segunda-feira, abril 28, 2008

A desonestidade intelectual de alguns autarcas e "companhia" continua...

Na ex-rua Lopes de Mendonça, a Câmara Municipal de Almada, continua a querer, por via de intermediários e sacudindo suas reais responsabilidades no caso, espezinhar e ultrajar os moradores como se estes sejam seus servos ou lacaios.
Moradores são gente, são sujeitos, não são fantoches.
Alguns proprietários das garagens dos números pares desta ex-rua foram agora informados, por folheto, que ficariam sem possibilidade de aceder às suas garagens por um período de 3 semanas.
É o regime autoritário e ditatorial a funcionar, desta Câmara Municipal sem dignidade, que não se respeita nem sabe respeitar os cidadãos, os moradores que pagam seus impostos e tarifas municipais.
Moradores não podem, não devem estar sujeitos a arbitrariedades de autarcas que impuseram a linha 3 do comboio-MST na Rua Lopes de Mendonça e na Rua José Justino Lopes, para se vingarem, por estes terem sabido defender seus interesses e apresentarem uma melhor solução, depois de o Estado ter decidido retirar esta mesma linha das Ruas, ao aprovar a solução-proposta dos moradores
São autarcas que por deformação cultural básica e política não sabem honrar sua palavra.
A - Imagem das obras na ex-rua Lopes de Mendonça e as garagens dos números pares à direita:
Um morador destes prédios enviou o seguinte e-mail à Câmara Municipal de Almada e à Concessionária MTS: Forwarded message From: Date: 2008/4/26 Subject: Acesso às Garagens na Rua Lopes de Mendonça
To: geral@mts.pt Boa noite,
Sou residente e proprietário de uma garagem na Rua Lopes de Mendonça, ..... ..... .
Desde o inicio da obra e em todas as apresentações dos projectos que a CMA e o MST disseram aos moradores que o acesso ás garagens estava garantido durante a execução da obra.
Esta semana recebi um aviso do MST colocado na porta da garagem que por acaso não voou como alguns das garagens vizinhas, a informar que tinha que retirar as viaturas da garagem e com os acessos vedados á mesma, impedindo a sua utilização por um periodo estimado de três semanas.
Informo V.Exas do seguinte:
Eu não vou retirar a minha viatura da minha garagem apenas com um simples folheto informativo.
Se me impedirem o acesso alguém (CMA e MST) vai ter de se responsabilizar pelos danos causados tais como:
- Faltas ao trabalho por falta de viatura para deslocação para o trabalho
-Todos os restantes danos e prejuizos causados pela impossibilidade de utilizar um bem proprio e pessoal que me é imprescindivel para o desempenho da minha actividade diária.
Os Senhores do MST e da CMA não podem dispor desta forma dos bens dos moradores, impedindo o acesso as garagens e têm que ser responsabilizados por todos os danos causados.
No caso de não ser possivel executar a obra sem impedir o acesso as garagens, têm que informar os proprietários individualmente por escrito com a devida antecedência e arranjar uma alternativa para os proprietários das garagens guardarem as suas viaturas com as mesmas condiçoes de segurança das suas garagens.
O IMI da garagem está pago, por isso não aceito que impeçam o acesso a um bem próprio e pessoal que é fundamental ao desempenho da minha vida profissional.
É lamentável que os municipes sejam tratados desta forma pela CMA e MST.
Cumprimentos,
.... ....... .....
B- Imagem da Ex-rua Lopes de Mendonça com delimitação já visível para um canal ferroviário, onde antes existia uma faixa de rodagem com dois sentidos, que a presidente da Câmara fez desaparecer:
C - A antiga Rua Lopes de Mendonça, artéria agradável, que satisfazia os moradores, a qual foi usurpada pela Câmara Municipal de Almada e sua Presidente, para aí meter uma via férrea dupla, para passagem de um comboio, com grandes prejuízos para moradores, acessibilidades e para a qualidade de vida local:

A destruição de Almada, pela presidente da Câmara Municipal de Almada também passa por teimosia da mesma na destruição desnecessária de duas ruas na Ramalha:

Rua Lopes de Mendonça e Rua José Justino Lopes,

quando existia uma decisão-solução do Governo, solicitada pela CMA, mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial a moradores.

DEMOCRACIA OU DITADURA?

