terça-feira, setembro 23, 2008

Requalificação Urbana Ferroviária

Na Ramalha a requalificação urbana na mente autoritária dos autarcas trouxe qualidade de vida aos moradores. Tal traduz-se em terem futuramente o comboio da senhora presidente da Câmara (ramal 3 - Cacilhas -Universidade-Cacilhas) a circular das 5h 15m até à 01h 00m do dia seguinte a fazer ruído nas ex-artérias : ex-rua Lopes de Mendonça (na foto), um túnel a céu aberto e ex-rua José Justino Lopes.
Na ex-rua Lopes de Mendonça os quartos dos moradores estão em 9 dos 10 prédios na fachada frontal dos mesmos. Passam a dormir com um comboio no travesseiro. Quer isto dizer que a partir das 05h 15m o sono dos moradores começa a ser perturbado pelo ruído do comboio da presidente da Câmara, que sossegadinha dormirá tranquila e democraticamente à distância desta perturbação.
Para a presidente da Câmara os moradores da Ramalha que se lixem!
Ela estará sossegada e sem ruído ferroviário no seu leito.

Imagem (nocturna) parcial e actual da ex-rua Lopes de Mendonça, com viaturas estacionadas

Na antiga Rua Lopes de Mendonça estacionavam cerca de 50 viaturas diariamente. A requalificação urbana da presidente da Câmara para impor o seu comboio e ganhar a taça, reduziu o estacionamento na ex-rua Lopes de Mendonça a 8 lugares e posteriormente aumentou-o em 50% (mais 4). Onde irão estacionar os seus automóveis e a que custo os "burgueses" residentes, quando os proletários autarcas da nomenclatura municipal se deslocam em Toyotas Prius e BMW e não de comboio?
A zona está saturada de veículos porque a Câmara permitiu a troco de compensações - $$$$$ - a não construção de estacionamentos ou garagens para os condóminos no interior dos edifícios, quando da urbanização da área, que começou a ser edificada em 1986!
Foi um maná, para alguns, com prejuízo para residentes, para Almada e para o ambiente. No meio desta (des)urbanização houve "sobreviventes" não residentes locais.

sábado, setembro 20, 2008

Isto é Requalificação Urbana

Na ex-rua José Justino Lopes, na Ramalha, existiam estas caixas de comunicações/energia eléctrica, à direita na foto, as quais estavam ao nível do solo.
As da esquerda constituem novo e moderno mobiliário urbano, requalificador da zona, que veio com o comboio para alindar Almada.
Vêem-se muito ao longo do trajecto do comboio e são mais valia estético-visual.
Com a tecnologia do "empurra tudo pra lá" para impor o comboio da presidente da CMA, dignificar e requalificar urbanisticamente a zona, numa perspectiva futurista, estas caixas foram colocadas numa piscina (com escoador), especialmente concebida pelos requalificadores urbanos da presidente da edilidade almadense, em consequência da forçada subida do piso da rua e passeio, para colocar a via férrea e o comboio em destaque visual e complicar localmente as acessibilidades e a circulação automóvel ao cidadão.
Os moradores ficaram beneficiados com uma piscina de excelentes condições para o bom funcionamento do equipamento nas caixas, submerso.
A janela que se vê na foto anterior também fica mais acessível do exterior o que do ponto de vista municipal também é mais vantajoso para os moradores daquele apartamento.
Se os moradores quiserem melhor é só falar com a CMA que sempre esteve aberta ao diálogo para gastar mais dinheiro do Zé.

terça-feira, setembro 16, 2008

A Materialização do Sonho da Presidente

Na segunda semana de Agosto passado, o comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada, fez testes à destruição das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, mandadas destruir pela presidente para aí pôr a passar o seu comboio regional Cacilhas-Moita, (que anda sempre com muito poucos passageiros ou vazio), no ramal Cacilhas-Universidade.
O triangulodaramalha apresenta a imagem da entrada "triunfante" da primeira composição do referido comboio, em total apoteose e aclamação, na destruída Rua Lopes de Mendonça, hoje ex-rua, em direcção ao apeadeiro da Ramalha.

"Não há Festa como Esta"

"Por Almada em ruínas, de ramal em ramal até à destruição total".

