quinta-feira, março 27, 2008

Mais uma Mentira sobre o Comboio MST

Como já divulgámos neste blog, moradores da Ex-Rua Lopes de Mendonça fizeram chegar seus protestos junto do Encarregado de Missão do Gabinete do MST, Câmara Municipal de Almada e Concessionária, por não estar a ser colocada nesta Ex-rua a manta antivibração de borracha, por debaixo dos carris do comboio designado MST.
Clique sobre a imagem para aumentar e ler
O Jornal da Região distribuído hoje, insere uma notícia dando conta :
1 - que o Encarregado de Missão do Gabinete do MST, Marco Aurélio garantiu que aquela ex-rua irá ter uma «manta antivibrática daqui a três semanas» e que Marco Aurélio afiançou ainda, que as condições que estão a ser criadas naquela zona «são as que estão previstas no projecto. Não vai haver vibração de ruído»
2- que a garantia foi dada também pelo vereador com a pasta do Metro Sul do Tejo na autarquia de Almada, José Gonçalves. «A rua vai ter a manta antivibrática porque ela deve estar onde faz falta. O MST circulando em carris tem de ter as condições necessárias»
Quando Marco Aurélio diz que as condições que estão a ser criadas naquela zona «são as que estão previstas no projecto», está a mentir, porque a colocação dessa manta nesta ex-rua não estava prevista no projecto para a mesma, conforme soubemos de fonte fidedigna, assim como não o estava junto à Capela da Ramalha e aqui não a estão a colocar.
Na ex-rua Lopes de Mendonça refizeram o projecto, quanto à manta, devido ao protesto de alguns moradores e só devido a isso é que pararam de colocar o tapete de betão onde iriam assentar os carris, caso contrário já estariam lá as vias férreas colocadas.
Pessoal da Concessionária disse aos moradores que protestaram que não estava considerada a colocação da manta nesta ex-rua.
Por que razão, mais uma vez, Marco Aurélio não fala verdade nem correctamente para os moradores da zona?
Que interesses há nesta trapaça da colocação das vias férreas nas ex-ruas J.Justino Lopes e Lopes de Mendonça, quando tinha sido escolhida uma solução mais económica, de menor impacte ambiental e menos lesiva para os moradores.
Não há vergonha.
Continuam a mentir aos moradores e aos almadenses e querem continuar a enganá-los.
Quanto àquilo que o vereador disse sobre a manta, não passa de uma banalidade e por isso perguntamos:
- por que não a colocaram em toda a extensão da ex-rua J. Justino Lopes?
- por que não a colocavam na ex- rua Lopes de Mendonça?
- por que não a colocaram junto à Capela da Ramalha? Querem mesmo o desmoronamento da Capela?
- na mente do vereador quais são as condições necessárias para o MST circular em Carris?
- onde é que o "vereador com a pasta do MST", acautelou todas as condições necessárias para o comboio MST circular em carris dentro da cidade, com passagens de nível sem guarda?

sábado, março 22, 2008

Documentos Que Falam Verdade ( II )

Este blog continua a apresentar, para que não restem dúvidas e para conhecimento de visitantes recentes, provas documentais das razões que assistem aos moradores das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes sacrificadas e destruídas, com a implantação das linhas do comboio MST, por vontade e proposta da presidente da Câmara.
No documento hoje inserido do Gabinete do Metro Sul do Tejo enviado para a Secretaria de Estado dos Transportes, a presidente da CMA já então manifestava a vontade de manter as linhas do comboio nas ex-ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça apesar das conclusões dos estudos apontarem a Solução 5, que retirava as linhas destas ruas, como sendo a melhor, como vimos em documento no anterior post.
clique sobre os doc. para ler
A referida Solução 2 (a do Ante-projecto) preferida pela CMA, colocava a linha 2 nas ruas do Clube Recreativo da Ramalha e ex-José Justino Lopes e a linha 3 nas ex-ruas J.Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
À data do estudo para as soluções alternativas, o Encarregado de Missão do Gabinete do MST, não era o Eng. Marco Aurélio, mas foi ele que esteve presente, na apresentação pública desse estudo em representação do Governo e não apresentou qualquer objecção à Solução 5 que viria a merecer Despacho favorável da Secretária de Estado dos Transportes pelas razões já conhecidas.

terça-feira, março 18, 2008

Documentos Que Falam Verdade ( I )

Este bolg tem apresentado provas documentais do que aqui se vem dizendo, das razões que assistem aos moradores das ex-ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, sacrificadas por vontade da presidente da Câmara para satisfação do seu ego e pura vingança pessoal sobre os moradores, por terem vindo defender os seus direitos, apresentando uma melhor solução que a sua (dela).
Voltamos a publicar as conclusões do Estudo feito sobre as alternativas ao traçado do MST - o metro da presidente - estudo esse em que a proposta defendida pela presidente - a Solução 2- foi preterida pela proposta dos moradores - a Solução 5 .
clique sobre os doc. para ler
As conclusões do estudo são inequívocas.
Por isso só a mentira e a aldrabice associadas à falta de dignidade de outras quantas pessoas poderia levar por diante aquilo que racionalmente não seria aconselhado.
Técnicos de obra dizem que a passagem do comboio por estas ruas era desnecessária, pela despesa, pelo trabalho que envolve quando havia uma solução que era racional, mais económica, de menor impacte ambiental, menos prejudicial aos moradores e que não afectava a exploração (a Solução 5).
Estão a substituir infraestruturas existentes no solo que ainda tinham uma vida longa de mais três ou quatro décadas.
Quem está a receber e a meter ao bolso, por uma obra inútil e desnecessária?
Curiosamente, têm aparecido por este bolg alguns comentadores mais com o propósito de provocar ou insultar, do que demonstrarem que os moradores não têm razão ou de negarem as provas documentais.
Dizem algumas tolices sem fundamento, na convicção que os autarcas que defendem o comboio e o mandaram colocar nestas ruas, estão acima de qualquer decisão racional fundamentada em estudos técnicos realizados.
Talvez pensem esses "senhores", tal como outros perfeitamente identificados e caracterizados, nas sociedades capitalistas, que o dinheiro compra tudo, o que não deixa de ser verdade, mas quando falamos em pessoas, só compra aquelas que se deixam comprar, as que não prestam, as que se deixam vender.
Essa gente tem um espelho especial para ver a sua imagem.

domingo, março 16, 2008

As Mentiras no Metro Sul do Tejo (MST)

