terça-feira, fevereiro 12, 2008

A Rua da Vingança da presidente da Câmara Municipal de Almada

Quem quis/exigiu que duas ferrovias fossem colocadas nas Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes para prejudicar os moradores, quando havia uma melhor solução:

Maria Emília de Sousa Neto

(Presidente da Câmara Municipal de Almada)

AQUI ERA A RUA LOPES DE MENDONÇA
A ex-Rua Lopes Mendonça depois de "lavrada" por imposição da presidente da Câmara Municipal de Almada
Esta Rua, que foi localizada na Ramalha, Pragal, Almada, foi o lugar eleito pela presidente da Câmara Municipal de Almada para despejar a sua raiva, irritação e vingança sobre os moradores locais, destruindo-a com a implantação de duas ferrovias de seu comboio, por os moradores terem ousado colocar em prática o seu direito ao exercício de cidadania, apresentando e defendendo uma melhor solução que a da Câmara Municipal, para o traçado do Metro Sul do Tejo (MST) no designado Triângulo da Ramalha, solução essa que mereceu a aprovação do Governo.
A face perversa da autarca prevaleceu, em conivência com outras pessoas, renegando seus compromissos publicamente assumidos com os moradores e com a população almadense, em prejuízo do Estado, que vai gastar mais dinheiro e, dos moradores, que vêem a sua qualidade de vida e acessibilidades locais agravadas, com o ruído e a trepidação do comboio naquela que foi a sua rua e que a presidente da CMA entregou à Concessionária para exploração do MST.

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

A Teimosia da Presidente da CMA

Hoje pelas 18 horas esta máquina "cilindro" efectuando trabalhos de assentamento e batimento por vibração no terreno esventrado naquilo que foi a Rua Lopes de Mendonça, fez os prédios vibrar, causando danos a alguns moradores.
Um dos moradores dirigiu-se ao encarregado da obra, que mandou parar esses trabalhos de vibração.
Alguns moradores que aquela hora já se encontravam em casa, assustados sairam à rua em protesto. Os moradores da Rua Lopes de Mendonça estão a ser vítimas da teimosia e da atitude insensata da presidente da Câmara Municipal de Almada, raiando a irracionalidade, ao contrariar a solução aprovada pelo Governo e impôr as duas ferrovias da linha 3 nesta rua, quando a solução escolhida era mais económica, menos nefasta para os moradores e de menor impacte ambiental.
Porque têm os moradores das ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça de ser vítimas da vingança de uma pessoa que não sabe respeitar nem a democracia, nem os almadenses, nem os compromissos que assumiu publicamente - a presidente da Câmara Municipal de Almada?
Os moradores têm direito a ser respeitados no seu bem estar, na sua qualidade de vida e na segurança de suas habitações.
A presidente da Câmara com esta atitude está a criar condições para a danificação do património habitacional dos cidadãos e alguém vai ter de ser responsabilizado pelos eventuais danos causados nos edifìcios
Isto é um ultraje aos direitos de cada um e de todos.
O que se está a passar é uma vergonha.

domingo, fevereiro 10, 2008

Assembleia Municipal ao Serviço da CMA ?

A destruição de Almada a mando da presidente da CMA, continua nas ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
Os Deputados Municipais ao aprovarem por unanimidade a Deliberação da Assembleia Municipal de 10 de Março de 2004, exigindo ao Governo a tomada de uma decisão relativamente ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, fizeram-no face á contestação dos moradores locais, supostamente em nome de quem os elegeu e comprometeram-se perante os almadenses.
A alínea g) do ponto 1 da Deliberação exigia ao Governo:
"A fixação do novo traçado no chamado "Triângulo da Ramalha", encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução".
Como todos sabemos o Governo tomou a decisão por outro traçado, mas a presidente da Câmara Municipal, quer a Assembleia Municipal (AM) renegaram o que disseram e exigiram ao Governo, exigindo a presidente e aprovando, a Assembleia Municipal, a colocação das duas ferrovias da linha 3 nas Ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça e respectiva cedência de terrenos para o efeito.
Nunca foi dada explicação aos moradores das razões da colocação da linha 3 naquelas ruas, conforme exigência na Deliberação da AM.
Houve contudo 3 Deputados Municipais coerentes com a Deliberação de 10 de Março de 2004, que em 29 de Setembro de 2007 na AM,votaram contra a solução da implantação das ferrovias naquelas ruas e respectiva cedência de terrenos:
Maria Odete Alexandre (PS)
Maria José Esteves (PS)
Henrique Margarido (PS)
Três Deputados Municipais do PSD abstiveram-se.
O Presidente da Assembleia Municipal assim como os restantes Deputados Municipais revelaram terem memória curta e coluna vertebral contorcionista, própria de alguns seres vivos, o que política e éticamente nada dignifica a democracia que dizem respeitar e os democratas que dizem ser.
Três Deputados do PS e um do PSD abandonaram a sala antes da votação.
Os que aprovaram, ou facilitaram a colocação da linha 3 naquelas ruas depois de uma decisão contrária do governo, fizeram o jogo da CMA-PCP/CDU.
Em Reunião de Câmara, de 19 de Setembro de 2007, a cedência dos terrenos foi rejeitada pelos Vereadores do PS Alberto Antunes e Ana Vasconcelos.
Os dois Vereadores do PSD votaram juntamente com a Câmara (PCP/CDU) a cedência dos terrenos para o efeito.

terça-feira, fevereiro 05, 2008

"Calma, descontração e estupidez ao natural"