quinta-feira, setembro 11, 2008

Escuridão - A Requalificação Urbana Nocturna da CMA

Na Ramalha, a intencional e óptima requalificação urbana com que a presidente da Câmara premiou os moradores sortudos, que têm um comboio regional no local onde antes existiam duas ruas, tem proporcionado, para além de cenas muito caricatas com as obras, a oportunidade deixar locais na mais completa escuridão à noite durante muitos dias.
A Praceta Cidade de Ostrava (Ostrava é cidade geminada com Almada por iniciativa desta Câmara Municipal de Almada) está sem iluminação HÁ MESES!
Foto nocturna ampliada da Praceta Cidade de Ostrava, conseguida sem "flash"
As três categorias de fiscais da obra (fiscais do Estado, fiscais da Câmara e fiscais da Concessionária) ainda não repararam na situação.
Como poderão eles, fiscais, verem que não há iluminação, se está tudo escuro à noite?
Ontem à noite os moradores toparam mais uma cena escura desta obra:
Um carro descarregava betão, para construção de um muro/trincheira às escuras na Rua Cidade de Ostrava (também actualmente na escuridão) e um operário iluminava com uma pequena lanterna portátil o local onde o betão caía.
Como se trabalhava para além do horário normal, a despesa foi maior? ou será que os trabalhadores, dos quais só se descortinavam vultos no escuro, não ganham horas extraordinárias?
É a habitual sangria de dinheiros públicos à descarada, a que se assiste nas obras do comboio regional Cacilhas-Moita, denominado metro sul do tejo.

domingo, setembro 07, 2008

A Grande Saga do Comboio

A Grande Saga para impor o comboio da presidente da CMA em Almada e especificamente na ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes continua da melhor e mais económica maneira..., à maneira do improviso e da falta de planeamento.
No post anterior referimos como a CMA guardou ou permitiu a guarda de vestígios arqueológicos....mas depois sucedeu o que se pode ver nas imagens seguintes.
Depois de se ter mantido um estaleiro de obras num canteiro durante muitos meses, resolveram tapá-lo. No dia seguinte começaram a fazer escavações à procura de qualquer coisa. E assim se vai o nosso dinheirinho...
Comparem-se as imagens com as do post anterior.
Tudo a "Bem da Almada" e do seu povo!

quarta-feira, setembro 03, 2008

A CMA na Defesa do Ambiente

A Câmara Municipal de Almada e a sua presidente são acérrimas e intransigentes defensoras do ambiente. É em parte também com a sua conversa de defesa do ambiente que a presidente continua a enganar os almadenses.
Na Ramalha, mais precisamente na ex-rua Lopes de Mendonça a senhora dá provas, através da sua criteriosa e competentíssima fiscalização, que a preservação do ambiente está em primeiro lugar.
Na foto vemos um canteiro ecológico onde lixo, garrafas de plástico e de vidro, madeiras, plásticos e entulho variado, ficaram soterrados pela terra "fertilizada" para jardinagem.
clique nas imagens para aumentar
Nesta imagem temos o mesmo local já terraplanado, do qual só foram retirados os três pedaços de tubos que se vêem na foto.
O que aqui denunciamos não é caso único, é aliás um exemplo do exemplar trabalho de defesa do ambiente que a CMA e concessoinária levam a efeito ao longo do espaço canal para a implantação do comboio da presidente. Na mesma ex-rua isto repetiu-se.
Depressa e em força é a ordem, sem respeito pelas pessoas.
Isto dá-nos também uma imagem do trabalho de fiscalização desenvolvido pelos fiscais da Câmara Municipal de Almada e da obra (do Estado ou da Concessionária ?).
Terão todos óculos de cortiça ou fecham os olhos de livre vontade e iniciativa aos atentados ao ambiente, aos moradores e ao desrespeito pelas boas normas de defesa do ambiente na execução dos trabalhos, em nome de proveitos próprios ?
Cidadão continua a ser lixo para estes (in)competentes fiscais e (ir)responsáveis da obra.

segunda-feira, agosto 25, 2008

Cidadão está abaixo de cão.

Em 28 de Abril de 2008 um morador da ex-rua Lopes de Mendonça enviou à MTS e Câmara Municipal de Almada um e-mail http://triangulodaramalha.blogspot.com/2008/04/desonestidade-intelectual-de-alguns.html reclamando de ter ficado sem acesso à sua garagem, de que paga impostos, devido às obras para implantar nesta ex-rua o comboio da presidente da CMA. Em 20 de Maio 2008 seguinte reclamou de novo http://triangulodaramalha.blogspot.com/2008/05/as-obras-do-comboio-designado-mst-tm.html por se encontrar ainda sem acesso à garagem, quando disseram que as obras só demorariam três semanas.
Em meados de Agosto de 2008 recebeu um email com os documentos inseridos abaixo.
No doc. correspondente às quatro últimas folhas datado de 30 de Julho de 2008, quem responde às reclamações desse morador e de outros dois reclamantes, dá explicações/respostas muitos curiosas, dissolvendo a responsabilidade num diluente vazio e etéreo, mais eficaz do que a água ( a água dissolve tudo).
São respostas muito características de gente que está habituada a trabalhar e nunca assumir responsabilidades pelos seus actos.
Para esta gente cidadão é "refugo", é para a lixeira.
Atente-se nas respostas/explicações dadas e no tempo decorrido entre as reclamações e a data do inteligente documento que pretende esclarecer e confortar os reclamantes.
clique sobre os doc. para aumentar e ler
fls 1 e 2 fls 3 e 4
Ficamos mais uma vez esclarecidos sobre o modo como os direitos dos cidadãos são respeitados por Câmara Municipal de Almada e por mais alguém da obra.
Nunca ficamos a saber quem é quem e, quem é responsável por alguma coisa.
São muitas as provas já dadas da irresponsabilidade reinante e militante nas obras do comboio da presidente, designado MST, imposto aos almadenses.
Pisa-se, trucida-se e tritura-se quem quer que seja para benefício económico de senhores mandantes, autoritários e armados em poderosos.
Assim se respeitam os direitos dos cidadãos nesta democracia à portuguesa.