Este senhor, o Chefe da Equipa de Missão do Gabinete do MST- Engº Marco Aurélio - que está à direita da presidente da Câmara Municipal de Almada na foto, também mentiu aos moradores neste assunto do comboio MST.
Quando um morador da Ramalha foi convocado pelo então Chefe de Gabinete da Secretária de Estado dos Transportes para uma reunião a realizar em 13 de Janeiro de 2007 na sede do Partido Socialista em Cacilhas, com a presença do Chefe da Equipa de Missão do MST e autarcas do Partido Socialista (Vereadores e Deputados Municipais ) sobre o MST, o Engº Marco Aurélio disse que o traçado do MST na Ramalha não seria de acordo com o Despacho 06.07/05SET de 22JUL2007, que retirava a linha 3 das ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes.
"Avançou" que por questões de rentabilidade económica, exploração comercial e fluidez de tráfego na Av. Bento Gonçalves, ( isso mesmo, como manobra de diversão ), a linha 3 teria de passar por aquelas ruas, não se dando cumprimento ao Despacho feito na sequência do estudo mandado fazer pelo Estado Português e pago pelos contribuintes, sobre as várias alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha e em cuja apresentação o mesmo senhor esteve presente, na qualidade de representante do Governo, não levantando então quaisquer objecções.
Mentiu, quando disse que a presidente da Câmara Municipal de Almada, a senhora Emília Neto de Sousa, não sabia dessa alteração, a qual havia sido motivada por razões apresentadas pela concessionária, segundo "justificou".
Ora a concessionária, havia participado no estudo das alternativas apresentadas.
Vê-se a incoerência dos argumentos que o sr. Engº apresentou.
Mentiu, porque como nós viemos a saber, após leitura do Relatório da Auditoria feita ao MST pelo Tribunal de Contas, consta um parecer em 26.01.2006 da CMA «onde se propõe a inserção da linha Cacilhas/Universidade (Linha 3) pela Rua Lopes de Mendonça», feita pela Presidente da Câmara Municipal de Almada, após o Despacho da Secretária de Estado dos Transportes que retirava essa linha das referidas ruas.
Que intenção tinha o senhor Engº Marco Aurélio ao dizer que a presidente não sabia da alteração quando tinha sido ela a propor essa mesma alteração fora e depois da apresentação do estudo mandado fazer pelo Governo e do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, que escolheu a melhor solução alternativa, a Solução 5?
Será que o Engº Marco Aurélio pretendia a concordância desse morador com os argumentos falsos que debitou, para depois a/os usar como arma de arremesso contra os moradores?
Se era isso enganou-se.
Mesmo assim, levou por diante a sua "solução" da presidente da Câmara, com o silêncio e colaboração do Presidente da Assembleia Municipal, sem nunca ter explicado os fundamentos dessa decisão antidemocrática (prepotente) aos moradores, conforme a Deliberação da Assembleia Municipal em 10MARÇO2004 assim exigia para qualquer solução alternativa.
Os moradores e certamente os contribuintes deste país, gostariam de conhecer os meandros deste negócio MST ( Metro Sul do Tejo) onde se gastam muitos milhões de euros sem razão e sem justificação, contrariando estudos feitos que apontavam soluções mais económicas, de menor impacte ambiental e menos prejudiciais aos moradores.
Obs. : os documentos citados estão disponíveis em posts neste blog.

sexta-feira, março 14, 2008

Brincar com os Moradores

Não contentes com os danos que estão a causar e irão causar futuramente aos moradores da ex-R. Lopes de Mendonça, os responsáveis pela implantação da linha 3 (via dupla) do MST, o TGV de Almada nesta rua, depois de um Despacho do dono da obra a tirar de lá as linhas, preparam~se, contrariamente ao que anunciaram, para não colocarem a manta de borracha anti-vibração no designado espaço canal por baixo dos carris.
Imagem da ex-R. Lopes de Mendonça com o espaço que fica entre o comboio e as garagens. Por aqui se pode avaliar quanto próximo dos prédios vão circular viaturas auto e a dificuldade que os moradores vão ter para entrar e sair das garagens.
clique sobre as imagens para aumentar
A foto seguinte, na ex-Rua José Justino Lopes, mostra-nos a colocação da manta antivibração e revestimento plástico desta, sob a camada de betão sobre a qual foram colocados os carris. Nestas imagens, também da ex-Rua José Justino Lopes, vê-se em pormenor o trabalho realizado para colocar a manta de borracha antivibração com o revestimento plástico e o betão a cobri-la.
Pergunta-se, por que razão a ex-Rua Lopes de Mendonça não tem o mesmo tratamento e por que junto à Capela da Ramalha também não foi seguido o mesmo procedimento?
Os responsáveis pelo ridiculo de manter as linhas nas ex-Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes estão a ter um comportamento duplo, prejudicando ainda mais os moradores da Rua Lopes de Mendonça e os prédios onde habitam, sujeitando-os a vibrações pela passagem do comboio, assim como querem levar mais rapidamente à ruína a Capela da Ramalha, provavelmente uma coisa que a CMA sempre desejou.
Moradores da ex-rua Lopes de Mendonça já fizeram sentir o seu protesto por este desonesto critério junto da Câmara Municipal de Almada, Chefe da Equipa de Missão do MST Engº Marco Aurélio e Concessionária.
- Quem comeu ou vai comer e quanto, com a colocação da linha 3 do comboio MST - o TGV de Almada, nas ex-Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça depois do dono da obra ter decidido a retirada dessa linha destas ruas?
- Por que ficou o Governo passivo a este abuso e desrespeito a uma sua decisão?
- Por que aceitou tal, em prejuízo dos moradores?
- Quem manda nesta obra forçada que está a destruir Almada?

quarta-feira, março 12, 2008

Autarcas obreiros da "vitória" da CMA ( III)

