quinta-feira, maio 24, 2007

Imagens Que Comprometem e Vinculam a CMA

VEJAM O VIDEO.
A Câmara Municipal de Almada quer esquecer o que disse!
Os moradores da Ramalha iniciaram há 4 anos uma luta em defesa dos seus legítimos direitos à qualidade de vida no local de residência, recorrendo a diversas entidades, em consequência da inconcebível inserção das linhas do MST no Triângulo da Ramalha que a Presidente da Câmara de Almada lhes pretendia e continua a pretender impor.
A CMA e a Presidente fechadas no seu autismo, exibindo arrogância e prepotência, nunca quiseram dialogar com os moradores .
Exibimos hoje mais um documento elucidativo desta batalhaonde se pode ver e ouvir o que a CMA dizia então:Que ao Governo competia a decisão da alteração do traçado no Triângulo da Ramalha.
Os visitantes deste blog poderão agora confrontar essas declarações com factos posteriores e com o comportamento e atitude da CMA e da sua Presidente face à decisão/ Despacho da Secretária de Estado dos Transportes.
Este video da RTP é de 9 de Março de 2004.
Reproduzimos mais uma vez abaixo uma imagem da R. Lopes de Mendonça e outra, uma montagem, como a CMA nos quer deixar a Rua e quanto nos pretende prejudicar.
(clique nas imagens para aumentar)
A Cor preta serão faixas de rodagem para viaturas, as quais passarão a circular muito mais próximo das habitações, aumentando ruído e poluição. A Cor vermelha corresponde ao Espaço Canal de circulação do MST (via dupla) constituindo uma barreira entre os 2 lados da rua. A Cor azul corresponderá a passeio. Nesta rua estacionam diariamente uma média de 80 viaturas e pretendem reduzir esse estacionamento a 8 lugares.

terça-feira, maio 22, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha X

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Triângulo da Ramalha
Alternativas
Relatório da Discussão Pública
(continuação de IX)
SUMÁRIO deste Post: Discussão Pública / Intervenções
Após a anterior divulgação da “Apresentação dos critérios de análise às 5 Soluções, que servirão (serviram) de base para a tomada de decisão da solução de implementação”, divulgamos hoje, a constituição da Mesa responsável (mais uma vez) pela apresentação do Estudo e o Relatório da Discussão Pública organizada, tal como exigia o Instituto do Ambiente ( informação de Engª Isabel Rosmaninho) - exibiremos documento com esta informação. Chamamos a atenção dos visitantes deste blog e leitores destes “Posts” para as respostas da Mesa aos intervenientes e a curiosa intervenção do Sr. José Manuel Maia (Presidente da Assembleia Municipal de Almada), reclamando da urgência de uma decisão, por parte do Governo, lembrando a Mesa para a Deliberação da Assembleia Municipal (de 10MAR2004), onde a AM exigia (ao Governo), alinea g do ponto1 : “a fixação do novo traçado no chamado “Triângulo da Ramalha”, encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução.”
É também de notar a intervenção do Vereador Hernâni Magalhães, criticando a falta de análise do custo/benefício, o qual como os visitantes e leitores deste blog sabem pelos documentos aqui apresentados, está clarificada, quando se concluiu que a Solução 5, a vencedora no Estudo e aprovada, era a de menor impacte ambiental, de menor prejuízo para os moradores e de menores custos.
(clique sobre os documentos para aumentar e ler)
Folha 1
Folhas 2 ; 3 Folhas 3 ; 4
O Governo decidiu como todos sabem em 22JUL2005 por Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, optando pela Solução 5. È lamentável que o Sr. José Manuel Maia, não tenha memória suficiente para se lembrar agora da Deliberação de 10MAR2004 da AM e, para vir defender a honra e dignidade da decisão da própria AM, da qual é Presidente. Se o Sr. José Manuel Maia não se lembra da Deliberação da AM de 10MAR2004, está certamente a faltar ao respeito aos Deputados Municipais e à população almadense, uma vez que daquela "Apresentação Pública" saiu uma “tomada de decisão da solução de implementação” pela Secretária de Estado dos Transportes que foi de encontro àquilo que a AM exigiu ao Governo! Será que o Sr. José Manuel Maia e a Presidente da CMA estavam à espera que o Governo optasse pela Solução 2 – a da CMA?

domingo, maio 20, 2007

O Desperdício do Dinheiro dos Contribuintes

O Comboio 3V ( Vai e Vem Vazio) ou Comboio ST (Sempre em Teste)
(clique sobre as fotos para aumentar)
A propósito de vários comentários feitos neste Blog por participantes, uns achando que o que a CMA faz é sempre bem feito, outros entendendo que não é bem assim e o cidadão também tem uma palavra a dizer, transcreve-se o comentário de um anónimo ( do dia 19 Maio 2007 ao "Post" de 12 Maio) onde se contabiliza o gasto inútil (actualizado), se outras razões não existissem, que a Câmara Municipal de Almada e a sua Presidente querem que Estado faça, para levar por diante a sua teimosia em manter a Linha 3 nas Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes.
"Meus caros senhores (anónimos e outros),
O traçado pela Rua Lopes de Mendonça e pela Rua José Justino Lopes, não é necessário, repito, não é necessário...Ou não conseguem perceber esta afirmação?
O anónimo que num comentário anterior quiz fazer um boneco entenderá isto?
Seria bom...pois poderia explicar aos demais com o nosso dinheiro é jogado no lixo, melhor dizendo nos bolsos das empresas construtoras do espaço canal...
O que está em causa é o desperdício, o esbanjamento, o gastar à tripa forra, aquilo que quiserem...
Deixem-se de filosofar...
Repito, o que está em causa são os MILHÕES DE EUROS DE POUPANÇA que resultam da adopção da proposta dos moradores (SOLUÇÃO 5) que, como este blog bem demonstra a partir de estudos feitos pelo ESTADO (e pagos por todos nós), pode ser quantificada do seguinte modo:
se os 5,861 km de linha actualmente em exploração custaram 95.000.000 de EUROS, no traçado desnecessário pelas ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes, com 0,475 km de comprimento, poupar-se-ão 7.293.977 EUROS...
Vejam bem este número (obviamente médio...)
Este é o único facto que aqui gostaríamos de ver debatido. Certo?
Temos ou não a obrigação de exigir ao ESTADO que ponha a CMA na ORDEM (e já agora todos os seus defensores que por aqui vão passando por "dever partidário" não esquecendo que muitos militantes do partido maioritário da CMA CONCORDAM, em privado claro, com a Solução 5, logo com os moradores da Ramalha...)?
No partido ainda há disciplina partidária (por enquanto...)
Quanto ao resto e aos benefícios do comércio local, vejam bem as lojas que vão fechando...As que não fecharem agora terão oportunidade de ver muitos clientes a viajar de metro mas a metros da sua porta.Terão o "Metro, a um metro do futuro" e estarão na falência quando tal futuro chegar...Já viram bem a "velocidade" com que passam os cidadãos (para as empresas transportadoras apenas passageiros) pelas lojas dos terminais fluviais de Cacilhas, do Barreiro e outros?
Passam a correr, pois têm pressa de chegar ao aconchego do seu lar...e os comerciantes a vê-los passar...
Em Almada será bem pior..
Esperem para ver... "

sábado, maio 19, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha IX

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem(continuação de VIII)

SUMÁRIO deste Post: Análise Preliminar de Custos Na postagem anterior dentro deste mesmo Tema, revelámos as conclusões do estudo mandado realizar pelo Estado, onde a Solução 5 ( dos moradores) revelou ser a melhor depois de ponderados todos os critérios que sustentaram o estudo comparativo. Hoje apresentamos e relacionado com esse estudo, a Análise Preliminar de Custos das 5 Soluções, onde volta também a evidenciar-se a mais valia da Solução 5:

A Solução 5 é a de menores custos.