segunda-feira, abril 21, 2008

O Triângulo da Ramalha

A Alta Requalificação da zona da Ramalha só é ALTA para alguns interessados no negócio de 390 milhões e provavelmente para incondicionais apoiantes da Câmara, para quem tudo que é feito pela Câmara Municipal de Almada é sempre bom, numa lógica democrática exercida por gente "autoritária democraticamente", em desmando e prepotência.
A- Na imagem seguinte vemos o esquema do traçado do Projecto Inicial do MST, Solução 1, para o designado Triângulo da Ramalha, que a Câmara Municipal de Almada aprovara, entalando 4 prédios para além de outros prejuízos aos moradores de três ruas, onde o cruzamento das linhas 2 (Corroios-Pragal-Corroios) pela R. Cidade de Ostrava (amarelo e verde) e a linha 3 (Cacilhas-Universidade-Cacilhas) pela Rua Lopes de Mendonça (lilás e roxo) do comboio com a Av. Bento Gonçalves se fazia com uma reduzida distância entre si .
Esta Solução seria causadora de grandes e graves problemas de trânsito na Av. Bento Gonçalves, como se poderá verificar pela reduzida proximidade dos cruzamentos das linhas na Av. Bento Gonçalves, pela sua inserção e a "mais alta requalificação urbana" que estava prevista para o local.
A linha 1 (azul e vermelho) em todos os esquemas insere-se na Av. Bento Gonçalves, faz o trajecto Cacilhas-Corroios-Cacilhas:
B - Esquema da Proposta da Câmara Municipal de Almada Solução 2 que a presidente da Câmara desejava ver ser aprovada pela Secretária de Estado dos Transportes, quando da apresentação das propostas alternativas ao traçado do MST na zona da Ramalha, apresentadas aos moradores em 16 de Junho de 2005.
A linha 3 (lilás e roxo) pela Rua Lopes de Mendonça e a linha 2 (amarelo e verde) pela R. do Clube Recreativo da Ramalha.
Esta proposta da CMA correspondia à que tinha ido a concurso internacional, mas depois foi alterada para a anterior (Esquema A) com a aceitação da Câmara Municipal:
C - Esquema da Proposta dos Moradores Solução 5, que inseria as linhas 2 (amarelo e verde) e 3 (lilás e roxo) na Rua de Alvalade, poupando cerca de 1.200.000 euros, não sendo necessário destruir as ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça e poupava a construção de cerca de 450 metros de linhas férreas.
Com esta solução, bastava a construção de escassos 80-100 metros de via férrea para a linha 3 (lilás e roxo), da Av. Bento Gonçalves à linha 2 na Rua de Alvalade.
A distância entre o cruzamento das linhas 2 e 3 na Av. Bento Gonçalves é maior do que aquela prevista no Projecto inicial (Esquema A):
D - Esquema da Solução-Invenção que está a ser imposta localmente, Solução MAME à revelia do Desp. da SET, sem nunca ter sido apresentada aos moradores, conforme a Assembleia Municipal exigiu ao Governo e que resultou de uma atitude e acção prepotente da presidente da Câmara, que rejeitou a Solução 5 dos moradores, escolhida pelo Governo, por ver rejeitada a sua Solução 2 (Esquema B).
Nesta Solução MAME à revelia do Desp. da SET, a linha 3 (lilás e roxo) ficou na Rua Lopes de Mendonça, por exigência da presidente da Câmara e a linha 2 (amarelo e verde) na Rua de Alvalade:
Com esta solução-invenção da presidente da Câmara, em a colaboração com mais alguém, foram destruídas duas ruas e agravadas as condições de acessibilidades e mobilidade dos moradores locais, com reais efeitos negativos no trânsito local e na qualidade de vida dos moradores.
A Proposta dos Moradores Solução 5 (Esquema C) conforme foi demonstrado, era mais económica, de menores efeitos negativos para os moradores e de menor impacte ambiental.
Como técnicos da obra disseram aos moradores e os estudos apresentados revelaram, que a Solução 5 era perfeitamente viável, assim também nos disseram Engenheiros a trabalharem nesta obra, que a colocação da linha 3 nas ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça, não se justifica perante a Solução 5, a dos moradores.
A passagem do comboio na linha 3 nestas duas ruas não constitui qualquer benefício para os residentes, já que as paragens do comboio antes e depois estão no mesmo sítio em que ficariam com a Solução 5 dos moradores.
São gastos e trabalhos desnecessários, incompreensíveis e desqualificadores urbanisticamente da zona, que estão a ser realizados por teimosia e vingança da presidente da Câmara sobre os moradores, com aceitação do Governo, que cedeu à prepotência da presidente.
POR QUÊ?
Todos contrbuintes portugueses estão a pagar os devaneios e delírios insensatos da presidente da Câmara Municipal de Almada, quando impôs à população este traçado do comboio MST - o TGV ( Transporte Geralmente Vazio) de Almada.

domingo, abril 20, 2008

As "Melhores" Acessibilidades dos Moradores da Ramalha

A presidente da Câmara Municipal de Almada no seu árduo e inteligente trabalho para proporcionar melhor qualidade de vida aos moradores da Ramalha com o seu comboio especial MST dotou toda a zona de "excelentes" condições de mobildade e "melhores" acessibilidades com vemos nas imagens.
Colocou escadas e obstáculos onde não existiam. Construiu um futuro de dificuldades para os moradores e peões.
É "o progresso e o desenvolvimento" na sua fraca visão de gerir uma cidade e de se interessar por uma comunidade com autoritarismo, arrogância e desrespeito pelas regras democráticas que devem existir numa sociedade livre, humana, fraterna e responsável.
1. Escadas "facilitadoras" de acessos, onde antes não eram necessárias: 2. Varandas à esquerda na foto, por afundamento do solo para implantar duas vias férreas, fazendo desaparecer a rua:
3. Garagem na semi ex-rua D. José de Alarcão, que anteriormente não tinha problema com entrada de águas pluvias e hoje está sujeita a inundação devido à excelente requalificação urbana da Presidente da Câmara, que construiu com o seu Plano de Acessibilidades Mobilidade 21, um calcetamento em plano inclinado que faz escoamento para a entrada da garagem: visível nesta foto, terra depositada resultante da chegada da água à entrada:
4. Entrada "muito facilitada" de uma garagem na ex-rua José Justino Lopes em obras para implantar o comboio:
5. Prédio na ex-Rua José Justino Lopes com rampa de acesso bilateral quando antes não era preciso:
Os moradores locais sentem-se "muito felizes" com estas "excelentes condições" de acesso e mobilidade, que vêm "facilitar" extraordinariamente a sua vida.
Nunca imaginaram que houvesse alguém que se interessasse tanto pela qualidade de vida dos habitantes locais, como este "democrático" elenco camarário.

quarta-feira, abril 16, 2008

Mais Valias do Comboio MST para os Moradores

O comboio MST tem sido um mãos largas a dar benefícios aos moradores das ex-Ruas onde foi implantado.
Todas as vantagens são obra do esforço incansável da Câmara Municipal de Almada em proporcionar melhores acessibilidades e melhores condições de mobilidade aos moradores de Almada.
Este prédio na R. D.José de Alarcão, na Ramalha, foi contemplado com uma escada de acesso para facilitar o acesso a deficientes e idosos.
Os moradores desta zona, na ex-Rua José Justino Lopes não só foram premiados com escadarias, mas também com trincheiras, varandas públicas para ver o comboio passar e piores acessos às garagens das quais pagam IMI e o Imposto Municipal de Circulação do automóvel.
Nesta ex-rua os moradores não tinham necessidade de subir ou descer escadas. O acesso aos prédios era feito ao nível do solo.
Ainda na Ex-Rua José justino Lopes temos mais uma escada para aqueles que tiverem dificuldades de locomoção se treinarem em exercícios físicos, dispensando a ida ao ginásio, agora que deixaram de ter uma rua para terem um Vale Ferroviário. Nesta zona e ex-ruas, a Câmara Municipal de Almada, criou "excelentes" dificuldades para os moradores fazerem diariamente provas de obstáculos e de resistência física, merecedoras de inclusão numa prova regional de atletismo urbano-rural.

