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Comparação esquemática dos traçados das Soluções1, 2, e 5Um visitante anónimo disse:
"Os moradores da Rua Lopes de Mendonça, nos muitos fóruns em que têm participado (este Blog incluído), sempre pautaram o seu comportamento pela ética e pela honestidade intelectual, exigindo apenas que a proposta que fizeram em tempo oportuno fosse estudada, tal com as demais, de modo a que, de entre elas, fosse escolhida a que se apresentasse como a mais vantajosa.
O estudo comparativo das cinco propostas foi providenciado pelo dono da obra (o Estado), como o ofício do GMST documenta, tendo os especialistas aos quais foi confiado, utilizado três critérios dos quais resultaram as seguintes conclusões:
1) Análise da exploração e do traçado (Raio de curvatura, declive e tempo de percurso):Todas as cinco soluções são compatíveis nos critérios analisados…
2) Critérios ambientais (Ruído, Património, Componente social e Paisagem)A solução que se apresenta mais favorável é a 5 (Rua de Alvalade)
3) Custos : A solução 5 (Rua de Alvalade), apresenta-se como a mais favorável na medida em que é a solução com menos comprimento de espaço canal a intervir, cerca de 475 metros…
Quando colocada perante estes irrefutáveis factos (a proposta dos moradores venceu...), a CMA, em reunião de 11 de Maio de 2005, pronunciou-se no sentido de que a solução “mais vantajosa” seria aquela que retoma o traçado previsto no anteprojecto (solução 2).
Perante uma solução “mais vantajosa” cujas vantagens os moradores não conseguem vislumbrar, porque não tem qualquer suporte técnico, conseguirá a CMA apresentar publicamente o “estudo demonstrativo” que suportou a sua preferência?
Em democracia é assim! Discutem-se as ideias e após o estudo sério de todas elas escolhe-se a melhor. Melhor para os moradores, melhor para Almada, melhor para o País.
Temos todos a obrigação de defender, adoptar ou mesmo impor (quando necessário como parece estar a acontecer no caso em apreço), soluções devidamente suportadas por equipas técnicas, isentas e competentes, repudiando as opções políticas que, no caso em apreço, para além dos muitos incómodos que podem vir a causar aos moradores implicam a construção de mais 475 m de linha de caminho de ferro em via dupla, repetimos, agora por extenso, para confirmarem que não se trata de um qualquer lapso de escrita, de quatro centos e setenta e cinco metros de linha de caminho de ferro em via dupla, com o agravamento de custos daí inerentes…
Tenham dó dos moradores e de todos os cidadãos enquanto pagadores de impostos…Só assim a Presidente da CMA poderá dizer com legitimidade que "Foi tempo de dizer adeus à guerra, ... o povo é quem mais ordena"...
O povo somos nós, as pessoas com ideias e com ideais, pessoas honestas, trabalhadoras, críticas, construtivas.
Porque teima a CMA em não ouvir e aproveitar as ideias dos munícipes?
Lembremos que o representante do GMST e representante do Governo na Apresentação Pública do Estudo das Soluções Alternativas, não foi o então Encarregado de Missão do GMST Dr. Vitor Espírito Santo, mas sim o Eng. Marco Aurélio Martins, actual Encarregado de Missão do GMST (nomeado pela Resolução nº 23/2006, de 24 de Abril)
Foi o Eng. Marco Aurélio Martins que disse na Apresentação Pública: “a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência de tal decisão e já assumiu ter de tomá-la o mais depressa possível”.
Solução 2
Solução 3
Solução 4
Solução 5
A CMA e a sua presidente, é a principal responsável, assim como o governo são os responsáveis por esse atentado à dignidade e aos direitos dos moradores.
Não será de mais repetir que o representante da Equipa de Missão do MST na reunião de Apresentação Pública das Soluções Alternativas, realizada com os moradores em 16/06/05 (Eng. Marco Aurélio, hoje Encarregado da Equipa de Missão do MST), disse “a Secretária de Estado dos Transportes tem consciência da urgência de tal decisão e já assumiu ter de tomá-la o mais rápido possível.