(clique sobre imagem para aumentar e ler)

Técnica, ambiental e economicamente a Solução 5 é a melhor, além de causar menores danos aos residentes.

"Branco, mais Branco, não há" !

sábado, maio 12, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha VIII

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem (continuação de VII)
SUMÁRIO deste Post: Avaliação da Paisagem 3.4.2.2. Análise Visual da Paisagem 3.4.3. Barreira Visual / Intrusão na Paisagem 3.4.3.1.Valoração de Critérios 3.4.3.2. Comparação entre Soluções 4. Comparação Global O “Post” de hoje revela-se de extraordinária importância dentro do Estudo mandado fazer pelo Estado, que temos vindo a apresentar publicamente, uma vez que se divulga agora a Comparação Global das 5 Soluções Alternativas estudadas. A CMA dizia então no seu Boletim Municipal de Julho/Agosto 2005 : - “Secretária de Estado vai decidir. O Estado, através da Secretária de Estado dos Transportes, tem agora as condições e elementos técnicos para tomar uma decisão”.
- “Segundo o representante da Equipa de Missão (Engº Marco Aurélio, actual Encarregado de Missão), na reunião realizada com os moradores da Ramalha, a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência de tal decisão e já assumiu ter de tomá-la”.
(clique nas imagens para aumentar e ler)
Pág. 33 ; 34
Pág. 35 ; 36 Pág. 37 ; 38
Deste Estudo sobressai a indubitável mais valia da Solução 5 (correspondente à proposta dos residentes), da autoria de um morador. Veja-se a Pág. 38.
(esta Pág. foi reconstruida na coloração para a tornar mais explícita).
Como os visitantes do blog, que têm acompanhado toda a informação aqui disponibilizada, sabem, foi o resultado e conclusões deste Estudo que permitiram a fundamentação do Despacho 06.07/05 SET de 22JUL2005 da Secretária de Estado dos Transportes, decidindo pela Solução 5, que fixou o novo traçado no chamado “Triângulo da Ramalha”, conforme exigência da CMA e da Assembleia Municipal de Almada de 10MAR2004 ( Edital nº 17/VIII/2004). Despacho nº 06.07/05 SET “Concordo. Comunique-se ao Gabinete do MST que deverá oficiar a CMAlmada no sentido de obter a anuência para se avançar com a solução proposta. Ass. Ana Vitorino 22Julho 05” Não querendo a Câmara Municipal de Almada acatar a decisão que andou a pedir ao Governo, pergunta-se :
1.Onde está a honestidade e moral da Câmara Municipal de Almada? 2.Quem é que é intelectualmente desonesto? 3.Com esta conduta, que idoneidade e ética política tem o executivo autárquico perante a população almadense ?

quinta-feira, maio 10, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha VII

- Metro Sul do Tejo (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem (continuação de VI) SUMÁRIO deste Post: Arco Ribeirinho Almada – Montijo
O mapa complementar da Fig. 3.7 da pág 31 não está visivel por dificiência da fotocópia.
Relativamente ao Valor Paisagístico desta unidade de Paisagem note-se a relevância das alíneas a) e b) (pág. 32), no contexto da área estudada.
(clique na imagem para aumentar e ler)
Pág. 31 ; 32

quarta-feira, maio 09, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha VI

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem (continuação de V) SUMÁRIO deste Post: 3.4. Paisagem 3.4.1. Definições e Conceitos 3.4.1.1. Unidades de Paisagem 3.4.1.2. Análise Visual da Paisagem
3.4.2. Caracterização da Paisagem na Área em Estudo
3.4.2.1. Unidades de Paisagem A apresentação de hoje como o sumário diz, aborda a componente PAISAGEM. São apresentados aspectos fundamentais para apreciação de critérios tidos em atenção neste Estudo, a divulgar nos próximos “Posts”, os quais serão pontuados e valorizados.
(clique nas imagens para aumentar e ler)
Pág. 25-2ª metade ; 26
Pág. 27 ; 28 Pág. 29 ; 30

A descrição destas Unidades de paisagem (pág.30), será complementada no próximo "post" com as pág. 31 e 32.

terça-feira, maio 08, 2007

O MST e Cidades Europeias

Antuérpia(Bélgica)
Gent (Bélgica)
(clique nas imagens para aumentar)
A Inauguração do Mini Futuro
Depois de o pó ter assentado, talvez seja pertinente recuarmos uns dias e reflectirmos sobre a inauguração do mini percurso do comboio MST entre dois apeadeiros, Corroios e Centro Sul, na Cova da Piedade, ao custo de 25 milhões de euros/Km. Todos, políticos e autarcas enaltecem virtudes a este meio de transporte colectivo: Não temos dúvidas que as tem, todavia não acreditamos que essas virtudes, se venham a impor aqui, face ao insensato traçado e inserção das linhas que a Srª Presidente da CMA exigiu fosse ao longo e no meio do principal e único eixo viário da Cidade de Almada. Enquanto que em cidades por esta Europa adiante, o metro de superfície, tram ou eléctrico rápido, está segura e devidamente enquadrado na malha urbana, não tem inestéticos postes no meio das vias, serve os cidadãos, não desqualifica nem agride as cidades, em Almada, o traçado e inserção escolhidos não serve a população, nem é mais valia para a cidade. Outro aspecto que ressalta da cerimónia inaugural, é a ausência de qualquer referência por parte de políticos e representantes da concessionária aos atrasos provocados pela CMA ao desenvolvimento da obra, após o Governo ter decidido fixar o traçado definitivo do MST no Triângulo da Ramalha, por Despacho da Secretária de Estado dos Transportes em 22JUL2005 e que a CMA não aceitou, apesar de o ter exigido ao Governo, traduzindo-se num agravamento substancial dos custos, acrescidos das consequentes indemnizações compensatórias à Concessionária. Por que será que políticos e autarcas fogem de falar deste Despacho tal qual o “diabo foge da cruz”?
Que “Tratado de Conforto” para as partes envolvidas no negócio, foi assinado entre quem e com quem, em prejuízo dos residentes?
Veja-se por que os comboios andam a circular vazios e sem utilidade: "À Lusa, o presidente da Metro Transportes do Sul, José Luís Brandão, disse que o principal objectivo da entrada em funcionamento deste troço, com apenas sete paragens, justifica-se para “sensibilizar os futuros utentes, peões e veículos” e para “esclarecer a população sobre os preços praticados e compra de bilhetes”. José Luís Brandão esclareceu que a concessionária “nunca teve o intuito de rentabilizar a exploração deste troço”, que serve poucas pessoas e que não tem, neste momento “grande utilidade”, visto que não alcança ainda os dois interfaces principais da futura rede: Pragal (ligação com os comboios da Fertagus) e Cacilhas (terminal dos barcos da Transtejo)". (in Jornal regional.com Porto) Descobriu-se agora que o "atraso" da população almadense é devido à falta de “Sensibilizadores” e “Esclarecedores”! Justifica-se estar a circular o MST em 4 Km se a concessionária “nunca teve o intuito de rentabilizar a exploração deste troço” que não tem neste momento "grande utilidade" ?

