sexta-feira, junho 13, 2008

Mais um acidente de percurso

Hoje na ex-rua Lopes de Mendonça os moradores dos números pares depararam com a abertura de mais uma vala no estreito passeio entre o carreirinho para veículos motorizados e os seus prédios, para desviar a conduta de gás natural que estava colocada debaixo dos novos candeeiros de iluminação pública.
Na foto é visível o carreirinho tipo "Portugal dos Pequeninos", para veículos motorizados entre as linhas férreas do comboio e os prédios

imagem tirada na vertical da varanda de um prédio

Nas fotos seguintes vemos a vala aberta para desviar a conduta de gás

A informação do trabalho realizado foi prestada pelo pessoal da obra a um morador destes prédios.
Afinal há ou não há plantas da inserção das canalizações, cabos de rede eléctrica e condutas de gás?
Veja-se na segunda imagem o espaço que foi deixado aos moradores para acederem aos seus prédios, onde nem uma passadeira metálica ou de madeira foi colocada sobre a vala e em frente às portas, revelador da falta de respeito dos responsáveis da obra pelos cidadãos.
Entretanto:
- os moradores dos números pares continuam sem poder aceder às garagens com as viaturas, há mais de um mês,
- esta ex-rua permanece sem iluminação pública há várias semanas.
A semana passada foi colocado um único candeeiro a funcionar, exactamente onde foi feito o desvio da conduta, o que é manifestamente insuficiente para iluminar toda a ex-rua em obras e desfigurada, com obstáculos que constituem armadilhas nocturnas para os cidadãos.
No concelho de Almada, cidadão não é gente, nem merece respeito.
Para os autarcas de Almada, o comboio, o negócio associado e a sua viabilidade económica, são mais importantes que as pessoas, que os moradores, que o seu direito à qualidade de vida, que o seu bem estar.

quarta-feira, junho 11, 2008

Compromissos? O Que é Isso?

Compromissos públicos, palavra de honra?
O que é isso para estes "legítimos" autarcas de Abril?
É IMPORTANTE NÃO DEIXAR ESQUECER:
Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal (Extracto)
disse a Srª Presidente da CMA a fls 42 :
“ tem sido dito e é verdade que esta questão não está acabada, do nosso lado as insistência mantêm-se depois de ter havido da parte de quem de direito que foi a concessionária fazer o estudo com o envolvimento também do Encarregado de Missão, e da Equipa de Missão, para fazer o estudo relativamente a uma alternativa para o traçado da Ramalha, ele foi aqui apresentado e ficou o compromisso como o Sr. vereador (José Gonçalves) repetidamente tem referido de voltar à Ramalha....Temos repetidamente referido a necessidade de honrar compromissos, porque eles foram estabelecidos com a população e temos referido a quem tem poder de intervenção e de orientação e de decisão neste processo, a necessidade de evitar conflitos com a população."
1. No Boletim Municipal de Junho 2005 a Câmara/presidente da Câmara comunicava aos almadenses: “Podemos dar a notícia de que se vai finalmente realizar a reunião com a população sobre o chamado triângulo da Ramalha, com a apresentação das alternativas estudadas pela Equipa de Missão".
A partir daqui o problema será resolvido”.
2. No Boletim Municipal de Jul/Agosto 2005 voltava a comunicar aos almadenses: "Secretária de Estado vai decidir. O Estado através da Secretária de Estado dos Transportes tem agora as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão".
Não imaginavam os almadenses que estavam a ouvir e ler, mentiras das grossas.

E depois o que aconteceu?

A presidente da CMA entendeu que não deveria aceitar a decisão do Governo, armou-se em dona de Almada e decidiu destruir mais duas ruas da cidade na Ramalha, para aí fazer passar um comboio armado em metro ligeiro de superfície, entregando o espaço público a uma empresa privada.

O resultado está à vista de todos:

- duas ruas destruídas, estando uma delas transformada em vale ferroviário

- na rua cidade de Ostrava o seu declive foi aumentado em dois metros !

- piores acessibilidades e mobilidade para os moradores locais

- dificuldades de acesso para viaturas de bombeiros e viaturas pesadas

- criação de passagens de nível sem guarda

- aumento de ruído e poluição localmente, com agravamento da qualidade de vida dos moradores

- toda a zona envolvente ficou com arruamentos desqualificados e atrofiados.

- nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça passam a haver carreirinhos para viaturas ligeiras e pesadas. É uma inovação da Câmara Municipal de Almada para o Mundo, fruto do seu avançado conceito de "futuro".

Tudo foi feito para entrega de Almada à Concessionária (MTS) a custo zero para a presidente da Câmara, mas com elevado sacrifício para a população.

Os ratos vão abandonar, mais cedo ou mais tarde para o bem-bom, a nau das tormentas em que Almada foi metida.

Tudo devido ao elevado discernimento da presidente da Câmara que antes disse ter a Secretária de Estado dos Transportes "todas as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão" e depois... bem, depois, achou que afinal a Secretária de Estado já não tinha essas condições, porque só ela presidente da Câmara é que sabe...porque só ela é ditatorialmente dona de Almada.

segunda-feira, junho 09, 2008

Asneira atrás de Asneira

Na Ramalha, "a procissão ainda vai no adro" e o espectáculo proporcionado pelo circo da asneirada resultante da teimosia da presidente da Câmara Municipal de Almada em castigar localmente os moradores com as linhas do comboio, começa a exibir-se:
clique na foto para aumentar
Esta viatura, não muito pesada, em serviço nas obras, não conseguia dar a curva neste caminho destinado à circulação de veículos na ex- rua Lopes de Mendonça, após a substituição da faixa de rodagem de dois sentidos existente, pelo designado espaço canal de vias férreas do inútil comboio de sua excelência.
Vê-se também nesta imagem, colhida por um morador, o raio de curvatura das linhas na ex- rua Lopes de Mendonça para atravessar a Rua Cidade de Ostrava, o qual é menor do que aquele que havia sido proposto pelos moradores na Solução 5, escolhida pelo Governo e rejeitada pela presidente da CMA .
Temos aqui uma fonte adicional de ruído a contribuir para aumentar a poluição sonora, com perda de qualidade de vida para os moradores.