Embora publicado em 11 de Setembro de 2007, face à actualidade do texto, transcrevemos com a devida autorização este post do blog
" http:inflorescencias.blogspot.com ".
Calma, descontração e estupidez ao natural
«Não era suposto este ser um blogue de cariz político, para isso criei o “Fotografia à-la-minuta”, mas os blogues não se explicam, criam-se sob o intento do momento e seguem a maré dos estados de espírito ou ânimo do dia.
Posto isto e pegando no ânimo, começo por dizer que hoje estou cadela! E porquê? Releiam o título e sigam a explicação.
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CALMA, foi o que se seguiu a uma intensa contestação sobre parte do traçado do Metro Sul do Tejo, que desviava um terceira e perfeitamente excusada linha – por sobreposição de percurso à chamada segunda – para uma zona de estreitas ruas perfiladas por parcos estacionamentos e entradas de garagens – o famigerado Triângulo da Ramalha. Alegadamente e após acesas discussões em fóruns públicos, FOI-NOS GARANTIDO que o mesmo havia sido revisto passando a circular na alternativa apontada pelos munícipes; uma rua de exclusivo acesso a residentes, sem edifícios para ela virados e, consequentemente, sem entradas de garagens e com espaço suficiente para a circulação do metro em duas vias, duas faixas para a circulação de carros e a tão propalada ciclovia.
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DESCONTRAÇÃO, foi a postura com que esta alteração ao traçado foi pomposamente anunciada no Boletim Municipal, num editorial da lavra da própria edil, Maria Emília Sousa Neto, no qual se elogiava o positivo exercício de cidadania pelos munícipes e a abertura do governo PS, pela mão da sua secretária de Estado das obras públicas, com a ressalva de que essa mesma abertura não havia tido correspondência no anterior executivo – PSD se bem se lembram.
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Esta mesma descontração e “abertura” testemunhei de viva voz ao interpelar um senhor de cabelos brancos que se anunciou como sendo um qualquer engenheiro no papel de representante do Estado – o dono da obra, obviamente – e que nos assegurou, a mim e aos restantes presentes, todos moradores da zona, que o metro já não subiria as nossas ruas, mas sim aquela onde nos encontrávamos, a tal apontada pelos munícipes, e cujas obras de assentamento de carris e demais embelezamento do espaço circundante se aceleram a olhos vistos. Ora, como não sou burra de todo, perguntei onde se faria o encontro de linhas dado que as obras visiveis não denunciavam qualquer plano nesse sentido. Com um sorriso paternalista, ao estilo, “tu nada percebes disto”, respondeu para não nos preocuparmos com esses “detalhes” porque era como ele estava a dizer, a terceira linha subiria por aquele mesmo trajecto.
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ESTUPIDEZ AO NATURAL, foi o que me ocorreu quando um segundo engenheiro, desta feita da própria Câmara, nos asseverou, com um olhar algo comprometido, que nada havia mudado, que a terceira linha ia mesmo pelo traçado original, ou seja, por um passeio entre prédios e entradas para garagens, em sinuoso e apertado percurso, sem que haja, por exemplo, uma paragem que justifique tal escolha - o que a movimentação de obras já havia deixado suspeitar. Eu e o meu mau feitio não se fizeram rogados e logo ali lhes chamei mentirosos com todas as letras, só não mordi porque, entretanto, o chefe cá da banda me segurou o braço. Foi o típico caso do “agarra-me senão vou-me a ele!”. Ele agarrou-me mesmo sem eu o dizer porque já me conhece.
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Para concluir a estória que já vai longa, lá enviei um e-mail a várias entidades camarárias, carregado de arsénico como só podia ser, onde chamei mentiroso ao executivo da Câmara e a este PS que, desgraçadamente, ajudei a eleger. A minha ideia, garanto, era contratar um camião atijolado de bosta de vaca e despejá-lo ao longo da linha do malfadado Metro, mas o dinheiro faz-me falta para coisas mais essenciais e agradáveis. Entretanto, não obtive resposta até à data, mas não me surpreenderia que um qualquer fiscal venha a cair-me em cima.
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É a democracia que vivemos, creditada na passividade deste pobre e tolo povinho, arrastado em bolandas nas telenovelescas notícias e anestesiado pela miragem de uma vida mais fácil, prometida, mas que teima em não chegar. Receio que o mesmo aconteça com o aeroporto da Ota, em banho-maria por enquanto, pois a tendência desta gente é para mentir com todo o descaramento e descontração, como vêem pela narrativa que vos deixo. Enfim, se for caso disso, levem-me uns pacotes de SG Ventil e um termo com Delta platina».

Fim da Transcrição

Agradecimento

Os moradores da Rua Lopes de Mendonça

domingo, fevereiro 03, 2008

7 Exemplos de Benefícios locais do MST 7

Voltamos a inserir um excerto do ofício (pontos 13 e 14) que o Sr. Provedor de Justiça nos enviou onde destaca "a inegável vantagem do funcionamento (do MST)....em especial para os proprietários mais próximos" e onde "aqueles que beneficiam de uma utilidade especial devem suportar os prejuízos inerentes a essa utilidade"
clique sobre o doc. para aumentar e ler
Benefício 1 : Na Rua José Justino Lopes, neste local, onde só havia um lanço de escadas, passa a haver dois, porque foi construído o muro que se vê na foto, por afundamento da via rodoviária para dar lugar uma ferrovia dupla.
Com o MST os moradores daqueles prédios e os peões foram beneficiados com mais uma escadaria.
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Benefício 2 : Estes prédios na R.José Justino Lopes tinham a entrada ao nível do solo do passeio e via rodoviária.
Com o MST os moradores foram beneficiados com mais uma escadaria.
Benefício 3 : Nesta Rua Abel Salazar, onde havia passeio ao nivel do piso da via, os automóveis entravam e saiam das garagens sem rampa e não havia aqui quaisquer degraus. Os moradores ficaram beneficiados com as rampas de acesso às garagens e com um excelente conjunto de escadarias capaz de fazer inveja a qualquer simples mortal que se desloque em piso plano e tenha dificuldades de locomoção pelos seus próprios meios. Benefício 4 : Esta montra, na Rua Polónio Febrero Júnior tinha visibilidade directa para um espaço de mais de 200 metros. Hoje tem uma barreira na sua frente. O proprietário da loja ficou beneficiado com uma parede, por enquanto branca, para descansar a vista e dar visiblidade à loja. Terá uma loja mais visivel à distância. Benefício 5 : Os moradores da ex-Rua José Justino Lopes deixaram de ter uma via com dois sentidos para automóveis e passam a ter uma via férrea dupla no lugar da anterior via que foi afundada. O MST beneficiou os moradores com a perda da via rodoviária para aceder a seus prédios, mas com o valor acrescentado de uma ferrovia dupla para comboios; com a contrução de mais um muro, mais uma escada e com dificuldades de acesso às garagens, sobre o muro branco que se vê nas fotos, em plano superior ao vale ferroviário. Benefício 6 : Na R. D. José de Alarcão estes prédios tinham acesso directo ao nível do passeio e faixa de rodagem. Com o MST beneficiaram porque o acesso passa a ser feito agora através de degraus, o que é uma inegável vantagem em questões de acessibilidade e molbilidade. Benefício 7 : Na Rua de Alvalade foi feita uma faixa de rodagem "bastante larga" que permite facilmente o acesso de viaturas de bombeiros e veículos de maiores dimensões. Para além disso, são muito interessantes os obstáculos colocados à mobilidade de peões, nomeadamente idosos e deficientes. Os moradores desta rua e os cidadãos em geral beneficiaram com MST por lhes ter colocado barreiras à livre locomoção em passeios e por ficarem servidos por uma faixa de rodagem que facilita muito o acesso de veículos em caso de emergência.
SETE BONS EXEMPLOS SETE, ENTRE MUITOS OUTROS BENEFÍCIOS QUE O MST VEIO PROPORCIONAR A MORADORES COMO SE FICOU A SABER PELO ACIMA TRANSCRITO.
Almada, com benefícios destes para moradores e cidadãos vai, para benefíco dos almadenses, figurar no Guiness das Asneiras em "requalificação urbana".

sábado, fevereiro 02, 2008

Até à Destruição FInal...de Almada!