sábado, maio 05, 2007

A "Transparência Democrática" da CMA

Exibimos hoje elementos relativos à troca de correspondência entre nós e o Presidente da Comissão de Obras Públicas Transportes e Comunicações da Assembleia da República, referente à falta da folha 4/5 da Informação nº382 de 2004-11-23, do Grupo de Missão da CMA no dossier, da nossa Petição 88/IX/2ª, que nos foi enviado pelo Presidente da Comissão, folha essa que deveria ter sido enviada junto com as outras à Comissão, pela Câmara Municipal de Almada.
Conforme doc. 3 aqui exibido, essa folha não consta da documentação, quer da Comissão, quer do Deputado-Relator e ninguém a solicitou, nomeadamente o Deputado-Relator, ou deu pela sua falta.
Informou-nos o Sr. Presidente da Comissão, no doc.3 que foi de imediato solicitado à CMA, ( Vereador Rui Jorge Palma de Sousa Martins), o referido documento completo. Dado até 30 de Abril de 2007, não termos recebido a folha em falta ou o documento completo, voltámos a solicitá-lo ao Sr. Presidente da Comissão, (doc. 4), e constatamos que a CMA ainda não respondeu à solicitação da Sr. Presidente da Comissão, conforme doc. 5., Of. nº 149/9ª-COPTC de 2007.05.02.
(clique nos doc. para aumentar e ler)
Doc. 1.
Doc. 2. ; 3.
Doc. 4. ; 5.
Perante os documentos e o ocorrido:
- lamenta-se que a CMA, que diz fazer tudo bem feito e o melhor por Almada, não tenha respondido dentro dos prazos legais à Comissão de Obras Públicas,
- perguntamos se a CMA não está obrigada a cumprir prazos de resposta ?
- que motivações levaram a CMA a não enviar em tempo, o documento completo à Comissão e porque não o fez ainda?
Os moradores da R. Lopes de Mendonça face ao incorrecto comportamento da CMA neste processo, que para nós não é estranho, sabem que a CMA nunca esteve interessada em falar verdade sobre o MST na Ramalha. Preferiu esconder informação aos residentes e mesmo sonegá-la.
Se para a COPTC da Assembleia da Republica, tem este comportamento, imagine-se com os municípes que se dirigem à CMA a solicitar documentos ou informações que à CMA não interesse dar ou fornecer.
Nós tivemos disso provas reais, quando nos quisemos informar junto dos serviços camarários e nos “Fórum” sobre o MST, de viva voz, ou mediante pedidos escritos, requerimentos e cartas registadas com aviso de recepção, das quais nunca obtivemos.
É Esta a Democracia dos “democratas" que ocupam os Paços do Concelho de Almada.
É Esta a Democracia destes eleitos CDU.
É Esta a consideração e o respeito que estes “democratas” têm pelos munícipes e cidadãos.
É Esta a legalidade democrática que defendem?
Cidadão tem o dever de informar-se.
Os eleitos têm a obrigação de informar.
Onde está a isenção e a transparência na conduta, nas opções e decisões da CMA?
É preciso devolver Almada à população.

quinta-feira, maio 03, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha V

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem (continuação de IV) SUMÁRIO deste Post: 3.3.2.4 Critério 4 3.3.2.5 Critério 5 3.3.3. Ponderação dos Critérios 3.3.4. Comparação Entre as Soluções Com a apresentação de hoje chegámos a um ponto que nos permite formular já uma avaliação positiva e favorável acerca da mais valia da Solução 5 deste Estudo, mandado fazer pelo Estado, a exigência da Assembleia Municipal de Almada, em 10MAR2004. As conclusões e os Quadros Comparativos das Soluções até aqui apresentados, são elucidativos e consequência natural da utilização dos mesmos critérios para todas as alternativas estudadas.
Continuaremos a divulgar mais elementos até à Comparação Global na qual se incluem os custos.
(clique nas imagens para aumentar e ler)
Pág. 21
Pág. 22 ; 23 Pág. 24 ; 25 1ª metade

quarta-feira, maio 02, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha IV

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem. (continuação de III) Hoje revelamos publicamente mais elementos que permitem desmontar a mentira que CMA & Companhia, andam impingindo aos almadenses e querem enganar os residentes da R. Lopes de Mendonça. Seguir-se-ão outros... SUMÁRIO deste Post: 3.3.2.2 Critério 2 3.3.2.3 Critério 3
(clique nas imagens para aumentar e ler)
Pág. 17-2ªmetade; 18
Pág. 19;20

terça-feira, maio 01, 2007

Questões/Perguntas sobre o MST - Blogs

1. De quem é a responsabilidade do traçado e inserção do MST no meio do principal eixo viário da cidade de Almada?
Foi esta a pergunta disponível durante o mês de Abril de 2007 neste blog, para os visitantes que quiseram responder. Responderam 59 visitantes e os resultados por ordem decrescente de votos são :
Presidente da CMA : 33 votos (66%)
Câmara Municipal de Almada : 11 (19%)
Assembleia Municipal : 7 (11%)
Governo : 1 (2%)
População Almadense: 1 (2%)
Câmara Municipal do Seixal : 0 (0%)
De notar aqui, a votação na Assembleia Municipal, traduzindo possivelmente a posição dos votantes perante as posições deste orgão e das oposições aí representadas . Será?
2. O blog "O lado Certo" tem a decorrer também a seguinte pergunta :
Como avalia a prestação da CMA em relação ao MST?
Nesta data as avaliações de Péssima : 33 (57%) e Má : 5 (9%) totalizam 38 votos (66%), num total de 58 votos.
Estas respostas unicamente revelam a opinião daqueles visitantes que se disponibilizaram a responder e só podemos dizer que entre os votantes, a Presidente da CMA aparece como a principal responsável pelo traçado, no blog "triangulodaramalha" e a CMA, no blog " oladocerto", com uma prestação negativa - Má e Péssima - muito significativa (66 %).