quinta-feira, abril 10, 2008

São mais a mentir

Desde que a presidente da Câmara Municipal de Almada decidiu vingar-se dos moradores da Ramalha por terem proposto um traçado alternativo para o MST no designado Triângulo da Ramalha e as obras se iniciaram, os residentes locais têm sido sacrificados em consequência do autismo, da arrogância e do obscurantismo da senhora.
As obras no local foram iniciadas já no ano passado, mas uma informação "especial" distribuída em Janeiro deste ano informava a população que as mesmas durariam 2 meses.
A Declaração de Impacte Ambiental para o projecto ( ? ) inicial, antes da proposta de alteração ao traçado apresentada pelos moradores ( que a presidente da Câmara recusou), considerava a zona muito crìtica para obras e recomendava que as mesmas se realizassem no mais curto espaço de tempo e com muito cuidado.
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Estamos a atingir os três meses e todo o acesso pedestre e de veículos continua seriamente condicionado na zona, agravando a vida e custos diários a moradores.
A Rua José justino Lopes desapareceu para dar lugar a um Vale Ferroviário por vontade da presidente da Câmara, coadjuvada por alguns acólitos que se disponibilizaram a ajoelhar-se aos pés da "veneranda" senhora, dita comunista.
O acesso a garagens está prejudicado ou impedido, continuando os proprietários obrigados a pagar o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis).
A exploração dos cidadãos para o banquete da Câmara segue em frente, sem que os almadenses vislumbrem benefícios com este metro da desgraça da cidade que está a arruinar toda a actividade económica em Almada Centro e não só.
Imagem do acesso a garagens na Ex-Rua José Justino Lopes, na Ramalha, em Dezembro 2007- Janeiro de 2008

Presentemente moradores da Ex-Rua José Justino Lopes, actual Vale Ferroviário José Justino Lopes, continuam impedidos de aceder às suas garagens apesar de lhes terem dito em 16 de Janeiro de 2008 que a intervenção para obras na zona era por prazo de dois meses, conforme folheto acima reproduzido.

Também estes ( MTS, a Concessionária) mentiram aos almadenses. Dirão agora que a culpa é dos empreiteiros, porque a sua inocência é santa como a "água benta" ou que foi devido aos moradores por exigirem a colocação da manta antibibrática por debaixo dos carris. A CMA religiosamente colabora.

Já vamos em três meses e os moradores continuam penalizados pela birrinha e falta de senso da presidente da CMA ao impor a linha 3 nestas ruas da Ramalha.

O Jornal da Região na edição de 8 - 14.04.2008, dá informação da queixa de uma residente.

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Almada está a extinguir-se. "Almada está a arder" e os residentes a sofrer.

Quando será possível recuperar Almada?

quarta-feira, abril 09, 2008

Desmontando a Trapaça MST ( I )

Em 14 de Setembro de 2005 realizou-se pelas 21H15 nas instalações do Clube de Instrução e Recreio do Laranjeiro uma Reunião Ordinária da Assembleia Municipal de Almada, onde o Partido Socialista apresentou uma Moção de congratulação pelo Despacho da Secretária de Estado dos Transportes que fixou o traçado do MST no designado Triângulo da Ramalha, por exigência da Câmara Municipal de Almada e da Assembleia Municipal.
Eis o teor dessa Moção que veio a ser rejeitada pela maioria PCP/CDU/PCP:
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Leia-se agora o que disse o Deputado Municipal do PCP/CDU/PCP Bruno Dias, na Reunião da Assembeia Municipal ( Acta nº 8/VIII/2005) a propósito: ...e o que disse a Presidente da Câmara Municipal (Acta nº 8/VIII/2005)
A presidente diz : " A Câmara Municipal tomou conhecimento das soluções alternativas já este ano (2005) quando finalmente foi realizado o Plenário com a população, porque também não as conhecia."
Isto é mentira. Conforme documentos aqui divulgados, a Câmara teve conhecimento das soluções antes de as mesmas terem sido apresentadas à população e até tinha manifestado preferência pela solução 2, que não foi a escolhida pela Secretária de Estado dos Transportes.

Perante as declarações destes dois autarcas e outras (comprometedoras) feitas no pasquim municipal, vulgarmente designado boletim municipal, antes da apresentação pública do estudo das cinco soluções alternativas e imediatamente a esta, é pertinente questionar:

Qual a ética e dignidade política destes autarcas e que gente é esta?

Não é gente de palavra certamente....nem é gente em que a população possa acreditar.

sábado, abril 05, 2008

A Vingança da senhora "Dona das Vias"

O semanário SEMMAIS, distribuído com o "Expresso", na edição de 5 de Abril de 2008 publica na página 24 um artigo sobre as ferrovias do comboio designado MST, que afectam os moradores da Ramalha.
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Já sabiamos que as ferrovias só foram colocadas nas ex-ruas Lopoes de Mendonça e José Justino Lopes, destruindo-as e prejudicando os moradores, por vontade, exigência e teimosia da presidente da Câmara Municipal de Almada, para se vingar dos moradores, com argumentos falsos, contrariando o estudo das propostas alternativas ao traçado feito a exigência da CMA.
A ex-Rua José Justino Lopes (na foto) já está transformada num vale ferroviário.
Ficámos agora a saber mais pormenores da manipulação usada neste processo, reveladores de que a CMA, (e a sua presidente) embora tenham dado parecer antes da apresentação do estudo preferindo a sua solução (a 2), como não foi essa a escolhida pela Secretária de Estado dos Transportes, achou-se no direito de impor outra solução, secreta, ( "a câmara é a dona das vias" segundo Marco Aurélio) sem a apresentar aos moradores, conforme a Assembleia Municipal exigira. Aqui teve a fidelidade partidária do Presidente da Assembleia Municipal e também a colaboração de mais pessoas que lhe "fizeram o jeito" e outras que deram o dito por não dito.
Revela-se o autoritarismo e a arrogância destes autarcas ditos democratas que se apropriam dos bens colectivos quando lhes interessa, tal como numa ditadura o faz, quem se apropria do poder.
Almada é desta Câmara Municipal ou dos Almadenses?
A escolha da Solução 5, dos moradores, pela Secretária de Estado dos Transportes foi feita democraticamente, em condições exigidas e aceites pela presidente da Câmara e pela Assembleia Municipal.
Os moradores pensavam que estavam a lidar com outra gente. Gente com dignidade para honrar compromissos.

A Solução 5 era a melhor, a mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial aos moradores. Munícipe tem direito a questionar.

