imagem tirada na vertical da varanda de um prédio
Nas fotos seguintes vemos a vala aberta para desviar a conduta de gás
imagem tirada na vertical da varanda de um prédio
Nas fotos seguintes vemos a vala aberta para desviar a conduta de gás
E depois o que aconteceu?
A presidente da CMA entendeu que não deveria aceitar a decisão do Governo, armou-se em dona de Almada e decidiu destruir mais duas ruas da cidade na Ramalha, para aí fazer passar um comboio armado em metro ligeiro de superfície, entregando o espaço público a uma empresa privada.
O resultado está à vista de todos:
- duas ruas destruídas, estando uma delas transformada em vale ferroviário
- na rua cidade de Ostrava o seu declive foi aumentado em dois metros !
- piores acessibilidades e mobilidade para os moradores locais
- dificuldades de acesso para viaturas de bombeiros e viaturas pesadas
- criação de passagens de nível sem guarda
- aumento de ruído e poluição localmente, com agravamento da qualidade de vida dos moradores
- toda a zona envolvente ficou com arruamentos desqualificados e atrofiados.
- nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça passam a haver carreirinhos para viaturas ligeiras e pesadas. É uma inovação da Câmara Municipal de Almada para o Mundo, fruto do seu avançado conceito de "futuro".
Tudo foi feito para entrega de Almada à Concessionária (MTS) a custo zero para a presidente da Câmara, mas com elevado sacrifício para a população.
Os ratos vão abandonar, mais cedo ou mais tarde para o bem-bom, a nau das tormentas em que Almada foi metida.
Tudo devido ao elevado discernimento da presidente da Câmara que antes disse ter a Secretária de Estado dos Transportes "todas as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão" e depois... bem, depois, achou que afinal a Secretária de Estado já não tinha essas condições, porque só ela presidente da Câmara é que sabe...porque só ela é ditatorialmente dona de Almada.
Extracto da Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal:
as obras seriam concluídas dia 8 de ABRIL
2. de acordo com este aviso:
as obras estariam concluídas dia 19 de MAIO
3. de acordo com o 3º Aviso :
as obras deveriam estar terminadas dia 26 de MAIO !!
Quando a irresponsabilidade e a incompetência se juntam em obras exageradas e desnecessárias com esta dimensão e envergadura, tudo pode acontecer de pior para os cidadãos e moradores e é isto que se está a passar com esta "original e faustosa" obra da presidente da CMA.
Está a destruir Almada, a mutilar pessoas, jovens, adultos, grávidas, mães transportando crianças e principalmente idosos retirando-lhes qualidade de vida e a impedi-los de sair à rua em condições de segurança.
Almada está a ser vítima da CMA. Há conhecimento de consequências de quedas muito desagradáveis que vitimaram idosos.
Questionados por moradores, engenheiros já conhecidos nesta obra, sobre a razão de estar a ser implantada nas ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes a linha 3 do MST, limitaram-se a dizer que nem querem falar nisso, ( há outros interesses em jogo ) pois estão a ter muito mais trabalho do que se a mesma linha férrea fosse implantada na Rua de Alvalade, tal como a decisão em Despacho da Secretária de Estado dos Transportes preconizava.
ex-rua Lopes de Mendonça e ao fundo parte da ex-rua José Justino Lopes
Nesta Reunião da Assembleia Municipal os moradores fizeram duas intervenções que podem ser lidas nas ligações:
http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/12/moradores-foram-assembleia-municipal-ii.html
http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/12/moradores-intervieram-na-assembleia.html
O comportamento destes elementos é o espelho das "amplas liberdades" defendidas pelos "democratas" da autarquia.
A destruição de Almada, pela presidente da Câmara Municipal de Almada também passa por teimosia da mesma na destruição desnecessária de duas ruas na Ramalha:
Rua Lopes de Mendonça e Rua José Justino Lopes,
quando existia uma decisão-solução do Governo, solicitada pela CMA, mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial a moradores.
DEMOCRACIA OU DITADURA?