segunda-feira, abril 30, 2007

Democracia: Mais Censura a Notícias MST

(clique na imagem para aumentar)
A falta de vergonha e insultos à democracia continuam.
Soubemos recentemente que mais uma notícia sobre o traçado do MST no Triângulo da Ramalha, ficou na “gaveta” de um jornal diário.
O caso passou-se há pouco mais de 15 dias. Moradores da R. Lopes de Mendonça, foram contactados por jornalista para comentar informações deturpadas, dadas pela CMA a essa pessoa sobre o traçado do MST. Jornalista em causa, fez a notícia depois de conversar connosco e enviou-a para o jornal. Estranhámos não a ver publicada, dado tratar-se de correspondente e contactámos a pessoa em causa. Disse-nos : “De facto não foi publicada. Eu redigi a notícia e enviei-a para o jornal. A partir daqui a responsabilidade não é minha”.
Será de algum lápis azul ?
Outras notícias sobre MST e da mesma autoria têm sido publicadas. Aquela, possivelmente alguém achou que "não dispunha de espaço suficiente", não era oportuno ou merecia o lápis azul, em nome da democracia dos interesses privados ou pessoais de alguém!
Não estranhamos estas atitudes nesta falsa democracia, tal como a compreendemos em claros regimes autoritários. Só que neste país, com os nossos verdadeiros democratas há algum ”requinte democrático”.
Já não é a primeira vez que isto acontece connosco, conforme já denunciámos e não é por mero acaso.
Nós residentes da R. Lopes de Mendonça e porque não somos capazes de compreender a transcendência e importância deste “projecto” para Almada é que somos muito mal intencionados e revelamos “desonestidade intelectual” !
Afinal “vivemos” em democracia e os interesses económicos nunca se sobrepõem aos interesses da população devido aos naturais defensores e usurpadores desta democracia benevolente, não é?

domingo, abril 29, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha III

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem.
(continuação de II) Apresenta-se hoje mais elementos do Estudo mandado fazer pelo Estado, para que os visitantes deste blog se apercebam do "negócio" que deve haver neste projecto, para agora, governantes e autarcas quererem ignorar esse Estudo, desrespeitarem-se a si mesmos, o que decidiram anteriormente e os interesses legítimos dos moradores. SUMÁRIO deste “post”: 3.3. Componente Social 3.3.1. Introdução e Bases Para a Definição dos Critérios Critério 1 Critério 2 Critério 3 Critério 4 Critério 5 3.3.2. Valoração dos Critérios 3.3.2.1. Critério 1
(Clique nos doc. para aumentar e ler)
Pág. 13 ; 14 ; 15
Pág. 16 ; 17(meia página)

quarta-feira, abril 25, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha II

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem (continuação de I) SUMÁRIO deste “post”: 3.1.2 Critérios 3.1.3 Valoração de Critérios Critério 1 Critério 2 Critério 3 3.1.4 Comparação Entre Soluções 3.2. Património 3.2.1. Valoração de Critérios 3.2.2. Comparação Entre Soluções
(clique nos doc. para aumentar e ler)
Pág. 7 ; 8
Pág. 9 ; 10 Pág. 11 ; 12 Recordamos que este Estudo das Soluções Alternativas foi Apresentado Publicamente em 16JUN2005 à população, no Pragal, Almada.

terça-feira, abril 24, 2007

Estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha I

- METRO SUL DO TEJO (MST) -
Avaliação dos Critérios Ambientais, Ruído, Património, Componente Social e Paisagem.
SUMÁRIO deste "post":
Matriz Multicritério - MST
1. Introdução
2. Descrição de Soluções
3. Descritores Ambientais
3.1. Ruído
3.1.1. Introdução
Caros Cidadãos Continuamos hoje a disponibilizar elementos do Estudo mandado fazer pelo Estado Português sobre as Alternativas ao Traçado do MST no Triângulo da Ramalha, correspondendo à exigência e Deliberação da Assembleia Municipal de Almada, ao Governo, de 10MAR2004. Esta apresentação permite aos cidadãos portugueses e estrangeiros, verem mais uma vez, que não estamos falando sem bases e que a razão nos assiste, quando defendemos aquilo a que temos direito como pessoas, cidadãos e residentes, para lá de todas as trapalhadas, tropelias e inverdades, protagonizadas pela CMA e sua Presidente e também por aqueles, que agora apressadamente, querem dar o dito, por não dito e o decidido por não decidido, como se nada tivesse sido decidido com fundamento.
O que não tem fundamento é quererem prejudicar os residentes das Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes sem argumentos válidos, impondo-lhes a Linha 3 nestas ruas, quando há uma Solução melhor. Este Estudo, como temos dito, foi apresentado publicamente no Pragal-Almada, em 16/06/05, pelo Prof. José Manuel Palma (AMB VERITAS, Ambiente, Qualidade e Formação) e Engª Cristina Laginha (Ferbritas). Para além destes, integravam a Mesa, o Vereador José Gonçalves e o Engº Laranjeira ( os 2 em representação da CMA) e Engº Marco Aurélio Martins (do Gabinete do Metro Sul do Tejo, em representação do Governo )
(clique sobre os doc. para aumentar e ler)
Pág. 0;1;2
Pág. 3 ; 4
Pág. 5 ; 6

sábado, abril 21, 2007

A Deliberação da AMA e Três Perguntas Oportunas

Divulgamos hoje alguns factos da “Deliberação sobre o Desenvolvimento do Metro Sul e a Disponibilização de Terrenos”, da Assembleia Municipal de Almada (AMA), de 10 de Março de 2004- EDITAL Nº 17/VIII/2004.
Por ser verdade, esta Deliberação, foi publicado este edital assinado pelo Presidente da AMA Sr. José Manuel Maia Nunes de Almeida, o qual foi afixado nos lugares de estilo do concelho.
(clique sobre as imagens para aumentar e ler)
A. - Destacamos das folhas 3 e 5 da Deliberação:
“ A Assembleia Municipal de Almada reunida em Sessão Plenária, no dia 10 de Março de 2004, delibera precisar absolutamente ao Governo para que no exercício das suas responsabilidades de concedente do empreendimento do Metro Sul do Tejo decida, exija, coordene e verifique: ........................................................... g) A fixação do novo traçado no chamado Triângulo da Ramalha, encerrando o dossier após explicação técnica fundamentada à população, permitindo desta forma a elaboração do projecto de execução. ........................................................... A Assembleia Municipal na presença da solicitação da concessionária relativa à disponibilização dos terrenos delibera: a) Afirmar que a prévia aprovação dos projectos de execução de cada troço a intervir é condição indispensável para toda e qualquer disponibilização de terrenos pelo Município; b) Que a partir desta data e enquanto não estiverem cumpridas por parte da Concessionária as condições estabelecidas pela Assembleia Municipal no Protocolo celebrado com o Governo e, cumulativamente, assumida a resolução pelo Concedente das questões enunciadas no número anterior, designadamente a apresentação do faseamento global da obra, a integração do plano de mobilidade, a fixação definitiva do traçado da Conceição Sameiro Antunes e Triângulo da Ramalha, não devem ser disponibilizados os terrenos públicos e privados do Município; B. - Tendo o Sr. Presidente da AMA assinado a presente deliberação “por ser verdade”, perguntamos-lhe: - qual é o seu papel como Presidente da AMA, perante o incumprimento da CMA da exigência da AMA ao governo e cumprida por este? Tendo o Sr. Presidente da AMA num fórum MST (26MAR2004) apelidado moradores da Ramalha de “débeis” ou enfermando de “debilidade”, e numa Assembleia Municipal (27ABRIL2004), de “intelectualmente desonestos”, perante o incumprimento pela CMA da decisão do Governo, (Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, de 22JUL2005) relativa ao Triângulo da Ramalha, perguntamos-lhe: - quem é que é “débil” e “ intelectualmente desonesto” ?
C. - Sabendo os Senhores Deputados Municipais ( PCP/CDU, PS, PSD e BE ) que houve uma decisão do Governo correspondendo às exigências, (vossas) da AMA e sendo os Senhores Deputados eleitos pelos cidadãos, perguntamos-lhes:
- qual é o vosso papel na AMA perante o facto de a CMA não aceitar a decisão do Governo à vossa exigência na AMA, referente ao Triângulo da Ramalha?