Prosseguem na Rua José Justino Lopes, na Ramalha, as escavações decididas pela presidente da Câmara de Almada, para implantar o seu metro de superfície, o MST, em atropelo aos direitos dos cidadãos e residentes a usufruirem de qualidade de vida no local, onde adquiriram um andar com acessibilidades normais para viaturas automóveis e peões e, agora lhes é roubado para instalar uma via férrea.
clique nas fotos para aumentar
Reproduzimos mais dois comentários deixados neste blog, sobre o autoritarismo municipal arrogante que está a impor aos residentes locais, uma via férrea dupla nos seus arruamentos.
1. Anónimo disse... «Como disse o bastonário dos advogados esta noite na RTP1, (Grande entrevista), a justiça é forte para os fracos e fraca para os fortes...
Dizemos nós na Rua Lopes de Mendonça: A Justiça não existe...
Se os comunistas vivessem na Rua Lopes de Mendonça o MST passaria pelo Monumento ao Trabalho, como os moradores propuseram...
Onde estão os defensores da liberdade?
Isto só lá vai com um bastonário assim, isto é, à BASTONADA, falando, informando ...
Para onde foi o "acréscimo" de custos de 1.200.000.00 que a obra custa a mais relativamente à proposta dos moradores APROVADA pelo Estado e "CHUMBADA" pela D. Maria Emília?
Aqui está o exemplo de uma adjudicação...
Também aqui alguém assinou qualquer que lhe puseram à frente...
Quem ajudou nesta sobrefacturação?
Será a pessoa que daqui a uns anos (poucos) ocupará o lugar de presidente do MST? (Já temos outros exemplos análogos... recordam-se ou querem que digamos os seus nomes?
Não merece a pena, até o Sr. Presidente da República sabe quem eles são...
Os Almadenses é que não querem saber...» Janeiro 31, 2008 11:54 PM
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2. Anónimo disse... «-As televisões, as informações, a publicidade e as mordaças...
-As televisões:São orgãos de comunicação social, algumas a viverem do erário público...
As informações:Supostamente de interesse público mas sujeitas a "rigorosos" critérios jornalísticos no crivo dos quais não passam determinados temas, o MST por exemplo...
-A publicidade:A maneira que as televisões arranjaram, televisão pública incluída, para "arredondarem" os seus aorçamentos...
-As mordaças:A forma que algumas entidades arranjaram / descobriram, autarquias incluídas, para poderem "afinar melhor" alguns dos "rigorosos" critérios jornalísticos...
Esta explicação / entendimento para quê?
Para explicar, ou melhor, tentar entender, o que estará na cabeça dos responsáveis da Câmara Municipal de Almada, quando patrocinam a divulgação de anúncios publicitários nas televisões, pagos a preço de ouro...Pretendem promover o quê?
Ou será que, pelo contrário, aquilo que pretendem (e conseguem...) é AMORDAÇAR, um qualquer jornalista de modo a que, notícias de Almada, só as boas...
Dos cerca de trezentos municípios do País quantos se podem dar ao luxo de "engordarem" as televisões a partir dos seus "magros" orçamentos municipais?
Também aqui não estaremos em presença de crimes de colarinho branco?
Desde quando uma autarquia precisa de fazer publicidade como se uma empresa multinacioanal de cosméticos se tratasse?
Tenham dó dos nossos impostos...Aqui está mais um exemplo de adjudicação de serviços que não tem qualquer utilidade...Não é crime?
Eventualmente não será, mas não é honesto nem eticamente correcto...
Comparem a quantidade de anúncios televisivos da CMA, com a quantidade de notícias do MST e das trapalhadas que se têm vivido e estão a viver em Almada...
DO MST NÃO SE FALA NUNCA;
DOS ESTABELECIMENTOS ENCERRADOS IDEM, IDEM;
DO DESEMPREGO RESULTANTE DO FECHO DAQUELES, IDEM; IDEM.
Isto é a "competência" dos autarcas de Almada.
Passem todos por cá.
Aprenderão, de certeza, aquilo que NUNCA deverão fazer...» Fevereiro 01, 2008 12:29 AM
Na foto seguinte vemos como são ""salvaguardadas" as acessibilidades a garagens e a mobilidade dos moradores com estas obras, que só são feitas para alimentar o ego da presidente da Câmara, a qual não aceitou a alteração do traçado que exigiu ao Estado, para se vingar dos moradores, desculpando-se com a concessionária.
A presidente da Câmara Municipal de Almada andou a mentir aos almadenses e aos moradores da Ramalha.

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Com o Alto Patrocínio Municipal Prossegue a Destruição de Almada

Ilegalmente, em desrespeito à decisão do Governo que alterou o traçado do MST no Triângulo da Ramalha, as obras foram iniciadas para alimento do ego da presidente da Câmara de Almada.
Os governantes e alguns políticos do Governo PS e do PSD entregaram-se à dona Emília, comprometendo uma alternativa democrática em Almada.
Estão a colaborar na vingança da presisdente da Câmara sobre os moradores e ao serviço dos interesses da Concessionária - Metro Transportes do Sul.
Almadenses e moradores não esquecerão isto em momento próprio.
clique sobre as imagens para aumentar
Esta foto mostra-nos as obras para a destruição da R. José Justino Lopes e junto à Capela da Ramalha, que já nada têm a ver com o projecto para a Capela, que a presidente da Câmara apresentou aos moradores em 2006.
A Câmara Municipal entregou, em regime de exclusividade, à Concessionária património dos almadenses.
Os democratas desta Câmara do PCP, antimonopolista, estão a trabalhar para colocar nas mãos de uma só empresa a exploração dos Transportes Públicos no centro de Almada.
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Pela oportunidade, divulgamos dois comentários de participantes no último post deste blogue:
1. Anónimo disse...
Neste País onde estão:
1) O tribunal de Contas?
2) O Tribunal Administrativo?
Não funcionam mesmo...
Temos um País onde só há justiça para os poderosos e ricos...
Os moradores só servem para pagar impostos, impostos que por sua vez servem para alimentarem os organismos que os deveriam defender nos seus mais elementares direitos e os desprezam...
Tem razão o Bastonário da Ordem dos Advogados, Dr. Luís Marinho...
Será que ele, entre os muitos milhares de visitantes deste blog, também está inteirado dos muitos e variados crimes (de colarinho branco) que vêm sendo praticados em Almada?
Terão os Almadenses de fazer manifestações como em Anadia (aqui até sem razão em alguns aspectos), ou outras localidades, para mostrarem que têm razão?A quem interessa "trucidar" os moradores com a adopção de uma solução de traçado do MST, acordada no segredo dos Gabinetes, que não foi apresentada publicamente?Isto é, ou não, um CRIME DE COLARINHO BRANCO?
Que andam a fazer os responsáveis do Ministério Público?
Não há pior cego que aquele que não quer ver... Janeiro 31, 2008 7:14 PM
2. Anónimo disse...
Quem projectou este traçado não habita certamente em Almada e os que patrocinam este trajecto, mais dia dia menos dia vão-se daqui para fora...pois não são de cá.
E pronto...ficamos cá nós!!!!! Janeiro 31, 2008 11:25 PM
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No dia seguinte a ter surgido contestação dos moradoes da R. Lopes de Mendonça, pela dificuldades criadas com o início das obras nesta rua , apareceu um grupo de responsáveis de obra (Engenheiros ?).
O ínicio das obras com as inerentes dificuldades, revelam a razão dos moradores e as asneiras praticadas por quem, sem vergonha, depois de decisão do governo, exigiu e impôs a passagem do MST nas ruas José Justino Lopes e Lopes de Mendonça.
É a Câmara Municipal de Almada a entregar gratuitamente Almada para servir um monopólio explorando o erário público e a população deste concelho, tudo descaradamente dito em benefício e em nome dos interesses da população.
Não há Vergonha !

