantes de Almada sentem-se expoliados nos seus recursos económicos pela ECALMA, uma empresa municipal, que "para ser auto-suficiente" tem de multar automóveis estacionados.

domingo, maio 08, 2011

MST - Mentiras da CMA - SETEMBRO 2003 ( V )

Nesta imagem do Pasquim Municipal - Setembro 2003, temos a obreira a mentalizar o Ministro das Obras Públicas Transportes e Comunicações e mais, da necessidade de prolongar as linhas do comboio até à Costa da Caparica.
O Ministro ficou tão cioso dos argumentos que disse "existem condições de sucesso até do ponto de vista da procura".
Estamos em Maio de 2011 e o único sucesso que se vê, é para a Concessionária do comboio MST que está a ser ressarcida pelo bolso dos contribuintes da falta de passageiros.
clicando na imagem aumenta para leitura
Pasquim Municipal de Setembro 2003

Sobre o amplo debate no Fórum de Participação, o Pasquim remete-se ao silêncio, porque as propostos e críticas dos almadenses, não convinham ser divulgados para assim passarem facilmente, junto dos leitores e munícipes que não estiveram presentes, as mentiras e trapaças da Câmara Municipal e outros, sobre este mau projecto que, como o tempo revelou destruiu Almada.

Os almadenses tinham razão nas críticas que faziam e apreensões que manifestavam sobre "as virtudes" deste comboio destruidor inserido no meio do principal eixo viário de Almada, por imposição da presidente da Câmara.

sábado, abril 09, 2011

MST - Mentiras da CMA - JULHO/AGOSTO 2003 ( IV )

O anúncio da entrada das obras do comboio no concelho de Almada, foi neste pasquim o motivo para vender mais umas mentiras à população.
Quem assistiu aos Fóruns designados de Participação sobre o comboio MST, lembra-se do famoso "trem construtivo" de 200 em 200 metros de construção, anunciado pela presidente da Câmara e cúmplices, como sendo um método revolucionário, ideal para causar menos e menores impactes negativos, às pessoas, aos moradores, ao comércio e ao trânsito automóvel.
"Está provado que é esta metodologia que menos incómodos causa, porque só uma curta distância de traçado é alvo de intervenção" dizia o pasquim, dizia presidente e companhia de irresponsabilidade ilimitada
Afinal o " trem construtivo" não foi usado, a concessionária meteu-o no saco, substituiu-o por outro trem bem mais revolucionário e predador " p´ra frente é que é Lisboa e que se lixem. Doa a quem doer".
A Câmara Municipal e a presidente embrulharam a encomenda...e continuaram a "defender" os interesses de Almada e da população..à sua maneira.
clique nos doc. para aumentar e ler
pasquim municipal Jul/Ago 2003
Os acidentes automobilísticos e pessoais por causa das obras surgiram, as pessoas sobretudo idosos, caíam nos locais em obras, quase "como tordos" e foi lançado o caos no centro de Almada, dando inicio à queda da actividade comercial, com encerramento de lojas e consequente desemprego entre os trabalhadores no comércio almadense.
Os almadenses também começaram a abandonar Almada, a fugir da sua cidade, que hoje está transformada num deserto humano.
O número de apartamentos/andares à venda ao longo do apelidado espaço canal disparou.
Onde estão as ciclovias que este esquema prometia, que a presidente vendia e dizia vir a ser realidade?
O que foi isso de "População participante" para a Câmara e presidente?
ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

domingo, abril 03, 2011

Consequências e Malefícios do Comboio da Irracionalidade

Consequência do comboio da Presidente da Câmara - MST - Almada sofre e os moradores são sacrificados no seu descanso, tranquilidade e bem-estar na área de residência e dentro das habitações pelo ruído e poluição ambiental.
A Rua Conceição Sameiro Antunes na Cova da Piedade é agora um Terminal/Interface Rodoferroviário para prejuízo e padecimento dos moradores locais.
É a violência democrática de ditadores, de autarcas intitulados comunistas que não respeitam nada, nem ninguém.
Autarcas que desprezam opiniões e reclamações dos munícipes. Autarcas que pensam, erradamente, que cidadão é subordinado de eleitos, que têm de se subjugar à tirania democrática que eles praticam.
Autarcas que vêem a democracia como "fórmula política" para "democraticamente" abusarem e explorarem a dignidade humana, sem terem vergonha pelos danos que causam à saúde das pessoas, nem pelos prejuízos económicos às famílias.
Video 1
Video 2