quinta-feira, agosto 21, 2008

O Tapa Destapa Ocupa os Operários

As obras do comboio da presidente da Câmara são muito férteis na reprodução de buracos. É um constante tapa destapa para voltar a tapar.
Agora na Rua Cidade de Ostrava, Ramalha, no sentido descente no lado direito, depois de passar a rotunda em local de passeio público já calcetado, abriram novo buraco que irá contribuir certamente para o já grande buraco orçamental da despesa das obras para implantar o comboio.
Uns poucos metros à frente no mesmo sentido, foi aberto outro buraco, este maior, em local anteriormente intervencionado, tapado e com dois tubos a atravessá-lo.
Neste buraco foi feita uma base em betão.
Os buracos ocupam operários, movimentam máquinas e "requalificam" Almada.
De buraco em buraco pela mão da Câmara Municipal, Almada a um metro do abismo!

terça-feira, agosto 19, 2008

"Rigor, Competência e Eficiência"

Os progressistas "esclarecidos" da Câmara Municipal e "outros técnicos" ficavam escandalizados quando os almadenses nos forae ditos de participação, apelidavam com legitimidade o comboio MST, de COMBOIO, com todas as letras.
Diziam que não senhor, que aquilo era um metro ligeiro, um metro de superfície!
Moradores da Ramalha, com toda a razão, designaram-no comboio regional Cacilhas-Moita.
Os esclarecidos, esqueceram-se do que diziam e uma vez por outra deixam cair a máscara e assim mais depressa se apanham os mentirosos, que os deficientes físicos, apesar de estes irem ter muitas dificuldades em atravessar passagens de nível sem guarda das linhas férreas deste comboio regional.
Este aviso, distribuído localmente nas caixas de correio, pretende alertar as pessoas para a circulação dos ditos comboios e os cuidados que devem ter no atravessamento das linhas férreas(passagens de nível sem guarda):
clique sobre o doc. para aumentar e ler
As duas fotos seguintes mostram-nos o estado actual de uma das duas passagens de nível destinadas a peões sobre as linhas férreas, na ex- rua Lopes de Mendonça:
clique sobre as fotos para aumentar
Esta, mostra o estado da outra passagem de peões (não assinalada) na mesma rua, terra e mais terra (para as pessoas afundarem os pés, sujarem sapatos, pés e roupa), com uma placa alertando para "Os Comboios em Teste" .
Com a entrada em teste do comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada, nestas condições nas ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, para lá da "competência, eficiência de recursos e rigor" nos trabalhos, fica demonstrado o respeito que Câmara de Almada, a sua presidente e a concessionária do MST (a MTS) nutrem pelos cidadãos e, em especial pelos moradores da Ramalha.
A falta de respeito e de vergonha é tão grande, quanto dizerem no folheto "limitando-se a atravessá-la nas passagens devidamente assinaladas".
Onde ? Em que condições?
MENTIROSOS!

segunda-feira, agosto 11, 2008

Consequências da Desqualificação Urbana Local

A "extraordinária requalificação urbana" que a Câmara Municipal de Almada implantou na Ramalha com a alteração da orografia do terreno para introduzir o comboio da presidente da CMA já começou a produzir estragos.
O acentuado declive da rua Cidade de Ostrava associado a outras anormalidades locais (presença de areias no piso e os carris) ocasionaram na semana passada o despiste de uma viatura ao fazer a rotunda desta rua, sobre as linhas da passagem de nível sem guarda do comboio, junto à Capela da Ramalha.
clique sobre as fotos para aumentar