sábado, junho 07, 2008

A Destruição de Almada já é uma realidade

A colocação da linha 3 do comboio MST nas ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, hoje ex-ruas, tem vindo a mostrar que os moradores tinham razão quando contestaram a inserção daquela no local.
As aberrações e os erros em desqualificação urbana são tantos e tão grandes que permitem a qualquer cidadão concluir que o que está sendo levado a cabo na zona da Ramalha por imposição da presidente da CMA é o pior que se tem feito em destruição urbana, atentado à mobilidade e acessibilidades dos moradores em todo o concelho de Almada por efeito das obras.
Os moradores no exercício dos seus direitos de cidadãos intervieram em local próprio e apresentaram uma solução alternativa.
Pela boca do vereador José Gonçalves, a CMA disse não ter qualquer incómodo relativamente a propostas alternativas desde que fosse o Estado, o dono da obra, a decidir conforme texto que reproduzimos: Extracto da Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal:
Diz o Sr. Vereador Gonçalves, a fls 39:
"A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal se me é permitido, porque tomou também essa decisão, não têm qualquer incómodo, relativamente a propostas alternativas ao traçado da Ramalha, pelo contrário, leia-se a decisão da Assembleia Municipal. O que reivindica é uma decisão de quem pode decidir e quem pode decidir é naturalmente o concedente que é o Estado Português relativamente a este projecto... . E o que defendemos naturalmente é que seja a melhor solução. Agora, quem tem de demonstrar essa solução, é, como todos percebem a equipa de projectistas da Concessionária que esteve aqui nesta mesma sala (Sociedade Recreativa União Pragalense) a falar com a população da Ramalha e que se comprometeu a voltar cá em momento posterior.”
Em reunião onde a CMA esteve presente, o Estado decidiu, escolheu "a melhor solução" mas a CMA não quis cumprir seus compromissos e não aceitou a que era melhor.
Os resultados estão à vista:
1- Está a ser feito nas Ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça, aquilo que nunca se deve fazer em suposta requalificação urbana.
2-Assiste-se a improvisações sucessivas numa obra com destruição de duas ruas e criação de dificuldades em acessibilidades e mobilidade aos moradores e a toda a população que precise de usar os caminhos locais.
Na Ramalha onde antes existiam vias de comunicação normais, no futuro negro existirão caminhos.
3-Os contribuintes estão a pagar um custo elevado e anormal pela destruição das duas ruas, a que se adiciona a realização de obras extras aberrantes, sem que daí resulte algum benefício para a população.
Por natureza e racionalidade estas obras não têm justificação, uma vez que o Estado mandou fazer um Estudo de várias soluções alternativas e escolheu uma perfeitamente viável e mais barata, a melhor solução, como foi reconhecido por técnicos da Concessionária.
Neste País ninguém é responsabilizado por gastar inutilmente dinheiro dos contribuintes?
As ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça constituirão no futuro um caso para estudo do que de pior se fez em Portugal numa cidade, por teimosia de uma presidente de Câmara, para impor um comboio desnecessário à população, no meio do principal eixo viário da cidade, descaracterizando-a e destruindo-a.

quarta-feira, junho 04, 2008

VERGONHA !!!

Será que alguém, Câmara Municipal de Almada, Concessionária ou Governo, terá vergonha do que, e de como, está a ser feito ? Para que não esqueçam !! 1. de acordo com este aviso :
clique sobre as imagens para aumentar e ler
as obras seriam concluídas dia 8 de ABRIL 2. de acordo com este aviso: as obras estariam concluídas dia 19 de MAIO 3. de acordo com o 3º Aviso : as obras deveriam estar terminadas dia 26 de MAIO !!
Para a Câmara Municipal de Almada, não basta a desfaçatez de desrespeitar, com cumplicidade de alguém, um Despacho do Governo que exigiu, como estar a realizar uma obra desnecessária e muito mais cara aos contribuintes .
Destroi duas ruas, prejudicando a qualidade de vida dos moradores das ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça, como ainda permite todo o tipo de atrocidades locais prejudicando as acessibilidades e mobilidade dos residentes, bem como as acessibilidades de trânsito e, ao Hospital Garcia de Orta, a que se juntou os já frequentes cortes no abastecimento de água, uma perigosa rotura de gás por "batida de uma simples pá" (?) de retroescavadora e a permanente falta de iluminação nocturna local há mais de duas semanas. Não é só irresponsabildade!
É também muita incompetência e insensiblidade social!

segunda-feira, junho 02, 2008

A Irresponsabilidade da CMA em Roda Livre

A irresponsabilidade da CMA na obra do comboio designado MST é uma constante revelação através da palhaçada das obras que estão a destruir Almada, mas também na ausência de sua fiscalização para salvaguarda das pessoas e bens.
Ontem à noite consequência das desorganizadas obras e falta de iluminação nocturna, uma moradora caiu.
Hoje enviou o email (identificando-se), que revelamos abaixo, à Câmara Municipal de Almada.
Fotos mostram à esquerda a acessibildade aos prédios do lado par
De:
Enviada: segunda-feira, 2 de Junho de 2008 10:54
Assunto: Iluminação publica da RLM Bom dia! Há muitos dias (dias demais) que não existe iluminação pública na Rua Lopes de Mendonça. Disto, os senhores têm conhecimento e não dão qualquer resposta. É extremanente inseguro andar nesta via à noite, principalmente do lado dos prédios com os nªs pares, uma vez que o espaço reservado para acesso dos moradores às suas casas é extremamente apertado, em alguns sitios não será mais de 40cm, e o piso encontra-se totalmente degradado. Ontem à noite, dei uma queda aparatosa, que felizmente não teve consequências graves, mas que poderia ter tido. Como munícipe que cumpre com as suas obrigações, exijo o mesmo da parte da Câmara.
(Seguia o nome da moradora)

Quando a irresponsabilidade e a incompetência se juntam em obras exageradas e desnecessárias com esta dimensão e envergadura, tudo pode acontecer de pior para os cidadãos e moradores e é isto que se está a passar com esta "original e faustosa" obra da presidente da CMA.