Depois vem esta espécie de alguns autarcas que se aproveitaram do 25 de Abril, auto elogiar-se por, com mentiras e trapaças, ganharem prémios sobre mobilidade e defesa do ambiente, quando nem sabem criar boas condições de mobilidade para os cidadãos, não sabem defender o ambiente e muito menos respeitar moradores, gente que trabalha para lhes pagar taxas,e tarifas e através dos impostos lhes pagar o ordenado que auferem e as mordomias que criam para si mesmos.
Um comboio do qual Almada não precisava, que descaracterizou e destruiu a cidade de Almada. Um corpo estranho na cidade que corrói a vida urbana e afasta gente de viver Almada e de se sentir bem onde reside.
Uma despesa desnecessária de centenas de milhões de euros.
Um rombo mensal nas finanças públicas para indemnizar a concessionária da falta de passageiros.
O Metro Sul do Tejo (MST ) é resultado de certo folclore autárquico que entrou no corso democrático de esbanjar dinheiros públicos com cumplicidades.
O que se passou com a linha 3 do comboio MST, que destruiu as ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça na Ramalha, é a tradução da prepotência da Câmara de Almada e da subordinação do Governo ao autoritarismo e mesquinhez da Presidente da Cãmara, perante uma proposta dos moradores, aprovada pelo Governo, mais económica, menos lesiva para os moradores e para o ambiente.
ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO!
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segunda-feira, março 28, 2011

MST - Mentiras da CMA - JUNHO 2003 ( III )

Em Junho 2003 as mentiras prosseguiram no melhor estilo de fachada democrática. Neste nº eram apresentadas vistosas imagens do "Tram" (em Almada designado por Metro Sul do Tejo MST), em cidades da Europa (Bremen, Montpellier e Milão), com uma inserção que nada tinha a ver com o que queriam fazer e fizeram em Almada, nem estas cidades são comparáveis com Almada...são cidades a sério.
Alguém vê qualquer semelhança nestas cidades com o que fizeram por cá?
Foram usadas estas imagens ao estilo de propaganda comunista, para adoçar a boca a alguns e enganar outros, principalmente os crentes incondicionais na superioridade dos comunistas.
A realidade almadense foi e é um desastre em mobilidade urbana, uma vergonha relativamente ao que se vê pela Europa Central e até em alguns cidades de países da antiga Cortina de Ferro.
Clicando nas imagens, aumenta e lê
Dizia a Câmara neste nº do pasquim municipal "O tarifário do MST foi negociado entre o Governo e os concorrentes à concessão da construção e exploração da rede, não podendo ser, por isso, alterado por questões conjunturais ou por vontade de uma das partes".
Quanto à inclusão do comboio MST no Passe Social, a Presidente da Câmara nada dizia, nem nada reivindicava. O que lhe interessava era meter o comboio em Almada de qualquer maneira, porque o resto tentaria resolver depois com os caciques e controleiros do PCP junto das pessoas, mobilizando-as contra o Governo, o dono da obra e pagador dos prejuízos.
Quando os comboios começaram a circular, a Câmara através da sua tropa de choque, uma denominada Comissão de Utentes dos Transportes Públicos da Margem Sul, liderada por militantes comunistas e controlada pela Câmara Municipal veio publicamente exigir a inclusão do MST no Passe Social.
Esta honestidade e ética são apanágio de quem o que diz, não é o que pensa ou irá fazer.
Curioso o texto relativo às cores das carruagens, quando no pasquim anterior haviam sido pedidas opiniões aos munícipes sobre as cores preferidas.
Foi anunciado neste pasquim a realização de um Fórum de Participação (?) MST para 26 de Junho.