quinta-feira, agosto 07, 2008

Dupla Agressão

Na ex-rua Lopes de Mendonça, com a determinação da presidente da Câmara Municipal de Almada de não cumprir o Despacho da Secretária de Estado dos Transportes nº 06.07/05SET de 22JUL2005 e impor as linhas férreas do seu comboio nesta ex-rua, estamos em presença de uma agressão tipo "dois em um". Trata-se de um duplo desastre, ambiental e paisagístico.
clique sobre as fotos para melhor visualizar
Na foto anterior vêem-se parcialmente os danos causados na ex-rua.
Esta ex-rua, com tantos postes, parece uma travessa de amargos acepipes com palitos espetados.
Actualmente nos 100 metros da ex-Rua Lopes de Mendonça há:
- 15 sinais de trânsito (ainda não estão todos colocados) em 11 postes.
- 7 semáforos (em 6 postes)
- 12 candeeiros de iluminação pública (12 postes)
- 6 inestéticos e grosseiros postes em cruzeta de suporte da catenária ( 6 postes/torres)
- 6 canteiros para colocar 6 árvores.
- 3 passagens de nível sem guarda
Em 100 metros de arruamento os moradores, automobilistas e transeuntes levam com: - 1 sinal de trânsito em média por cada 7 metros (100:15) - 1 obstáculo/um "pin" em média por cada 2,5m (100:41) - 3 passagens de nível sem guarda, sendo uma para automobilistas e duas para peões.
Mas o penar dos moradores locais causados pela casmurrice da presidente da Câmara de Almada em levar por diante o seu patético orgulho de se julgar proprietária de Almada e da vontade dos almadenses e dos moradores, tem consequências no agravamento actual e futuro da qualidade de vida dos residentes locais, assim como da população de Almada.
- a poluição na ex-rua aumentou.
- o ruído também, porque as viaturas circulam mais próximo dos prédios sobre calcetamento e vai agravar-se quando o comboio da senhora começar a circular, pelo atrito nos carris, com uma curva de pequeno raio de curvatura ao deixar a fragmentada Av. Bento Gonçalves, para entrar na ex-rua Lopes de Mendonça.
Actualmente os moradores têm os prédios sujos devido ao pó com as intermináveis obras e devido a terem despejado sobre os calcetamento da ex-rua, pó de pedra que é levantado com a passagem dos veículos e do vento, obrigando os residentes a terem janelas fechadas nestes dias quentes.
Com as obras a sujidade e o pó aumentou no interior das residências.
"Excelente" a qualidade de vida que a presidente da Câmara proporciona a todos nós.
As acessibilidades complicar-se-ão sobretudo para viaturas de socorro ou em caso de uma avaria ou acidente com viaturas, já que as faixas de rodagem são mais estreitas não permitindo ultrapassagens.
Mesmo que os veículos vão para cima dos carris, será o caos porque os comboios vão ter que parar e pode até acontecer haver acidentes nestas circunstâncias entre comboios e viaturas auto.
Temos de "agradecer" o "bom senso" da presidente da Câmara Municipal de Almada, quando contrariando as populações subjugou os almadenses aos seus ecológicos devaneios delirantes de um futuro retrógrado, para esta terra que ela não vive, mas agride.
A seguir apresenta-se mais um caso de "esquecimento" em obra.
Vemos um trabalhador em tarefa de abrir um sumidouro para águas pluviais na Rua Cidade de Ostrava, depois de o piso já estar terminado há mais de um mês. Não foi o primeiro caso nesta rua. Outros sumidouros já tinham sido abertos após a pavimentação, só que a falta deste demorou mais tempo a ser detectada.
Parece que também não é de bom senso improvisar tudo ao mesmo tempo.
Há que prolongar no tempo a incompetência e a improvisação.
Outros situações surgirão certamente.

É esta a primorosa requalificação urbana da Câmara Municipal de Almada, numa Almada cada vez mais decadente por sua acção e graça.

quarta-feira, agosto 06, 2008

Improviso e Incompetências

A fertilidade em incompetência das obras para o comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada nas ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, mandadas destruir por esta eleita pessoa, é imparável e não tem limites. Caros visitantes deste blog! Lembram-se da foto seguinte que apresentámos aqui em post, do dia 25 de Julho de 2008?
Pois agora, hoje os pensadores desta gloriosa obra, lembraram-se que haviam esquecido algo. O aspecto actual do mesmo local é o que se pode ver na foto a seguir.
Morador do referido prédio diz o que aconteceu: «Depois de obtermos a graça da execução do passeio, Eis que a fita recomeçou. Agora trata-se da instalação da caixa dos Telefones que esqueceram de colocar. Infelizmente a competência dos responsáveis não dá para mais. Há imenso tempo que o 6º andar do nr. 12 se queixou que não tinha acesso à Net Por causa do telefone que não estava a funcionar. Imaginar que sempre que surgir uma avaria ou falha têm de abrir a nesga de passeio que existe».

Acresce a isto que em consequência das obras locais para o comboio, anteriormente partiram a pedra mármore da soleira da entrada da garagem 12A, deste prédio. Mas, a incompetência e o improviso não ficam por aqui.

Na ex-rua Lopes de Mendonça, frente aos nºs 2 e 4 depois de terem colocado os blocos enterrados em pedra tipo granito, para delimitar o pseudo espaço canal, esqueceram-se ou concluíram que seria necessário mais um semáforo e vai daí, há que instalá-lo.