Que pessoa é a presidente da CMA para ter estas atitudes?

quarta-feira, abril 02, 2008

"Fotografia" do Local da Mentira

Nesta zona da Ramalha, no Pragal - Almada - por imposição da presidente da Câmara Municipal de Almada, foram destruidas duas ruas (José Justino Lopes e Lopes de Mendonça), prejudicando a mobilidade e acessibilidades dos moradores e foi gasta inutilmente uma avultada verba do erário público em obras desnecessárias, quando de acordo com parecer dos técnicos que estudaram as alternativas ao traçado do MST na Ramalha, havia uma Solução mais económica, para além de apresentar outras vantagens para residentes locais e os cidadãos.
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Publicamos abaixo, o comentário de um anónimo deixado no post "Documentos que denunciam os mentirosos (I).
Aqueles apoiantes da CMA que vêm atacar, sem fundamento, os moradores da Ramalha, ainda não foram capazes de pôr em causa as provas documentais verdadeiras aqui apresentadas, reveladoras da razão dos moradores e denunciadoras das mentiras de autarcas e outras pessoas que os acompanharam na tarefa.
Anónimo disse... "O que faltou aos moradores foi efectivamente a "máquina do PCP" que funciona, tal como o comentador anterior afirmou, como uma autêntica central de informação do partido e da C.M.A...
É evidente que, se os moradores tivessem as ideias do partido, o triângulo APROVADO pelo Estado enquanto dono da obra tinha ido "avante", nem que fosse preciso recolher 4.000 assinaturas para o assunto ser discutido na Assembleia da República...Assim não, o partido controlou tudo.
Na Assembleia Municipal, na Assembleia da República, e nos demais orgãos do Estado que se deixaram manipular de uma forma verdadeiramente infantil, com especial destaque para a Secretária de Estado dos Transportes que, sem revogar um seu despacho que fixou o traçado (solução 5), permitiu que a obra esteja a ser executada de forma diferente...
Como alguém disse a propósito da Ota, também a C.M.A. manipulou a seu belo prazer e em proveito próprio, números, estudos, etc... de modo a levar por diante a sua proposta inicial da Linha Cacilhas Universidade...
No que concerne à Linha Corroios Pragal, certamente que o seu traçado, já construído pela rua de Alvalade, estaria contemplado numa das QUINZE soluções que foram estudadas...Só não foi apresentado publicamente, mas isso é um pormenor de somenos importância.
Em Almada, como em qualquer regime ditatorial, quem manda pode...
Só a teimosia, a cegueira, a raiva e o ódio com que foram olhados os moradores e a ignorância técnica da presidente da C.M.A e do seu séquito, podem justificar a solução criminosa que foi levada por diante.
Todos os políticos envolvidos foram vítimas de ataques de amnésia que os levaram a esquecerem-se dos compromissos que assumiram solene e publicamente de voltarem ao contacto com os moradores...
Como os recortes do "pasquim municipal" aqui publicados bem demonstram, verborreia literária é um predicado que não falta à "máquina da informação" autárquica...
Por acaso pensam que os leitores do dito "pasquim municipal" não têm memória? Estão bem enganados...
NOTA: A propósito de tudo controlarem, a Comissão Parlamentar de Obras Públicas da Assembleia da República, sempre integrou elementos que, de uma forma mais ou menos subtil e subversiva, sempre foram "controlando" a situação como mais convinha ao poder autárquico da C.M.A... "
Março 31, 2008 12:10 AM

segunda-feira, março 31, 2008

Documentos que denunciam os mentirosos ( II )

Continuamos a mostrar, e não é demais para desmontar a farsa, documentos que falam do processo em que a Câmara Municipal de Almada esteve envolvida e levou à fixação pelo Estado, do traçado definitivo do MST no Triângulo da Ramalha através de Despacho da Secretária de Estado dos Transportes.
Veja-se nestas quatro folhas as intervenções de elementos afectos à CMA, nomeadamente do Presidente da Assembleia Municipal (José Manuel Maia) no debate da Apresentação Pública das 5 Soluções alternativas e quanto ele estava comprometido e interessado, pelas suas palavras, na decisão, embora depois tenha ignorado a escolha feita pelo Estado e humilhado os Deputados Municipais, que lhe permitiram tal.
Onde está a dignidade e a ética na política deste "democrata"?
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fls 1 e 2 fls 3 e 4
Parecer do Encarregado de Missão do Gabinete do MST para Secretária de Estado dos Transportes : Parecer Técnico do Assessor Carlos Correia para Secretária de Estado dos Transportes: Despacho da Secretária de Estado dos Transportes: Depois do Presidente da Assembleia Muncipal ter inquirido da urgência de uma decisão e da Secretária de Estado dos Transportes ter decidido, a presidente da Câmara de Almada, não aceitou a decisão, porque não foi escolhida aquela que pretendia, a Solução 2, e impôs a manutenção da linha 3 (Cacilhas - Universidade - Cacilhas) nas ex- ruas J. Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
Que trocas de "favores", pagamentos adicionais e contrapartidas, tudo isto envolveu e com quem?

sexta-feira, março 28, 2008

Documentos que denunciam os mentirosos ( I )

Um comentador deste blog disse que foram feitos muito estudos sobre alternativas ao traçado do MST na Ramalha.
Ora manda a verdade se diga, que a CMA até falou em 15, mas mentiu. Responsáveis da Concessionária (MTS) só conheciam 3 até 7 de Maio de 2004 e até 22 de Julho de 2005 só foram feitos 5 estudos.
Em Outubro de 2003 os moradores apresentaram à Câmara Municipal de Almada, Governo e Concessionária, uma proposta de Solução alternativa ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha.
Em 11 de Dezembro de 2003, a Câmara Municipal de Almada, ignorando a proposta dos moradores, convocou-os para lhes apresentar na SRUP-Pragal, uma solução alternativa que colocava a linha 2 na Rua do Clube Recreativo da Ramalha e mantinha a linha 3 nas Ruas J. Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
Por não ter sido considerada "nesse estudo" a proposta dos moradores, estes rejeitaram a solução apresentada, pedindo para que fosse ponderada a sua proposta, que colocava as linhas 2 e 3 na Rua de Alvalade, em comparação com as outras duas ( a inicial e a que lhes estava sendo apresentada).
A CMA, entretanto fazia publicar em Janeiro 2004 no seu pasquim, designado Boletim Municipal:
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Entretanto, a CMA não satisfeita com o que escrevera no pasquim e numa tentativa de ludibriar mais os moradores da Ramalha e enganar também os almadenses, insere a mesma notícia no seu site em 21-01-2004 mas introduz no texto o seguinte. «a própria concessionária estudou 15 possiveis traçados, até chegar áquele que apresentou aos moradores», apesar de antes dizer "que não é fácil arranjar soluções", mas, mesmo assim com "boa vontade" ainda arranjou 15....
"Os 15 possíveis traçados" eram 15 mentiras da CMA, porque tal nunca foi referido durante a apresentação feita em 11 Dezembro 2003.

Essa mentira é desmascarada quando os administradores da Concessionária MTS falam a autarcas do PSD, em 6 de Maio de 2004, numa proposta C ( a solução dos moradores) como sendo a melhor. Nunca referiram quaisquer "15 possíveis traçados". Leia-se este excerto do que nos transmitiram os referidos autarcas e veja-se o reconhecimento negativo pela concessionária, deste projecto que a CMA escolheu para a cidade.