Tropelias e Trapaças Municipais ou o que disseram autarcas sobre a fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e não cumpriram.
Presidente da Câmara Municipal de Almada
(foto Jornal da Região)
- "Grã-Mestre" das Tropelias e Trapaças do não cumprimento do Despacho 06.07/05SET de 22JUL2005, da Secretária de Estado dos Transportes que fixou o traçado do MST no Triângulo da Ramalha, a exigência sua e da Assembleia Municipal.
- "Meteu os pés pelas mãos", enganou os almadenses e os moradores da Ramalha.
Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal (Extracto)
disse a Srª Presidente da CMA a fls 42 : “ tem sido dito e é verdade que esta questão não está acabada, do nosso lado as insistência mantêm-se depois de ter havido da parte de quem de direito que foi a concessionária fazer o estudo com o envolvimento também do Encarregado de Missão, e da Equipa de Missão, para fazer o estudo relativamente a uma alternativa para o traçado da Ramalha, ele foi aqui apresentado e ficou o compromisso como o Sr. vereador (José Gonçalves) repetidamente tem referido de voltar à Ramalha. ...Temos repetidamente referido a necessidade de honrar compromissos, porque eles foram estabelecidos com a população e temos referido a quem tem poder de intervenção e de orientação e de decisão neste processo, a necessidade de evitar conflitos com a população." 1. No Boletim Municipal de Junho 2005 a Câmara/presidente da Câmara comunicava aos almadenses:
Podemos dar a notícia de que se vai finalmente realizar a reunião com a população sobre o chamado triângulo da Ramalha, com a apresentação das alternativas estudadas pela Equipa de Missão. A partir daqui o problema será resolvido”. 2. No Boletim Municipal de Jul/Agosto 2005 voltava a comunicar aos almadenses:
"Secretária de Estado vai decidir. O Estado através da Secretária de Estado dos Transportes tem agora as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão. Segundo o representante da Equipa de Missão (foi o Eng. Marco Aurélio), na reunião realizada com os moradores da Ramalha, a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência da decisão e já assumiu ter de tomá-la o mais depressa possível." Como o Governo escolheu uma solução que a CMA não queria, a Presidente achou que a decisão não tinha valor, que a Secretária de Estado dos Transportes afinal não tinha “as condições e elementos técnicos” que só a Srª sabia e, tratou de impor outra solução. Saiba-se que naquela mesma reunião não foi proposta qualquer outra solução pela Câmara, para além das 5 apresentadas.
A solução que a CMA impôs aos moradores nunca lhes foi apresentada. O que está a ser executado nas Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça constitui a concretização de um acto ditatorial da presidente da Câmara. Tiranicamente impôs um inserção das ferrovias à revelia dos moradores e do estudo mandado fazer pelo Governo. Este foi a reboque de veleidades ditatoriais da presidente e da sua falta de ética no desempenho de funções. Pessoas houve que mentiram aos moradores... uma dessas pessoas foi a presidente da Câmara Municipal de Almada. É preciso não ter vergonha.
Precisa perguntar: Onde está a ética na política?

segunda-feira, março 10, 2008

O Local do Assalto

Aspecto actual da Ex-Rua Lopes de Mendonça, local escolhido pela Presidente da Câmara Municipal de Almada para implantar as duas ferrovias da Linha 3 (Cacilhas-Universidade) contrariando o estudo das alternativas ao traçado que elegeu a Rua de Alvalade, onde já existem duas ferrovias da linha 2 (Corroios-Pragal) que seriam utilizadas em simultâneo.
Poupavam-se cerca de 400 metros de linha e a renovação desnecessária de infraestruturas existentes no solo.Despesa adicional que actualmente ascende já, a muito mais de 1.200.000 euros.
A obra seria muito mais barata, de menor impacte ambiental e menos prejudicial aos moradores.
Ex-Rua Lopes de Mendonça
Nesta Ex-Rua, a faixa de rodagem deixa de existir para ser substituída por um canal ferroviário de eleição da presidente Câmara, sem qualquer benefício para moradores ou utilizadores do comboio, constituindo elemento perturbador da qualidade de vida dos residentes pelas dificuldades que coloca nas acessibilidades e mobilidade destes, no aumento de ruído e poluição no local.
Acaba com os estacionamentos locais e agrava a circulação rodoviária na área devido ao comboio cruzar a Rua Cidade de Ostrava, um acesso directo muito usado por ambulâncias ao Hospital Garcia de Orta, ao introduzir mais uma passagem de nível sem guarda, no interior da cidade, onde este comboio tem sempre prioridade.
O QUE ERA A RUA LOPES DE MENDONÇA ANTES DE TOMADA DE ASSALTO AOS MORADORES, POR ORDEM DA PRESIDENTE DA CÂMARA DE ALMADA, QUANDO OS ESTUDOS APONTAVAM PARA OUTRA SOLUÇÃO, MELHOR
Aspecto no Inverno
Aspecto no Verão
Aqui a presidente da Câmara de Almada apropriou-se, usando a mentira e não cumprindo o que dissera, de uma rua aos moradores, cujos arranjos exteriores foram pagos por estes, para a entregar à concessionária, com um corredor ferroviário, à revelia dos residentes e exploração dos cidadãos deste pais, que vão pagar os custos acrescidos e excessivos da obra e todos os défices de exploração deste meio de transporte, através de indemnizações compensatórias a que o Estado está obrigado, por força do contrato feito em tempo por governantes deste país.
Cidadão desprotegido é enganado e continua a pagar asneiras feitas por governantes e autarcas.

sábado, março 08, 2008

Autarcas obreiros da "vitória" da CMA ( II )

Tropelias e Trapaças Municipais ou o que disseram autarcas sobre a fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e não cumpriram.
Vereador José Gonçalves
-É este Vereador que tem presidido aos Forae ditos de Participação do MST e que representou a CMA na Sessão Pública de apresentação do estudo das alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, realizada em 16 de Junho de 2005 no Pragal.
- No mandato 2001-2005 foi Vereador do Ambiente, Recursos Humanos, Trânsito,Transportes e Equipamentos Colectivos.
- No actual mandato 2005-2009 é Vereador do Urbanismo, Mobilidade e Fiscalização Municipal.

É actualmente também Presidente do Conselho de Administração da ECALMA - Empresa Municipal de Circulação e Estacionamentos de Almada,EM - a empresa municipal que multa os almadenses para garantir vencimentos de seu pessoal.

Extracto da Acta nº 3/VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal

Diz o Sr. Vereador Gonçalves, a fls 39: "A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal se me é permitido, porque tomou também essa decisão, não têm qualquer incómodo, relativamente a propostas alternativas ao traçado da Ramalha, pelo contrário, leia-se a decisão da Assembleia Municipal. O que reivindica é uma decisão de quem pode decidir e quem pode decidir é naturalmente o concedente que é o Estado Português relativamente a este projecto... . E o que defendemos naturalmente é que seja a melhor solução. Agora, quem tem de demonstrar essa solução, é, como todos percebem a equipa de projectistas da Concessionária que esteve aqui nesta mesma sala (Sociedade Recreativa União Pragalense) a falar com a população da Ramalha e que se comprometeu a voltar cá em momento posterior.” E voltaram, em 16 de Junho de 2005, data em que foi feita a Apresentação Pública das soluções alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, a exigência da CMA e da Assembleia Municipal, conforme este Vereador disse e já divulgámos neste blog.. Após essa apresentação e discussão pública, em que intervieram Presidente da Assembleia Municipal, Vereadores e o representante da Equipa de Missão do MST Engº Marco Aurélio (actual Encarregado da Equipa de Missão do MST), o Estado através da Secretária de Estado dos Transportes decidiu. Elegeu e esolheu a Solução 5 como a melhor. A Câmara Municipal renegando tudo o que havia dito, não cumpriu seus compromissos e tratou de impor uma outra solução, mais cara e prejudicial aos moradores, mantendo as duas vias da linha 3 nas Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça. Que dignidade têm estes autarcas que assumem compromissos perante as populações e depois não cumprem? Que classificação sócio-politica merecem estes autarcas? Que mérito político tem esta gente? Terão estas pessoas valor, idoneidade, perfil e competência cívica para exercerem cargos públicos, mesmo nas autarquias? Precisa perguntar: Onde está a ética na política?