Está a destruir Almada, a mutilar pessoas, jovens, adultos, grávidas, mães transportando crianças e principalmente idosos retirando-lhes qualidade de vida e a impedi-los de sair à rua em condições de segurança.

Almada está a ser vítima da CMA. Há conhecimento de consequências de quedas muito desagradáveis que vitimaram idosos.

sábado, maio 31, 2008

Autismo da CMA e Desrespeito pelos cidadãos

As obras do comboio designado MST têm sido levadas a efeito sem respeito por normas de segurança, de pessoas e bens e sem respeito pelos mais elementares direitos do cidadão e dos residentes.
Governo, Câmara Municipal de Almada e Concessionária (MTS) fizeram uma "joint venture" em prejuízo dos moradores do concelho, onde a obra decorre ao longo do espaço canal.
Na Ramalha a irracionalidade de muitos trabalhos vem-se revelando no dia-a-dia e fica em exibição permanente para os irresponsáveis que os decidiram se reverem nela.
Não há respeito pelos moradores, nem se preocupam com prejuízos que lhes causam, tudo para benefício dos três "cooperantes", sempre com o argumento de interesse público da obra, quando realmente o que há é a defesa de interesses privados, interesses pessoais e a defesa de um monopólio nos transportes públicos - o MST da MTS (a concessionária)

ex-rua Lopes de Mendonça. Prédios com números pares à esquerda na foto

Um morador da ex-rua Lopes de Mendonça, em Abril passado, enviou um e-mail (divulgado neste blog) à MTS e à CMA sobre o corte do acesso às garagens dos números pares.
Até à data não obteve qualquer resposta.
Voltou a insistir, tendo agora também enviado outro à CMA sobre a falta de iluminação pública, nesta ex-rua, que já se arrasta há muitos dias.
Publicam-se estes dois últimos e-mails.
1.
Forwarded message
From: Date: 2008/5/20 Subject: Fwd: Acesso às Garagens na Rua Lopes de Mendonça To: geral@mts.pt, jmgoncalves@cma.m-almada.pt Boa Noite Até a data não tive qualquer resposta ao meu mail que anexo. Continuo a aguardar que me indiquem a quem devo debitar todos os prejuizos causados, alguém vai ter de pagar ... E já agora aproveito para perguntar quando é que tenho acesso á minha garagem ??? Já passaram as três semanas anunciadas... Ou será que não tenho direito a ser informado ??? Cumprimentos 2. Forwarded message
From:
Date: 2008/5/20 Subject: Falta de Luz na Rua Lopes de Mendonça To: vfp@cma.m-almada.pt Boa noite Estamos sem iluminação na Rua Lopes de Mendonça quase à uma semana, com todos os riscos provocados pelas obras do MST. Sem Passeios e sem iluninação pública como é que podemos circular em segurança ?? E os idosos, crianças, carrinhos de bébé e deficientes ??? Como morador na Rua Lopes de Mendonça, sinto que estou a ser tratado de forma diferente dos restantes municipes.. Será que não tenho os mesmos direitos que os outros almadenses ???
Agradeço reparação o mais breve possivel da iluminação pública. Cumprimentos

domingo, maio 18, 2008

A "democracia" de alguns "democratas"

No Post de 03 Maio, 2008, o administrador deste blog activou a moderação dos comentários, pelas razões então referidas. Desde então foram feitos 61 comentários, dos quais publicámos 37 ( 61,36%). Dos restantes 24 (39,34 %), poderíamos ter publicado mais um ou outro. Não o fizemos, mas também não os anulámos. Ficaram em lista, para posterior decisão.
Falámos com várias pessoas. Demos a conhecê-los, imprimimos e gravámo-los. Existem em arquivo para o que for preciso.
Ex-rua Lopes de Mendonça
Ouvimos opiniões e conselhos sobre o que deveríamos fazer. Hoje publicamo-los tal qual nos chegaram.
Ficam à apreciação de quem os ler.
Alguns deles revelam de forma clara o perfil, a personalidade, o carácter, os sentimentos e os valores "democráticos" de algumas pessoas que dizem defender esta Câmara Municipal de Almada e a sua “democracia”, bem como "a espécie" de democracia que desejam pôr em prática em Almada. Querem usar e abusar da democracia representativa para o que mais lhes convém. Detestam a democracia participativa que foge ao seu controle. Infelizmente, das sessões do Fórum dito de Participação MST já conhecíamos atitudes de elementos afectos à actual maioria, que indiciavam as que são traduzidas em alguns destes comentários.
Quando não há argumentos para rebater o legítimo direito à indignação dos moradores, pelas vergonhosas obras que estão sendo executadas na Ramalha, contrárias ao Despacho da Secretária de Estado dos Transportes de 22JUL2005, o défice democrático e os baixos valores morais , éticos e de sociabilidade de algumas pessoas revela-se. É gente que não defende democracia nem seus princípios fundamentais. Quer servir-se da democracia para dominar os cidadãos. Gente desta, como já dissemos no post de 03 Maio 2008, não honra Almada nem a dignidade da Câmara, que diz defender. Os comentários hoje publicados podem ser lidos nos posts de:
03 de Maio 2008 - 20 comentários para além dos 7 anteriormente publicados.
06 de Maio 2008 - 4 comentários para além dos 3 anteriormente publicados.

