Estamos na fase de atirar o barro à parede, da fase de tentar passar uma esponja sobre o mal que alguém derramou sobre os almadenses e a sua cidade (dos almadenses).
Sim, a cidade dos almadenses, porque quem decidiu por este mal, não foram almadenses, foram forasteiros mal formados e mal intencionados, não defensores das populações e de seu bem estar.
Agora há, quem renegando princípios éticos e morais, intrínsecos ao ser humano e a sua própria formação, consciência cívica e vivência sócio-comunitária, alinhe, por conveniência e "maturidade política", com o dominador status político instalado, subliminando o erro, dizendo " que não se pode minimizar os acidentes já ocorridos" ( que novidade! ) "que não podemos deixar que este sonho,( ? ) em parte, tornado realidade se transforme num pesadelo" ( já é! ) quer " por força da ocorrência de vários episódios com peões e pequenos sinistros, (pequenos, só para quem não os sofreu) quer pelo ruído ( e não é pouco) que as carruagens produzem», que é preciso fazer tudo para bem de todos (leia-se, para limpar e ilibar os responsáveis pelos erros)
São cúmplices, porque aceitam ocultar a verdade, a realidade ou escusam-se a falar delas e do que foi dito no passado e é comprometedor para alguns.
Nesta notícia como em outras diz-se que houve uma vítima mortal!
Escandaloso. Uma só?
Como é possível deixar passar isto.
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in Notícias de Almada 5 de Março de 2010
Os erros foram muitos e não só no cálculo do retorno económico.
Como é que ainda assistimos à defesa, por muita gente boa, deste desastrado projecto, hoje implantado pela cegueira e radicalismo mental ou político esclerosados de uns poucos contra os pareceres e opiniões de muitos almadenses e outras pessoas com um mínimo de senso?
A actualidade deu razão a estas.
A defesa do comboio MST a que actualmente assistimos, por parte de alguns interessados no negócios e de outros com baixos e sujos interesses políticos, não tem descrição nem compreensão perante as consequências negativas do projecto deste comboio da Câmara Municipal, tal como foi implantado:
-O comboio transporta um número de passageiros muito aquém do que foi vendido a todos. Venderam indecentemente gato por lebre.
- A vida dos almadenses que residem ao longo do espaço canal e nas ruas periféricas e dos automobilistas, transformou-se num inferno diário
- Os índices de poluição sonora e ambiental aumentaram
- Almada perdeu vida e vivência
- O comércio definhou
- Muitas lojas fecharam e continuam a fechar em Almada
- O desemprego em Almada aumentou em consequência da quebra da actividade económica
- A cidade envelheceu e escleresou-se
- Almada está descaracterizada e destruída
- Os portugueses continuam a dar mama à concessionária do MST por decisão da Câmara Municipal de Almada, que ridiculamente quis mostrar que sabia definir o futuro para Almada.
- Na Ramalha ( Freguesia de Pragal) os moradores das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, continuam sem entender porque são vítimas da rigidez e pequenez mental de quem apostou em vingar-se deles por terem ousado criticar o projecto do comboio MST e apresentado uma solução alternativa com menos impacte ambiental, menos lesiva das pessoas e que permitia, à época, poupar um milhão e duzentos mil euros ao Estado (aos contribuintes) sem destruir aquelas duas ex-ruas.
Uma simbiose/aliança da Câmara Municipal com outros interesses pessoais ou privados, não os de Almada, nem das populações, brindou Almada que agora tem uma infante (ilidade) que muitos procuram descartar de seus braços e, há quem colabore, não querendo dizer o que deveria e merece ser dito.
Alguns provavelmente, como diz o povo, "andam a encanar a perna à rã".
ESTE PAÍS É UM COLOSSO!
ANDA TUDO A FAZER POUCO, DA GENTE!