quinta-feira, março 06, 2008

Autarcas obreiros da "vitória" da CMA ( I )

Tropelias e Trapaças Municipais ou o que disseram autarcas sobre a fixação do traçado do MST no Triângulo da Ramalha e não cumpriram.
Presidente da Assembleia Municipal (AM)
EDITAL
Nº 17/VIII/2004 (extracto)
"1-A Assembleia Municipal de Almada, reunida em Sessão Plenária no dia 10 de Março de 2004, delibera precisar absolutamente ao Governo para que no exercício das suas responsabilidades de concedente do empreendimento do Metro Sul do Tejo decida, exija, coordene e verifique:
...............................................................
g) A fixação do novo traçado no chamado "Triângulo da Ramalha", encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução."
Em Acta nº 3 /VIII/2004 de 27/4/2004 da Assembleia Municipal, diz o mesmo Sr. Presidente da AM:
“ tenho também presente opinião e assim coincide e por isso integrei também com o meu voto a Deliberação sobre o MST, aprovada por unanimidade por esta Assembleia como os Srs sabem, no passado dia 10 de Março, deliberação essa que determina-me o dever de a publicar, de a representar e de a defender.”
E mais adiante: ”...a minha posição foi e é a expressão de uma posição unânime de um colectivo legitimado democraticamente pelo voto popular.”
O Governo decidiu e este Sr. ignorou a decisão do Governo, dizendo que a desconhecia, não fazendo a CMA cumprir aquilo que o Governo decidira e a AM havia exigido ao Governo.
Passou uma esponja sobre a Deliberação de 10 MARÇO 2004 e humilhou a Assembleia Municipal perante o silêncio cúmplice da maioria dos Deputados Municipais.
Contudo, antes, apelidou moradores da Ramalha de "desonestidade intelectual".
Que autoridade e legitimidade democrática tem este senhor para ignorar a decisão do Governo e não fazer a Presidente da Câmara cumpri-la?
Quem é intelectualmente desonesto e renega compromissos assumidos perante a AM e a população Almadense?
Precisa perguntar:
Onde está a ética na política?

terça-feira, março 04, 2008

Que "vitória" ?

Ex-Rua Lopes de Mendonça
Têm aparecido por estas bandas, “papagaios” a dizer que na questão do MST no Triângulo da Ramalha os moradores foram derrotados.
Derrotados? Onde, Quando, Em quê, Como, Porquê? O que é isso de os moradores terem sido derrotados?
Os moradores não travaram desde o início qualquer batalha com alguém. Os moradores limitaram-se a exercer seus direitos de cidadania e a defender seus interesses e qualidade de vida no local de residência. Os moradores nunca entraram em qualquer luta político-partidária.
Os moradores aperceberam-se da lástima do traçado e inserção local das linhas do MST, prejudicando sua mobilidade e acessibilidades, sua tranquilidade nas habitações, aumentando o ruído e poluição e, quanto aquele traçado prejudicava o trânsito local. Os moradores disponibilizaram-se a participar activamente no debate sobre o MST nos Forae ditos de Participação MST, mas encontraram pela frente a barreira inflexível e arrogante da Câmara de Almada e sua presidente, que não admitiam qualquer outra solução que não fosse a sua.
Mesmo contra esta irredutibilidade, os moradores deram a cara na defesa dos seus legítimos direitos, e qualidade de vida no local de residência, quer nos Forae, quer em reuniões da Assembleia Municipal e isto nunca foi bem recebido pelos "democratas" autarcas.
Apresentaram uma proposta alternativa ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, que mandada estudar pelo Governo, conforme compromisso aceite posteriormente pela Câmara Municipal de Almada e Assembleia Municipal, com outras soluções, incluindo a preferida pela presidente da Câmara, revelou ser a melhor, por ser mais económica, de menor impacte ambiental e menos prejudicial a moradores locais, como pode ser lido em posts anteriores deste blog. Mas, os moradores não suspeitavam com que estirpe de autarcas estavam a lidar, nem contavam com a falta de dignidade de outros.
Isto é tanto mais preocupante quanto no Boletim Municipal, a presidente da Câmara mandava publicar após a Apresentação Pública das várias soluções alternativas : “O Estado, através da Secretária de Estado dos Transportes, tem agora todas as condições técnicas para tomar uma decisão.”
Quando a decisão foi tomada e a escolha recaiu na solução dos moradores, a presidente da Câmara deixou cair a máscara que vinha usando. Rejeitou a decisão do Governo. Autarcas houve que a acompanharam neste renegar da decisão governamental. Revelaram desonestidade na relação com os almadenses, impondo ao Governo uma solução bem mais cara em prejuízo dos moradores e dos contribuintes. Porque se ajoelhou o Governo PS aos pés da CMA? Portanto, se alguém entende que houve uma “vitória”, nós concordamos com isso, mas nunca uma derrota dos moradores. Só que essa é uma “vitória” da mentira, da desonestidade e da falta de dignidade de alguns autarcas e, do jogo sujo de outros. É uma “vitória” que não honra nem dignifica quem pensa ter vencido alguma coisa ou alguém. É uma “vitória” que deixa fragilizado tal “vencedor” e quem tais actos pratica. “Vitórias” destas, mais dia menos dia são desmacaradas, humilhando quem pensa tê-las alcançado. Os moradores nunca foram derrotados.Nunca usaram as armas da mentira, da falsidade, da falta de dignidade e de traição a compromissos previamente assumidos, como o fizeram autarcas, apoiados por outras pessoas metidas nos meandros políticos ou não. Com dignidade e verticalidade, os moradores exerceram e honraram os seus compromissos de cidadãos e conseguiram que o traçado do MST na Ramalha fosse alterado parcialmente, não tendo sido na totalidade, porque falsos democratas, autarcas de Almada, são militantes da mentira, da vingança, do autoritarismo e do despotismo e, contaram com a colaboração velada de outras pessoas com eles coniventes, no jogo de desrespeitar compromissos assumidos publicamente com os almadenses.
Há infelizmente autarcas que não vêem diferença entre democracia e “self-service”.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