quarta-feira, maio 14, 2008

Acidente na "grandiosa" obra da CMA

Ontem, 13 de Maio de 2008, entre as 18h:15m e as 18h:30m operários em trabalhos para implantar o comboio da Presidente da CMA na ex-Rua Lopes de Mendonça, rebentaram com uma conduta de gás, em frente ao prédio nº 10.
Uma senhora deste imóvel, por se sentir mal, teve de ser evacuada pelos bombeiros, enquanto os restantes moradores eram aconselhados a permanecer no seu interior. Os bombeiros tiveram de deixar as viaturas longe do local do acidente devido à destruição total dos acessos, que impossibilita a aproximação de qualquer veículo de socorro ou emergência e daí verem-se obrigados a estenderem mangueiras de àgua até ao local do acidente.
Só cerca das 19 horas a situação ficou controlada após a chegada de pessoal da SetGás.
O pessoal que executa os trabalhos de escavação e seus superiores a operar no terreno, desconheciam a localização das válvulas/torneiras de segurança das condutas.
O local do acidente foi ao fundo e à direita na foto seguinte, onde se encontram as máquinas
Após a situação controlada, as escavações na proximidade do local do acidente foram feitas com enxada. Esteve no local um carro reportagem exterior da RTP1, que chegou às 20 horas e 25 minutos mas de imediato recebeu ordens para não fazer a reportagem em directo, aparentemente, disseram por o Telejornal "já ter terminado àquela hora".
A SIC contactada também, deu informação a um morador do número 2 da ex-Rua Lopes de Mendonça que já tinha uma Equipa de Reportagem a dirigir-se para a zona, mas nunca chegou...ou nunca deixaram chegar.
A Equipa da RTP mesmo assim fez uma reportagem gravada, tendo entrevistado um morador. Quando procedia às gravações, os operários que estavam no local, foram mandados dispersar por um engenheiro da obra. Questionados por moradores, engenheiros já conhecidos nesta obra, sobre a razão de estar a ser implantada nas ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes a linha 3 do MST, limitaram-se a dizer que nem querem falar nisso, ( há outros interesses em jogo ) pois estão a ter muito mais trabalho do que se a mesma linha férrea fosse implantada na Rua de Alvalade, tal como a decisão em Despacho da Secretária de Estado dos Transportes preconizava.
As asneiras da exemplar requalificação urbana da Câmara Municipal de Almada são visíveis na Ramalha há algum tempo e agora agravadas com novos muros de suporte na ex-rua José Justino Lopes e um acentuado declive na Rua Cidade de Ostrava - um escândalo urbanístico em rede viária - para construção de plataforma para a linha do comboio na rotunda da R. Cidade de Ostrava com a ex-rua Lopes de Mendonça.
São as excelentes acessibilidades com que a CMA está a brindar a população com promessas de um "futuro" de ilusões, em prejuizo dos cidadãos desta cidade e do concelho.
A(s) empresa(s) da obra agradece(m) os trabalhos extra e todos os portugueses pagam sem saber e sem dar por isso, qualquer que seja o lugar de Portugal onde residam.

segunda-feira, maio 12, 2008

Acesso Cortado

Na zona da Ramalha os moradores viram hoje dificultados os acessos à sua área de residência, por corte da Rua Cidade de Ostrava entre a Rua Manuel Parada e a rotunda galgável da Rua Ramiro Ferrão.
O movimento de viaturas no sentido C. Sul-Almada, na Av. Bento Gonçalves está a ficar mais congestionado, com filas compactas em parte dela, por desvio daquele que usava a Rua Cidade de Ostrava.
O acesso de moradores, especialmente idosos e deficientes às habitações agravou-se, bem como o de viaturas de socorro ou emergência.
As viaturas de Bombeiros estão impedidas de chegar à ex-rua Lopes de Mendonça.
Estes impedimentos estão sancionados pela Câmara Municipal de Almada como revela um folheto da mesma, distribuído localmente.

terça-feira, maio 06, 2008

CONTRADITÓRIO do Sr. Presidente da Assembleia Municipal

Em 27 de Abril de 2004 moradores da Ramalha fizeram intervenções na Reunião da Assembleia Municipal (AM), realizada nas instalações da Sociedade Recreativa União Pragalense.
clique na imagem para aumentar
Vale a pena recordar o que a Assembleia Municipal deliberou na Reunião de 10 de Março de 2005, em relação ao traçado do MST na Ramalha.
EDITAL Nº 17/VIII/2004(extracto)
"1-A Assembleia Municipal de Almada, reunida em Sessão Plenária no dia 10 de Março de 2004, delibera precisar absolutamente ao Governo para que no exercício das suas responsabilidades de concedente do empreendimento do Metro Sul do Tejo decida, exija, coordene e verifique: ............................................................... g) A fixação do novo traçado no chamado "Triângulo da Ramalha", encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução."
Depois das intervenções dos moradores, na Reunião da AM de 27 de Abril de 2004, o Sr. Presidente da Assembleia Municipal disse no seu "contraditório", entre outras coisas:
“ tenho também presente opinião e assim coincide e por isso integrei também com o meu voto a Deliberação sobre o MST, aprovada por unanimidade por esta Assembleia como os Srs sabem, no passado dia 10 de Março, deliberação essa que determina-me o dever de a publicar, de a representar e de a defender.”
”...a minha posição foi e é a expressão de uma posição unânime de um colectivo legitimado democraticamente pelo voto popular.”
"... O Sr. conhece a última e esclarecedora deliberação da Assembleia Municipal aprovada por unanimidade no dia dez de Março, solicitando ao governo a sua intervenção, a sua competente intervenção, assim como conhece outras e anteriores iniciativas tanto da Câmara como da Assembleia Municipal com o mesmo objectivo...."
"....Declaro-me disponível para continuar, dentro das minhas possibilidades, o debate sobre estas questões com base, sempre com base naquilo que são as decisões do orgão cujas deliberações sou obrigado a respeitar."
O Governo decidiu após apresentação pública das soluções alternativas ao traçado do MST na Ramalha. Nessa apresentação o Sr. Presidente da AM esteve presente.
Quando?
Como?
Onde?
o Sr. Presidente respeitou a decisão do Governo e a deliberação da Assembleia Municipal de 10 de Março de 2004?
O Sr. Presidente da Assembleia Municipal ignorou a decisão do Governo, dizendo que a desconhecia, não fazendo a CMA cumprir aquilo que o Governo decidira e a AM havia exigido ao Governo. Humilhou a Assembleia Municipal perante o silêncio cúmplice da maioria dos Deputados Municipais. Antes, apelidou moradores da Ramalha de "desonestidade intelectual".
Afinal que coerência e valor tinha/tem o "contraditório" do Sr. Presidente da Assembleia Municipal?
Dizem uma coisa e...fazem outra!
E quem explicou à população a "6ª Solução" - a Solução MAME à revelia do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes - que está a ser executada?