sexta-feira, março 18, 2011

MST - Mentiras da CMA - MAIO 2003 ( II )

No pasquim municipal do mês de Maio de 2003, sucederam-se, com mais requinte e em maior número, as habituais mentiras municipais Quem mente assim, mente compulsivamente até ao fim.
- pasquim municipal Maio 2003 -
clik sobre os doc. aumenta para ler
- Peões vão voltar à cidade? Qual cidade? Viu-se e vê-se! - Prioridade às pessoas? Que grande mentira esta! O comboio é que tem prioridade, até sobre as pessoas na zona apelidada de pedonal! - Arte Urbana? Serão os grafitis nos prédios e muros? - Munícipes elogiam projecto? E as críticas que fizeram onde ficaram? - Opiniões precisam-se? Para quê se não foram consideradas? - Minimizar impactes das obras no comércio local e nos moradores? Os resultados estão à vista com o elevado número de lojas que encerraram e com os moradores a fugirem de Almada! - Criação de ciclovias? A MENTIRA MONSTRO! Onde estão? ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

domingo, março 13, 2011

MST-Mentiras da CMA mês a mês - ABRIL 2003 ( I )

Inicia-se hoje a publicação de páginas mensais do pasquim municipal onde a CMA (Câmara Municipal de Almada) e a Presidente, foram vendendo algumas mentiras à população almadense e aos portugueses sobre o comboio MST, que tão caro está a ficar aos contribuintes e arruinou Almada.
Basta comparar aquilo que a Câmara e a Presidente disseram ou escreveram, a propósito deste projecto comboio MST e o desastre ambiental e social que provocou em Almada, como se pode verificar, para além do enorme prejuízo económico para os portugueses devido aos custos de exploração.
- pasquim municipal Abril 2003 -
clik sobre os doc. aumenta para ler

A 1ª MENTIRA está já no título da pág 15: "Uma cidade sem barreiras".

Nota: as folhas 16 e 17 não têm texto.

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sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Uma irresponsabilidade política e social

Desde o início das obras destinadas à implantação do Comboio MST no centro da cidade, em princípio do ano 2007, Almada foi destruída sistematicamente e de forma contínua, por iniciativa da Câmara Municipal de Almada durante estes 4 anos.Presentemente o centro de Almada é só comboio da presidente da Câmara, elemento perturbador da vida na cidade e causador material da ruína económica do comércio local, associado a todas as obras realizadas no eixo central de Almada.
Almada ficou sem atractivos para as pessoas se deslocarem a compras ou passeio.
O correr do tempo acabou por dar razão ao Grupo de Almadenses que entre Julho e Agosto de 2004, preocupados com os impactes negativos do comboio MST na vida da população e na actividade económica no centro da cidade, distribuiu um Alerta à População de Almada:
Como se isso fosse pouco, os contribuintes estão a ser sacrificados com um esforço financeiro elevado, para pagar os milhões de prejuízo da exploração por falta de passageiros.
A leviandade de uns, associada a irresponsabilidades de outros, criaram um monstro que se alimenta do dinheiro dos contribuintes.
O Comboio MST acabou por revelar-se uma brincadeira muito cara, de uns quantos. ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