A Bagunça do MST e o Desrespeito pelo Cidadão

Autarcas, Concessionária e fiscais de obra do MST revelam não ter respeito, nem consideração pelos munícipes, moradores e cidadãos na zona intervencionada para instalar o metro-brinquedo da presidente da Câmara Municipal de Almada nas ex-Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
Estas ex-Ruas encontram-se no estado de estaleiro desorganizado, com buracos e obstáculos à livre circulação de peões durante o dia.
À noite a situação não melhora face ao sistema de iluminação instalado para servir os automobilistas e cidadãos que por aqui circulam, assim como os moradores.
Eis os sistemas de iluminação pública nocturna em vigor na área:
Ex-Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça
Rua Cidade de Ostrava Praceta Cidade de Ostrava
Esta é a qualidade vida que a Câmara Municipal de Almada defende e pratica para os residentes da zona.
Revela isto que a CMA gosta mesmo de trabalhar no escuro?
Com esta iluminação encontra-se, provavelmente, na óptica da edilidade almadenses salvaguardada a segurança dos residentes e de seus bens durante a noite.
Alguém está a gozar com os cidadãos, o que é muito grave.

O Futuro é só para Alguns

O Metro Sul do Tejo (o dito futuro da CMA), lá vai...lá vai circulando... não sabemos se transportando 8 ou 80 passageiros. Contudo isso não interessa aos vendedores do futuro para Almada, nem à Concessionária, que tem os seus lucros garantidos, pelo ruinoso contrato para o Estado feito então pelo Governo, que cobrirá a falta de receita por ausência de passageiros.
Entretanto, no âmbito da requalificação urbana de Almada associada ao "futuro" já vilumbramos por todo lado resultados do excelente trabalho realizado com muito profissionalismo, competência e responsabilidade:
1- Passeio na Rua José Justino Lopes que já se encontra com acentuadas "depressões". Tudo estaria bonito (?), só que a chuva veio estragar o arranjinho, colocando a nú a aldrabice do trabalho feito:
(clique sobre as imagens para aumentar)
2- Nesta mesma Rua, o calcetamento dos degraus de uma escadaria nova, empedrada, também cedeu às àguas pluviais, sendo mais acentuado no primeiro degrau da imagem.
"Futuros" destes são só para alguns, porque esses sim, já cuidaram do seu, com esta obra, onde se gastaram milhões de euros e muito mais dinheiro terá de ser gasto para corrigir as asneiras.
Estas anomalias não são exclusivas da Ramalha.
Por todo o local da obra se observa muita irresponsabilidade na realização dos trabalhos perante a passividade ou ausência de fiscalização.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

"A Grande Obra é Servir as Pessoas"

Servir as pessoas é algo que em Almada os falsos democratas da Câmara Municipal não sabem fazer.
Servem-se das pessoas para seu próprio proveito e concretização de seus obscuros objectivos. Vêem na população simples servidores e escravos que têm de trabalhar para eles. Não gostam que as pessoas pensem. Negam o exercício da cidadania àqueles que têm ou manifestem opiniões contrárias aos seus propósitos de mando.
Não sabem viver em democracia. Aproveitam-se da Democracia para chegaram ao poder e darem asas aos seus naturais instintos ditatoriais, à sua arrogância e ao desrespeito pela dignidade humana, que falsamente dizem defender.
Para eles povo é só para trabalhar e os sustentar.
Povo e cidadão não podem pensar, ter opinião diferente, analisar os factos, as ocorrências e emitir opinião.
Julgam-se serem "deuses" ao serviço das populações.
A perfeição mora na morada deles
Coitados, são fracos politicamente.
Julgam que terem maioria absoluta com base em 20% dos eleitores inscritos lhes dá o direito de fazerem tudo o que querem.
Acham que ser cidadão e manifestar civismo, exercer cidadania, começa e acaba nas urnas.
Acham que o cidadaão não deve fazer política, exactamente porque ignoram que cidadão tem dignidade e deve intervir na sociedade e comunidades em que se insere.
Não sabem sequer o que é política. É esta a realidade.
Sempre que cidadão intervem seja no que for está a fazer política, mas essa gente não sabe que é assim mesmo. Para eles, para fazer fazer política é preciso estar filiado num partido político. "Pobrezinhos"e limitados...aqueles que assim pensam
É isto que é muito simples e eles não entendem.
Por isso são o que são.
Valem o que Valem e resguardam-se para machucar e explorar os cidadãos, desmotivando-os a terem opinião e participarem livremente na gestão da coisa pública.
Esquecem-se que é o cidadão que lhes paga os ordenados.
Esquecem-se que foram eleitos para cuidarem do que é nosso e não para governarem contra as populações, para outros fins ou ambições pessoais.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

A Rua da Vingança da presidente da Câmara Municipal de Almada

Quem quis/exigiu que duas ferrovias fossem colocadas nas Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes para prejudicar os moradores, quando havia uma melhor solução:

Maria Emília de Sousa Neto

(Presidente da Câmara Municipal de Almada)

AQUI ERA A RUA LOPES DE MENDONÇA
A ex-Rua Lopes Mendonça depois de "lavrada" por imposição da presidente da Câmara Municipal de Almada
Esta Rua, que foi localizada na Ramalha, Pragal, Almada, foi o lugar eleito pela presidente da Câmara Municipal de Almada para despejar a sua raiva, irritação e vingança sobre os moradores locais, destruindo-a com a implantação de duas ferrovias de seu comboio, por os moradores terem ousado colocar em prática o seu direito ao exercício de cidadania, apresentando e defendendo uma melhor solução que a da Câmara Municipal, para o traçado do Metro Sul do Tejo (MST) no designado Triângulo da Ramalha, solução essa que mereceu a aprovação do Governo.
A face perversa da autarca prevaleceu, em conivência com outras pessoas, renegando seus compromissos publicamente assumidos com os moradores e com a população almadense, em prejuízo do Estado, que vai gastar mais dinheiro e, dos moradores, que vêem a sua qualidade de vida e acessibilidades locais agravadas, com o ruído e a trepidação do comboio naquela que foi a sua rua e que a presidente da CMA entregou à Concessionária para exploração do MST.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