sexta-feira, abril 20, 2007

Ainda as Verdades Documentadas : Uma Análise

Publicamos um comentário feito neste blog acerca do Estudo Técnico mandado fazer pelo Estado sobre as alternativas ao Traçado, abordando especialmente as Soluções 1 , 2 e 5 e o que CMA e Governo pretendem fazer na Ramalha, passando por cima dos argumentos técnicos fundamentados que indicam a Solução 5 como a melhor.
Note-se que o cateto do Triângulo, na Bento Gonçalves, Solução 5, é susceptível de ser aumentado até à dimensão do mesmo na Solução 1. Os falsos argumentos que agora apontam contra a Solução 5 "diminuição das condições de segurança, fluidez e fiabilidade do sistema do MST, uma vez que com as situações de congestionamento poderia verificar-se a ocupação do espaço canal", não passam de manobras de diversão, uma vez que os estudos anteriores foram feitos em sintonia com a Concessionária e esta na altura não colocou obstáculos. Até disse que a Solução 5 era a melhor.
Poderemos adiantar, que esses argumentos dos detractores da Solução 5 - CMA e Companhia..., porque há outras mãozinhas a mexer na massa, não têm consistência nem coerência.
Dizem : "poderia verificar-se a ocupação do espaço canal".
Ora isso poderá ocorrer em qualquer outro lugar do espaço canal sempre que a circulação automóvel passe sobre a via férrea, o espaço canal. O problema de fundo está na aberração deste traçado em espaço canal e a cruzar-se constantemente com automóveis com muitas passagens de nível.
Só o facto de não terem argumentos válidos contra a Solução 5 é que lhes permite dizer asneiradas, e revelarem tanta insenzatez, pensando que cidadão é parvo, idiota e não pensa.
Curiosamente e isto é de pasmar trocam o incerto, usam o condicional : "poderia verificar-se a ocupação do espaço canal " pelo certo : prejudicar os moradores na sua qualidade de vida e em muitos outros aspectos para sempre, ao manterem a Linha 3 nas Ruas Lopes de Mendonça e José Justino Lopes !
Onde está a racionalidade destes autarcas, governantes e actual Equipa de Missão do MST?
(clique no doc. para aumentar e ler)

Comparação esquemática dos traçados das Soluções1, 2, e 5

Um visitante anónimo disse:

"Os moradores da Rua Lopes de Mendonça, nos muitos fóruns em que têm participado (este Blog incluído), sempre pautaram o seu comportamento pela ética e pela honestidade intelectual, exigindo apenas que a proposta que fizeram em tempo oportuno fosse estudada, tal com as demais, de modo a que, de entre elas, fosse escolhida a que se apresentasse como a mais vantajosa.

O estudo comparativo das cinco propostas foi providenciado pelo dono da obra (o Estado), como o ofício do GMST documenta, tendo os especialistas aos quais foi confiado, utilizado três critérios dos quais resultaram as seguintes conclusões:

1) Análise da exploração e do traçado (Raio de curvatura, declive e tempo de percurso):Todas as cinco soluções são compatíveis nos critérios analisados…

2) Critérios ambientais (Ruído, Património, Componente social e Paisagem)A solução que se apresenta mais favorável é a 5 (Rua de Alvalade)

3) Custos : A solução 5 (Rua de Alvalade), apresenta-se como a mais favorável na medida em que é a solução com menos comprimento de espaço canal a intervir, cerca de 475 metros…

Quando colocada perante estes irrefutáveis factos (a proposta dos moradores venceu...), a CMA, em reunião de 11 de Maio de 2005, pronunciou-se no sentido de que a solução “mais vantajosa” seria aquela que retoma o traçado previsto no anteprojecto (solução 2).

Perante uma solução “mais vantajosa” cujas vantagens os moradores não conseguem vislumbrar, porque não tem qualquer suporte técnico, conseguirá a CMA apresentar publicamente o “estudo demonstrativo” que suportou a sua preferência?

Em democracia é assim! Discutem-se as ideias e após o estudo sério de todas elas escolhe-se a melhor. Melhor para os moradores, melhor para Almada, melhor para o País.

Temos todos a obrigação de defender, adoptar ou mesmo impor (quando necessário como parece estar a acontecer no caso em apreço), soluções devidamente suportadas por equipas técnicas, isentas e competentes, repudiando as opções políticas que, no caso em apreço, para além dos muitos incómodos que podem vir a causar aos moradores implicam a construção de mais 475 m de linha de caminho de ferro em via dupla, repetimos, agora por extenso, para confirmarem que não se trata de um qualquer lapso de escrita, de quatro centos e setenta e cinco metros de linha de caminho de ferro em via dupla, com o agravamento de custos daí inerentes…

Tenham dó dos moradores e de todos os cidadãos enquanto pagadores de impostos…Só assim a Presidente da CMA poderá dizer com legitimidade que "Foi tempo de dizer adeus à guerra, ... o povo é quem mais ordena"...

O povo somos nós, as pessoas com ideias e com ideais, pessoas honestas, trabalhadoras, críticas, construtivas.

