fls 3 e 4
Ficamos mais uma vez esclarecidos sobre o modo como os direitos dos cidadãos são respeitados por Câmara Municipal de Almada e por mais alguém da obra.
fls 3 e 4
Ficamos mais uma vez esclarecidos sobre o modo como os direitos dos cidadãos são respeitados por Câmara Municipal de Almada e por mais alguém da obra.
As duas fotos seguintes mostram-nos o estado actual de uma das duas passagens de nível destinadas a peões sobre as linhas férreas, na ex- rua Lopes de Mendonça:
Na foto anterior vêem-se parcialmente os danos causados na ex-rua.
É esta a primorosa requalificação urbana da Câmara Municipal de Almada, numa Almada cada vez mais decadente por sua acção e graça.
Acresce a isto que em consequência das obras locais para o comboio, anteriormente partiram a pedra mármore da soleira da entrada da garagem 12A, deste prédio. Mas, a incompetência e o improviso não ficam por aqui.
Na ex-rua Lopes de Mendonça, frente aos nºs 2 e 4 depois de terem colocado os blocos enterrados em pedra tipo granito, para delimitar o pseudo espaço canal, esqueceram-se ou concluíram que seria necessário mais um semáforo e vai daí, há que instalá-lo.
Com as obras para o comboio municipal, Almada em mobilidade é exemplo a rejeitar.
A Câmara Municipal não respeita pessoas. Passa por cima delas.
Quem ordenou a colocação do comboio nestas ruas,
- não sabe ouvir a população
- não sabe decidir correctamente.
Com as obras para implantar o comboio (apelidado de MST) da presidente da Câmara Municipal de Almada, por imposição da senhora nesta rua, que deixou de ser rua para dar lugar a um canal ferroviário, os moradores foram "presenteados" sem os consultarem ou lhes pedirem autorização, com os armários que se vêem na imagem seguinte, quando existe poucos metros à frente um muro municipal onde poderiam ser colocados e onde o passeio é muito mais largo.
Impossibilitados de cozinhar e efectuar outras rotinas domésticas (banhos, cuidar da higiene de crianças), alguns moradores tiveram de fazer despesas, nomeadamente jantar fora de casa.As despesas não foram elevadas, mas apresentaram-nas na MTS para serem ressarcidos, a qual descartou responsabilidade pelo sucedido e informou que as mesmas deveriam ser apresentadas à Setgás.
A irresponsabilidade, a falta de consciência cívica e de respeito pelo bem estar dos cidadãos revelados por quem orienta a obra e a aprovou para o local, revela-se mais uma vez nestes detalhes a um nível a que os cidadãos já conhecem nesta Câmara Municipal.
Em toda a obra da trágico-comédia do comboio da Câmara Municipal de Almada, designado MST, o faz desfaz para voltar a refazer poderá ser manifestação do arrastar dos trabalhos e revelação de alguma criativa incompetência.Sempre foi assim ao longo da obra e na Ramalha parece que estas coisas são mais frequentes ou pelo menos há mais cidadãos atentos por terem sido mais massacrados.