Para isso tiveram de rasgar o bloco do tal granito na base como se observa nas fotos seguintes:
Haverá melhor e maior manifestação da improvisação em obra?
A presidente da Câmara Municipal de Almada deve estar com o seu ego reconfortado e satisfeitíssima com a sua teimosa decisão de mandar tramar os moradores destas ruas na Ramalha, por terem ousado apresentar uma solução para o traçado:
- mais económica, ( no mínimo menos 1.200.000 euros)
- de menor impacte ambiental
- menos prejudicial aos moradores.
Mostra assim ufana, aos seus correligionários, que em Almada quem manda contra tudo e todos (com a colaboração evidente deste governo), é ela.
Para ela, Almada "é dela e do seu partido".
A população e os cidadãos que vão às urtigas!
Mostra o seu ferido orgulho de presidente "do quero posso e mando" , mas não se apercebe que está a mostrar a sua cega mesquinhez.

segunda-feira, agosto 04, 2008

Outra Aberração

Na Rua D. José de Alarcão, na Ramalha, as obras para o comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada proporcionaram uma "notável requalificação urbana", onde encontramos muito bons exemplos (para além destes) do que é requalificar uma rua, para melhorar a qualidade de vida aos moradores e transeuntes.
O passeio público que observamos nas duas fotos, consequência do afundamento da rua, proporciona a todos, a idosos, deficientes, senhoras com sapatos de salto alto ou médio ou, transportando bebés em carrinhos, excelentes e fáceis condições de locomoção e mobilidade.
Uma coisa é certa: este passeio é todo ele uma prova de obstáculos - canteiros, árvores, poste de iluminação pública, degraus, redes metálicas, artísticos pilaretes - obrigando o cidadão a circular no empedrado da faixa de rodagem das viaturas (o empedrado à Boavista Futebol Clube)...mas, é parte integrante da grandiosa obra da CMA, porque só grandes e importantes cidades têm um metro de superfície versus comboio, assim!

Com as obras para o comboio municipal, Almada em mobilidade é exemplo a rejeitar.

A Câmara Municipal não respeita pessoas. Passa por cima delas.

Melhor que a Câmara Municipal de Almada não há.

sábado, agosto 02, 2008

SUPER ABERRAÇÃO

De aberração em aberração prossegue o cumprimento das ordens da presidente da Câmara Municipal de Almada que mandou destruir as ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça para implantar vias férreas destinadas ao ramal Cacilhas-Universidade, do comboio regional Cacilhas-Moita.
São muitas as realizações aberrantes resultantes da mediocridade de decisões insensatas, as quais com o avanço das obras, vão mostrando à população a razão daqueles que colocaram reservas, a esta hipótese de projecto de um metro de superfície para Almada.
Nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça está em exposição pública um rol de asneiras aberrantes do que não se deve fazer (dizem que é requalificação urbana) numa cidade destinada às pessoas.
Este sinal de trânsito colocado por detrás e em simultâneo com semáforos, numa passagem de nível sem guarda, daquele ramal na ex-rua Lopes de Mendonça, é daquelas ABERRAÇÕES...que só lembra a alguns e mostra publicamente boa parte da leviandade e improvisação que existe em toda a obra.
clique nas imagens para aumentar

Quem ordenou a colocação do comboio nestas ruas,

- não sabe ouvir a população

- não sabe decidir correctamente.

sexta-feira, agosto 01, 2008

As Aberrações Existem

Na Ramalha, a Câmara Municipal de Almada pela mão da presidente, ao implantar as linhas férreas do comboio MST nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça tem vindo a presentear os moradores com aberrações talvez dignas de uma abundante e manifesta mesquinhez humana existente em algumas pessoas.
As entradas das garagens das fotos, na ex-rua José Justino Lopes tinham uma acessibilidade normal. Hoje, estão afundadas por opção da presidente da Câmara, em prejuízo dos seus proprietários e sem os ouvirem.
Todos isto feito por imposição da presidente da Câmara recorrendo a um mecanismo de defesa - o denominado interesse público - como paliativo para proteger manifestas incompetências.
Aberrações que não ficam por aqui.
Contaram-nos esta:
Um morador da ex-rua Lopes de Mendonça dirigiu-se a uma personalidade técnica, de capacete branco, da obra do comboio MST, reclamando de anormalidades na execução dos trabalhos e perguntou mais ou menos com estas palavras:
"Acha que este trabalho está feito em condições"?
Resposta da personalidade:
"Não protestem muito porque ainda podem ficar pior!
Surpreendente a ética profissional destes técnicos!