sábado, maio 03, 2008

Activada a Moderação de Comentários

ex-Rua José Justino Lopes
ex-rua Lopes de Mendonça e ao fundo parte da ex-rua José Justino Lopes
Nos últimos meses, talvez porque moradores da zona da Ramalha não desistiram de denunciar as trapalhadas e mentiras que envolvem o traçado do Metro Sul do Tejo no local, embora a obra já esteja em curso nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça ( sem que qualquer explicação ou justificação lógica e compreensível, conforme prometido pela Assembleia Municipal e CMA, tenha sido dada aos moradores), começaram a aparecer por aqui elementos ou só um, a tentar desmotivá-los com comentários agressivos, provocadores e despropositados.
Chegaram a intitularem-se moradores, sem nunca terem tido a coragem de se identificarem. Para lá das agressões verbais e insultos anteriores (já conhecidos das sessões do Fórum dito de Participação MST, proferidos por elementos afectos à CMA e sua presidente), os dois comentários (eram os últimos quando este texto foi redigido) deixados no anterior post em Maio 02, 2008 11:24 PM e Maio 03, 2008 12:32 AM, onde podem ser lidos, ofendem gravemente os moradores locais, almadenses e a população do concelho que não partilha da opinião da CMA e sua presidente, sobre este traçado do MST e sua inserção, quer na Ramalha quer na cidade.
Em consequência do teor desses dois comentários, a partir desta data todos os comentários, aqui feitos, identificados ou anónimos, ficarão sujeitos à aprovação do administrador do blog. Não é uma decisão que estivesse nos nossos planos ou intenções, mas a grande falta de senso demonstrada por alguém, que não honra Almada nem a dignidade da Câmara que diz defender, levou-nos a tomar esta atitude.

terça-feira, abril 29, 2008

Desmontando a Trapaça MST ( II )

Aos dezassete dias do mês de Dezembro de 2007, pelas 21 H15, nas instalações da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, sitas na Rua da Sociedade Filarmónica Incrível Almadense, 6, em Almada realizou-se a Primeira Reunião da Sessão Ordinária da Assembleia Municipal (AM), referente ao mês de Dezembro.
Os moradores desta zona de Almada,têm apresentado aqui documentos comprovativos da sua razão no que defenderam e vêm defendendo, desmontando as mentiras e tropelias da Câmara Municipal e sua Presidente e outros autarcas, para impor aos moradores um traçado que não é o escolhido pelo Governo, após a apresentação pública, aos almadenses, das soluções alternativas do traçado do MST (Metro Sul do Tejo) para o local.
O traçado do MST no Triângulo da Ramalha foi questionado nesta Reunião da AM, conforme documento abaixo, pelo Deputado Municipal Nuno Matias do Partido Social Democrata (PSD), que revelou o resultado da uma reunião do Deputado à Assembleia da República Luis Rodrigues (PSD) com o Vereador José Gonçalves e uma de outra com a Secretária de Estado dos Transportes.
A - Na reunião com o Vereador, este nada esclareceu se estava ou não a ser cumprido o Despacho da Secretária de Estado sobre o traçado do MST no Triângulo da Ramalha.
A atitude do Vereador transparece algum incómodo da sua parte e mal estar perante a ridícula situação de um Despacho do Governo exigido pela CMA, não estar a ser cumprido por esta, ou o sonegar ardiloso da verdade
B - Na outra reunião, a Secretária de Estado dos Transportes acabou por dizer que foi a Câmara que deliberou propor ao Governo que o seu Despacho não fosse cumprido.
Ora a CMA havia dito que a Secretária de Estado dos Transportes, após a apresentaçã0 pública das 5 Soluções alternativas ao traçado do MST na Ramalha, tinha todos os elementos técnicos para decidir.
A Secretária de Estado decidiu, mas como não decidiu pela solução que a presidente da Câmara queria, a presidente achou que não deveria cumprir o Despacho.... e o Governo aceitou ser desautorizado e, permitiu que a Câmara Municipal de Almada prejudicasse os moradores e, se gastasse mais dinheiro dos contribuintes, já que a solução aprovada pelo Despacho era muito mais barata, de menor impacte ambiental e menos prejudicial aos moradores.
clique sobre os doc. para aumentar e ler
Nesta Reunião da Assembleia Municipal os moradores fizeram duas intervenções que podem ser lidas nas ligações: http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/12/moradores-foram-assembleia-municipal-ii.html http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/12/moradores-intervieram-na-assembleia.html
Os moradores da Ramalha, têm reproduzido e apresentado aqui documentos importantes que revelam quem são os intelectualmente desonestos.
Aquele (s) que tem ( têm ) aparecido por aqui com provocações, só faz/fazem aquilo que sabem fazer e/ou lhes ensinaram na escola de partido único e controleiro de cidadãos.
Os moradores conhecem bem o comportamento desses elementos nas sessões do Fórum dito de Participação MST, onde algumas vezes foram insultados e agredidos verbalmente por correlegionários e apoiantes (dispersos na plateia) da presidente da Câmara e na sua presença, sem que se ouvisse uma palavra de reprovação da presidente aos seus "boys" e, nas Assembleias Municipais.

O comportamento destes elementos é o espelho das "amplas liberdades" defendidas pelos "democratas" da autarquia.

segunda-feira, abril 28, 2008

A desonestidade intelectual de alguns autarcas e "companhia" continua...