Porque teima a CMA em não ouvir e aproveitar as ideias dos munícipes?

quinta-feira, abril 19, 2007

Verdades Documentadas

Apresenta-se hoje o Ofício nº 3158/2005-GMST de 01 de Julho de 2005, assinado pelo então Encarregado de Missão do GMST Dr. Vitor Espirito Santo, onde se imforma da posição do Gabinete do Metro Sul do Tejo (GMST), para a Secretaria de Estado dos Transportes, em relação ao Estudo das propostas alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha, após a sua apresentação pública em 16/06/05. De salientar que neste documento é dito que foram feitos contactos com várias entidades interessadas no processo e que a CMA antes da apresentação pública já havia mostrado preferência pela Solução 2 e que mesmo depois e antes da Secretária de Estado dos Transportes (SET) decidir, continuava a dizer que a Solução 2 era a mais favorável. Em quê? Perguntamos nós, quando as conclusões do Estudo apontam a Solução 5 como a melhor.
De facto a SET decidiu pela melhor, mas a CMA continuou a minar o terreno para o não cumprimento do Despacho. Porquê ? Só há uma resposta : Para seu próprio interesse e prejudicar os moradores! Para quem vinha exigindo do Governo “Decisões a tempo e horas”- a CMA- o comportamento e atitude posteriores da CÂMARA MUNICIPAL DE ALMADA neste processo, revelam uma grande dose de desonestidade intelectual, traição à decisão e exigência da Assembleia Municipal de 10MAR2004, falta de vergonha, de ética democrática e de lealdade para com os cidadãos.
(clique sobre o doc. para aumentar e ler)
Lembremos que o representante do GMST e representante do Governo na Apresentação Pública do Estudo das Soluções Alternativas, não foi o então Encarregado de Missão do GMST Dr. Vitor Espírito Santo, mas sim o Eng. Marco Aurélio Martins, actual Encarregado de Missão do GMST (nomeado pela Resolução nº 23/2006, de 24 de Abril) Foi o Eng. Marco Aurélio Martins que disse na Apresentação Pública: “a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência de tal decisão e já assumiu ter de tomá-la o mais depressa possível”.

quarta-feira, abril 18, 2007

Verdades, Incorrecções e Interesses Pouco Claros (2)

Apresentamos hoje os elementos individuais constantes do Estudo mandado realizar pelo Estado para as 5 Propostas Alternativas ao traçado do MST no Triângulo da Ramalha. As folhas que se inserem , correspondem ao intervalo entre o 1º e 2º quadros apresentados no ”Post” anterior, ficando assim completo o enunciado da primeira folha do 1º quadro.
De salientar que nos elementos hoje disponibilizados, constam referências ao envolvimento da Concessionária nos estudos feitos, pelo que é de todo descabido dizer que é a Concessionária que não quer colocar a Linha 3 na Rua de Alvalade, caso contrário teria logo apresentado reservas, como o fez para a Solução 3 (leia-se o doc. inserdo).
Note-se que em todas as Soluções o declive máximo é 7-8% e que a Linha 2 vai ser inserida na R. de Alvalade, pelo que não há qualquer inconveniente em inserir também aí a Linha 3.
Para a interpretação, informa-se o significado das siglas dos percurso : CC - Cacilhas PR - Pragal CR- Corroios UN-Universidade
(clique nas imagens para aumentar e ler)
Solução 1
Solução 2 Solução 3 Solução 4 Solução 5
A CMA e a sua presidente, é a principal responsável, assim como o governo são os responsáveis por esse atentado à dignidade e aos direitos dos moradores. Não será de mais repetir que o representante da Equipa de Missão do MST na reunião de Apresentação Pública das Soluções Alternativas, realizada com os moradores em 16/06/05 (Eng. Marco Aurélio, hoje Encarregado da Equipa de Missão do MST), disse “a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência de tal decisão e já assumiu ter de tomá-la o mais rápido possível.
Outro documento irá ser aqui inserido o qual também dá conta do envolvimento da Concessionária nos estudos e da relutância da CMA em aceitar a Solução 5".

terça-feira, abril 17, 2007

Verdades, Incorrecções e Interesses Pouco Claros

O Encarregado de Missão do Gabinete do Metro Sul do Tejo, segundo nos foi transmitido, parece ter dito no passado dia 13 de Abril de 2007, sexta-feira, numa reunião da Comissão Concelhia de do Partido Socialista, de Almada, que a Solução 5 não era viável devido ao aumento dos tempos de percurso, nomeadamente da Linha 3 e que isso seria prejudicial à Exploração do MST. Para desmontar esse incorrecto argumento, apresentamos o estudo das Alternativas ao Triângulo da Ramalha referentes a Análise da Exploração, bem como os Critérios usados e conclusões. O que apresentamos é parte integrante do Estudo mandado fazer pelo Estado das Soluções Alternativas ao Traçado, o qual foi apresentado à população em 16/06/05, onde o actual Encarregado de Missão esteve presente.
Apresentam-se só os estudos das Soluções 1,2, e 5 porque as Soluções 3 e 4 eram mais gravosas.
(para ler clique sobre as imagens)
Veja-se:
CRITÉRIO 1. (Raio Mínimo de Curvatura). A Linha 2 na Solução 5 (R. de Alvalade) tem um só raio de curvatura mínimo (35m) superior ao que teria a Linha 2 na Solução 1 (2 raios consecutivos de 25m). Neste critério os raios de curvatura satisfazem os requisitos técnicos, ultrapassando a Solução 1 (2 raios consecutivos de 25m) e a Solução 2,(30m), onde o raio é menor. Relativamente à Linha 3 a Solução 5 apresenta um raio de curvatura menor (35m)perfeitamente aceitável e melhor ainda, que os dois raios consecutivos de 25m da Solução 1 para a Linha 2 no traçado inicial. CRITÉRIO 2. (Declive Máximo). Que poderia ser um óbice para a Solução 5, embora seja inferior ao valor máximo permitido (8%), não comprometendo esta Solução para a linha 3, deixa de o ser, porque a Linha 2 Corroios-Pragal-Corroios vai ser inserida na R. de Alvalade. Logo a linha 3 ficaria com um declive igual ao da Linha 2, visto os comboios-eléctricos, usarem as mesmas vias, neste percurso. Portanto se a Linha 2 é viável aí, a Linha 3 também é. CRITÉRIO 3. (Tempos de Percurso). A soma dos tempos de percurso das linhas 2 e 3, revelam que embora na Solução 5 a Linha 3 tenha tempo superior, já a Linha 2, tem tempo inferior às Soluções 1 e 2. Assim, vejamos o somatório dos tempos globais ida e volta para as Linhas 2 e 3: Solução 1 ......... Linha 2: 29,7m + Linha 3: 38,2m = 67,9 minutos Solução 2 ......... Linha 2: 29,9m + Linha 3: 38,2m = 68,1 minutos Solução 5 ......... Linha 2: 29,0m + Linha 3: 39,0m = 68,0 minutos As conclusões do estudo (última folha), conforme se pode ver nos documentos insertos, permitiram aos Técnicos estudiosos das Soluções Alternativas, "concluir que não se verificam diferenças significativas entre os tempos de percurso das soluções testadas e ainda que as variações observadas não comprometem o Plano de Rotação do Material Circulante, correspondente ao Horário contractualizado". O único e eventual argumento contra a Solução 5 em relação à Solução 1, no que se refere à Linha 3, é, o cateto do triângulo na Av. Bento Gonçalves ( a distância entre os pontos em que as linhas 2 e 3 curvam na Av. Bento Gonçalves para a R. de Alvalade) ser inferior ao da Solução 1. Esse problema segundo dois Engenheiros da Concessionária, um deles, Eng. Silva e Silva (nome fictício) tem solução técnica, desde que a Linha 3 desvie na Av. Bento Gonçalves, um pouco antes para a direita (imediatamente a seguir ao viaduto), onde existe espaço, para depois curvar para a R. de Alvalade e assim o cateto do triângulo ficará igual ao da Solução 1. A afirmação do Encarregado de Missão na citada Reunião, não tem pois fundamento, para o não cumprimento do Despacho e implantação local da Solução 5.
Parece-nos que aqui está montado um "negócio", em prejuízo dos moradores e dos almadenses.
O não cumprimento do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes só pode ser entendido, neste caso, como má vontade e propósito de prejudicar os moradores da R. Lopes de Mendonça e R. José Justino Lopes e, uma vingança da Presidente da CMA à pertinência e persistência destes em legitimamente defenderem os seus interesses. A senhora não tolera que os cidadãos pensem pela cabeça deles e que lutem pelos seus interesses. Pensa ela que está num regime ditatorial. Acha que sendo ela do PCP tem sempre as melhores soluções para a população. Pura ilusão!
Os cidadãos, pessoas livres que são, não aceitam nem pactuam com a prepotência, a arrogância, vinganças, autoritarismo e métodos ditatoriais da presidente.