quarta-feira, janeiro 30, 2008

O CAOS INSTALA-SE

A palhaçada da ridícula decisão da Presidente da Câmara de Almada de brindar a cidade com um inútil comboio ao longo do seu principal e único eixo viário, está a alastrar e a prejudicar cada vez mais a população.
O caos vai-se instalando em crescendo dia para dia na Av. Bento Gonçalves, com o TGV (Transporte Geralmente Vazio) a cortar a avenida, agora complementado com as obras em curso com maior intensidade nesta artéria - só com uma faixa de rodagem em cada sentido a partir do viaduto e até à estação de serviço - e o corte ao trânsito na Rua Lopes de Mendonça, para instalar a linha 3, por vontade expressa da Srª dona Emilia em vingança sobre os moradores, que ousaram apresentar uma proposta alternativa que poupava aos contribuintes 1.200.000 euros, de menores consequências ambientais e menos prejudicial aos residentes.
Junto ao Centro Sul, não só pintaram o chão de quadrícula amarela para proteger o comboiozinho dos carros, como também já têm "muletas" (agentes da PSP) a auxiliar o TGV de Almada.
As duas fotos seguintes revelam que algo não está bem na maneira como isto foi concebido, projectado e implantado:
clique sobre as fotos para aumentar
Aqui vemos o TGV de Almada, invadindo a faixa de circulação auto com carros pela frente, que já lá estavam, devido ao sinal verde aberto para as viaturas ( foto de 29JAN2008).
Na Rua Lopes de Mendonça é a desorganização total com as obras a agredirem os moradores pelas restrições que lhes impõem na mobilidade e acessibilidades, dificultando acessos a garagens e prédios, colocando os automóveis a circular colados aos edifícios, invadindo a privacidade e segurança de moradores.
Hoje 30 de Janeiro começaram a vir ao de cima parte das fragilidades e inutilidade deste projecto MST, quando constantemente os trabalhadores faziam e desfaziam corredores de circulação para as viaturas auto.
A "inventada" faixa de rodagem que se vê na foto seguinte, quatro horas depois já deixava de ser "faixa de rodagem", para ser ocupada com blocos de cimento e vedação e o passeio do outro lado da rua foi vedado com grades, impedindo o acesso às garagens.
Um morador danificou a sua viatura em obstáculos criados pelas obras e houve reacção de alguns residentes junto dos trabalhadores, até que apareceu um suposto coordenador/responsável de obra, pelo que pouco tempo depois as grades foram de lá retiradas.
Nas traseiras dos prédios números impares, a praceta de acesso às garagens (foto seguinte) foi aberta e transformmada em via com dois sentido, prejudicando os moradores por aumento de ruído, mormente pela passagem de veículos pesados, aumenta a poluição e suja a roupa nos estendais. O autoritarismo e a arrogância municipal desceram à rua em prejuízo dos almadenses e dos residentes locais para nos impor, numa rua sem condições para tal, um comboio a que chamam Metro Sul do Tejo, cujo custo de construção de via por Km é 25,037 milhões de euros (VINTE e CINCO MILHÔES E TRINTA E SETE MIL EUROS) ou seja mais de cinco milhões de contos! Almada não precisava deste TGV , O METROMILHÕES ! Quem fez esta escolha de certo não vive Almada.

segunda-feira, janeiro 28, 2008

Foi Uma Decisão. Onde está a Dúvida? ( II )

1. Após a Apresentação Pública aos moradores, pelo Governo e pela Câmara Municipal de Almada (CMA) dos estudos mandados fazer pelo Governo das soluções alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, a presidente da CMA publicou isto no seu Boletim Municipal (BM) de Junho 2005:
clique sobre o doc. para aumentar e ler2. O Governo através da Secretária de Estado dos Transportes tomou uma decisão em face dos estudos feitos que apontavam a Solução 5, a dos moradores, a melhor, através do seu despacho:

“Concordo. Comunique-se ao Gabinete do MST que deverá oficiar a CMAlmada no sentido de obter a anuência para se avançar com a solução proposta. Ass. Ana Vitorino 22 Julho 05”

Sobre este Despacho e aquele que determinou os estudos das alternativas ao traçado do MST, o Sr. Provedor de Justiça tece estas considerações, nos documentos enviados aos moradores:
clique sobre o doc.para aumentar e ler
3. Ora como já divulgámos em documentos oficiais aqui publicados, a CMA manifestava simpatia por outra solução:
"Em 11 de Maio, (de 2005) promoveu-se reunião com a CMA para análise de todas as soluções em equação nesta data (cinco). Perante os vários traçados e o seu enquadrtamento urbano e operacional, a CMA pronunciou-se no sentido de que a solução mais vantajosa seria aquela (Solução 2) que retoma o traçado previsto no anteprojecto." (ofício nº 2929/2005-Gabinete do Metro Sul do Tejo)
Caso o parecer técnico resultante dos estudos apontasse a solução que interessava à CMA - a Solução 2 - o teor do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes poderia ser textualmente o mesmo e nesse caso a CMA não contestaria a escolha, antes aplaudiria a decisão e o Sr. Presidente da Assembleia Municipal diria então, que tinha perfeito e total conhecimento do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes e que faria a CMA cumprir escrupulosamente a decisão.
"A partir daqui o problema está resolvido, vocês agora calam-se!".... diria a CMA aos moradores.
Como não foi escolhida a Solução 2, a CMA e a sua presidente mostrando o seu lado preverso deram o dito por não dito e o Sr. Presidente da Assembleia Municipal disse que não tinha conhecimento do Despacho.
Comportaram-se os dois como democratas de conveniência.
Desonestidade pura e refinada!
Perguntamos :
- Se os moradores surgissem a contestar a hipotética decisão pela Solução 2 que diriam CMA e Governo acerca dos moradores?
- E o Sr. Provedor de Justiça diria igualmente que "esses despachos são meros actos preparatórios" e que os moradores teriam razão em continuar a defender a Solução 5 ou outra, para o traçado do MST no Triãngulo da Ramalha?
Que politica e justiça são estas e que confiança poderemos depositar em decisões tomadas, quando interesses pessoais e privados são colocados acima dos Despachos de Governantes e à frente dos interesses e direitos dos cidadãos e moradores?
Pelo que a CMA disse no seu BM conforme acima divulgamos, seu comportamento e conduta face ao Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, não estamos perante uma autarquia que lida com honestidade com os munícipes.

domingo, janeiro 27, 2008

Por que não se fala verdade?