Na ex-rua Lopes de Mendonça, a Câmara Municipal de Almada, continua a querer, por via de intermediários e sacudindo suas reais responsabilidades no caso, espezinhar e ultrajar os moradores como se estes sejam seus servos ou lacaios.
Moradores são gente, são sujeitos, não são fantoches.
Alguns proprietários das garagens dos números pares desta ex-rua foram agora informados, por folheto, que ficariam sem possibilidade de aceder às suas garagens por um período de 3 semanas.
É o regime autoritário e ditatorial a funcionar, desta Câmara Municipal sem dignidade, que não se respeita nem sabe respeitar os cidadãos, os moradores que pagam seus impostos e tarifas municipais.
Moradores não podem, não devem estar sujeitos a arbitrariedades de autarcas que impuseram a linha 3 do comboio-MST na Rua Lopes de Mendonça e na Rua José Justino Lopes, para se vingarem, por estes terem sabido defender seus interesses e apresentarem uma melhor solução, depois de o Estado ter decidido retirar esta mesma linha das Ruas, ao aprovar a solução-proposta dos moradores
São autarcas que por deformação cultural básica e política não sabem honrar sua palavra.
A - Imagem das obras na ex-rua Lopes de Mendonça e as garagens dos números pares à direita:
Um morador destes prédios enviou o seguinte e-mail à Câmara Municipal de Almada e à Concessionária MTS: Forwarded message From: Date: 2008/4/26 Subject: Acesso às Garagens na Rua Lopes de Mendonça
To: geral@mts.pt Boa noite,
Sou residente e proprietário de uma garagem na Rua Lopes de Mendonça, ..... ..... .
Desde o inicio da obra e em todas as apresentações dos projectos que a CMA e o MST disseram aos moradores que o acesso ás garagens estava garantido durante a execução da obra.
Esta semana recebi um aviso do MST colocado na porta da garagem que por acaso não voou como alguns das garagens vizinhas, a informar que tinha que retirar as viaturas da garagem e com os acessos vedados á mesma, impedindo a sua utilização por um periodo estimado de três semanas.
Informo V.Exas do seguinte:
Eu não vou retirar a minha viatura da minha garagem apenas com um simples folheto informativo.
Se me impedirem o acesso alguém (CMA e MST) vai ter de se responsabilizar pelos danos causados tais como:
- Faltas ao trabalho por falta de viatura para deslocação para o trabalho
-Todos os restantes danos e prejuizos causados pela impossibilidade de utilizar um bem proprio e pessoal que me é imprescindivel para o desempenho da minha actividade diária.
Os Senhores do MST e da CMA não podem dispor desta forma dos bens dos moradores, impedindo o acesso as garagens e têm que ser responsabilizados por todos os danos causados.
No caso de não ser possivel executar a obra sem impedir o acesso as garagens, têm que informar os proprietários individualmente por escrito com a devida antecedência e arranjar uma alternativa para os proprietários das garagens guardarem as suas viaturas com as mesmas condiçoes de segurança das suas garagens.
O IMI da garagem está pago, por isso não aceito que impeçam o acesso a um bem próprio e pessoal que é fundamental ao desempenho da minha vida profissional.
É lamentável que os municipes sejam tratados desta forma pela CMA e MST.
Cumprimentos,
.... ....... .....
B- Imagem da Ex-rua Lopes de Mendonça com delimitação já visível para um canal ferroviário, onde antes existia uma faixa de rodagem com dois sentidos, que a presidente da Câmara fez desaparecer:
C - A antiga Rua Lopes de Mendonça, artéria agradável, que satisfazia os moradores, a qual foi usurpada pela Câmara Municipal de Almada e sua Presidente, para aí meter uma via férrea dupla, para passagem de um comboio, com grandes prejuízos para moradores, acessibilidades e para a qualidade de vida local:

A destruição de Almada, pela presidente da Câmara Municipal de Almada também passa por teimosia da mesma na destruição desnecessária de duas ruas na Ramalha:

Rua Lopes de Mendonça e Rua José Justino Lopes,

quando existia uma decisão-solução do Governo, solicitada pela CMA, mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial a moradores.

DEMOCRACIA OU DITADURA?

segunda-feira, abril 21, 2008

O Triângulo da Ramalha

A Alta Requalificação da zona da Ramalha só é ALTA para alguns interessados no negócio de 390 milhões e provavelmente para incondicionais apoiantes da Câmara, para quem tudo que é feito pela Câmara Municipal de Almada é sempre bom, numa lógica democrática exercida por gente "autoritária democraticamente", em desmando e prepotência.
A- Na imagem seguinte vemos o esquema do traçado do Projecto Inicial do MST, Solução 1, para o designado Triângulo da Ramalha, que a Câmara Municipal de Almada aprovara, entalando 4 prédios para além de outros prejuízos aos moradores de três ruas, onde o cruzamento das linhas 2 (Corroios-Pragal-Corroios) pela R. Cidade de Ostrava (amarelo e verde) e a linha 3 (Cacilhas-Universidade-Cacilhas) pela Rua Lopes de Mendonça (lilás e roxo) do comboio com a Av. Bento Gonçalves se fazia com uma reduzida distância entre si .
Esta Solução seria causadora de grandes e graves problemas de trânsito na Av. Bento Gonçalves, como se poderá verificar pela reduzida proximidade dos cruzamentos das linhas na Av. Bento Gonçalves, pela sua inserção e a "mais alta requalificação urbana" que estava prevista para o local.
A linha 1 (azul e vermelho) em todos os esquemas insere-se na Av. Bento Gonçalves, faz o trajecto Cacilhas-Corroios-Cacilhas:
B - Esquema da Proposta da Câmara Municipal de Almada Solução 2 que a presidente da Câmara desejava ver ser aprovada pela Secretária de Estado dos Transportes, quando da apresentação das propostas alternativas ao traçado do MST na zona da Ramalha, apresentadas aos moradores em 16 de Junho de 2005.
A linha 3 (lilás e roxo) pela Rua Lopes de Mendonça e a linha 2 (amarelo e verde) pela R. do Clube Recreativo da Ramalha.
Esta proposta da CMA correspondia à que tinha ido a concurso internacional, mas depois foi alterada para a anterior (Esquema A) com a aceitação da Câmara Municipal:
C - Esquema da Proposta dos Moradores Solução 5, que inseria as linhas 2 (amarelo e verde) e 3 (lilás e roxo) na Rua de Alvalade, poupando cerca de 1.200.000 euros, não sendo necessário destruir as ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça e poupava a construção de cerca de 450 metros de linhas férreas.
Com esta solução, bastava a construção de escassos 80-100 metros de via férrea para a linha 3 (lilás e roxo), da Av. Bento Gonçalves à linha 2 na Rua de Alvalade.
A distância entre o cruzamento das linhas 2 e 3 na Av. Bento Gonçalves é maior do que aquela prevista no Projecto inicial (Esquema A):
D - Esquema da Solução-Invenção que está a ser imposta localmente, Solução MAME à revelia do Desp. da SET, sem nunca ter sido apresentada aos moradores, conforme a Assembleia Municipal exigiu ao Governo e que resultou de uma atitude e acção prepotente da presidente da Câmara, que rejeitou a Solução 5 dos moradores, escolhida pelo Governo, por ver rejeitada a sua Solução 2 (Esquema B).
Nesta Solução MAME à revelia do Desp. da SET, a linha 3 (lilás e roxo) ficou na Rua Lopes de Mendonça, por exigência da presidente da Câmara e a linha 2 (amarelo e verde) na Rua de Alvalade:
Com esta solução-invenção da presidente da Câmara, em a colaboração com mais alguém, foram destruídas duas ruas e agravadas as condições de acessibilidades e mobilidade dos moradores locais, com reais efeitos negativos no trânsito local e na qualidade de vida dos moradores.
A Proposta dos Moradores Solução 5 (Esquema C) conforme foi demonstrado, era mais económica, de menores efeitos negativos para os moradores e de menor impacte ambiental.
Como técnicos da obra disseram aos moradores e os estudos apresentados revelaram, que a Solução 5 era perfeitamente viável, assim também nos disseram Engenheiros a trabalharem nesta obra, que a colocação da linha 3 nas ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça, não se justifica perante a Solução 5, a dos moradores.
A passagem do comboio na linha 3 nestas duas ruas não constitui qualquer benefício para os residentes, já que as paragens do comboio antes e depois estão no mesmo sítio em que ficariam com a Solução 5 dos moradores.
São gastos e trabalhos desnecessários, incompreensíveis e desqualificadores urbanisticamente da zona, que estão a ser realizados por teimosia e vingança da presidente da Câmara sobre os moradores, com aceitação do Governo, que cedeu à prepotência da presidente.
POR QUÊ?
Todos contrbuintes portugueses estão a pagar os devaneios e delírios insensatos da presidente da Câmara Municipal de Almada, quando impôs à população este traçado do comboio MST - o TGV ( Transporte Geralmente Vazio) de Almada.