Veja-se:
(Conflito no Plenário nas sessões das Côrtes em Lisboa, em 1821, lusos e brasileiros quase partiram para o confronto devido a medidas penalizantes para o Brasil)
Tem-se assistido no concelho de Almada, nos últimos dois anos, a uma crescente contestação, por parte dos munícipes, a opções ou decisões do elenco camarário que lesam a qualidade de vida das populações ou que põem em causa o futuro do concelho.A opinião dos almadenses não é ouvida e por manobras ditas democráticas, orquestradas à revelia dos almadenses, os munícipes são colocados perante factos consumados ou quase, e praticamente irreversíveis.
Entendemos perfeitamente que nada é feito por mero acaso. Tudo é feito na "melhor das intenções", com muito, mas mesmo muito trabalho e "dedicação" no interesse de Almada. Fazem o melhor por Almada, dizem...Se é tudo feito no interesse de Almada, então as populações estão a ser injustas, porque não reconhecem o esforço e o empenho de quem se "disponibilizou" e se sacrificou para gerir Almada.
Não merecem então que tanta competência esteja ao seu serviço. Como as pessoas são ingratas e maldizentes!Será mesmo isto? As populações são ingratas e maldizentes? Não nos parece!
Se atentarmos nos últimos resultados eleitorais autárquicos de 2001 no concelho de Almada, relativamente aos de 1997, verificamos :
-que o nº de inscritos baixou 5406 e o nº de votantes diminuiu 10094, aumentando a abstenção. -que o nº de brancos e nulos não sofreu grande oscilação.
-que esta autarquia foi eleita com menos 7621 votos do que nas eleições de 1997, tendo mesmo assim obtido maioria absoluta e que a coligação/partido que a elegeu foi a/o mais penalizado em votos e em termos percentuais.
Face a estes resultados, parece-nos que os autarcas eleitos o foram em grande parte por votos "de residuais e incondicionais apoiantes" devido não só à elevada abstenção que se tem vindo a verificar no concelho de Almada, mas também ao seu aumento relativamente a 1997, já que os não votantes seguramente não são fiéis da côrte que gere actualmente o município, pois se o fossem certamente não optavam pela abstenção.A população de Almada não se revê nesta gestão autárquica.
Muitos dos graves problemas que afectam a vivência diária não foram resolvidos. A titulo de exemplo poderemos citar a insegurança pública que as pessoas sentem a partir de determinada hora da noite, para já não referir mesmo durante o dia.
Estes eleitos subestimam a população, a massa, que aparece na sua óptica reduzida à simples condição de rebanho humano "conduzido" pela elite autárquica, sem direito a pensar, a não ser como aprendiz, balizada nos parâmetros, prévia e "superiormente" definidos pelos auto-intitulados "mestres e sábios incontestáveis", sem direito a divergir ou a opinar de maneira diferente.
Perante isto e o descontentamento que vai alastrando entre os almadenses por esta gestão camarária, qual tem sido a posição e o comportamento da oposição ?
Que postura tem adoptado?
Quer-se constituir alternativa a este "elenco autárquico " para servir, mas servir mesmo o concelho de Almada ou prefere continuar incógnita, escondida, sonolenta, envergonhada e alheia aos problemas das populações e do concelho?
Quer ser activa, estar ao lado da população descontente e ter o seu apoio nas próximas eleições ou continuar na situação de cómoda letargia hibernante, gozando de alguns "raios solares" que lhe deixam chegar, suficientes para manter a vida vegetativa e o status, e só despertar e "parecer" oposição em vésperas de eleições?
Já se questionou por que razão as pessoas não vão votar? Quer captar os votos dos abstencionistas?
(Clique nas fotos para aumentar)
Foto da R. Lopes de Mendonça em cima. Em baixo o que a CMA e o Governo querem colocar nas actuais faixas de rodagem - depois de o Governo ter decidido tirar o metro/comboio desta rua - sendo os actuais passeios ocupados cada um, com uma faixa de circulação rodoviária em cada sentido. (para ler o doc. clique sobre o mesmo)
Esta Moção foi rejeitada pela Assembleia Municipal, devido aos votos maioritários da bancada PCP/CDU.
A CMA/PCP/CDU que andou a exigir do Governo uma decisão "a tempo e horas", rejeitou a Moção através da sua bancada PCP/CDU.
2ª Foto Composta: Rua de Alvalade
- 4 Prédios, só com fachadas laterais e traseira para esta Rua e só uma garagem (comercial)
No lado esquerdo desta rua existe um gradeamento.