Quem tem interesse em não falar verdade?
Quem mete dinheiro ao bolso com este negócio?
Por que razão este caso está cheio de trapalhadas, tropelias e atentados à democracia?
Por que terão os portugueses de pagar os delírios de alguns e as asneiras que outros fazem?
Extracto da Resolução do Conselho de Ministros nº 14/2008 O anónimo que deixou no post anterior o comentário que se insere a seguir, relativo à alteração do traçado do MST na Rua Conceição Sameiro Antunes tem razão, como demonstramos com a publicação abaixo do que a Câmara Municipal de Almada disse sobre o mesmo assunto no seu Boletim Municipal(BM) de Janeiro 2004.
Anónimo disse... «Quando a CMA, POR SUA INICIATIVA como se pode confirmar consultando os Pasquins Municipais da época, "negoceia" a alteração do traçado na Rua Conceição Sameiro Antunes, libertando-a do caminho de ferro, tudo bem.
Encarece a obra, mas o Concedente (O ESTADO, todos nós), paga com língua de palmo, como agora aqui ficou bem demonstrado na resolução n.º 14/2008 do Conselho de Ministros...
Quando os moradores, com a sua voluntariosa iniciativa,apresentam uma alternativa para a Triângulo da Ramalha que, quando comparada com o traçado inicial se revela bem mais económica, funcional, etc., mesmo depois de aprovada por despacho da Secretária de Estado dos Transportos, a CMA, de uma perfeitamente autista, veta a sua implementação no terreno, IMPONDO UNILATERALMENTE uma solução bem mais cara e desastrosa...
Encarece a obra, tudo bem, mas o Concedente (O ESTADO, todos nós), paga, igualmente com língua de palmo...
Afinal para que servem os cidadãos Almadenses?
Para serem pisados, em primeiro lugar pelos autarcas que têm, em segundo lugar por um concessionário sem escrúpulos como demonstram de forma inequívoca as alterações ao contrato agora acordadas com o Estado...
Para que servem os demais portugueses?
Para serem espoliados nos seus magros orçamentos de modo a que este e muitos outros concessionárioas existentes no País, engordem e encham os cofres às suas custas...

É altura de dizer basta de tanta mentira, basta de tanta incompetência... Fora com estes políticos, fora com estes autarcas... » Janeiro 24, 2008 11:35 PM Se foi a Câmara Municipal de Almada (CMA) a pedir a alteração do traçado na Rua Conceição Sameiro Antunes, porque é que o Governo assume os custos adicionais? Parece que alguém está a desviar dinheiro dos bolsos dos portugueses e a dar cobertura a irresponsabilidades. Será que o Governo também entende que a CMA faz tudo bem feito? Eis o que a Câmara Municipal de Almada disse então no seu BM de Janeiro 2004:

clique sobre o doc. e as imagens para aumentar e ler

A CMA faz despesas e o Governo paga? Será que isto é honestidade e sentido de responsabilidade?

Por que criticam Alberto João Jardim?

Em Almada há um.

Onde está a ética na política? Pensarão alguns políticos e autarcas que os cidadãos são seres de menor idade e incapacitados de interpretar decisões e actos do governo e dos autarcas?

Que são meros fantoches que eles usam, manipulam e expoliam quando querem?

terça-feira, janeiro 22, 2008

Foi Uma Decisão. Onde está a Dúvida? ( I )

As palhaçadas e trapalhadas da Câmara Municipal de Almada no traçado e implantação do Metro Sul do Tejo (MST) no Triângulo da Ramalha, não podem, nem devem passar como se tudo esteja em conformidade com decisões correctas e legais.
A razão dos moradores é superior ao desmando e autoritarismo destes autarcas que não se sabem respeitar.
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O Ponto 5 do Ofício da Provedor de Justiça que divulgámos aqui em "post" do dia 19 de Janeiro 2008 diz: “Analisadas estas informações, verifico que, na sequência dos Despachos nº 3.5/05 SET e nº 06.07/05 SER, a Secretária de Estado dos Transportes ponderou as diversas alternativas, tendo optado por uma solução que visa compatibilizar os aspectos essenciais dos diversos bens em presença, designadamente, com o interesse municipal na fluidez do tráfego rodoviário urbano.” Da leitura deste ponto parece-nos haver na redacção um significativo ligeiro equívoco porque foi precisamente na sequência do Despacho nº 3.5/05 SET :
http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/05/concessionria-equipa-de-misso-mst-e.html que foram feitos os estudos que permitiram à Secretária de Estado tomar uma decisão através de seu Despacho nº 06.07/05SET de 22JUL05 :
. “Concordo. Comunique-se ao Gabinete do MST que deverá oficiar a CMAlmada no sentido de obter a anuência para se avançar com a solução proposta.
Ass. Ana Vitorino 22 Julho 05”

Este "Concordo" da Secretária de Estado dos Transportes refere-se ao parecer técnico lavrado na Informação nº 34/2005/CC, que lhe foi apresentado em consequência dos estudos das cinco Soluções alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, onde é proposta a Solução 5 como a melhor para esse traçado. Foi nessa Informação que a Secretária de Estado lavrou o seu Despacho, como poderá ser lido no LINK atrás referido.

Este Despacho resulta exactamente depois de terem sido ponderadas “as diversas alternativas”. É muito claro e o único “mero acto preparatório” dele é “que o Gabinete do MST deverá oficiar a CMAlmada no sentido de obter a anuência para se avançar com a solução proposta”. Aliás a Câmara Municipal de Almada, (esteve presente em força na apresentação dos estudos das alternativas) disse no seu Boletim Municipal de Julho-Agosto 2005 :

http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/11/as-mentiras-destes-autarcas-descoberto.html antes da Secretária de Estado decidir:

“Governo vai decidir sobre o traçado no Triângulo da Ramalha” “Secretária de Estado vai decidir. O Estado através da Secretária de Estado dos Transportes, tem agora as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão” . O Despacho 3.5/05 SET, sim, é um mero acto preparatório , mas o Despacho 06.07/05SET não é. É uma decisão. A tal decisão que a Câmara Municipal de Almada refere no seu Boletim Municipal e que a Assembleia Municipal exigiu ao Governo por Deliberação (alínea g),
http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/04/deliberao-da-ama-e-trs-perguntas.html aprovada por unanimidade em 10MARÇO2004. Os moradores da Ramalha seguiram este processo com atenção e acreditaram :
-que as regras democráticas funcionavam neste país
-que haveria ética política e responsabilidade nas decisões
-que haveria respeito pelos compromissos assumidos publicamente pelos autarcas.
Os moradores locais são seres humanos, cidadãos que têm consciência de si como sujeitos e por isso mesmo devem ser respeitados, ainda que outras pessoas não se saibam respeitar.
Nota: As várias tropelias e cozinhados que temos vindo a assistir ao longo deste processo, obrigam-nos a não deixar passar "inverdades".
Só temos uma maneira de desmascarar a mentira: divulgar as vezes que forem necessárias o que consta nos documentos.

segunda-feira, janeiro 21, 2008

Consequências Negativas do MST na Estrutura dos Edifícios Confinantes

Em Janeiro deste ano, residentes da zona da Ramalha, receberam nas suas caixas de correio o documento abaixo inserido, oriundo de uma empresa (Certitecna) que se diz mandatada para fazer "Vistorias cautelares dos edifícios confinantes com as obras do metro de superfície Cacilhas/Monte de Caparica/Corroios", incluindo tomada de fotografias no interior das habitações.
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Houve moradores que não permitiram a entrada de estranhos no interior das suas habitações para esse efeito e pelo menos dois deles, escreveram cartas dirigidas a essa empresa dando conta da sua posição em relação ao pretendido. Publica-se o teor de uma delas e da outra, o texto digitalizado:

- Carta 1
Para: Certitecna, Engenheiros Consultores, S. A. Rua de Moçambique, 7 1170-242 Lisboa
Vossa Ref. N.º 0001/2008 de 2008/01/04
Almada, de Janeiro de 2008
Assunto: Vistorias cautelares dos edifícios confinantes com as obras do Metro de Superfície. Cacilhas/Monte de Caparica/Corroios.
Exmos. Senhores,
Acuso a recepção da carta circular de V. Exas. acima referenciada, sobre o assunto em epígrafe, a qual mereceu a minha melhor atenção. Atendendo ao teor da mesma e tal como V. Exas. confirmam, das obras de implementação da linha ferroviária, em via dupla, do Metro de Superfície e da posterior circulação das composições ferroviárias, poderão resultar consequências nefastas para a estrutura dos edifícios confinantes com o espaço canal e dos fogos que deles fazem parte, daí pretenderem vistoriar a minha residência para a recolha de “fotografias das anomalias existentes”.
Lamentavelmente constato que V. Exas., sem possuírem qualquer tipo de informação sobre os edifícios em causa e muito menos sobre cada uma das fracções que deles fazem parte, pretendem “documentar” não as eventuais anomalias, mas as anomalias existentes, isto é, no vosso douto entender, as anomalias já existem, apenas têm de ser documentadas, para, deste modo, poderem prevenir qualquer reclamação posterior que, face às “provas” agora recolhidas, serão sempre classificadas como improcedentes pela entidade reclamada, o Concessionário. Estranha maneira de agir, quer da entidade que adjudicou a V. Exas. estes trabalhos, certamente o Concessionário a que me referi anteriormente, quer dos vossos serviços quando se propõem executá-lo com estes pressupostos iniciais… Ouso perguntar: As “vistorias cautelares” são para acautelar os interesses de quem?
Dos moradores que possam vir a ser realmente afectados pelas obras e pela posterior circulação das composições ferroviárias, ou do Concessionário, que, com este procedimento cautelar desde já se está a documentar com “provas” que lhe permitirão descartar mais tarde quaisquer eventuais responsabilidades que lhe possam vir a ser imputadas? Como V. Exas., ao que suponho, não estão legalmente mandatados para poderem devassar, quer a propriedade privada, quer o meu ambiente familiar, cumpre-me informar que não autorizo que visitem ou tirem qualquer fotografia da minha residência destinada aos fins cautelares daqueles que, logo à partida, não pretendem assumir quaisquer responsabilidades pelos seus irresponsáveis actos, isto é, estabelecer uma linha de caminho de ferro em via dupla, uma faixa de circulação rodoviária e uma faixa de acesso a estacionamentos, numa rua com pouco mais de vinte metros de largura. Com os mesmos objectivos cautelares, eu próprio me encarregarei de documentar fotograficamente o estado actual do meu apartamento, novo e sem qualquer defeito, porque totalmente reconstruído há poucos meses, pois tais documentos terão o mesmo valor legal daqueles que V. Exas. agora se propunham recolher. Com efeito, pese embora as alegadas e vastas competências da vossa empresa (?), não se dignaram sequer informar-me, a mim ou a qualquer outro cidadão afectado por este desastroso empreendimento, qual a norma ou o tipo de relatório que suportaria os registos dos resultados da vistoria cautelar que se propuseram realizar… (medição do ruído, qualidade do ar, etc., etc.).
. Para documentos, relatórios, fotografias e despachos de faz de conta, já chegaram muitos outros de entre os quais saliento pela sua importância ou mediocridade o despacho da Secretária de Estado dos Transportes, Eng.ª Ana Paula Vitorino, que concordou com a Solução 5, apresentada pelos moradores, isto é, o Despacho nº 06,07/05/SET, de 22 de Julho 2005, da Secretária de Estado dos Transportes, que fixou o novo traçado do MST no Triângulo da Ramalha, conforme exigência da CMA ao Governo e que foi prontamente desautorizado pela presidente da CMA, D. Maria Emília e pelo partido da dita maioria que a suporta. Com os melhores cumprimentos Carta expedida por email para: · geral@certitecna.pt ·tecnico@certitecna.pt - Carta 2 (digitalizada)
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sábado, janeiro 19, 2008

O MST na Provedoria de Justiça ( I )

Em "Post" deste blog de 4 de Dezembro de 2007, http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/12/quem-se-dirigiram-os-moradores-da.html divulgámos os nomes de algumas entidades oficiais a que os moradores da zona do designado Triângulo da Ramalha do traçado do Metro Sul do Tejo (MST), se dirigiram.
De entre eles, a Provedoria de Justiça em 29 de Março de 2007, que nos respondeu em 15NOV2007, com falta de duas folhas de informação.
De imediato solicitámos os documentos em falta em carta registada de 26Nov2007 com aviso de recepção e perante a demora, fizemos um telefonema em 13Dez2007, sem efeito.
Insistimos com nova carta em 04 de Janeiro de 2008 e só em 15 de Janeiro recebemos as duas folhas em falta.
Conforme prometemos em 4Dez2007, passamos a divulgar a totalidade da documentação que nos foi remetida pela Provedoria de Justiça.
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Hoje divulgamos as três folhas do ofício 018261 de 15NOV2007 , onde nos pontos 13 e 14 é referido genericamente o interesse e supostos benefícios para os proprietários mais próximos ( no caso presente os das ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes ) resultantes da implantação do MST nestas ruas, que abordaremos em post seguinte, assim como o teor de outros pontos do ofício, perante posições antes assumidas pela Câmara Municipal de Almada e a Deliberação da Assembleia Municipal de Almada em 10MARÇO2004 no referente à fixação do traçado do MST na zona do Triângulo da Ramalha.
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quinta-feira, janeiro 17, 2008

Notícia Para Conforto Doméstico

No dia 15 de Janeiro divulgámos neste blog uma recolha de dados referente a ocupação das composições do MST à passagem em determinado local do trajecto Corroios-Universidade/Est. Pragal-Corroios em que a média de ocupação é muito baixa, embora represente em percentagem uma afluência de passageiros maior, mais 65%.
Os números que recolhemos valem o que valem, mas acabam por traduzir uma realidade observada por qualquer cidadão que vê diariamente passar comboios do MST.
Por coincidência ou não, apareceu nos orgãos de comunicação social escrita, uma notícia fazendo um "Balanço Positivo no Metro".
Não temos dúvida, que mais 65% ou 100% ou 200% é sempre muito positivo, mas quando isso revela só mais 2,6 ou mais 4 ou 8 passageiros em média, a situação não pode ser satisfatória, para um investimento de 338 milhões de Euros.
Extracto da notícia do Jornal da Região de 11-21 Janeiro 2008
Segunda esta notícia o nº de passageiros ainda não atingiu o seu potencial devido ao fecho temporário das universidades, por estarem em época de exames.
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Pergunta cidadão:
1. Haverá poucos alunos a fazer exames ou os alunos não fazem os exames no Polo Universitário da Universidade Nova de Lisboa no Monte de Caparica e no Instituto Piaget?
2. Os comboios a partir da Estação do Pragal, para Lisboa e Setúbal, também estão fechados ou os seus utlizadores também estão em época de exames ou em férias?
Estas questões não ficaram esclarecidas nas declarações prestadas à Lusa.
«O pior que uma pessoa pode fazer em relação à verdade é conhecê-la e virar-lhe as costas»
(Jacques Bossuet-Teólogo e Historiador)

terça-feira, janeiro 15, 2008

O GRANDE FIASCO !