domingo, abril 20, 2008

As "Melhores" Acessibilidades dos Moradores da Ramalha

A presidente da Câmara Municipal de Almada no seu árduo e inteligente trabalho para proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores da Ramalha com o seu comboio especial MST dotou toda a zona de "excelentes" condições de mobildade e "melhores" acessibilidades com vemos nas imagens.
Colocou escadas e obstáculos onde não existiam. Construiu um futuro de dificuldades para os moradores e peões.
É "o progresso e o desenvolvimento" na sua fraca visão de gerir uma cidade e de se interessar por uma comunidade com autoritarismo, arrogância e desrespeito pelas regras democráticas que devem existir numa sociedade livre, humana, fraterna e responsável.
1. Escadas "facilitadoras" de acessos, onde antes não eram necessárias: 2. Varandas à esquerda na foto, por afundamento do solo para implantar duas vias férreas, fazendo desaparecer a rua:
3. Garagem na semi ex-rua D. José de Alarcão, que anteriormente não tinha problema com entrada de águas pluvias e hoje está sujeita a inundação devido à excelente requalificação urbana da Presidente da Câmara, que construiu com o seu Plano de Acessibilidades Mobilidade 21, um calcetamento em plano inclinado que faz escoamento para a entrada da garagem: visível nesta foto, terra depositada resultante da chegada da água à entrada:
4. Entrada "muito facilitada" de uma garagem na ex-rua José Justino Lopes em obras para implantar o comboio:
5. Prédio na ex-Rua José Justino Lopes com rampa de acesso bilateral quando antes não era preciso:
Os moradores locais sentem-se "muito felizes" com estas "excelentes condições" de acesso e mobilidade, que vêm "facilitar" extraordinariamente a sua vida.
Nunca imaginaram que houvesse alguém que se interessasse tanto pela qualidade de vida dos habitantes locais, como este "democrático" elenco camarário.

quarta-feira, abril 16, 2008

Mais Valias do Comboio MST para os Moradores

O comboio MST tem sido um mãos largas a dar benefícios aos moradores das ex-Ruas onde foi implantado.
Todas as vantagens são obra do esforço incansável da Câmara Municipal de Almada em proporcionar melhores acessibilidades e melhores condições de mobilidade aos moradores de Almada.
Este prédio na R. D.José de Alarcão, na Ramalha, foi contemplado com uma escada de acesso para facilitar o acesso a deficientes e idosos.
Os moradores desta zona, na ex-Rua José Justino Lopes não só foram premiados com escadarias, mas também com trincheiras, varandas públicas para ver o comboio passar e piores acessos às garagens das quais pagam IMI e o Imposto Municipal de Circulação do automóvel.
Nesta ex-rua os moradores não tinham necessidade de subir ou descer escadas. O acesso aos prédios era feito ao nível do solo.
Ainda na Ex-Rua José justino Lopes temos mais uma escada para aqueles que tiverem dificuldades de locomoção se treinarem em exercícios físicos, dispensando a ida ao ginásio, agora que deixaram de ter uma rua para terem um Vale Ferroviário. Nesta zona e ex-ruas, a Câmara Municipal de Almada, criou "excelentes" dificuldades para os moradores fazerem diariamente provas de obstáculos e de resistência física, merecedoras de inclusão numa prova regional de atletismo urbano-rural.