quarta-feira, julho 30, 2008

Mais um Cidadão a Reclamar

Na Ramalha, o declive da Rua Cidade de Ostrava foi aumentado dois metros para permitir colocar as ferrovias do comboio da presidente da Câmara em plano horizontal na rotunda desta rua.
O cidadão, que se proponha subir a pé a Rua Cidade de Ostrava pelo passeio do lado direito terá de sair para a estrada, porque o passeio não foi acabado ou então terá de fazer uma prova de obstáculos para prosseguir.
Este panorama prevalece localmente há mais de três semanas.
Visto em sentido oposto o espectáculo é mais degradante e demonstrativo da falta de respeito da CMA pelos cidadãos.
Entretanto mais um morador enviou dois e-mails para a Câmara Municipal de Almada e Concessionária do MST, sobre a forma como estão a decorrer as trágicas obras para o MST na Ramalha
1. De:
Enviada:terça-feira, 1 de Julho de 2008 15:56:22 Para: metrots@mail.telepac.pt Cc: gab.presidencia@cma.m-almada.pt; jmgoncalves@cma.m-almada.pt; geral@mts.pt
Exmos Senhores,
Solicito que seja revisto o posicionamento do Ecoponto na rua Lopes de Mendonça uma vez que o mesmo vai ficar mesmo em baixo das janelas do R/C do prédio 7. Não me parece que faça algum sentido o local escolhido para deposito de lixo , havendo outros locais na rua bem mais apropriados e longe de qualquer janela. Aproveito também para solicitar que seja revisto o traçado na praceta Cidade Ostrava ( traseiras do mesmo prédio) uma vez que para fazer uma curva ? vai retirar pelo menos 2 lugares de estacionamento e com a escassez de lugares existente não me perece razoável. Espero que estas duas questões sejam solucionadas demonstrando da V/ parte alguma consideração para quem tem de viver neste local.
Fico a aguardar resposta
Cumprimentos
2. De: Enviada:quinta-feira, 3 de Julho de 2008 20:44:29 Para: geral@mts.pt Cc: gab.presidencia@cma.m-almada.pt; jmgoncalves@cma.m-almada.pt
Exmos senhores Sou habitante da Rua Lopes de Mendonça e venho assim fazer um reparo que julgo ser importante e ainda perfeitamente remediável. Os Senhores ao porem o pavimento em pedra onde irão passar carros não me parece ser de bom senso, não tarda as pedras irão saltar para além de o piso ficar completamente irregular., para não falar no ruído de faz á passagem de carros . Há uns anos atrás em Lisboa existiam algumas ruas com esse pavimento e que foi substituído por alcatrão pela razões que apresentei. Será que esse facto não serviu de exemplo? Toda esta obra é feita com dinheiros públicos o que torna perfeitamente razoável a vossa atenção para as questões e criticas apresentadas pelos cidadãos
Cumprimentos
O mesmo morador enviou um terceiro e-mail para a MTS
De: Enviada:quinta-feira, 17 de Julho de 2008 8:37:01 Para: geral@mts.pt
Exmo Senhores Sendo morador na rua Lopes de Mendonça venho assim fazer um reparo á V/ obra. É assustador a falta de profissionalismo com que os V/ operarios trabalham (Não certamente por culpa dos mesmos) para isso e como um dos muitos exemplos , mandem verificar as rampas das entradas das garangens e o estado já do pavimento .
Com os melhores cumprimentos, Entretanto só o email de 3 de Julho teve resposta da MTS
RE: Obras MST‏ De:Geral MTS (geral@mts.pt) Enviada: quarta-feira, 9 de Julho de 2008 12:07:31 Para:
Exmo. Senhor
Acusamos a recepção do seu e-mail de 03/07/08, o qual mereceu a nossa melhor atenção, cumprindo-nos, no entanto, informar V. Exa. que esta Concessionária apenas se limitou a executar um projecto da responsabilidade do Estado Concedente / CMA, representados pelo Gabinete do Metro Sul do Tejo. Com os melhores cumprimentos,
As fotografias mostram-nos a face oculta do Plano de Mobilidade Acessibilidades 21 da Câmara Municipal, supervisionado pelos fiscais municipais no terreno, com exemplar eficiência e dedicação, na defesa do cidadão e em especial dos deficientes físicos e idosos e de quem transportar um bébé num carrinho.

segunda-feira, julho 28, 2008

A Blogosfera Incomoda

O Triângulo da Ramalha divulga um e-mail que lhe chegou sobre censura a um blog.
O blog "O Jumento" vitima de tentativa de censura
"Parece ter sido opinião unânime, a censura inserida pela Blogger parece ter resultado de uma acção concertada de quem não gosta deste blogue, por aqui respira-se demasiada liberdade para quem anda por aí armado em provedor da democracia, gente que a democracia não é mais do que o melhor sistema político para lutar pela instalação de uma ditadura.
Registo com apreço as dezenas de manifestações de solidariedade feitas por mail, na caixa de comentários e noutros blogues, são palavras que me obrigam a manter este espaço apesar de todo o cansaço que às vezes posso sentir. Devo dizer que fiquei surpreendido. Manter e melhorar para que os que odeiam a opinião livre se sintam ainda mais incomodados, para isso já estou a preparar a mudança para o domínio "jumento.org", o mais tardar depois das férias há mudanças.
E já que vamos mudar o Palheiro é hora de fazer sugestões quanto ao modelo, aos conteúdos ou relativamente ao aspecto gráfico. O Jumento há muito que deixou de ser um blogue pessoal, é um espaço de liberdade onde se discutem ideias e se apoiam causas.
A todos o meu obrigado".