A quem interessa a inserção da linha 3 na Rua Lopes de Mendonça, como a CMA pretende?
Na Rua de Alvalade está a linha 2 e a inserção da linha 3 aqui, não vai ocupar mais espaço, nem prejudicar mais alguém nas suas acessibilidades e mobilidade, visto utilizar os mesmos carris da linha 2. Porquê então a teimosia da CMA ?
Em nenhuma destas ruas existirá qualquer Apeadeiro do comboio-electrico.
O Apeadeiro fica na Rua D. José de Alarcão.
Inserimos hoje mais uma Carta dirigida ao Presidente da COPTC sobre a nossa Petição. A carta foi enviada, como todas as outras, Registada com Aviso de Recepção e foi recepcionada na AR. Esta carta não foi incluída no dossier que nos foi enviado (na segunda metade de Fevereiro) com o Relatório da Comissão sobre a nossa Petição. Também não nos foi dada qualquer resposta acerca do seu conteúdo e da solicitação final.
Imagine-se esse passeio com as viaturas normais ou pesadas, autocarros, a circular junto dos prédios ou paradas por qualquer motivo ( recolher crianças, deficientes fisicos, idosos, cargas descargas, fazer uma mudança ou avaria). As ultrapassagens são impossíveis ! Na montagem a zona a vermelho corresponde ao espaço canal do comboio-eléctrico e a zona preta à faixa de circulação de viaturas. A zona azul será o que ficará para passeio público destinado a peões. À direita deste passeio temos as entradas e saídas das garagens e dos prédios. Em caso de emergência, como será com carros de bombeiros em socorro ou passagem local. Não haverá hipótese de ultrapassagem e a via fica totalmente bloqueada, já que a faixa de circulação actual vai ser ocupada e excedida pelo espaço canal do comboio-eléctrico, onde este tem sempre prioridade. Estas fotos foram obtidas localmente. À esquerda nas 4 fotos encontra-se o passeio em causa. O parqueamento que se vê, bem, à direita em 3 fotos, irá ser ocupado por outra faixa de rodagem (com sentido contrário) de acordo com a irracional prepotência da CMA, para além do qual ficará um parque de estacionamento , único na rua só para 8 automóveis.
Quem será responsabilizado por demoras em socorro, combate a incêndio ou qualquer outra situação de emergência, ou em que ocorram vítimas ou agravamento de danos em consequência da situação que a CMA quer criar no local, em flagrante prejuízo dos moradores.
O executivo da CMA e a sua presidente serão então chamad0s a assumir responsabilidades por danos causados aos cidadãos / residentes, em consequências das suas irracionais teimosias?
Não há ninguém com responsabilidades neste país que veja isto?
Será que o actual executivo municipal e a sua presidente não vêem estes problemas, quando há uma alternativa lógica e racional, objecto de decisão governamental?Será que a CMA e sua presidente já se esqueceram com o que ocorreu em Lisboa, no dia 25 de Agosto de 1988, no Chiado, quando do incêndio que destruiu aquela zona da cidade e cujas imagens correram mundo, onde os bombeiros tiveram dificuldades e impossibilidades de acesso, com incidência no agravamento dos danos e prejuízos, devido às obras feitas na via pública por ordem da então gestão municipal ?
Continua a ser permitido brincar com as pessoas, os residentes, os cidadãos, os seus direitos e com o dinheiro público ?
De Quem é e Para Quem é Almada?
Divulgamos hoje a Carta dirigida ao Presidente da Assembleia da República ( por não haver resposta às duas anteriores dirigidas ao Presidente da Comissão de Obras Públicas, Transportes e Comunicações da A.R.), acerca da nossa Petição e após o Despacho da Secretária de Estado dos Transportes ter fixado o novo traçado do MST no Triângulo da Ramalha em 22JUL2005.
No esquema ilustrativo, o traçado inicial está representado a tracejado vermelho.
O traçado que foi escolhido pela Scretária de Estado dos Transportes é representado a cor azul.
A notícia (não a foto) inserta é do Jornal SEMMAIS de Setúbal, de 26NOV2004
Desta carta também não obtivemos resposta. Só em 21 de Fevereiro 2007 recebemos o Relatório não aprovado por unanimidade e o Parecer da Comissão.
(Para ler clique com o botão esquerdo do rato sobre o doc.)