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A Câmara Municipal de Almada começou a mentir muito cedo aos almadenses.
Nunca ninguém da Concessionária nos falou em 15 possiveis traçados para o local, mesmo quando questionado.
Onde seriam?
Só a Câmara Municipal de Almada e a sua presidente sabiam.
Baixa e traiçoeira imaginação revelam estes falsos democratas autarcas!

quinta-feira, março 27, 2008

Mais uma Mentira sobre o Comboio MST

Como já divulgámos neste blog, moradores da Ex-Rua Lopes de Mendonça fizeram chegar seus protestos junto do Encarregado de Missão do Gabinete do MST, Câmara Municipal de Almada e Concessionária, por não estar a ser colocada nesta Ex-rua a manta antivibração de borracha, por debaixo dos carris do comboio designado MST.
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O Jornal da Região distribuído hoje, insere uma notícia dando conta :
1 - que o Encarregado de Missão do Gabinete do MST, Marco Aurélio garantiu que aquela ex-rua irá ter uma «manta antivibrática daqui a três semanas» e que Marco Aurélio afiançou ainda, que as condições que estão a ser criadas naquela zona «são as que estão previstas no projecto. Não vai haver vibração de ruído»
2- que a garantia foi dada também pelo vereador com a pasta do Metro Sul do Tejo na autarquia de Almada, José Gonçalves. «A rua vai ter a manta antivibrática porque ela deve estar onde faz falta. O MST circulando em carris tem de ter as condições necessárias»
Quando Marco Aurélio diz que as condições que estão a ser criadas naquela zona «são as que estão previstas no projecto», está a mentir, porque a colocação dessa manta nesta ex-rua não estava prevista no projecto para a mesma, conforme soubemos de fonte fidedigna, assim como não o estava junto à Capela da Ramalha e aqui não a estão a colocar.
Na ex-rua Lopes de Mendonça refizeram o projecto, quanto à manta, devido ao protesto de alguns moradores e só devido a isso é que pararam de colocar o tapete de betão onde iriam assentar os carris, caso contrário já estariam lá as vias férreas colocadas.
Pessoal da Concessionária disse aos moradores que protestaram que não estava considerada a colocação da manta nesta ex-rua.
Por que razão, mais uma vez, Marco Aurélio não fala verdade nem correctamente para os moradores da zona?
Que interesses há nesta trapaça da colocação das vias férreas nas ex-ruas J.Justino Lopes e Lopes de Mendonça, quando tinha sido escolhida uma solução mais económica, de menor impacte ambiental e menos lesiva para os moradores.
Não há vergonha.
Continuam a mentir aos moradores e aos almadenses e querem continuar a enganá-los.
Quanto àquilo que o vereador disse sobre a manta, não passa de uma banalidade e por isso perguntamos:
- por que não a colocaram em toda a extensão da ex-rua J. Justino Lopes?
- por que não a colocavam na ex- rua Lopes de Mendonça?
- por que não a colocaram junto à Capela da Ramalha? Querem mesmo o desmoronamento da Capela?
- na mente do vereador quais são as condições necessárias para o MST circular em Carris?
- onde é que o "vereador com a pasta do MST", acautelou todas as condições necessárias para o comboio MST circular em carris dentro da cidade, com passagens de nível sem guarda?

sábado, março 22, 2008

Documentos Que Falam Verdade ( II )

Este blog continua a apresentar, para que não restem dúvidas e para conhecimento de visitantes recentes, provas documentais das razões que assistem aos moradores das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes sacrificadas e destruídas, com a implantação das linhas do comboio MST, por vontade e proposta da presidente da Câmara.
No documento hoje inserido do Gabinete do Metro Sul do Tejo enviado para a Secretaria de Estado dos Transportes, a presidente da CMA já então manifestava a vontade de manter as linhas do comboio nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça apesar das conclusões dos estudos apontarem a Solução 5, que retirava as linhas destas ruas, como sendo a melhor, como vimos em documento no anterior post.
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A referida Solução 2 (a do Ante-projecto) preferida pela CMA, colocava a linha 2 nas ruas do Clube Recreativo da Ramalha e ex-José Justino Lopes e a linha 3 nas ex-ruas J.Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
À data do estudo para as soluções alternativas, o Encarregado de Missão do Gabinete do MST, não era o Eng. Marco Aurélio, mas foi ele que esteve presente, na apresentação pública desse estudo em representação do Governo e não apresentou qualquer objecção à Solução 5 que viria a merecer Despacho favorável da Secretária de Estado dos Transportes pelas razões já conhecidas.

terça-feira, março 18, 2008

Documentos Que Falam Verdade ( I )

Este bolg tem apresentado provas documentais do que aqui se vem dizendo, das razões que assistem aos moradores das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, sacrificadas por vontade da presidente da Câmara para satisfação do seu ego e pura vingança pessoal sobre os moradores, por terem vindo defender os seus direitos, apresentando uma melhor solução que a sua (dela).
Voltamos a publicar as conclusões do Estudo feito sobre as alternativas ao traçado do MST - o metro da presidente - estudo esse em que a proposta defendida pela presidente - a Solução 2- foi preterida pela proposta dos moradores - a Solução 5 .
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As conclusões do estudo são inequívocas.
Por isso só a mentira e a aldrabice associadas à falta de dignidade de outras quantas pessoas poderia levar por diante aquilo que racionalmente não seria aconselhado.
Técnicos de obra dizem que a passagem do comboio por estas ruas era desnecessária, pela despesa, pelo trabalho que envolve quando havia uma solução que era racional, mais económica, de menor impacte ambiental, menos prejudicial aos moradores e que não afectava a exploração (a Solução 5).
Estão a substituir infraestruturas existentes no solo que ainda tinham uma vida longa de mais três ou quatro décadas.
Quem está a receber e a meter ao bolso, por uma obra inútil e desnecessária?
Curiosamente, têm aparecido por este bolg alguns comentadores mais com o propósito de provocar ou insultar, do que demonstrarem que os moradores não têm razão ou de negarem as provas documentais.
Dizem algumas tolices sem fundamento, na convicção que os autarcas que defendem o comboio e o mandaram colocar nestas ruas, estão acima de qualquer decisão racional fundamentada em estudos técnicos realizados.
Talvez pensem esses "senhores", tal como outros perfeitamente identificados e caracterizados, nas sociedades capitalistas, que o dinheiro compra tudo, o que não deixa de ser verdade, mas quando falamos em pessoas, só compra aquelas que se deixam comprar, as que não prestam, as que se deixam vender.
Essa gente tem um espelho especial para ver a sua imagem.

domingo, março 16, 2008

As Mentiras no Metro Sul do Tejo (MST)