sexta-feira, janeiro 21, 2011

MST - Obstáculo na cidade

O comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada apelidado MST trouxe destruição e ruína à cidade.
Deu cabo da cidade e tem vindo a arruinar a saúde e a vida a muitos almadenses que têm de se deslocar não só dentro da cidade, como também a quem por força de circunstâncias, tem diariamente de utilizar o automóvel através da Av. Bento Gonçalves em direcção ao Centro Sul ou entrar em Almada/Cova da Piedade por aqui.
Diariamente, de manhã entre as 7h e as 9h 30m, quer entre as 12 h e 14 h ou à tarde a partir das 16h e 30m até às 19 horas, os automobilistas têm minutos infernais no cruzamento da Av Bento Gonçalves com as linhas do comboio.
Chegam a estar parados minutos a ver passar comboios na sua frente, com reduzido número de passageiros, às vezes 4 composições - duas em cada sentido- enquanto as filas de viaturas se estendem até à rotunda do Centro Sul /saída da IC 20 (via rápida da Costa da Caparica).
A inteligência camarária no seu melhor a raiar a mediocridade e muita insensatez, criou graves problemas na mobilidade e acessibilidades aos cidadãos dentro de Almada, na entrada e saída, desconfigurando a cidade, para a adaptar ao comboio enquanto impôs um meio de transporte desnecessário, inútil e duplamente despesista, que o concelho de Almada não precisava.
O negócio que queriam concretizar, consumou-se. Conseguiram esse feito notável!
A população nada beneficiou. A cidade está irremediavelmente destruída, abandonada pelas pessoas e pelos habitantes em consequência dos erros que os autarcas cometeram.
A incompetência e irresponsabilidade mataram Almada.
É muito grave e prejudicial socialmente continuarem a defender a mediocridade e a inutilidade do trabalho que realizaram.
O povo português está a pagar anualmente a dolorosa factura de milhões de euros pela inutilidade de um transporte que não tem passageiros para pagar os custos de exploração.
Os almadenses estão a sofrer consequências das burrices feitas pelos autarcas que desconfiguraram a cidade para satisfação de ambições pessoais sem senso e mesquinhas, de quem não sabe gerir e quis impor-lhes este comboio.
Almada sucumbiu às mãos da presidente da Câmara, a grande timoneira, que teve a cinzenta ideia de dividir a cidade a meio, com as linhas do comboio.
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quarta-feira, dezembro 01, 2010

MST Uma História Mal Sucedida

O comboio metro sul do Tejo (MST) também baptizado TGV da Margem Sul, não é aquilo que alguns pintaram e ainda andam a pintar, tentando poluir mentes desconhecedoras da realidade.
Após dois anos de exercício em circulação total no canal ferroviário, o tiro do "sensacional sucesso" anunciado, saiu pela culatra.
O Estado Português tem de continuar a injectar dinheiro, milhões de euros, para que as composições continuem a atormentar Almada e as polpulações, provocando um rombo considerável nas contas públicas..
O jornal MST (muito bom papel apesar do prejuízo da exploração) em seu nº1 Setembro de 2010 descreve na pág. 3 o TGV da margem sul como : "UMA HISTÓRIA BEM SUCEDIDA".
Talvez até tenham razão, provavelmente por ser uma história/invenção bem sucedida para mamar na teta do Estado!
1 - A versão do sucesso contada pelos sortudos!:
para ler "clik" sobre a notícia
2 - a versão real da história, pelo governo, do (in)sucesso do MST - UMA HISTÓRIA MAL SUCEDIDA - para os contribuintes (como se sabe), contada no dia 9 de Novembro de 2010, segundo noticia da RTP:
.
«O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, e o secretário de Estado dos Transportes, Correia da Fonseca, afirmaram hoje em Lisboa numa conferência sobre políticas de mobilidade que o objectivo de cortar 15 por cento nos custos dos transportes se atingirá, entre outras, mediante a redução de uma oferta "sobredimensionada". Menos barcos e comboios, para poupar no custo dos transportes Segundo o secretário de Estado Correia da Fonseca a oferta de transportes é, em casos frequentes "desadequada à procura". E, para não ficarem dúvidas sobre o carácter dessa "inadequação", aquele membro do Governo deu o exemplo do Metro Sul do Tejo que, sustentou, está a transportar apenas "20 por cento dos 80 milhões de passageiros por quilómetro por ano estimados". Para Correia da Fonseca é portanto claro que "desadequada" significa, ao menos neste caso, "sobredimensionada"E, como tudo o que é "sobredimensionado", a oferte de transportes "pode ser reduzida". Em boa lógica, o Metro Sul do Tejo deveria portanto passar a ter menos comboios e mais espaçados.»