Finalmente o "Futuro" que foi anunciado chegar à Cova da Piedade, o designado Metro Sul do Tejo ou MST ou eléctrico rápido ou comboio, está a revelar-se um GRANDE FIASCO, mesmo depois de o percurso ter duplicado para Corroios-Universidade(e Estação do Pragal)-Corroios.
Dados recolhidos entre os dias 9 e 14 de Janeiro 2008 na Rua de Alvalade, por contagem de passageiros transportados nas composições em horas de ponta e fora de horas de ponta em dias de semana incluindo 6 composições contabilizadas no sábado e domingo, com tempo de chuva e tempo seco, são os seguintes:
Total de passageiros transportados pelas composições à passagem pela referida rua nos dois sentidos: 593
Número Total de composições que transportaram estes passageiros: 90
Nº Médio Passageiros/Composição, para os valores recolhidos: 593/90 = 6,6
Note-se que em horas de ponta, manhã e tarde, em intervalos diversificados, foram contados passageiros de 58 carruagens, portanto maior número que nas restantes horas.
Com este número médio de passageiros transportados e atendendo a que o percurso actual é o dobro do percurso inicial Corroios-Cova da Piedade-Corroios, onde havia um prejuízo diário de 15.000€, talvez possamos dizer que actualmente esse prejuízo será de 30.000€ diários, apesar de o número médio de passageiros transportados ter subido 65% - mas o percurso duplicou -(6,6x100/4=165%) 165%-100%= 65%
Ainda não se viram os 7.000 estudantes de que falava a presidente da CMA, dentro deste comboio!
Afinal que futuro é este?
Isto não é futuro nem para os almadenses nem para os portugueses, nem obras destas são Futuro para Portugal!

sábado, janeiro 12, 2008

O Princípio do Caos em Almada

Almada começou a viver num caos em acessibilidades com a entrada em circulação do comboio MST a cruzar a Av. Bento Gonçalves, resultante da inserção urbana à superfície e traçado imposto pela presidente da Câmara Municipal de Almada, à revelia dos almadenses.
A propósito deste projecto e da irresponsabilidade revelada por algumas pessoas na aplicação e desenvolvimento do mesmo penalizando Almada e os residentes, inserimos abaixo o comentário deixado neste blog por um visitante anónimo.
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Av. Bento Gonçalves
Anónimo disse... «Com a informação aqui divulgada, sempre documentada de forma exacta e irrepreensível (com os documentos do próprio Governo, ou produzidos por entidades terceiras a pedido deste e pagas do erário público...), foi possível ao longo do ano que passou dar a conhecer a todos os almadenses em particular e a todos os portugueses em geral nos quatro cantos do mundo, como funciona a "demo-cracia" em Almada.
Isto corresponde exactamente ao que qualquer poder local eleito democraticamente nunca deve fazer.
Acima de tudo estão os interesses dos cidadãos...Isto em Almada há muitos, muitos anos que não se verifica.
Estamos em presença de um regime que corresponde a uma verdadeira "DINASTIA" do partido...Já "mandaram" os pais (ou mães), agora "mandam" os filhos, e qualquer dia, se os Almadenses não acordarem, mandarão os netos... a terceira geração já começa a despontar.
Basta de ditadura...
Respeitem os Almadenses que vos elegeram e os demais portugueses que vos sustentam de há mais de trinta anos a esta parte...
Por favor, saiam de Almada e vão gozar a vossa "justa" reforma de políticos, conseguida ao fim de dois mandatos...(duas legislaturas, isto é, oito anos de "sacrifícios".).
Nós ficaremos por cá a trabalhar até ao sessenta e cinco anos, isto independentemente de termos começado trabalhar aos dez, doze ou quinze anos de idade...
Não se preocupem que nós (o povo, que tanto dizem defender...) estamos bem informados e os políticos actuais, preocupados com tantos desmandos (embora tenham muitos reformados no "regime" a que nos referimos anteriormente no seu seio...) fizeram o favor de reconhecer as carreiras longas, e alguns até se podem reformar aos sessenta e três anos de idade...
Tenham dó do Zé povinho...
Não lhe batam mais».
Janeiro 10, 2008 11:35 PM

sexta-feira, janeiro 11, 2008

Requalificação Urbana Cinco Estrelas na Ramalha

Em consequência do traçado do MST, no Triângulo da Ramalha, imposto pela Presidente da CMA, fundamentado numa "qualificação do espaço", "no sentido de ter boas soluções" e " um espaço de grande qualidade", quem se deslocar à zona das Ruas José Justino Lopes, Abel Salazar e D. José de Alarcão observará grandes e aberrantes asneiras em requalificação urbana.
Aqui deixamos 4 fotos muito transparentes da qualidade do trabalho feito para "benefício dos moradores em "área de lazer" e de "muito boas condições de acessibilidades".
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Caminhando nestes locais, sente-se o solo fugir debaixo dos nossos pés, o que atesta a qualidade do trabalho realizado e é "um divertimento", complementar à observação de outras aberrações do Plano de Acessibilidades XXI deste munícipio para a zona. Muito naturalmente todo este Plano foi pensado por cabeças que querem o melhor para Almada e população e, executado com muito cuidado e sentido de profissionalismo desde o projecto até aos arranjos exteriores para bem dos moradores. Acontece que os moradores e os cidadãos, por deficiência de não serem os eleitos, não têm intelecto suficiente para compreenderem o alcance daquelas cabecinhas pensadoras. O tempo ( tem costas largas) é que não tem ajudado e então a lama e os buracos são dominantes na paisagem local "devidamente requalificada" e com "muito boas acessibilidades" para incapacitados e idosos!