quinta-feira, abril 10, 2008

São mais a mentir

Desde que a presidente da Câmara Municipal de Almada decidiu vingar-se dos moradores da Ramalha por terem proposto um traçado alternativo para o MST no designado Triângulo da Ramalha e as obras se iniciaram, os residentes locais têm sido sacrificados em consequência do autismo, da arrogância e do obscurantismo da senhora.
As obras no local foram iniciadas já no ano passado, mas uma informação "especial" distribuída em Janeiro deste ano informava a população que as mesmas durariam 2 meses.
A Declaração de Impacte Ambiental para o projecto ( ? ) inicial, antes da proposta de alteração ao traçado apresentada pelos moradores ( que a presidente da Câmara recusou), considerava a zona muito crìtica para obras e recomendava que as mesmas se realizassem no mais curto espaço de tempo e com muito cuidado.
clique sobre as imagens para aumentar
Estamos a atingir os três meses e todo o acesso pedestre e de veículos continua seriamente condicionado na zona, agravando a vida e custos diários a moradores.
A Rua José justino Lopes desapareceu para dar lugar a um Vale Ferroviário por vontade da presidente da Câmara, coadjuvada por alguns acólitos que se disponibilizaram a ajoelhar-se aos pés da "veneranda" senhora, dita comunista.
O acesso a garagens está prejudicado ou impedido, continuando os proprietários obrigados a pagar o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis).
A exploração dos cidadãos para o banquete da Câmara segue em frente, sem que os almadenses vislumbrem benefícios com este metro da desgraça da cidade que está a arruinar toda a actividade económica em Almada Centro e não só.
Imagem do acesso a garagens na Ex-Rua José Justino Lopes, na Ramalha, em Dezembro 2007- Janeiro de 2008

Presentemente moradores da Ex-Rua José Justino Lopes, actual Vale Ferroviário José Justino Lopes, continuam impedidos de aceder às suas garagens apesar de lhes terem dito em 16 de Janeiro de 2008 que a intervenção para obras na zona era por prazo de dois meses, conforme folheto acima reproduzido.

Também estes ( MTS, a Concessionária) mentiram aos almadenses. Dirão agora que a culpa é dos empreiteiros, porque a sua inocência é santa como a "água benta" ou que foi devido aos moradores por exigirem a colocação da manta antibibrática por debaixo dos carris. A CMA religiosamente colabora.

Já vamos em três meses e os moradores continuam penalizados pela birrinha e falta de senso da presidente da CMA ao impor a linha 3 nestas ruas da Ramalha.

O Jornal da Região na edição de 8 - 14.04.2008, dá informação da queixa de uma residente.

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Almada está a extinguir-se. "Almada está a arder" e os residentes a sofrer.

Quando será possível recuperar Almada?

quarta-feira, abril 09, 2008

Desmontando a Trapaça MST ( I )

Em 14 de Setembro de 2005 realizou-se pelas 21H15 nas instalações do Clube de Instrução e Recreio do Laranjeiro uma Reunião Ordinária da Assembleia Municipal de Almada, onde o Partido Socialista apresentou uma Moção de congratulação pelo Despacho da Secretária de Estado dos Transportes que fixou o traçado do MST no designado Triângulo da Ramalha, por exigência da Câmara Municipal de Almada e da Assembleia Municipal.
Eis o teor dessa Moção que veio a ser rejeitada pela maioria PCP/CDU/PCP:
clique sobre os doc. para aumentar e ler
Leia-se agora o que disse o Deputado Municipal do PCP/CDU/PCP Bruno Dias, na Reunião da Assembeia Municipal ( Acta nº 8/VIII/2005) a propósito: ...e o que disse a Presidente da Câmara Municipal (Acta nº 8/VIII/2005)
A presidente diz : " A Câmara Municipal tomou conhecimento das soluções alternativas já este ano (2005) quando finalmente foi realizado o Plenário com a população, porque também não as conhecia."
Isto é mentira. Conforme documentos aqui divulgados, a Câmara teve conhecimento das soluções antes de as mesmas terem sido apresentadas à população e até tinha manifestado preferência pela solução 2, que não foi a escolhida pela Secretária de Estado dos Transportes.

Perante as declarações destes dois autarcas e outras (comprometedoras) feitas no pasquim municipal, vulgarmente designado boletim municipal, antes da apresentação pública do estudo das cinco soluções alternativas e imediatamente a esta, é pertinente questionar:

Qual a ética e dignidade política destes autarcas e que gente é esta?

Não é gente de palavra certamente....nem é gente em que a população possa acreditar.

sábado, abril 05, 2008

A Vingança da senhora "Dona das Vias"

O semanário SEMMAIS, distribuído com o "Expresso", na edição de 5 de Abril de 2008 publica na página 24 um artigo sobre as ferrovias do comboio designado MST, que afectam os moradores da Ramalha.
clique sobre o doc.para aumentar e ler
Já sabiamos que as ferrovias só foram colocadas nas ex-ruas Lopoes de Mendonça e José Justino Lopes, destruindo-as e prejudicando os moradores, por vontade, exigência e teimosia da presidente da Câmara Municipal de Almada, para se vingar dos moradores, com argumentos falsos, contrariando o estudo das propostas alternativas ao traçado feito a exigência da CMA.
A ex-Rua José Justino Lopes (na foto) já está transformada num vale ferroviário.
Ficámos agora a saber mais pormenores da manipulação usada neste processo, reveladores de que a CMA, (e a sua presidente) embora tenham dado parecer antes da apresentação do estudo preferindo a sua solução (a 2), como não foi essa a escolhida pela Secretária de Estado dos Transportes, achou-se no direito de impor outra solução, secreta, ( "a câmara é a dona das vias" segundo Marco Aurélio) sem a apresentar aos moradores, conforme a Assembleia Municipal exigira. Aqui teve a fidelidade partidária do Presidente da Assembleia Municipal e também a colaboração de mais pessoas que lhe "fizeram o jeito" e outras que deram o dito por não dito.
Revela-se o autoritarismo e a arrogância destes autarcas ditos democratas que se apropriam dos bens colectivos quando lhes interessa, tal como numa ditadura o faz, quem se apropria do poder.
Almada é desta Câmara Municipal ou dos Almadenses?
A escolha da Solução 5, dos moradores, pela Secretária de Estado dos Transportes foi feita democraticamente, em condições exigidas e aceites pela presidente da Câmara e pela Assembleia Municipal.
Os moradores pensavam que estavam a lidar com outra gente. Gente com dignidade para honrar compromissos.

A Solução 5 era a melhor, a mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial aos moradores. Munícipe tem direito a questionar.

Que pessoa é a presidente da CMA para ter estas atitudes?