Este senhor, o Chefe da Equipa de Missão do Gabinete do MST- Engº Marco Aurélio - que está à direita da presidente da Câmara Municipal de Almada na foto, também mentiu aos moradores neste assunto do comboio MST.
Quando um morador da Ramalha foi convocado pelo então Chefe de Gabinete da Secretária de Estado dos Transportes para uma reunião a realizar em 13 de Janeiro de 2007 na sede do Partido Socialista em Cacilhas, com a presença do Chefe da Equipa de Missão do MST e autarcas do Partido Socialista (Vereadores e Deputados Municipais ) sobre o MST, o Engº Marco Aurélio disse que o traçado do MST na Ramalha não seria de acordo com o Despacho 06.07/05SET de 22JUL2007, que retirava a linha 3 das ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes.
"Avançou" que por questões de rentabilidade económica, exploração comercial e fluidez de tráfego na Av. Bento Gonçalves, ( isso mesmo, como manobra de diversão ), a linha 3 teria de passar por aquelas ruas, não se dando cumprimento ao Despacho feito na sequência do estudo mandado fazer pelo Estado Português e pago pelos contribuintes, sobre as várias alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha e em cuja apresentação o mesmo senhor esteve presente, na qualidade de representante do Governo, não levantando então quaisquer objecções.
Mentiu, quando disse que a presidente da Câmara Municipal de Almada, a senhora Emília Neto de Sousa, não sabia dessa alteração, a qual havia sido motivada por razões apresentadas pela concessionária, segundo "justificou".
Ora a concessionária, havia participado no estudo das alternativas apresentadas.
Vê-se a incoerência dos argumentos que o sr. Engº apresentou.
Mentiu, porque como nós viemos a saber, após leitura do Relatório da Auditoria feita ao MST pelo Tribunal de Contas, consta um parecer em 26.01.2006 da CMA «onde se propõe a inserção da linha Cacilhas/Universidade (Linha 3) pela Rua Lopes de Mendonça», feita pela Presidente da Câmara Municipal de Almada, após o Despacho da Secretária de Estado dos Transportes que retirava essa linha das referidas ruas.
Que intenção tinha o senhor Engº Marco Aurélio ao dizer que a presidente não sabia da alteração quando tinha sido ela a propor essa mesma alteração fora e depois da apresentação do estudo mandado fazer pelo Governo e do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, que escolheu a melhor solução alternativa, a Solução 5?
Será que o Engº Marco Aurélio pretendia a concordância desse morador com os argumentos falsos que debitou, para depois a/os usar como arma de arremesso contra os moradores?
Se era isso enganou-se.
Mesmo assim, levou por diante a sua "solução" da presidente da Câmara, com o silêncio e colaboração do Presidente da Assembleia Municipal, sem nunca ter explicado os fundamentos dessa decisão antidemocrática (prepotente) aos moradores, conforme a Deliberação da Assembleia Municipal em 10MARÇO2004 assim exigia para qualquer solução alternativa.
Os moradores e certamente os contribuintes deste país, gostariam de conhecer os meandros deste negócio MST ( Metro Sul do Tejo) onde se gastam muitos milhões de euros sem razão e sem justificação, contrariando estudos feitos que apontavam soluções mais económicas, de menor impacte ambiental e menos prejudiciais aos moradores.
Obs. : os documentos citados estão disponíveis em posts neste blog.

sexta-feira, março 14, 2008

Brincar com os Moradores

Não contentes com os danos que estão a causar e irão causar futuramente aos moradores da ex-R. Lopes de Mendonça, os responsáveis pela implantação da linha 3 (via dupla) do MST, o TGV de Almada nesta rua, depois de um Despacho do dono da obra a tirar de lá as linhas, preparam~se, contrariamente ao que anunciaram, para não colocarem a manta de borracha anti-vibração no designado espaço canal por baixo dos carris.
Imagem da ex-R. Lopes de Mendonça com o espaço que fica entre o comboio e as garagens. Por aqui se pode avaliar quanto próximo dos prédios vão circular viaturas auto e a dificuldade que os moradores vão ter para entrar e sair das garagens.
clique sobre as imagens para aumentar
A foto seguinte, na ex-Rua José Justino Lopes, mostra-nos a colocação da manta antivibração e revestimento plástico desta, sob a camada de betão sobre a qual foram colocados os carris. Nestas imagens, também da ex-Rua José Justino Lopes, vê-se em pormenor o trabalho realizado para colocar a manta de borracha antivibração com o revestimento plástico e o betão a cobri-la.
Pergunta-se, por que razão a ex-Rua Lopes de Mendonça não tem o mesmo tratamento e por que junto à Capela da Ramalha também não foi seguido o mesmo procedimento?
Os responsáveis pelo ridiculo de manter as linhas nas ex-Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes estão a ter um comportamento duplo, prejudicando ainda mais os moradores da Rua Lopes de Mendonça e os prédios onde habitam, sujeitando-os a vibrações pela passagem do comboio, assim como querem levar mais rapidamente à ruína a Capela da Ramalha, provavelmente uma coisa que a CMA sempre desejou.
Moradores da ex-rua Lopes de Mendonça já fizeram sentir o seu protesto por este desonesto critério junto da Câmara Municipal de Almada, Chefe da Equipa de Missão do MST Engº Marco Aurélio e Concessionária.
- Quem comeu ou vai comer e quanto, com a colocação da linha 3 do comboio MST - o TGV de Almada, nas ex-Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça depois do dono da obra ter decidido a retirada dessa linha destas ruas?
- Por que ficou o Governo passivo a este abuso e desrespeito a uma sua decisão?
- Por que aceitou tal, em prejuízo dos moradores?
- Quem manda nesta obra forçada que está a destruir Almada?

quarta-feira, março 12, 2008

Autarcas obreiros da "vitória" da CMA ( III)