quinta-feira, janeiro 10, 2008

Dia de Aniversário

Foi há um ano que este Blog nasceu, para revelar os “enredos do MST” no Triãngulo da Ramalha, em Almada. As razões que o determinaram subsistem nesta Almada subjugada a um poder autárquico ditatorial, que em alguns aspectos ultrapassa aquilo que as mesmas pessoas auto-intituladas donas de Almada, apontavam como defeitos do salazarismo. O tempo, não o futuro dito da presidente da Câmara Municipal de Almada sobre o “seu” MST, e a realidade sobre este comboio da desconfiguração urbana de Almada, deram-nos razão acerca dos nossos receios quanto ao futuro de Almada e ao traçado do MST na Ramalha, nas mãos de quem se diz democrata mas actua ditatorialmente, e de quem assume publicamente compromissos, que depois renega e mente.
Estes prédios na Ramalha deixaram de ter nº de Rua para passarem a ter nº de Ferrovia
Para comemorar e recordar esse dia, deixamos a postagem com que o iniciámos, bem como o comentário de então de um anónimo: «Inicia-se hoje esta página sobre um exercício de cidadania levado a efeito na cidade de Almada, por um grupo de cidadãos residentes na Ramalha e posteriormente apoiado por muitos almadenses e cidadãos deste país, que não ficaram indiferentes à prepotência municipal "do quero posso e mando" instalada há 31 anos neste concelho, materializada de forma escandalosa naquilo que designaram Projecto Metropolitano Ligeiro da Margem Sul do Tejo, mais conhecido por MST, implantado sem a devida atenção pelas críticas dos almadenses, as naturais vítimas, ao seu traçado e inserção à superfície ao longo do principal e único eixo viário da cidade». publicada por residente 1/10/2007 01:52:00 PM
Anónimo disse... «olá, desejo os maiores sucessos com este blog e que com ele se consiga iniciar um movimento sério e credível contra o poder instalado em Almada que raia um prepotismo e autoritarismo tal só igualado pelo salazarismo. As perseguições a quem se opõe são uma constante. Ai de quem precise de algum modo de recorrer à Cãmara e tenha dito o que quer que seja contra a presidente ou o seu trabalho.houve lojas que fecharam por dizer mal do executivo camarário, do seu mau trabalho, do compadrio existente, do peditório humilhante, da subserviência de alguns e até de terem apoiado a oposição». Janeiro 11, 2007 12:56 PM
Esta CMA critica o poder e os poderosos grupos económicos que exploram a classe operária, mas quando capitalisticamente lhe convém, é capaz de fazer “joint-ventures” com os “diabos“ para aí ver um campo de colheita, mesmo sacrificando os cidadãos. Demonstrámos através de documentos as nossas posições e o acolhimento que tiveram junto de diversas entidades e organismos da nossa democracia representativa. Só não esperavamos que estes autarcas fossem tão mentirosos e indignos dos lugares que ocupam por eleição democrática. Apercebemo-nos de algumas manobras e denunciámos jogos de bastidores. De facto, há alguma coisa sem a qual nenhum ser humano pode viver na actual sociedade dita civilizada e desenvolvida que não têm cor. Uma face perversa da Presidente da Câmara ficou conhecida. O interesse despertado por este blog e o assunto tratado está reflectido nas 15723 visitas ao longo de um ano e nos comentários de apoio que os moradores receberam. Estaremos pois, neste local a divulgar tudo o que estiver ao nosso alcance para continuar a desmascarar a falsa maneira de estar, de algumas pessoas, no exercício do mandato democrático nos órgãos autárquicos em Almada, onde os eleitos se servem dos munícipes e do concelho, quando deveriam estar aos serviço do concelho e dos munícipes. O nosso obrigado

terça-feira, janeiro 08, 2008

Primorosas Acessibilidades XXI da CMA

Na Ramalha o exemplar Plano de Mobilidade Acessibilidades XXI da Câmara Municipal de Almada está perfeitamente executado para dificultar os acessos aos cidadãos residentes e peões, nomeadamente a deficientes motores, idosos e cegos.
1. Na Rua D. José de Alarcão o acesso a este prédio era feito ao nível do solo da rua.
Agora com o metro da senhora presidente e o seu Plano de Mobilidade Acessibilidades XXI é feito através de degraus.
A senhora presidente privilegiou aqui o automóvel.
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2. Na antiga Rua José Justino Lopes, agora transformada em "Ferrovia José Justino Lopes", não existiam estes muros nem os dois lanços de degraus que se vêem em primeiro plano.
A Rua José Justino Lopes estava ao nível do piso superior do primeiro lanço de degraus e permitia acesso directo dos moradores aos prédios e garagens a partir da faixa de circulação. Nesta Rua, agora Ferrovia, existia parqueamento de cada lado da mesma. Agora desapareceu.
3. Aqui na Rua D. José de Alarcão, onde antes existia um parque de estacionamento e passeio, passou a haver degraus e foi eliminado o estacionamento.
O prédio que se vê na foto, último a ser construído, não tem conseguido a venda de andares há 2-3 anos, devido à passagem do comboio no local.
4. A Rua Abel Salazar, que foi significativamente rebaixada, desce no sentido norte-sul para vir entroncar na R. D. José de Alarcão, em frente ao prédio que vê na foto anterior à esquerda. Nesta rua não existiam as escadarias e rampas de acesso observadas nas fotos seguintes.
O acesso às garagens fazia-se ao nível da faixa de rodagem e onde agora existem escadas e rampas anteriormente havia parque de estacionamento.

Esta Câmara Municipal de Almada não pára de trabalhar para prejudicar os cidadãos, os almadenses e os moradores. Temos precisamente aqui na Ramalha, excelentes exemplos da execução rigorosa da obra prima que é o seu Plano de Mobilidade Acessibilidades XXI, para criar dificuldades a todos nós munícipes. Mas atenção porque as dificuldades não são só aqui !

Estão por todo lado. Estamos perante um despropositado e incompreensível Plano de Dificuldades XXI.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

O Mando e o Desmando em Almada

Apresentamos a resposta do Governo entrada na Assembleia da República em 07 de Novembro de 2007, ao requerimento do Deputado Luís Carloto, do Movimento Partido da Terra (MPT) feito em 30 de Março de 2007 e dirigido ao Sr. Presidente da Assembleia da República http://triangulodaramalha.blogspot.com/2007/04/deputado-apresenta-requerimento-na.html, sobre o não cumprimento do Despacho 06.07/05SET de 22JULHO2005 da Secretária de Estado dos Transportes, no traçado do MST no designado Triângulo da Ramalha.
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Para além de nesta resposta ser dito que a Presidente da CMAlmada recusou o Despacho da Secretária de Estado dos Transportes (SET), quando exigia ao Governo uma decisão, são referidas algumas "inverdades", como é usual agora referir, no respeitante a este problema, nomeadamente no que se refere aos esclarecimentos dados ao Tribunal do Contas em que não é referida sequer a existência do citado Despacho que permitia ao Estado poupar 1.200.000 euros e resolvia muitos problemas levantados pelos moradores, os quais ficaram demonstrados quando da apresentação do estudo das soluções alternativas.

É mentira quando é dito que foram atendidas as preocupações dos moradores quanto aos lugares de estacionamento, pois actualmente estacionam na Rua Lopes de Mendonça cerca de setenta viaturas e com a solução imposta pela CMA ao Governo só estacionarão 8 viaturas.

As dificuldades nas acessibilidades e mobilidades dos moradores às suas residências e garagens mantêm-se. A perturbação relativa a ruídos e poluição em nada foi alterada, já que as viaturas auto passarão a circular mais próximas dos prédios.

Quanto à maior flexibilidade do funcionamento dos cruzamentos na Av. Bento Gonçalves, nada de novo aparece, já que a solução apresentada pelos moradores e aprovada pela SET era em tudo idêntica à solução inicial, a qual a CMA e a sua Presidente, talvez por leviandade na apreciação do traçado e alguma ignorância na matéria nunca colocaram em causa a solução inicial e os problemas por si causados que agora aponta.

A Solução que o Governo acabou por aceitar devido a imposição da CMA, ajoelhando-se aos pés da presidente da Câmara, penaliza os moradores e trata-se de uma mesquinha vingança desta, pelo facto de os residentes locais terem sabido defender os seus interesses com uma melhor proposta.

Por aqui se vê qual é a democracia do PCP e de alguns de seus elementos autarcas que demagogicamente andam a enganar a população quando dizem que defendem os seus (da população) interesses.

Defendem sim seus interesses pessoais e a satisfação do seu ego "quero, posso e mando" ... e o Governo, não sabemos porquê, vai neste caso a seu reboque, com prejuízo do erário público, dos moradores e da população almadenses.

O autismo, a arrogância e a prepotência aliadas a uma fácil e populista demagogia barata, apoiada no culto de um obscurantismo social continuam a mandar no concelho de Almada.