domingo, abril 15, 2007

O "Bom" Trabalho da COPTC

(clique nas imagens para aumentar e ler)
Apresentamos hoje mais três documentos relacionados com a Petição dos moradores da R. Lopes de Mendonça à Assembleia da República: (O nº de assinaturas indicada é 64 e não 413) O primeiro é um Quadro sinóptico relativo à Petição, extraído do site da AR na data referida. Note-se que o Deputado Relator da Comissão para a Petição, Bruno Dias (PCP), foi substituído, na actual Legislatura, por outro Deputado também do PCP Domingos Lopes. O PCP como todos sabem é o Partido que domina a CMA por maioria absoluta. Face “a algumas imprecisões, omissões e inverdades" do relatório, conforme foi reconhecido pelo Partido Socialista na Comissão, perguntamos : -quantos Deputados conhecem o local do Triângulo da Ramalha e se aperceberam dos problemas dos residentes? - quantos Deputados da Comissão leram o relatório? - quantos questionaram o conteúdo do mesmo? - porque razão sendo do conhecimento do Sr. Presidente da Comissão a existência do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, se alguma vez questionou o Governo por o omitir à Comissão? No segundo Quadro temos dois documentos, que são dois pedidos feitos ao Governo pela Comissão. - o primeiro documento DSC 1446 25NOV2005 dirigido ao Ministro dos Assuntos Parlamentares, para diligenciar junto do Ministro das Obras Públicas Transportes e Comunicações. Pelo que se conclui, o Governo não respondeu a este pedido. - no segundo documento 193/COPTC 13OUT2006 é renovado o pedido e é feita alusão ao crime de desobediência previsto na Lei 43/90. O Governo respondendo a este só em 19JAN2006, não cumpriu a Lei 43/90. Não respondendo ao primeiro o Governo não havia cumprido a Lei e o Sr. Presidente da Comissão, aguardou pacientemente a resposta, assim como no segundo. Os Deputados da Comissão sabiam da existência do Despacho, mas aceitaram a resposta do Governo. O Sr. Presidente da Comissão sabia da existência do Despacho, mas aceitou a resposta do Governo bem como o teor do Relatório. Perguntamos: Onde está a qualidade do trabalho da Comissão de Obras Públicas, Transporte e Comunicações da AR.? O que são cidadãos para a Comissão? O que são direitos dos cidadãos para a Comissão? Será que para a Comissão os moradores não têm direito à qualidade de vida no local de residência? Conhecendo a Comissão a existência do Despacho da Secretária de Estado dos Transportes, em que posição se colocou a Comissão ao aceitar que o Governo escondesse o mesmo. AFINAL OS DEPUTADOS SÃO ELEITOS PARA REPRESENTAR AS POPULAÇÕES E DEFENDEREM OS INTERESSES DESTAS OU PARA ACATAREM AS OMISSÔES ESCANDALOSAS DE INFORMAÇÃO DOS GOVERNOS E OBEDECEREM A ESTES?

sábado, abril 14, 2007

"Onde anda a Oposição" ?

A propósito de um "post" com o mesmo título deste, inserido no blog " O Lado Certo" sobre a "oposição" no Concelho de Almada, publicámos no fórum do setubalnarede em 23-02-04, com o título Haverá oposição em Almada ?, o texto abaixo inserido. (Conflito no Plenário nas sessões das Côrtes em Lisboa, em 1821, lusos e brasileiros quase partiram para o confronto devido a medidas penalizantes para o Brasil)

Tem-se assistido no concelho de Almada, nos últimos dois anos, a uma crescente contestação, por parte dos munícipes, a opções ou decisões do elenco camarário que lesam a qualidade de vida das populações ou que põem em causa o futuro do concelho.A opinião dos almadenses não é ouvida e por manobras ditas democráticas, orquestradas à revelia dos almadenses, os munícipes são colocados perante factos consumados ou quase, e praticamente irreversíveis.

Entendemos perfeitamente que nada é feito por mero acaso. Tudo é feito na "melhor das intenções", com muito, mas mesmo muito trabalho e "dedicação" no interesse de Almada. Fazem o melhor por Almada, dizem...Se é tudo feito no interesse de Almada, então as populações estão a ser injustas, porque não reconhecem o esforço e o empenho de quem se "disponibilizou" e se sacrificou para gerir Almada.

Não merecem então que tanta competência esteja ao seu serviço. Como as pessoas são ingratas e maldizentes!Será mesmo isto? As populações são ingratas e maldizentes? Não nos parece!

Se atentarmos nos últimos resultados eleitorais autárquicos de 2001 no concelho de Almada, relativamente aos de 1997, verificamos :

-que o nº de inscritos baixou 5406 e o nº de votantes diminuiu 10094, aumentando a abstenção. -que o nº de brancos e nulos não sofreu grande oscilação.

-que esta autarquia foi eleita com menos 7621 votos do que nas eleições de 1997, tendo mesmo assim obtido maioria absoluta e que a coligação/partido que a elegeu foi a/o mais penalizado em votos e em termos percentuais.

Face a estes resultados, parece-nos que os autarcas eleitos o foram em grande parte por votos "de residuais e incondicionais apoiantes" devido não só à elevada abstenção que se tem vindo a verificar no concelho de Almada, mas também ao seu aumento relativamente a 1997, já que os não votantes seguramente não são fiéis da côrte que gere actualmente o município, pois se o fossem certamente não optavam pela abstenção.A população de Almada não se revê nesta gestão autárquica.