Tropelias e Trapaças Municipais ou o que disseram autarcas sobre a fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e não cumpriram.
Presidente da Câmara Municipal de Almada
(foto Jornal da Região)
- "Grã-Mestre" das Tropelias e Trapaças do não cumprimento do Despacho 06.07/05SET de 22JUL2005, da Secretária de Estado dos Transportes que fixou o traçado do MST no Triângulo da Ramalha, a exigência sua e da Assembleia Municipal.
- "Meteu os pés pelas mãos", enganou os almadenses e os moradores da Ramalha.
Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal (Extracto)
disse a Srª Presidente da CMA a fls 42 : “ tem sido dito e é verdade que esta questão não está acabada, do nosso lado as insistência mantêm-se depois de ter havido da parte de quem de direito que foi a concessionária fazer o estudo com o envolvimento também do Encarregado de Missão, e da Equipa de Missão, para fazer o estudo relativamente a uma alternativa para o traçado da Ramalha, ele foi aqui apresentado e ficou o compromisso como o Sr. vereador (José Gonçalves) repetidamente tem referido de voltar à Ramalha. ...Temos repetidamente referido a necessidade de honrar compromissos, porque eles foram estabelecidos com a população e temos referido a quem tem poder de intervenção e de orientação e de decisão neste processo, a necessidade de evitar conflitos com a população." 1. No Boletim Municipal de Junho 2005 a Câmara/presidente da Câmara comunicava aos almadenses:
Podemos dar a notícia de que se vai finalmente realizar a reunião com a população sobre o chamado triângulo da Ramalha, com a apresentação das alternativas estudadas pela Equipa de Missão. A partir daqui o problema será resolvido”. 2. No Boletim Municipal de Jul/Agosto 2005 voltava a comunicar aos almadenses:
"Secretária de Estado vai decidir. O Estado através da Secretária de Estado dos Transportes tem agora as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão. Segundo o representante da Equipa de Missão (foi o Eng. Marco Aurélio), na reunião realizada com os moradores da Ramalha, a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência da decisão e já assumiu ter de tomá-la o mais depressa possível." Como o Governo escolheu uma solução que a CMA não queria, a Presidente achou que a decisão não tinha valor, que a Secretária de Estado dos Transportes afinal não tinha “as condições e elementos técnicos” que só a Srª sabia e, tratou de impor outra solução. Saiba-se que naquela mesma reunião não foi proposta qualquer outra solução pela Câmara, para além das 5 apresentadas.
A solução que a CMA impôs aos moradores nunca lhes foi apresentada. O que está a ser executado nas Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça constitui a concretização de um acto ditatorial da presidente da Câmara. Tiranicamente impôs um inserção das ferrovias à revelia dos moradores e do estudo mandado fazer pelo Governo. Este foi a reboque de veleidades ditatoriais da presidente e da sua falta de ética no desempenho de funções. Pessoas houve que mentiram aos moradores... uma dessas pessoas foi a presidente da Câmara Municipal de Almada. É preciso não ter vergonha.
Precisa perguntar: Onde está a ética na política?

segunda-feira, março 10, 2008

O Local do Assalto

Aspecto actual da Ex-Rua Lopes de Mendonça, local escolhido pela Presidente da Câmara Municipal de Almada para implantar as duas ferrovias da Linha 3 (Cacilhas-Universidade) contrariando o estudo das alternativas ao traçado que elegeu a Rua de Alvalade, onde já existem duas ferrovias da linha 2 (Corroios-Pragal) que seriam utilizadas em simultâneo.
Poupavam-se cerca de 400 metros de linha e a renovação desnecessária de infraestruturas existentes no solo.Despesa adicional que actualmente ascende já, a muito mais de 1.200.000 euros.
A obra seria muito mais barata, de menor impacte ambiental e menos prejudicial aos moradores.
Ex-Rua Lopes de Mendonça
Nesta Ex-Rua, a faixa de rodagem deixa de existir para ser substituída por um canal ferroviário de eleição da presidente Câmara, sem qualquer benefício para moradores ou utilizadores do comboio, constituindo elemento perturbador da qualidade de vida dos residentes pelas dificuldades que coloca nas acessibilidades e mobilidade destes, no aumento de ruído e poluição no local.
Acaba com os estacionamentos locais e agrava a circulação rodoviária na área devido ao comboio cruzar a Rua Cidade de Ostrava, um acesso directo muito usado por ambulâncias ao Hospital Garcia de Orta, ao introduzir mais uma passagem de nível sem guarda, no interior da cidade, onde este comboio tem sempre prioridade.
O QUE ERA A RUA LOPES DE MENDONÇA ANTES DE TOMADA DE ASSALTO AOS MORADORES, POR ORDEM DA PRESIDENTE DA CÂMARA DE ALMADA, QUANDO OS ESTUDOS APONTAVAM PARA OUTRA SOLUÇÃO, MELHOR
Aspecto no Inverno
Aspecto no Verão
Aqui a presidente da Câmara de Almada apropriou-se, usando a mentira e não cumprindo o que dissera, de uma rua aos moradores, cujos arranjos exteriores foram pagos por estes, para a entregar à concessionária, com um corredor ferroviário, à revelia dos residentes e exploração dos cidadãos deste pais, que vão pagar os custos acrescidos e excessivos da obra e todos os défices de exploração deste meio de transporte, através de indemnizações compensatórias a que o Estado está obrigado, por força do contrato feito em tempo por governantes deste país.
Cidadão desprotegido é enganado e continua a pagar asneiras feitas por governantes e autarcas.

sábado, março 08, 2008

Autarcas obreiros da "vitória" da CMA ( II )

Tropelias e Trapaças Municipais ou o que disseram autarcas sobre a fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e não cumpriram.
Vereador José Gonçalves
-É este Vereador que tem presidido aos Forae ditos de Participação do MST e que representou a CMA na Sessão Pública de apresentação do estudo das alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, realizada em 16 de Junho de 2005 no Pragal.
- No mandato 2001-2005 foi Vereador do Ambiente, Recursos Humanos, Trânsito,Transportes e Equipamentos Colectivos.
- No actual mandato 2005-2009 é Vereador do Urbanismo, Mobilidade e Fiscalização Municipal.

É actualmente também Presidente do Conselho de Administração da ECALMA - Empresa Municipal de Circulação e Estacionamentos de Almada,EM - a empresa municipal que multa os almadenses para garantir vencimentos de seu pessoal.

Extracto da Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal

Diz o Sr. Vereador Gonçalves, a fls 39: "A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal se me é permitido, porque tomou também essa decisão, não têm qualquer incómodo, relativamente a propostas alternativas ao traçado da Ramalha, pelo contrário, leia-se a decisão da Assembleia Municipal. O que reivindica é uma decisão de quem pode decidir e quem pode decidir é naturalmente o concedente que é o Estado Português relativamente a este projecto... . E o que defendemos naturalmente é que seja a melhor solução. Agora, quem tem de demonstrar essa solução, é, como todos percebem a equipa de projectistas da Concessionária que esteve aqui nesta mesma sala (Sociedade Recreativa União Pragalense) a falar com a população da Ramalha e que se comprometeu a voltar cá em momento posterior.” E voltaram, em 16 de Junho de 2005, data em que foi feita a Apresentação Pública das soluções alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, a exigência da CMA e da Assembleia Municipal, conforme este Vereador disse e já divulgámos neste blog.. Após essa apresentação e discussão pública, em que intervieram Presidente da Assembleia Municipal, Vereadores e o representante da Equipa de Missão do MST Engº Marco Aurélio (actual Encarregado da Equipa de Missão do MST), o Estado através da Secretária de Estado dos Transportes decidiu. Elegeu e esolheu a Solução 5 como a melhor. A Câmara Municipal renegando tudo o que havia dito, não cumpriu seus compromissos e tratou de impor uma outra solução, mais cara e prejudicial aos moradores, mantendo as duas vias da linha 3 nas Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça. Que dignidade têm estes autarcas que assumem compromissos perante as populações e depois não cumprem? Que classificação sócio-politica merecem estes autarcas? Que mérito político tem esta gente? Terão estas pessoas valor, idoneidade, perfil e competência cívica para exercerem cargos públicos, mesmo nas autarquias? Precisa perguntar: Onde está a ética na política?