A Teimosia da Presidente da CMA

Hoje pelas 18 horas esta máquina "cilindro" efectuando trabalhos de assentamento e batimento por vibração no terreno esventrado naquilo que foi a Rua Lopes de Mendonça, fez os prédios vibrar, causando danos a alguns moradores.
Um dos moradores dirigiu-se ao encarregado da obra, que mandou parar esses trabalhos de vibração.
Alguns moradores que aquela hora já se encontravam em casa, assustados sairam à rua em protesto. Os moradores da Rua Lopes de Mendonça estão a ser vítimas da teimosia e da atitude insensata da presidente da Câmara Municipal de Almada, raiando a irracionalidade, ao contrariar a solução aprovada pelo Governo e impôr as duas ferrovias da linha 3 nesta rua, quando a solução escolhida era mais económica, menos nefasta para os moradores e de menor impacte ambiental.
Porque têm os moradores das ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça de ser vítimas da vingança de uma pessoa que não sabe respeitar nem a democracia, nem os almadenses, nem os compromissos que assumiu publicamente - a presidente da Câmara Municipal de Almada?
Os moradores têm direito a ser respeitados no seu bem estar, na sua qualidade de vida e na segurança de suas habitações.
A presidente da Câmara com esta atitude está a criar condições para a danificação do património habitacional dos cidadãos e alguém vai ter de ser responsabilizado pelos eventuais danos causados nos edifìcios
Isto é um ultraje aos direitos de cada um e de todos.
O que se está a passar é uma vergonha.

domingo, fevereiro 10, 2008

Assembleia Municipal ao Serviço da CMA ?

A destruição de Almada a mando da presidente da CMA, continua nas ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
Os Deputados Municipais ao aprovarem por unanimidade a Deliberação da Assembleia Municipal de 10 de Março de 2004, exigindo ao Governo a tomada de uma decisão relativamente ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, fizeram-no face á contestação dos moradores locais, supostamente em nome de quem os elegeu e comprometeram-se perante os almadenses.
A alínea g) do ponto 1 da Deliberação exigia ao Governo:
"A fixação do novo traçado no chamado "Triângulo da Ramalha", encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução".
Como todos sabemos o Governo tomou a decisão por outro traçado, mas a presidente da Câmara Municipal, quer a Assembleia Municipal (AM) renegaram o que disseram e exigiram ao Governo, exigindo a presidente e aprovando, a Assembleia Municipal, a colocação das duas ferrovias da linha 3 nas Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça e respectiva cedência de terrenos para o efeito.
Nunca foi dada explicação aos moradores das razões da colocação da linha 3 naquelas ruas, conforme exigência na Deliberação da AM.
Houve contudo 3 Deputados Municipais coerentes com a Deliberação de 10 de Março de 2004, que em 29 de Setembro de 2007 na AM,votaram contra a solução da implantação das ferrovias naquelas ruas e respectiva cedência de terrenos:
Maria Odete Alexandre (PS)
Maria José Esteves (PS)
Henrique Margarido (PS)
Três Deputados Municipais do PSD abstiveram-se.
O Presidente da Assembleia Municipal assim como os restantes Deputados Municipais revelaram terem memória curta e coluna vertebral contorcionista, própria de alguns seres vivos, o que política e éticamente nada dignifica a democracia que dizem respeitar e os democratas que dizem ser.
Três Deputados do PS e um do PSD abandonaram a sala antes da votação.
Os que aprovaram, ou facilitaram a colocação da linha 3 naquelas ruas depois de uma decisão contrária do governo, fizeram o jogo da CMA-PCP/CDU.
Em Reunião de Câmara, de 19 de Setembro de 2007, a cedência dos terrenos foi rejeitada pelos Vereadores do PS Alberto Antunes e Ana Vasconcelos.
Os dois Vereadores do PSD votaram juntamente com a Câmara (PCP/CDU) a cedência dos terrenos para o efeito.

terça-feira, fevereiro 05, 2008

"Calma, descontração e estupidez ao natural"

Embora publicado em 11 de Setembro de 2007, face à actualidade do texto, transcrevemos com a devida autorização este post do blog
" http:inflorescencias.blogspot.com ".
Calma, descontração e estupidez ao natural
«Não era suposto este ser um blogue de cariz político, para isso criei o “Fotografia à-la-minuta”, mas os blogues não se explicam, criam-se sob o intento do momento e seguem a maré dos estados de espírito ou ânimo do dia.
Posto isto e pegando no ânimo, começo por dizer que hoje estou cadela! E porquê? Releiam o título e sigam a explicação.
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CALMA, foi o que se seguiu a uma intensa contestação sobre parte do traçado do Metro Sul do Tejo, que desviava um terceira e perfeitamente excusada linha – por sobreposição de percurso à chamada segunda – para uma zona de estreitas ruas perfiladas por parcos estacionamentos e entradas de garagens – o famigerado Triângulo da Ramalha. Alegadamente e após acesas discussões em fóruns públicos, FOI-NOS GARANTIDO que o mesmo havia sido revisto passando a circular na alternativa apontada pelos munícipes; uma rua de exclusivo acesso a residentes, sem edifícios para ela virados e, consequentemente, sem entradas de garagens e com espaço suficiente para a circulação do metro em duas vias, duas faixas para a circulação de carros e a tão propalada ciclovia.
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DESCONTRAÇÃO, foi a postura com que esta alteração ao traçado foi pomposamente anunciada no Boletim Municipal, num editorial da lavra da própria edil, Maria Emília Sousa Neto, no qual se elogiava o positivo exercício de cidadania pelos munícipes e a abertura do governo PS, pela mão da sua secretária de Estado das obras públicas, com a ressalva de que essa mesma abertura não havia tido correspondência no anterior executivo – PSD se bem se lembram.
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Esta mesma descontração e “abertura” testemunhei de viva voz ao interpelar um senhor de cabelos brancos que se anunciou como sendo um qualquer engenheiro no papel de representante do Estado – o dono da obra, obviamente – e que nos assegurou, a mim e aos restantes presentes, todos moradores da zona, que o metro já não subiria as nossas ruas, mas sim aquela onde nos encontrávamos, a tal apontada pelos munícipes, e cujas obras de assentamento de carris e demais embelezamento do espaço circundante se aceleram a olhos vistos. Ora, como não sou burra de todo, perguntei onde se faria o encontro de linhas dado que as obras visiveis não denunciavam qualquer plano nesse sentido. Com um sorriso paternalista, ao estilo, “tu nada percebes disto”, respondeu para não nos preocuparmos com esses “detalhes” porque era como ele estava a dizer, a terceira linha subiria por aquele mesmo trajecto.
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ESTUPIDEZ AO NATURAL, foi o que me ocorreu quando um segundo engenheiro, desta feita da própria Câmara, nos asseverou, com um olhar algo comprometido, que nada havia mudado, que a terceira linha ia mesmo pelo traçado original, ou seja, por um passeio entre prédios e entradas para garagens, em sinuoso e apertado percurso, sem que haja, por exemplo, uma paragem que justifique tal escolha - o que a movimentação de obras já havia deixado suspeitar. Eu e o meu mau feitio não se fizeram rogados e logo ali lhes chamei mentirosos com todas as letras, só não mordi porque, entretanto, o chefe cá da banda me segurou o braço. Foi o típico caso do “agarra-me senão vou-me a ele!”. Ele agarrou-me mesmo sem eu o dizer porque já me conhece.
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Para concluir a estória que já vai longa, lá enviei um e-mail a várias entidades camarárias, carregado de arsénico como só podia ser, onde chamei mentiroso ao executivo da Câmara e a este PS que, desgraçadamente, ajudei a eleger. A minha ideia, garanto, era contratar um camião atijolado de bosta de vaca e despejá-lo ao longo da linha do malfadado Metro, mas o dinheiro faz-me falta para coisas mais essenciais e agradáveis. Entretanto, não obtive resposta até à data, mas não me surpreenderia que um qualquer fiscal venha a cair-me em cima.
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É a democracia que vivemos, creditada na passividade deste pobre e tolo povinho, arrastado em bolandas nas telenovelescas notícias e anestesiado pela miragem de uma vida mais fácil, prometida, mas que teima em não chegar. Receio que o mesmo aconteça com o aeroporto da Ota, em banho-maria por enquanto, pois a tendência desta gente é para mentir com todo o descaramento e descontração, como vêem pela narrativa que vos deixo. Enfim, se for caso disso, levem-me uns pacotes de SG Ventil e um termo com Delta platina».