Muitos dos graves problemas que afectam a vivência diária não foram resolvidos. A titulo de exemplo poderemos citar a insegurança pública que as pessoas sentem a partir de determinada hora da noite, para já não referir mesmo durante o dia.

Estes eleitos subestimam a população, a massa, que aparece na sua óptica reduzida à simples condição de rebanho humano "conduzido" pela elite autárquica, sem direito a pensar, a não ser como aprendiz, balizada nos parâmetros, prévia e "superiormente" definidos pelos auto-intitulados "mestres e sábios incontestáveis", sem direito a divergir ou a opinar de maneira diferente.

Perante isto e o descontentamento que vai alastrando entre os almadenses por esta gestão camarária, qual tem sido a posição e o comportamento da oposição ?

Que postura tem adoptado?

Quer-se constituir alternativa a este "elenco autárquico " para servir, mas servir mesmo o concelho de Almada ou prefere continuar incógnita, escondida, sonolenta, envergonhada e alheia aos problemas das populações e do concelho?

Quer ser activa, estar ao lado da população descontente e ter o seu apoio nas próximas eleições ou continuar na situação de cómoda letargia hibernante, gozando de alguns "raios solares" que lhe deixam chegar, suficientes para manter a vida vegetativa e o status, e só despertar e "parecer" oposição em vésperas de eleições?

Já se questionou por que razão as pessoas não vão votar? Quer captar os votos dos abstencionistas?

Face à notória passividade e indiferença a que se assiste, quer-nos parecer que autarquia e oposição configuram ser farinha do mesmo saco! Almada está não só farta de uma gestão autárquica de marasmo, monocórdica e de "cosmética de progresso", como também de candidatos "pára-quedistas" das oposições.
Na verdade em Almada não existe oposição que se veja e que os almadenses sintam. A oposição em Almada, seja ela qual for, parece-nos estar sob acção de um daqueles gases entorpecentes e paralizantes que são incolores, inodoros insonssos e mortais.
Terá a actual autarquia algum destes "gases" a "actuar " sobre as oposições ou há acordos tácitos de cavalheiros entre oposição e o "status quo" instalado, para partilha de posições ou autarquias aqui ou acolá?Se há digam-no, sejam honestos, não escondam a verdade aos eleitores.
Se assim é, o melhor será então escolhermos outro concelho para viver! Será que os almadenses têm de chegar a esta conclusão? Por tudo isto até parece que só eles, os "eleitos" e os "oposicionistas", classes "elitistas", são possuidores de "Um Dom Supremo". Todos os outros são meros votantes e subordinados.
Almadenses, interessemo-nos pelo nosso concelho e pelo nosso futuro! Não deixemos o nosso futuro em mãos alheias! E todos nós temos responsabilidades pelo que de negativo e grave se passa no nosso concelho!

segunda-feira, abril 09, 2007

Informação Pontual

Por motivos pessoais este blog, interrompe as “postagens” a partir desta data e durante 5 ou 6 dias. Até lá a actual informação continuará disponível.
Estaremos de volta na próxima semana, com novos elementos que continuarão a colocar a nú, uma parte deste “negócio” designado MST, que apesar de traumatizante para Almada, com todos os escolhos, engulhos e golpes de teatro encenados e representados pela CMA, tem redundado em prejuízo dos almadenses e dos contribuintes deste país.
Na Ramalha, como os residentes e muitos almadenses sabem, bem como os visitantes deste blog, o assunto ultrapassa as fronteiras da decência de procedimentos e do respeito que é devido aos cidadãos, enquanto pessoas e seres humanos.
Iniciaram os moradores da zona uma justa batalha em defesa dos seus direitos em Junho de 2003. Apesar dos insultos vindos de apoiantes da CMA, com o silêncio desta, não desistiram, não abdicaram de lutar por todos os meios legais ao seu alcance, para fazer prevalecer o bom senso e o respeito por aquilo a que têm direito.
Nem toda agente pensa assim, por isso uns quantos, achando-se senhores de Almada e do mundo, querem subjugar os moradores e os almadenses à sua prepotência e desmandos, desrespeitando as decisões legais, para actuarem dentro da “sua legalidade”, porque acham que eles são a legalidade corporizada fisicamente nas suas pessoas.
Os moradores da R. Lopes de Mendonça, Pragal- Almada, não são teimosos, são persistentes, porque o Estado e o Governo, já lhes deram razão e agora CMA e Governo numa “joint venture” inconcebível, querem dar o dito por não dito, a ponto de terem omitido informações importantes, não só à Assembleia da República, como ao Tribunal de Contas e aos Portugueses. A CMA também mentiu ao Tribunal de Contas.
Sujeira da pior!
Renovamos os nossos agradecimento aos cidadãos que se têm mantido fiéis à nossa causa e têm participado com comentários, bem como a quantos os que têm opinião diferente da nossa e vêm contribuindo para o debate de ideias e de pontos de vista sobre o assunto e, aos que embora não opinem, nos distinguem com as suas visitas, a todos mesmo, onde quer que estejam, em Almada, pelo País ou no Estrangeiro.
Este é um blog que todos os dias tem novos visitantes, o que nos dá ânimo e incentivo, para continuarmos com este exercício de cidadania na luta por aquilo a que temos direito.
A NOSSA GRATIDÃO
(Clique nas fotos para aumentar) Foto da R. Lopes de Mendonça em cima. Em baixo o que a CMA e o Governo querem colocar nas actuais faixas de rodagem - depois de o Governo ter decidido tirar o metro/comboio desta rua - sendo os actuais passeios ocupados cada um, com uma faixa de circulação rodoviária em cada sentido.

"COZINHADO": Imprecisões e Algumas Mentiras (2)

Estamos mesmo perante procedimentos que levantam muitas dúvidas e nos levam a pensar no elaborado "COZINHADO" que temos pela frente neste "negócio", designado MST, relativamente ao seu traçado no Triângulo da Ramalha e que prejudica os moradores da R. Lopes de Mendonça.
Vejamos isto, que é muito importante:
1- A Informação nº 34/2005/CC que serviu de apoio à decisão da Secretária de Estado dos Transportes é fundamentada no Estudo mandado fazer pelo Estado sobre as 5 Soluções alternativas ao traçado no local, apresentadas publicamente, está assinada em 07/07/05 pelo Assessor Carlos Ribeiro.
2-A Informação anexa ao Ofício 19 JAN 2007 - 000743 Proc 3.7/2007 do Gabinete do Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, enviada à Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicações da Assembleia da República, não está assinada por ninguém, como se vê no documento (ver post anterior).
Quem é o responsável por ela?
Será esta, a "correcta" actuação dos governantes?
Houve consciência e responsabilidade no que foi escrito nesta informação?
Com que intenções procedem assim?
A pressa de arranjar uma justificação para o injustificável será a mãe da irresponsabilidade e da insensatez?
Por favor não brinquem com os residentes, com os cidadãos, com pessoas!
HAJA DIGNIDADE !