quinta-feira, março 06, 2008

Autarcas obreiros da "vitória" da CMA ( I )

Tropelias e Trapaças Municipais ou o que disseram autarcas sobre a fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e não cumpriram.
Presidente da Assembleia Municipal (AM)
EDITAL
Nº 17/VIII/2004 (extracto)
"1-A Assembleia Municipal de Almada, reunida em Sessão Plenária no dia 10 de Março de 2004, delibera precisar absolutamente ao Governo para que no exercício das suas responsabilidades de concedente do empreendimento do Metro Sul do Tejo decida, exija, coordene e verifique:
...............................................................
g) A fixação do novo traçado no chamado "Triângulo da Ramalha", encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução."
Em Acta nº 3 /VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal, diz o mesmo Sr. Presidente da AM:
“ tenho também presente opinião e assim coincide e por isso integrei também com o meu voto a Deliberação sobre o MST, aprovada por unanimidade por esta Assembleia como os Srs sabem, no passado dia 10 de Março, deliberação essa que determina-me o dever de a publicar, de a representar e de a defender.”
E mais adiante: ”...a minha posição foi e é a expressão de uma posição unânime de um colectivo legitimado democraticamente pelo voto popular.”
O Governo decidiu e este Sr. ignorou a decisão do Governo, dizendo que a desconhecia, não fazendo a CMA cumprir aquilo que o Governo decidira e a AM havia exigido ao Governo.
Passou uma esponja sobre a Deliberação de 10 MARÇO 2004 e humilhou a Assembleia Municipal perante o silêncio cúmplice da maioria dos Deputados Municipais.
Contudo, antes, apelidou moradores da Ramalha de "desonestidade intelectual".
Que autoridade e legitimidade democrática tem este senhor para ignorar a decisão do Governo e não fazer a Presidente da Câmara cumpri-la?
Quem é intelectualmente desonesto e renega compromissos assumidos perante a AM e a população Almadense?
Precisa perguntar:
Onde está a ética na política?

terça-feira, março 04, 2008

Que "vitória" ?

Ex-Rua Lopes de Mendonça
Têm aparecido por estas bandas, “papagaios” a dizer que na questão do MST no Triângulo da Ramalha os moradores foram derrotados.
Derrotados? Onde, Quando, Em quê, Como, Porquê? O que é isso de os moradores terem sido derrotados?
Os moradores não travaram desde o início qualquer batalha com alguém. Os moradores limitaram-se a exercer seus direitos de cidadania e a defender seus interesses e qualidade de vida no local de residência. Os moradores nunca entraram em qualquer luta político-partidária.
Os moradores aperceberam-se da lástima do traçado e inserção local das linhas do MST, prejudicando sua mobilidade e acessibilidades, sua tranquilidade nas habitações, aumentando o ruído e poluição e, quanto aquele traçado prejudicava o trânsito local. Os moradores disponibilizaram-se a participar activamente no debate sobre o MST nos Forae ditos de Participação MST, mas encontraram pela frente a barreira inflexível e arrogante da Câmara de Almada e sua presidente, que não admitiam qualquer outra solução que não fosse a sua.
Mesmo contra esta irredutibilidade, os moradores deram a cara na defesa dos seus legítimos direitos, e qualidade de vida no local de residência, quer nos Forae, quer em reuniões da Assembleia Municipal e isto nunca foi bem recebido pelos "democratas" autarcas.
Apresentaram uma proposta alternativa ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, que mandada estudar pelo Governo, conforme compromisso aceite posteriormente pela Câmara Municipal de Almada e Assembleia Municipal, com outras soluções, incluindo a preferida pela presidente da Câmara, revelou ser a melhor, por ser mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial a moradores locais, como pode ser lido em posts anteriores deste blog. Mas, os moradores não suspeitavam com que estirpe de autarcas estavam a lidar, nem contavam com a falta de dignidade de outros.
Isto é tanto mais preocupante quanto no Boletim Municipal, a presidente da Câmara mandava publicar após a Apresentação Pública das várias soluções alternativas : “O Estado, através da Secretária de Estado dos Transportes, tem agora todas as condições técnicas para tomar uma decisão.”
Quando a decisão foi tomada e a escolha recaiu na solução dos moradores, a presidente da Câmara deixou cair a máscara que vinha usando. Rejeitou a decisão do Governo. Autarcas houve que a acompanharam neste renegar da decisão governamental. Revelaram desonestidade na relação com os almadenses, impondo ao Governo uma solução bem mais cara em prejuízo dos moradores e dos contribuintes. Porque se ajoelhou o Governo PS aos pés da CMA? Portanto, se alguém entende que houve uma “vitória”, nós concordamos com isso, mas nunca uma derrota dos moradores. Só que essa é uma “vitória” da mentira, da desonestidade e da falta de dignidade de alguns autarcas e, do jogo sujo de outros. É uma “vitória” que não honra nem dignifica quem pensa ter vencido alguma coisa ou alguém. É uma “vitória” que deixa fragilizado tal “vencedor” e quem tais actos pratica. “Vitórias” destas, mais dia menos dia são desmacaradas, humilhando quem pensa tê-las alcançado. Os moradores nunca foram derrotados.Nunca usaram as armas da mentira, da falsidade, da falta de dignidade e de traição a compromissos previamente assumidos, como o fizeram autarcas, apoiados por outras pessoas metidas nos meandros políticos ou não. Com dignidade e verticalidade, os moradores exerceram e honraram os seus compromissos de cidadãos e conseguiram que o traçado do MST na Ramalha fosse alterado parcialmente, não tendo sido na totalidade, porque falsos democratas, autarcas de Almada, são militantes da mentira, da vingança, do autoritarismo e do despotismo e, contaram com a colaboração velada de outras pessoas com eles coniventes, no jogo de desrespeitar compromissos assumidos publicamente com os almadenses.
Há infelizmente autarcas que não vêem diferença entre democracia e “self-service”.