Fim da Transcrição

Agradecimento

Os moradores da Rua Lopes de Mendonça

domingo, fevereiro 03, 2008

7 Exemplos de Benefícios locais do MST 7

Voltamos a inserir um excerto do ofício (pontos 13 e 14) que o Sr. Provedor de Justiça nos enviou onde destaca "a inegável vantagem do funcionamento (do MST)....em especial para os proprietários mais próximos" e onde "aqueles que beneficiam de uma utilidade especial devem suportar os prejuízos inerentes a essa utilidade"
clique sobre o doc. para aumentar e ler
Benefício 1 : Na Rua José Justino Lopes, neste local, onde só havia um lanço de escadas, passa a haver dois, porque foi construído o muro que se vê na foto, por afundamento da via rodoviária para dar lugar uma ferrovia dupla.
Com o MST os moradores daqueles prédios e os peões foram beneficiados com mais uma escadaria.
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Benefício 2 : Estes prédios na R.José Justino Lopes tinham a entrada ao nível do solo do passeio e via rodoviária.
Com o MST os moradores foram beneficiados com mais uma escadaria.
Benefício 3 : Nesta Rua Abel Salazar, onde havia passeio ao nivel do piso da via, os automóveis entravam e saiam das garagens sem rampa e não havia aqui quaisquer degraus. Os moradores ficaram beneficiados com as rampas de acesso às garagens e com um excelente conjunto de escadarias capaz de fazer inveja a qualquer simples mortal que se desloque em piso plano e tenha dificuldades de locomoção pelos seus próprios meios. Benefício 4 : Esta montra, na Rua Polónio Febrero Júnior tinha visibilidade directa para um espaço de mais de 200 metros. Hoje tem uma barreira na sua frente. O proprietário da loja ficou beneficiado com uma parede, por enquanto branca, para descansar a vista e dar visiblidade à loja. Terá uma loja mais visivel à distância. Benefício 5 : Os moradores da ex-Rua José Justino Lopes deixaram de ter uma via com dois sentidos para automóveis e passam a ter uma via férrea dupla no lugar da anterior via que foi afundada. O MST beneficiou os moradores com a perda da via rodoviária para aceder a seus prédios, mas com o valor acrescentado de uma ferrovia dupla para comboios; com a contrução de mais um muro, mais uma escada e com dificuldades de acesso às garagens, sobre o muro branco que se vê nas fotos, em plano superior ao vale ferroviário. Benefício 6 : Na R. D. José de Alarcão estes prédios tinham acesso directo ao nível do passeio e faixa de rodagem. Com o MST beneficiaram porque o acesso passa a ser feito agora através de degraus, o que é uma inegável vantagem em questões de acessibilidade e molbilidade. Benefício 7 : Na Rua de Alvalade foi feita uma faixa de rodagem "bastante larga" que permite facilmente o acesso de viaturas de bombeiros e veículos de maiores dimensões. Para além disso, são muito interessantes os obstáculos colocados à mobilidade de peões, nomeadamente idosos e deficientes. Os moradores desta rua e os cidadãos em geral beneficiaram com MST por lhes ter colocado barreiras à livre locomoção em passeios e por ficarem servidos por uma faixa de rodagem que facilita muito o acesso de veículos em caso de emergência.
SETE BONS EXEMPLOS SETE, ENTRE MUITOS OUTROS BENEFÍCIOS QUE O MST VEIO PROPORCIONAR A MORADORES COMO SE FICOU A SABER PELO ACIMA TRANSCRITO.
Almada, com benefícios destes para moradores e cidadãos vai, para benefíco dos almadenses, figurar no Guiness das Asneiras em "requalificação urbana".

sábado, fevereiro 02, 2008

Até à Destruição FInal...de Almada!