C - Esquema da Proposta dos Moradores Solução 5, que inseria as linhas 2 (amarelo e verde) e 3 (lilás e roxo) na Rua de Alvalade, poupando cerca de 1.200.000 euros, não sendo necessário destruir as ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça e poupava a construção de cerca de 450 metros de linhas férreas.
Com esta solução-invenção da presidente da Câmara, em a colaboração com mais alguém, foram destruídas duas ruas e agravadas as condições de acessibilidades e mobilidade dos moradores locais, com reais efeitos negativos no trânsito local e na qualidade de vida dos moradores.
Os moradores desta zona, na ex-Rua José Justino Lopes não só foram premiados com escadarias, mas também com trincheiras, varandas públicas para ver o comboio passar e piores acessos às garagens das quais pagam IMI e o Imposto Municipal de Circulação do automóvel.
Ainda na Ex-Rua José justino Lopes temos mais uma escada para aqueles que tiverem dificuldades de locomoção se treinarem em exercícios físicos, dispensando a ida ao ginásio, agora que deixaram de ter uma rua para terem um Vale Ferroviário.
Nesta zona e ex-ruas, a Câmara Municipal de Almada, criou "excelentes" dificuldades para os moradores fazerem diariamente provas de obstáculos e de resistência física, merecedoras de inclusão numa prova regional de atletismo urbano-rural.
Estamos a atingir os três meses e todo o acesso pedestre e de veículos continua seriamente condicionado na zona, agravando a vida e custos diários a moradores.
Imagem do acesso a garagens na Ex-Rua José Justino Lopes, na Ramalha, em Dezembro 2007- Janeiro de 2008Presentemente moradores da Ex-Rua José Justino Lopes, actual Vale Ferroviário José Justino Lopes, continuam impedidos de aceder às suas garagens apesar de lhes terem dito em 16 de Janeiro de 2008 que a intervenção para obras na zona era por prazo de dois meses, conforme folheto acima reproduzido.
Também estes ( MTS, a Concessionária) mentiram aos almadenses. Dirão agora que a culpa é dos empreiteiros, porque a sua inocência é santa como a "água benta" ou que foi devido aos moradores por exigirem a colocação da manta antibibrática por debaixo dos carris. A CMA religiosamente colabora.
Já vamos em três meses e os moradores continuam penalizados pela birrinha e falta de senso da presidente da CMA ao impor a linha 3 nestas ruas da Ramalha.
O Jornal da Região na edição de 8 - 14.04.2008, dá informação da queixa de uma residente.
clique sobre o doc. para aumentar e ler
Almada está a extinguir-se. "Almada está a arder" e os residentes a sofrer.
Quando será possível recuperar Almada?
Leia-se agora o que disse o Deputado Municipal do PCP/CDU/PCP Bruno Dias, na Reunião da Assembeia Municipal ( Acta nº 8/VIII/2005) a propósito:
...e o que disse a Presidente da Câmara Municipal (Acta nº 8/VIII/2005)
A presidente diz : " A Câmara Municipal tomou conhecimento das soluções alternativas já este ano (2005) quando finalmente foi realizado o Plenário com a população, porque também não as conhecia."Perante as declarações destes dois autarcas e outras (comprometedoras) feitas no pasquim municipal, vulgarmente designado boletim municipal, antes da apresentação pública do estudo das cinco soluções alternativas e imediatamente a esta, é pertinente questionar:
Qual a ética e dignidade política destes autarcas e que gente é esta?
Não é gente de palavra certamente....nem é gente em que a população possa acreditar.
Já sabiamos que as ferrovias só foram colocadas nas ex-ruas Lopoes de Mendonça e José Justino Lopes, destruindo-as e prejudicando os moradores, por vontade, exigência e teimosia da presidente da Câmara Municipal de Almada, para se vingar dos moradores, com argumentos falsos, contrariando o estudo das propostas alternativas ao traçado feito a exigência da CMA. A Solução 5 era a melhor, a mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial aos moradores. Munícipe tem direito a questionar.
Que pessoa é a presidente da CMA para ter estas atitudes?