sexta-feira, julho 25, 2008

Mais Uma Prepotência Sobre Moradores

Os moradores do prédio nº 12 da antiga rua Lopes de Mendonça, nas duas primeiras imagens à esquerda, quando compraram os apartamentos tinham um prédio com este aspecto na fachada frontal, de paredes sem obstáculos, sem armários exteriores e com a via de circulação afastada do prédio por 6 metros de passeio.
Com as obras para implantar o comboio (apelidado de MST) da presidente da Câmara Municipal de Almada, por imposição da senhora nesta rua, que deixou de ser rua para dar lugar a um canal ferroviário, os moradores foram "presenteados" sem os consultarem ou lhes pedirem autorização, com os armários que se vêem na imagem seguinte, quando existe poucos metros à frente um muro municipal onde poderiam ser colocados e onde o passeio é muito mais largo.
Repare-se também onde está agora a faixa de rodagem para viaturas.
A colocação dos armários na zona do passeio mais estreita livre de portas e encostados ao prédio, é mais uma aberração das obras para o comboio da presidente.
Depois de castigar os moradores com uma faixa de rodagem a 2 metros do prédio quando anteriormente a tinham a 6 metros, a presidente da Câmara no seu excelente Plano de Mobilidade Acessibilidades 21, devassa a propriedade daqueles condóminos e coloca mais um obstáculo à livre mobilidade das pessoas num passeio já de si estreito.
A indignação dos moradores é legítima, contestam esta aberração, a falta de lógica e senso na decisão de ali colocarem os armários, alegando :
"1. Quando recentemente comprámos a casa não existia qualquer tipo de armários no exterior porque a construção já obedecia a critérios mais modernos relativamente a fios e a tubos; 2. Houve obrigatoriedade em construir uma casa para guardar o contentor do lixo o que roubou espaço para outras melhorias e agora não irá servir para nada; 3. Com as obras assistimos a um “roubar de espaço exterior” relativamente ao passeio, ficando o nrº 12 o mais prejudicado ( provavelmente nem 2 metros temos); 4. Agora , sem qualquer aviso ou informação, vieram roubar o único espaço disponível na parede do prédio, para colocar uma série de mamarrachos que não dão hipótese a qualquer serventia do prédio que é dos proprietários, em termos de mudanças, cargas e descargas, etc.etc. 5. Ora, se os mamarrachos não servem os proprietários do nr. 12 qual é o papel que eles estão ali a desempenhar? " As pessoas são constantemente desrespeitadas e empurradas no seu local de residência, para acomodar o comboio de "Sua Exª".
Os moradores e cidadãos de Almada continuam a ser trucidados por esta Câmara Municipal, que actua com se Almada seja uma coutada dos autarcas que a compõem.

quinta-feira, julho 24, 2008

Cidadão é Constamente Refugado

Moradores e transeuntes têm sido tratados abaixo de cão pela Câmara Municipal de Almada e por quem coordena as obras do comboio da presidente, intitulado MST.
Na ex-rua Lopes de Mendonça, junto ao nº 2 existiu até hoje de manhã uma situação caracterizadora do respeito e cuidado que os cidadãos merecem dos coordenadores da obra e fiscais (que não existem).
Há muito tempo que o passeio junto ao nº2 havia sido destruído e não arranjado, existindo no local montes de terra para além da irregularidade do piso. Este local é passagem regular de transeuntes e dos moradores locais, uma vez que junto ao prédio existem escadas de acesso aos arruamentos de cima.
Ontem para agravar a situação despejaram no local areias e pedras e assim ficou durante o dia...
....proporcionando este degradante quadro com cidadão idoso e com dificuldades motoras, obrigado a passar em equilibrio precário sobre as pedras que os (i) responsáveis da obra aí mandaram colocar e permaneceram sem serem usadas. Aspecto das terras soltas e areias colocadas junto ao prédio :
Um morador do referido prédio indignado com os quadros observados de pessoas em dificuldade para passar aí, dirigiu-se a um engenheiro da obra protestando pelo estado em que o local se encontrava.
Não foi bem recebido o seu protesto, acabando o engenheiro por dizer que ia resolver a situação.
Ao fim do dia o quadro permanecia idêntico tendo um morador improvisado uma solução precária.
Nesta "grandiosa obra" da presidente da Cãmara a segurança não é levada a sério. Graças à CMA, esta é uma obra onde os cidadãos são todos os dias considerados refugo, elementos perturbadores e, com tal são "refugados". Nota: Hoje pela manhã, finalmente começaram a calcetar o passeio.