................. Metro Sul do Tejo:

UMA HISTÓRIA BEM MAL SUCEDIDA. ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO! ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

segunda-feira, novembro 08, 2010

Desvendado o mistério do "OBRIGADO"

Quando nas Parcerias Público Privado (PPP) os riscos são por conta do Estado/contribuintes, o Privado "está da cavalinho". O lucro é garantido.
Por força do contrato da PPP no MST (Metro Sul do Tejo), circulando o comboio sem as receitas previstas por ausência de passageiros, o Estado está obrigado a pagar a falta de passageiros conforme cláusula do contrato de exploração, sempre que tal ocorra.
Até ao presente o negócio tem sido de milhões de prejuízo para o Estado, transferidos para o bolso da concessionária (MTS).
O Metro Sul do Tejo virou negócio de milhões para a concessionária desde 1 da Maio de 2007, início da exploração - é o jackpot metromilhões.
Governo e Câmara Municipal de Almada (C.M.A.) ao serviço da MTS.
ESTE PAÍS E ESTA ALMADA SÃO UM COLOSSO!
ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!

sexta-feira, outubro 22, 2010

Economicamente Insustentável

Aquilo que os almadenses previam e para que alertaram está a acontecer.
Em consequência de um desastrado projecto, traçado e inserção, o comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada, vulgo MST, é um fiasco e um enorme desastre económico.
Os almadenses foram as únicas pessoas sensatas nesta matéria. Intervieram nos famigerados e tristes "foruns" ditos de participação MST, com críticas sensatas e sugestões construtivas, mas a superior inteligência da presidente da Câmara e seus acompanhantes e/ou caciques estava lá para denegrir e desprezar os almadenses que queriam participar para bem da sua terra.
Os que não eram de Almada, como os autarcas do executivo municipal, destruíram e arrasaram "democraticamente" Almada, contra a vontade dos almadenses.
Hoje temos um comboio em Almada com um traçado e inserção que não serve a população, um comboio que destruiu Almada.
Venceu a incompetência e o autismo de uns quantos que ou por terem sido eleitos ou por se encontrarem em lugares da administração pública acima do cidadão comum, consideraram-se impregnados de uma insuspeita e indiscutível competência técnica e de um saber que só eles têm, porque o Divino assim os contemplou uma vez "escolhidos" para os cargos ou funções de que abusaram.
o comboio vazio na ex-rua Lopes de Mendonça (destruída)
O Comboio em causa tem sido um desastre económico. A parceria negociada com o privado assegura sempre lucro ao privado. Como a bagunça e o "amanhanço" têm sido grandes na gestão das contas públicas, o dinheiro falta da parte do Estado para fazer as acordadas transferências para a concessionária e recompensá-la da falta de passageiros, que já se esperava.
O negócio saiu furado, o Estado foi entalado e os portugueses têm de pagar os erros que uns quantos senhores fizeram, quando foram atrás da conversa demagoga de uma presidente de Câmara.
O buraco é grande e ninguém assume responsabilidades, mas todos os implicado no negócio querem continuar a explorar o povo português com a fuga para a frente, para o precipício, para ruína económica do Estado.
Continua a não haver lucidez, nem consciência das realidades. Ainda não viram ou não querem ver a inutilidade deste projecto e que Almada não precisa do comboio, vulgo MST?
Parece que querem prolongar o saque ao povo português para este continuar a pagar os erros de maus decisores e de políticos menores.
Exemplo disso são condições da concessionária para renegociar a concessão: numa delas mais despesa para o Estado no prolongamento para a Costa da Caparica e Barreiro de um projecto falhado e que a evidência local mostra não ter viabilidade porque é desnecessário.
Querem continuar a rede do comboio num deserto. Para transportar areia?
Só devaneios mentais e acessos de loucura frequente camuflando interesses económicos com a utilização constante das palavras progresso e a chegada do futuro, permitiram levar por diante este ruinoso projecto, como se vê, dois anos após ter sido iniciada a exploração.