Prosseguem na Rua José Justino Lopes, na Ramalha, as escavações decididas pela presidente da Câmara de Almada, para implantar o seu metro de superfície, o MST, em atropelo aos direitos dos cidadãos e residentes a usufruirem de qualidade de vida no local, onde adquiriram um andar com acessibilidades normais para viaturas automóveis e peões e, agora lhes é roubado para instalar uma via férrea.
clique nas fotos para aumentar
Reproduzimos mais dois comentários deixados neste blog, sobre o autoritarismo municipal arrogante que está a impor aos residentes locais, uma via férrea dupla nos seus arruamentos.
1. Anónimo disse... «Como disse o bastonário dos advogados esta noite na RTP1, (Grande entrevista), a justiça é forte para os fracos e fraca para os fortes...
Dizemos nós na Rua Lopes de Mendonça: A Justiça não existe...
Se os comunistas vivessem na Rua Lopes de Mendonça o MST passaria pelo Monumento ao Trabalho, como os moradores propuseram...
Onde estão os defensores da liberdade?
Isto só lá vai com um bastonário assim, isto é, à BASTONADA, falando, informando ...
Para onde foi o "acréscimo" de custos de 1.200.000.00 que a obra custa a mais relativamente à proposta dos moradores APROVADA pelo Estado e "CHUMBADA" pela D. Maria Emília?
Aqui está o exemplo de uma adjudicação...
Também aqui alguém assinou qualquer que lhe puseram à frente...
Quem ajudou nesta sobrefacturação?
Será a pessoa que daqui a uns anos (poucos) ocupará o lugar de presidente do MST? (Já temos outros exemplos análogos... recordam-se ou querem que digamos os seus nomes?
Não merece a pena, até o Sr. Presidente da República sabe quem eles são...
Os Almadenses é que não querem saber...» Janeiro 31, 2008 11:54 PM
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2. Anónimo disse... «-As televisões, as informações, a publicidade e as mordaças...
-As televisões:São orgãos de comunicação social, algumas a viverem do erário público...
As informações:Supostamente de interesse público mas sujeitas a "rigorosos" critérios jornalísticos no crivo dos quais não passam determinados temas, o MST por exemplo...
-A publicidade:A maneira que as televisões arranjaram, televisão pública incluída, para "arredondarem" os seus aorçamentos...
-As mordaças:A forma que algumas entidades arranjaram / descobriram, autarquias incluídas, para poderem "afinar melhor" alguns dos "rigorosos" critérios jornalísticos...
Esta explicação / entendimento para quê?
Para explicar, ou melhor, tentar entender, o que estará na cabeça dos responsáveis da Câmara Municipal de Almada, quando patrocinam a divulgação de anúncios publicitários nas televisões, pagos a preço de ouro...Pretendem promover o quê?
Ou será que, pelo contrário, aquilo que pretendem (e conseguem...) é AMORDAÇAR, um qualquer jornalista de modo a que, notícias de Almada, só as boas...
Dos cerca de trezentos municípios do País quantos se podem dar ao luxo de "engordarem" as televisões a partir dos seus "magros" orçamentos municipais?
Também aqui não estaremos em presença de crimes de colarinho branco?
Desde quando uma autarquia precisa de fazer publicidade como se uma empresa multinacioanal de cosméticos se tratasse?
Tenham dó dos nossos impostos...Aqui está mais um exemplo de adjudicação de serviços que não tem qualquer utilidade...Não é crime?
Eventualmente não será, mas não é honesto nem eticamente correcto...
Comparem a quantidade de anúncios televisivos da CMA, com a quantidade de notícias do MST e das trapalhadas que se têm vivido e estão a viver em Almada...
DO MST NÃO SE FALA NUNCA;
DOS ESTABELECIMENTOS ENCERRADOS IDEM, IDEM;
DO DESEMPREGO RESULTANTE DO FECHO DAQUELES, IDEM; IDEM.
Isto é a "competência" dos autarcas de Almada.
Passem todos por cá.
Aprenderão, de certeza, aquilo que NUNCA deverão fazer...» Fevereiro 01, 2008 12:29 AM
Na foto seguinte vemos como são ""salvaguardadas" as acessibilidades a garagens e a mobilidade dos moradores com estas obras, que só são feitas para alimentar o ego da presidente da Câmara, a qual não aceitou a alteração do traçado que exigiu ao Estado, para se vingar dos moradores, desculpando-se com a concessionária.
A presidente da Câmara Municipal de Almada andou a mentir aos almadenses e aos moradores da Ramalha.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Com o Alto Patrocínio Municipal Prossegue a Destruição de Almada

Ilegalmente, em desrespeito à decisão do Governo que alterou o traçado do MST no Triângulo da Ramalha, as obras foram iniciadas para alimento do ego da presidente da Câmara de Almada.
Os governantes e alguns políticos do Governo PS e do PSD entregaram-se à dona Emília, comprometendo uma alternativa democrática em Almada.
Estão a colaborar na vingança da presisdente da Câmara sobre os moradores e ao serviço dos interesses da Concessionária - Metro Transportes do Sul.
Almadenses e moradores não esquecerão isto em momento próprio.
clique sobre as imagens para aumentar
Esta foto mostra-nos as obras para a destruição da R. José Justino Lopes e junto à Capela da Ramalha, que já nada têm a ver com o projecto para a Capela, que a presidente da Câmara apresentou aos moradores em 2006.
A Câmara Municipal entregou, em regime de exclusividade, à Concessionária património dos almadenses.
Os democratas desta Câmara do PCP, antimonopolista, estão a trabalhar para colocar nas mãos de uma só empresa a exploração dos Transportes Públicos no centro de Almada.
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Pela oportunidade, divulgamos dois comentários de participantes no último post deste blogue:
1. Anónimo disse...
Neste País onde estão:
1) O tribunal de Contas?
2) O Tribunal Administrativo?
Não funcionam mesmo...
Temos um País onde só há justiça para os poderosos e ricos...
Os moradores só servem para pagar impostos, impostos que por sua vez servem para alimentarem os organismos que os deveriam defender nos seus mais elementares direitos e os desprezam...
Tem razão o Bastonário da Ordem dos Advogados, Dr. Luís Marinho...
Será que ele, entre os muitos milhares de visitantes deste blog, também está inteirado dos muitos e variados crimes (de colarinho branco) que vêm sendo praticados em Almada?
Terão os Almadenses de fazer manifestações como em Anadia (aqui até sem razão em alguns aspectos), ou outras localidades, para mostrarem que têm razão?A quem interessa "trucidar" os moradores com a adopção de uma solução de traçado do MST, acordada no segredo dos Gabinetes, que não foi apresentada publicamente?Isto é, ou não, um CRIME DE COLARINHO BRANCO?
Que andam a fazer os responsáveis do Ministério Público?
Não há pior cego que aquele que não quer ver... Janeiro 31, 2008 7:14 PM
2. Anónimo disse...
Quem projectou este traçado não habita certamente em Almada e os que patrocinam este trajecto, mais dia dia menos dia vão-se daqui para fora...pois não são de cá.
E pronto...ficamos cá nós!!!!! Janeiro 31, 2008 11:25 PM
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No dia seguinte a ter surgido contestação dos moradoes da R. Lopes de Mendonça, pela dificuldades criadas com o início das obras nesta rua , apareceu um grupo de responsáveis de obra (Engenheiros ?).
O ínicio das obras com as inerentes dificuldades, revelam a razão dos moradores e as asneiras praticadas por quem, sem vergonha, depois de decisão do governo, exigiu e impôs a passagem do MST nas ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
É a Câmara Municipal de Almada a entregar gratuitamente Almada para servir um monopólio explorando o erário público e a população deste concelho, tudo descaradamente dito em benefício e em nome dos interesses da população.
Não há Vergonha !