terça-feira, julho 22, 2008

Mais uma Grande Aberração

A implantação nas ex-ruas José justino Lopes e Lopes de Mendonça do comboio da presidente da Câmara Municipal de Almada por exigência sua, destruiu duas ruas e veio criar inúmeros problemas graves relativos a mobilidade, acessibilidades e perda de qualidade de vida local aos moradores, bem como aos almadenses.
Hoje damos conhecimento do protesto de uma moradora na ex-rua José Justino Lopes sobre a situação que criaram aos habitantes de um prédio, conforme a foto abaixo, anexa ao e-mail, que a mesma enviou a responsáveis (?) pela obra.
1. E-mail enviado pela moradora
From:
Sent: Tuesday, June 24, 2008 1:49 AM
Subject: Acessibilidades
Boa noite,
Agradeço que me informem para quando a resolução do problema de acesso ao nº 13 da Rua José Justino Lopes.
Esta situação mantem-se desde Janeiro de 2008 (há mais de seis meses), sem que haja qualquer prespectiva de melhoramento, pelo que me apraz colocar as seguintes questões:
- Se não se pretendia fazer uma intervenção imediata, qual a necessidade de abrir uma vala na entrada do prédio e não a tapar?
- O muro onde assenta o passadil terá mais alguma utilidade para além de servir de parque das merendas aos trabalhadores da obra? (experimentem visitar o local á hora de almoço para entenderem do que estou a falar)
- A vala tem alguma utilidade para além de servir de lixeira pós picknick??? (ver a quantidade de garrafas de cerveja e vinho acumuladas)
- Existe alguma data para a resolução deste problema, uma vez que existem inumeros acessos na mesma rua que foram afectados posteriormente e que actualmente já estão concluídos?
Neste momento encontro-me em casa, por estar em final de gravidez, o que me aumenta as dificuldades de deslocação e o risco de quedas, pelo que quero colocar mais duas questões ás quais gostaria de ter resposta:
-Se for necessário que uma ambulancia se desloque ao prédio, como o fará (hoje nem sequer conseguira sair da rua, devido á colocação de iluminação de festa na Rua do Clube recreativo da Ramalha)?
-Que tipo de percurso fazer com um carrinho de bébé?
Fico a aguardar os vossos comentários.
Melhores Cumprimentos,
(moradora do predio citado)
2. E-mail resposta "inteligente", 23 dias depois, do Metroligeiro. From: METROLIGEIRO Sent: Thursday, July 17, 2008 5:15 PM To: Subject: mail de 11 de julho (?)
Exma. Senhora,
Fazemos referência ao seu mail acima mencionado, o qual mereceu a nossa melhor atenção.
No que concerne ao seu conteúdo, cumpre-nos esclarecer que este ACE está ciente dos incómodos que uma obra desta dimensão provoca no quotidiano dos habitantes de Almada, pelo que tem tomado todas as diligências no sentido de minorar os seus impactos.
Relativamente aos trabalhos na Rua José Justino Lopes, aproveitamos para esclarecer que a sua conclusão se encontra prevista durante o mês de Agosto, encontrando-se contudo a vala mencionada na missiva já coberta.
Melhores Cumprimentos
António Ferreira, Dr.
3. E-mail resposta da moradora ao e-mail anterior de Metroligeiro de: para: METROLIGEIRO <metroligeiro-geral@mail.telepac.pt> ccgeral@mts.fp,cma.m-almada.pt data: 20 de julho de 2008 12:30 assunto: Re: mail de 11 de julho Exmo. Sr. Dr.,
Antes de mais os meus agradecimentos por finalmente receber uma resposta a algumas das questões levantadas.
Lamento não ter respondido de imediato, mas nos ultimos 2 dias estive novamente sem serviço de internet (+telefone+televisão) corte este motivado, segundo a Cabovisão, pelas obras do Metro.
Já não bastava estar "prisioneira" no prédio, como também tenho de ficar incontactavel do mundo...
Relativamente às suas considerações, parece-lhe sinceramente que estejam a ser tomadas todas as diligencias para minorar os impactos das obras, quando se demoram 7 meses para concluir um acesso a um prédio?
E quando curiosamente, este é praticamente iniciado e concluído num unico dia?
Só me resta dizer, haja vontade...
Melhores Cumprimentos,
(a moradora)
Informação deste blog:
Outros moradores receberam respostas igualmente "inteligentes", da mesma fonte (Metroligeiro), relativas a reclamações apresentadas em consequência das obras para implantar localmente o comboio da presidente da Câmara.