A única saída decente para a situação é parar com a sangria de dinheiro aos portugueses, pedir responsabilidade a quem entalou os contribuintes e os almadenses com esta aventura sem bases para chegar às metas de conveniência, ilusórias, que definiram.
Notícia do Diário Económico:
Concessão do Metro Sul do Tejo vai ser renegociada Nuno Miguel Silva 19/10/10 00:05
"Estado e empresa negoceiam em 2011 porque as receitas estão abaixo do previsto. A concessão do Metro Sul do Tejo vai ser renegociada em 2011. Conforme previa o contrato de concessão estabelecido entre o Estado e o agrupamento privado liderado pelo grupo Barraqueiro, as duas partes deveriam reavaliar o negócio caso as receitas previstas não fossem atingidas ao fim dos primeiros três anos de operação desta PPP - Parceria Público-Privada. Um cenário que se concretizou. O processo de renegociação deste contrato está incluído na proposta de Orçamento do Estado para 2011, apresentada sexta-feira pelo Governo. No entanto, não são fornecidos quaisquer pormenores sobre o ‘timing' ou as intenções do concedente Estado em relação a esta concessão. José Luís Brandão, administrador da concessionária do Metro Sul do Tejo, adiantou ao Diário Económico que foi "sem surpresa" que viu esta menção à necessidade de renegociação do contrato com o Estado. "Se, ao fim de três anos, as receitas não chegassem ao que estava previsto no contrato, havia sempre esta possibilidade. Agora, vamos ter de nos sentar à mesa, conversar e chegar a uma forma de entendimento. A concessionária está completamente disponível para o fazer", assegura José Luís Brandão. O administrador da Metro Sul do Tejo considera que o futuro desta concessão depende de três factores críticos: a redução da taxa de fraude para baixar as perdas de receita e os prejuízos; a atribuição de indemnizações compensatórias para contrabalançar os preços sociais das tarifas que não cobrem os custos de exploração; e a extensão da rede do metropolitano até à Costa de Caparica e ao Barreiro para ganhar escala, aumentar receitas e diminuir o peso das contribuições das indemnizações compensatórias através do Orçamento do Estado."
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Os três factores críticos aqui apresentados são desastrosos para o futuro do comboio, de Almada e para os cofres do Estado:
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1º- porque a concessionária reconhece a sua incapacidade ou incompetência para reduzir a fraude que diz ser causa de perdas de receitas e aumento dos prejuízos.
Deve estar a dizer ao Estado: ou resolves tu este problema ou vais continuar a ter de pagar mais "à cause" disso.
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2º - diz claramente que o contrato das compensações tem de ser cumprido pelo Estado.
Dê por onde der.
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3º - quer que o Estado continue a fazer despesa no prolongamento da rede para ganhar ...o quê ?
Escala (de quê ?) ou para o desastre económico ser maior e o Estado continuar a desmbolsar?
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Talvez fosse correcto e sensato face à ruina económica do país, devido às más acções governativas, que o Estado deixe de alimentar a gula destes privados ou concessionários que enchem a tulha à custa do que é de todos nós.
Com este comboio, Almada e os almadenses sofreram o maior desastre urbano e social dos últimos 36 anos. Tudo isto, obra de uma Câmara comunista incompetente e sem sentido das realidades, que diz defender as pessoas e os interesses públicos.
No caso fez o contrário. Juntou-se a negociantes e exploradores dos recursos financeiros do país com exigências lunáticas, para arruinar a cidade e o concelho.
Curiosamente, alguns dos técnicos que andaram a trabalhar na implantação do comboio (vulgo MST), pagos para tal, conhecendo Almada e a sua vivência diziam que esta era uma obra desnecessária, que Almada não precisava disto, não iria ser útil a Almada, destruiria a cidade.
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Só não via quem não queria ver, por interesse pessoal ou negocial, claramente...